História Cativeiro - Imagine (Jin HOT) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom
Tags Bts, Cativeiro, Jin, Prisioneira
Visualizações 429
Palavras 2.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiee minhas Sweeties lindasss....
Então... fiquei muito feliz com o grande número de favoritos na fic em tão pouco tempo.... Sério, vcs me surpreenderam e me deram uma alegria tão grande, mas tão grande, que minha cabeça pipocou de ideias pra essa fic..
E como forma de agradecimento por todo o amor que estão dando pra ela, aqui vai mais um capítulo...
Então, segurem os forninhos, protejam-se dos tiros, chamem o samu pra ficar de plantão, que esse tem....
Se o capítulo anterior já esquentou as coisas, então esse vai tacar o bultaoreune.... uheuehuehu....
FIREEEEEEE!!!

Beijos e boa leituraa!!

Capítulo 6 - Entregue a você


Fanfic / Fanfiction Cativeiro - Imagine (Jin HOT) - Capítulo 6 - Entregue a você

(s/n) P.O.V

 

Recobro minha consciência olhando ao redor. Havia velas acesas por quase todo o quarto, dando ao ambiente uma leve iluminação. As velas soltavam um leve aroma afrodisíaco, transformando aquele quarto num local de prazer intenso. Tentando me mexer, percebi que minhas mãos estavam amarradas por um delicado tecido rosa que pendia de um gradeado acima da cama. Procuro por Jin, mas não o encontro.

Escuto sons vindos de uma porta, que concluí ser o banheiro. Logo ele sai de dentro do mesmo já nu. Sua ereção exposta e seu corpo levemente esculpido faziam dele a minha perdição. O maior pecado. Se ele estava ali para me arrastar para o inferno, eu iria com todo o prazer. Ele veio caminhando lentamente, seu olhar fixo em mim, como se rodeasse sua presa, admirando a caça antes do jantar. Em suas mãos podia-se ver outro longo tecido, esse era um tom de rosa mais escuro.

 

J – Vc quer ser minha? – Pergunta ainda me olhando fixamente. Seu rosto transbordando de luxúria. Assenti sem tirar meus olhos do corpo esculpido dele. – Então diga.

(s/n) – Por favor, Jin oppa. Faça-me sua. – Digo quase implorando. Vejo um sorriso satisfeito se formar em seus lábios e ele começa a subir na cama, vindo em minha direção.

J – Confie em mim. Só vou mexer um pouquinho com a sua cabeça e tirar de vez a sua sanidade. – Ele diz passando uma ponta do tecido pela grade, enrolando-o em meu pescoço e passando a outra ponta tbm pela grade, de forma que ele pudesse comandar os movimentos do tecido em meu pescoço. Ainda não conseguindo tirar meus olhos dele, o vejo abaixar seu rosto próximo ao meu, me puxando para um beijo quente, que deixava bem claro que eu era dele, apenas dele. – Vamos começar com o show então.

 

Ele fala rente ao meu ouvido e segura as duas pontas do tecido enrolado em meu pescoço, puxando e me impossibilitando de respirar. Vejo seu olhar de desejo e excitação, seus lábios entreabertos num sorriso vitorioso, de quem acabara de conquistar um prêmio. Logo ele afrouxa o tecido, me permitindo respirar novamente. Puxo o ar desesperadamente. Aquilo era loucura. Uma loucura prazerosa. Ele me puxa para outro beijo, ainda com o tecido em suas mãos. Percebo ele dar voltas com o tecido em suas mãos, o mantendo firme para que pudesse comandar com maestria o mesmo.

Logo ele pega em minha cintura me levantando e deitando por baixo de mim, escorregando seu corpo até seu rosto ficar em baixo de minha intimidade. Lentamente ele passa a língua por toda minha intimidade, rodeando minha entradinha e indo para meu clitóris, que ainda estava sob efeito do líquido que ele havia me feito beber momentos antes. Cada vez que eu gemia ele puxava o tecido, impedindo minha respiração de novo.

