História Cativeiro - Imagine (Jin HOT) - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~Moon_MinAh

Postado
Categorias 2PM, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, BtoB, Got7, Monsta X
Personagens Chansung, G-Dragon, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Junho, Mark, Nichkhun, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Taecyeon, V, Yugyeom
Tags Bts, Cativeiro, Jin, Prisioneira
Visualizações 824
Palavras 2.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus Sweeties....
Sei que demorei um pouco, mas aqui está mais um capítulo dessa fic maravilinda!!
Espero muito que gostem, pois fiz com muito amorrr...

Boa leitura!!

Capítulo 11 - Saudades


Fanfic / Fanfiction Cativeiro - Imagine (Jin HOT) - Capítulo 11 - Saudades

(s/n) P.O.V

 

Estava novamente sentindo aqueles toques macios em meu rosto e os dedos suaves em meus cabelos. Me aninhei mais ainda na cama, feliz com aquilo e saboreando a sensação. Ele me fazia a mulher mais feliz do mundo e não via a hora de fazê-lo o homem, e pai, mais feliz também. Abri meus olhos devagar encontrando meu anjo ali. E realmente, ele parecia um anjo. A luz da janela o contornava fazendo-o parecer com um anjo, esculpido ele já era, mas agora poderia dizer que ele foi o anjo que se esculpiu. Vi seu lindo sorriso se formar em seus lábios assim que percebeu que eu o olhava, e aquilo me derreteu toda. Ele era lindo, era meu.

 

J – Bom dia princesa!

(s/n) – Oppa. Que saudades que eu senti. – O puxei para um abraço. Ele se ajeitou, deitando-se ao meu lado e me enlaçando em seu corpo.

J – Também senti minha princesa, mas eu precisava resolver as coisas. – Falou se referindo àqueles desgraçados.

(s/n) – Eu sei. Queria estar lá contigo. Queria usar meu canivete. – Falei fazendo um biquinho que ele logo abocanhou iniciando um beijo lento e apaixonado.

J – Eu também queria. Queria poder ficar cada segundo ao seu lado. – Fala entre selinhos em meus lábios.

(s/n) – E por que não fica?

J – Porque preciso trabalhar. Me dói dizer isso, mas não poderei ficar o tempo todo com você aqui. Mas os garotos te farão companhia. Eles são os melhores, vão cuidar muito bem de você, minha princesa.

(s/n) – Mas eu quero você. Eles não vão me abraçar como você me abraça. Não vão me beijar, como você me beija.

J – Até porque se fizerem isso eles morrem.

(s/n) – Oppa. Não me deixa. – Falo manhosa.

J – Nunca. Eu vou ficar com você pra sempre. Serão apenas algumas vezes que terei que ir cuidar das minhas empresas. Mas aproveitarei cada segundo para ficar aqui contigo. Até trouxe o Yoongi pra me substituir na cozinha, assim não saio daqui pra nada.

(s/n) – Ah meu anjo, meu oppa. – Falo tomando seus lábios num beijo quente e lento. – Pena que tenho que repousar. – Falo e rimos.

 

 

 

Quebra de tempo

 

 

 

Faz um mês que não vejo meu homem. Só pelas fotos e chamadas de vídeo que ele faz. O médico mandou prolongar minha estadia aqui na ilha, portanto, aqui estou, presa nessa ilha por longos 6 meses. Hoje irei saber o sexo dos meus mini Jins. Mas eu queria que ele estivesse comigo aqui para ver também. Ao invés disso, ele tá lá, em Seul, longe de mim e dos nossos mini Jins. Hoseok e Tae prometeram me acompanhar na consulta.

Tudo bem que o médico já tinha declarado a falta de risco da minha gravidez, mas pediu que permanecesse ali, para um melhor acompanhamento, afinal, segundo ele, no estado em que eu fiquei depois do estupro e das cauterizações que eles tiveram que fazer, os bebês não deveriam ter resistido. Mas aqui estamos um milagre de gravidez. E eu agradecia todas as noites aos meus Jinzinhos por terem aguentado firmemente para nos dar essa alegria.

Pegamos o helicóptero para ir até o continente, onde seria a consulta. Chegamos lá e, devo admitir, estava muito nervosa. Entramos no consultório e o médico me mandou deitar e levantar a blusa. Com dificuldade, por causa da barriga, me deitei e logo o médico pediu licença pra passar o gel na minha barriga. Assim feito, ele começa a passar o aparelho, mostrando na tela meus lindos bebês, descansando tranquilamente no meu ventre.

 

Md – Olha só o que temos aqui. Esses três são muito preguiçosos.

(s/n) – Três? – Como assim três? Ele nunca falou que tinham três bebês.

Md – Sim, eu sempre falei dos bebês, isso não quer dizer que sejam apenas dois.

(s/n) – Meu santo GD! – Fiquei ainda mais feliz, imaginando qual seria a reação do Jin quando soubesse. – Mas e qual o sexo deles doutor?

Md – Calma, tudo ao seu tempo. Vejamos. – Diz apertando os olhos para a tela. – Temos aqui um menino. – O Jin pira. Um Jinzinho, confirmado. – Mais um menino. – Dois Jinzinhos, confirmados. – Ee... Uma linda menina. – Dois Jinzinhos e uma Jinzinha, confirmado.

(s/n) – Ai que felicidade!! – Falo sentindo lágrimas correrem por meu rosto. Olhei para os outros dois que também choravam de felicidade. – Seus bobos. Acho que o chefe de vocês precisa vir correndo pra cá. – Vejo que eles ficam sem graça. – O que foi?

Th – Quanto a isso, (s/n), vai ser meio difícil. – Me levanto da maca e saio do consultório, em silêncio. Recebi mais algumas instruções do médico e voltamos para a ilha.

(s/n) – Agora desembuchem. Por que o Jin não pode vir pra cá? – Eles se entreolham e respiram fundo.

Jh – Sabe, (s/n), aqueles três babacas que te estupraram, tinham uma companheira, uma antiga puta do harém do Jin. Mas ela era apaixonada por ele. E agora ela está chantagiando ele, obrigando ele a satisfazê-la, ameaçando matar você e os bebês se ele não o fizer. – Eu não podia acreditar. Meu oppa estava se deitando com outra mulher. Foi a única coisa que eu pude raciocinar.

(s/n) – Eu vou voltar pra casa. E nem tentem me impedir! – Falei vendo que eles iam dizer algo contra minha decisão. – Mas eu preciso que me façam um favor. Sem contar nada ao Jin.

 

                                                           [...]

 

Cheguei na casa no horário combinado com todos os outros rapazes. Jimim se aproximou de mim com o meu canivete. Todos já estavam em suas devidas posições. Eu já era louca, mas fiquei pior depois do estupro. Sentia sede de sangue. Um desejo doentio de cravar meu canivete em alguém crescia a cada dia. Não contamos nada ao Jin, mas os rapazes me levavam às vezes para andar na ilha para que eu pudesse afundar meu ódio em algum pobre bichinho que vivia na mata que cercava a mesma. Eles também me ensinaram a atirar e outros truques e torturas. Estava pronta pra aquilo.

Me aproximei da porta do quarto de Jin e já podia ouvir os gemidos altos e esganiçados da desgraçada. Respirei fundo me preparando. Sentia minha boca salivar por finalmente poder fazer o que eu queria há muito tempo, torturar alguém. Olhei-me no espelho ao lado da porta e vi minhas pupilas super dilatadas, eu estava com cara de alguém que acabou de fugir de um hospício. Fiz sinal pra Jungkook e ele, com apenas um chute, derrubou a porta. Os dois pararam assustados o que estavam fazendo e logo entrei no quarto. Jin me olhou apavorado e ao mesmo tempo arrependido.