Assim, cada vez que estava perto de chegar ao meu ápice, ele interrompia o mesmo apertando o tecido ao redor de meu pescoço. Isso junto aos meus braços amarrados estava me tirando toda a sanidade que ainda restava em minha mente. Até que finalmente ele me deixou gozar, lambendo todo meu líquido. Erguendo-me novamente pela cintura, ele escorregou seu corpo, me fazendo sentar em seu membro, penetrando tudo de uma vez até o fundo. Ele ajeitou o tecido em suas mãos de novo, enrolando em seu pulso, dando mais firmeza para o mesmo.

Comecei a cavalgar lentamente, enquanto ele ditava meus movimentos com suas mãos em minha cintura. Vez ou outra ele puxava o tecido, impedindo novamente que eu respirasse e estocava mais forte, atingindo meu ponto G, e logo voltava a afrouxar liberando o ar e continuando com os movimentos lentos. Aquilo estava me levando à loucura. Ele estava me dominando, completamente, decidindo quando eu poderia respirar e gemer. E eu não podia fazer nada, já que estava com as mãos presas tbm.

Logo ele me permite novamente chegar ao meu ápice, e quando os espasmos do orgasmo deixam meu corpo, ele novamente aperta o tecido, se liberando dentro de mim com estocadas fundas. Ele permite a passagem do ar para meus pulmões enquanto sai de baixo de mim, me virando e soltando minhas mãos, que logo voltam a ser amarradas na cabeceira da cama, usando o mesmo tecido que prendia meu pescoço, fazendo com que dessa vez, ao puxar o mesmo, ele apertasse ainda mais as amarras de meus pulsos e meu pescoço.

Deixando-me de quatro, sinto-o sair da cama indo até uma gaveta e pegando um cinto de couro. Já sabia o que ele ia fazer, e minha mente que já não era mais a mesma, esperava ansiosa por isso, ansiava para sentir o couro chocando-se contra minha pele. Ele volta para a cama, alisando minha bunda com suas mãos grandes. Enrolando o tecido em uma mão e ajeitando o cinto na outra ele se inclina sobre meu corpo, sussurrando em meu ouvido.

 

J – Você já sabe o que tem que fazer né? – Sua voz rouca faz meu corpo todo se arrepiar e virando meu rosto para ele, assinto e ele me dá um beijo rápido.

 

Ele puxa o tecido do meu pescoço, e sinto meus pulsos serem apertados, impedindo a circulação dos mesmos e o ar de entrar em meus pulmões, e logo ele dá a primeira cintada em minha bunda. Com dificuldade, dito a contagem do primeiro contato com o couro em minha pele. Ele solta um pouco o tecido dando tempo apenas para que eu tome fôlego para a próxima contagem, apertando novamente em seguida. Ele repete todo o procedimento até que eu conte a décima cintada.

Ele larga o cinto de couro no chão e, alisando todo o local das batidas, ele afasta mais minhas pernas, me penetrando lentamente. Sinto seu membro me preencher por completo e ele para ajeitando o tecido em suas mãos novamente. E como antes, começa a estocar lentamente ainda controlando minha respiração, e agora, a circulação de meus pulsos. Ele logo começa a acelerar seus movimentos, estocando mais forte e mais fundo, puxando mais o tecido, afrouxando apenas para que eu pegue fôlego.

Depois de um longo tempo assim, sinto meu corpo estremecer e convulsionar. Uma onda de múltiplos orgasmos toma meu corpo me fazendo delirar e revirar os olhos. Ele puxa ainda mais o tecido me fazendo arquear a cabeça para trás, num delírio excitante, berrando até o último sopro de ar que ele havia me permitido tomar antes. Logo ele solta o tecido, e puxo o ar com toda força, desesperadamente, aproveitando sua permissão para respirar. Sinto seu membro pulsar e novamente, puxando o tecido, ele se desfaz dentro de mim.

Lentamente ele sai de dentro de mim, desamarrando o tecido de meus pulsos e pescoço, me segurando delicadamente em seus braços e encostando-me em seu peito. Seja lá o que ele tenha feito comigo, eu já não teria mais a mesma cabeça de antes. Seria capaz de qualquer coisa por ele. Durante todo o momento, os únicos sons que eu ouvia eram seus gemidos e nossos corpos se chocando, mas isso só fui perceber depois que terminamos. Pois não estava em condições de prestar atenção em mais nada, a não ser na apreensão que era não poder saber quando eu poderia ou não respirar.

Senti suas mãos deslizando por meus cabelos. Fechei meus olhos e fiquei apreciando seu toque delicado e cheio de carinho. Ele me ajeita na cama, me deitando e logo em seguida se deita ao meu lado. Ele me olhava com amor. E eu só conseguia retribuir o olhar.

 

(s/n) – Me peça qualquer coisa oppa. Vc conseguiu. Eu sou sua, assim como vc é meu, só meu. Eu vou até o inferno, se me pedir. Só não me peça para ir embora, pq agora, eu já não posso mais fazer isso. – Confesso e o vejo sorrir feliz por escutar aquilo. – Minha mente é sua.

J – E assim continuará sendo. Case-se comigo, me deixe ter sua mente, seu corpo, sua alma, me deixe ter vc só pra mim pelo resto de minha vida. – Sorri. Estava ficando louca? Acho que já estou louca de vez.

(s/n) – Então nos casaremos. – Ele me puxa para um beijo mais calmo, transbordando com todo nosso amor, subindo em cima de mim e se posicionando entre minhas pernas. Seu membro estava novamente rígido, se é que deixou de estar, e entrelaçando nossos dedos acima de nossas cabeças, ele me penetrou lentamente. Dessa vez com amor. Selando de vez nossa união e nossa falta de sanidade. Eu mataria por ele, se ele quisesse.

 

Seus movimentos logo foram acelerando, enlacei minhas pernas ao redor de sua cintura, podendo assim sentir seu membro indo até o fundo, alcançando meu ponto G. Bastaram algumas estocadas para alcançarmos nosso ápice novamente juntos. Tomando calmamente meus lábios, ele se retira de mim se deitando ao meu lado e me puxando para seu colo, onde acabo adormecendo com suas carícias.

Acordo com o balançar dos passos do meu homem me carregando no colo até outro quarto, o qual concluí ser o dele. Ele me deita em sua cama, acariciando meus cabelos e dando um selar em minha testa. E logo volto a adormecer.

 

                                                                         [...]

A luz do sol batendo em meus olhos me fez despertar. Abri os olhos e olhei ao meu redor. Jin não estava ali. Me lembrei da nossa noite. Mais uma em que ele me levou à loucura. Dessa vez eu estava louca de vez e ninguém me tiraria dessa loucura. Eu queria ele, precisava dele. Minha necessidade de ter ele ao meu lado crescia a cada segundo que se passava. Rolei na cama deitando minha cabeça em seu travesseiro e expirando o perfume dele. Logo ele entra no quarto com uma bandeja com café e panquecas com mel.

 

J – Bom dia minha princesa! – Disse sorrindo, aquele sorriso que me levava para o céu. Queria ficar o dia todo ali, só olhando o sorriso dele.

(s/n) – Bom dia oppa! – Me sentei na cama enquanto ele colocava a bandeja sobre minhas pernas. Peguei a caneca de café e tomei um gole, sentindo aquele delicioso líquido quente descendo por minha garganta. – Oppa, vc preparou o café?

J – Claro, pra vc faço tudo. – Fala sem tirar os olhos de mim.

(s/n) – Que bom oppa! Só gosto da sua comida. – Falo e o vejo abrir ainda mais seu sorriso, satisfeito. Percebo que ele estava arrumado. Largo minha xícara. Pq ele estava assim? Ele não ia me deixar aqui né. Não pode. Ele tem que ficar comigo. – Oppa, pq está arrumado? – Digo franzindo o cenho.