 

(s/n) – Rapazes. – Soltei o primeiro comando. Enquanto três arrastavam a putinha de cima de Jin, os outros foram pra cima dele o amarrando firmemente e sedando ele. Me aproximei dele, selando meus lábios nos dele. Logo ia ser a vez dele. Saí do quarto seguindo o rumo da sala de tortura. Segui na frente enquanto os rapazes arrastavam ela pelo caminho. As outras putas se aproximaram das grades das celas observando a cena e esbravejando ao meu favor. Pelo visto ela não era muito amiga das outras. – Amarrem-na. – Ordenei e assim eles fizeram, amarrando-a na cama em X que mandei eles arrumarem. – Quer ser satisfeita, sua putinha? – Falei cuspindo na cara dela. – Então deixa eu te ajudar.

 

Com meu canivete, cortei as pernas dela formando minhas iniciais nela, enquanto ela berrava com a dor. Havia arranjado uma porção de objetos fálicos nada amigáveis. Encostei meu dedo indicador no queixo pensando em qual seria o primeiro. Hoseok se aproximou de mim e apontou para um coberto de espinhos. Olhei pra ele dizendo que era uma boa escolha. Peguei o objeto escolhido e encaixei no suporte no meio das pernas dela. A vi arregalar seus olhos apavorada com aquilo.

 

(s/n) – Sinta o prazer que merece. – Disse acionando o aparelho que lentamente subia em direção à boceta dela. Ela começou a berrar implorando perdão e para eu parar. Apertei outro botão acelerando o processo, e logo o objeto a penetra, o sangue já começava a escorrer e ela a berrar. Me assustei com a minha própria gargalhada. O que havia acontecido comigo? Eu era apenas uma estudante de artes. – Que tal? Prazeroso, não é mesmo? – Aperto um terceiro botão e o objeto começa a fazer movimentos de vai e vem, a estocando e cortando ainda mais sua entrada. – Hoseok, esse já está me cansando, qual o próximo que eu deveria usar?

Jh – Que tal um “choque” de prazer? – Diz ele se referindo ao objeto que soltava descargas elétricas potentes.

(s/n) – Não acha muito cedo?

Jh – Então, vamos esquentar as coisas. – Ele fala pegando o aparelho de cauterização. Desativei o anterior e tirei dela, fazendo-a berrar ainda mais. – Mas deixa eu me divertir aqui enquanto aproveita seu canivete. – Fala piscando pra mim, e entendo o recado. Ele vai até ela se abaixando e enfiando o aparelho com tudo nela, acionando e queimando seu interior.

(s/n) – Isso é silicone? – Aponto para os seios dela. – Parece ser. Olha isso, Hoseok, acho que ela está excitada. – Falo vendo seus seios com os bicos rígidos. Pego o canivete do bolso e corto seus bicos fora, vendo o sangue escorrer por seus seios. – Acho que já podemos finalizar, ainda tenho que cuidar do senhor Kim SeokJin. – Pego o celular ligando para Jungkook. – Já deram um banho nele?

Jk – Ele é pesado tá, deixamos ele na banheira.

(s/n) – Então tirem ele de lá. Eu quero ele amarrado na cama! – Desliguei e voltei para dar o “choque” de prazer na puta. Peguei o objeto encaixando no suporte do anterior e liguei ele no gerador de energia. Peguei os controles de potência da descarga elétrica e acionei o suporte. O objeto penetrou ela, que estava quase desmaiada. – Putinha, olha pra mim, quero ver seus olhos revirando enquanto está morrendo. – Ela levanta a cabeça com dificuldade. Nesse momento aciono o dispositivo na potência alta, fazendo seu corpo convulsionar enquanto recebe as descargas elétricas. Logo ela começa a espumar pela boca e uma fumaça começa a levantar de seu corpo. Desligo o aparelho e retiro dela. – Cuidem do corpo dela. – Falo para os rapazes e saio de lá.

 

Caminho tranquilamente pelos corredores voltando para o quarto. Entrando lá, vejo que Jin já havia despertado. Ele me olha arregalado, com medo do que eu faria com ele. Claro que não ia o machucar, sabia que ele faria tudo pra proteger nossos bebês, mas ele poderia ter feito diferente.

 

(s/n) – Meu amor se estava assim com tanta vontade de foder, era só me falar que eu dava um jeito.

J – Princesa, me desculpa, ela estava ameaçando nossos Jinzinhos e você.

(s/n) – Eu sei Oppa, mas podia ter feito o que eu acabei de fazer. – Falo dando um sorrisinho.

J – Eu sei, eu fui um covarde e fraco, e burro, mas eu sabia que você iria querer fazer isso por conta própria, só não esperava por tudo isso. – Fala se referindo ao arrombamento da porta e ao fato de estar amarrado.

(s/n) – Gosto de entradas dramáticas, e agora, é a sua vez de ser torturado. – Falo soltando meu sorriso malicioso, fazendo-o sorrir também da mesma forma.

J – Por isso mandou me darem um banho?

(s/n) – Você acha mesmo que eu ia tocar em seu corpo sujo com o suor daquela vaca? Nem morta. Agora quietinho, que isso é uma tortura, não uma recompensa. – Falei pegando em seu membro e o masturbando, ouvindo seu gemido rouco. Logo me abaixei, ameaçando abocanhar seu membro, lambendo a cabecinha dele. Ele gemia em protesto e tentava empurrar seu membro em minha boca. – Não... Já disse, é uma tortura.

J – Aah princesa... Como estava com saudades de você me torturando assim. – Fala entre gemidos roucos. Aqueles gemidos podiam me deixar louca, mas minha barriga atrapalhava um pouco. Logo abocanhei seu membro, escutando seu gemido arrastado. Meu GD, que homem! Enfiei ele inteiro em minha boca, mesmo com dificuldade, dado o seu tamanho nada pequeno. Meu homem era bem dotado e eu não tinha do que reclamar. Ele gemia cada vez mais me instigando a chupar mais forte e acelerar meus movimentos. Parei um pouco dando atenção as suas bolas, e as chupando com vontade. – Aahh princesa... Que boquinha deliciosa... – Ele fala com certa dificuldade e volto a pôr seu membro inteiro em minha boca chupando freneticamente até o sentir pulsar em meus lábios. Chupo com força enquanto ele se derrama em minha boca, e eu, como a boa gatinha gulosa que sou, engulo cada gotinha, o lambendo inteiro sem deixar vestígios de seu leitinho. – Preciso aprontar mais pra ser punido assim mais vezes.

(s/n) – Aé? Tenho outro tipo de tortura. – Ele ergue as sobrancelhas curioso. – O sexo dos bebês. – Seus olhos se abrem mais e um sorriso enorme estampa seu rosto. Me direciono até seus lábios iniciando um beijo lento que logo parei dando breves selares, ditando aos poucos os sexos dos nossos três filhos. – O primeiro é menino. – Ele sorri. – O segundo também é menino. – Ele sorri mais ainda. – E o terceiro é menina. – Ele arregala os olhos espantado.

J – Terceiro? – Começo a rir de sua cara de surpresa.

(s/n) – Sim meu amor, são trigêmeos. – Anuncio e o vejo gritar de alegria. Solto suas mãos e ele me abraça forte, se abaixando e dando vários beijinhos em minha barriga.

J – Jinzinhos, prometam cuidar da Jinzinha hein!! Não deixem nenhum marmanjo chegar perto dela. – Começo a rir com aquilo. E logo ele me puxa e me deita na cama, ele encosta sua cabeça em meu peito e fica ali acariciando minha barriga enquanto afundo meus dedos em seus cabelos. Quando percebo, já havia adormecido ali, com o amor da minha vida, e a certeza da felicidade!


Notas Finais


Oiinnn.... to vomitando arco íris com esses dois... cinco agora né...
E que tortura hein!!
Espero que tenham gostado pessoal e nao esqueçam de deixar aquele comentário maroto que vcs amam deixar por aquiii....
E quero aproveitar para convidá-los para meu grupo no whatsapp para ter um contato maior com vcs...

https://chat.whatsapp.com/2HRnxzZJN1lDHWr3kTy78B

Espero vcs por lá hein

Beijos, beijinho e beijões... amo vcs amoras de minha vidaaa!!


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