J – Pq eu tenho que ir trabalhar, cuidar da empresa. – Ele fala e inclina a cabeça, como se estivesse esperando por minha reação àquilo. O que obviamente, não era boa. Eu necessitava dele ao meu lado.

(s/n) – E vai me deixar aqui sozinha? – Ele dá um sorriso de lado, como se tivesse louco pra escutar isso. – Vc não pode me deixar aqui sozinha! – Digo indignada.

 

Jin P.O.V

 

Ela estava irritada. É, acho que consegui exatamente o que eu queria. Podia ver em suas feições o quanto ela precisava de mim ao seu lado. E isso me deixava mais que satisfeito. Eu a tinha, sua mente, sua sanidade, seu corpo, sua alma, todo o seu ser era meu, e de mais ninguém. Ela continuou me encarando esperando alguma satisfação. Dei um selar em sua testa. E a vi suavizar sua expressão.

 

J – Toma seu café e se arrume. Hoje vc irá comigo. – Vejo um sorriso iluminar seu rosto. E eu pensava que não tinha como ela ficar ainda mais linda. – Preciso que me responda uma coisa. Que data vc prefere para o casamento?

(s/n) – Agora! – Fala séria. Essa é a minha garota. Já havia pedido para os rapazes providenciarem tudo.  Seria uma cerimônia fechada, somente eu, ela, os garotos e meus sócios. Sorri para ela assentindo. – Mas não quero ficar aqui. Quero meu cafofo. Eu, vc e o cafofo. Não quero ficar onde aquelas mercadoriazinhas de quinta desfilam. – Sorri pra ela rindo do seu modo de falar das garotas. Ela estava certa. Comparando com ela, as outras não passavam de pedaços de carne de quinta.

J – Tudo bem meu amor. Mas vou fazer uns ajustes para melhor nos acomodar lá. Enquanto isso peço que tenha paciência e fique aqui comigo. – Ela assente e volta a tomar seu café. – Termine e se arrume, já volto para te pegar. – Me levanto e beijo o topo de sua cabeça.

 

Saio do quarto e vou em direção à sala. Encontro os garotos na sala, cada um com seu celular em mãos providenciando as coisas para o casamento. Pedi para que cuidassem para que Sook não chegasse nem perto de lá. Eles me olharam fazendo sinais de positivo e assenti, dando meio volta e indo em direção ao porão.

Desci as escadas e fui caminhando entre as celas, ouvindo as garotas me provocarem, me chamando para deitar com elas. Ignorei, já não preciso mais disso e logo elas teriam a notícia de uma nova “comandante”, pois meus planos de colocar (s/n) no comando das meninas ainda estavam de pé. Dirijo-me até a solitária e abro a pequena janela, tendo a visão de um Namjoon magro e todo machucado encolhido num canto, com uma camisa de força. Uma leve punição por ter ousado tocar na minha mulher. Bato na porta de ferro o fazendo pular assustado com o barulho.

 

J – Como está a estadia aqui, meu querido amigo? – Falo ironicamente.

Nj – Vai à merda.

J – Vejo que quer passar mais uns dias por aqui, não é mesmo? – Pergunto erguendo uma sobrancelha.

Nj – Por favor chefe, me tira daqui. Eu não aguento mais. – Suplica se levantando e vindo até a janela.

J – Nossa, não se passaram nem dois dias e já está desesperado. Mas hoje é o seu dia de sorte. Estou de bom humor e decidi lhe convidar para o meu casamento. – Falo o fitando, esperando sua reação.

Nj – Casamento? – Pergunta franzindo o cenho.

J – Sim, eu e (s/n) vamos nos casar. Algum problema? – Tombo a cabeça para o lado levemente, analisando suas feições.

Nj – Não mesmo. – Percebo a raiva em seu olhar. – Fico feliz por vc, chefe.

J – Só vou lhe dar um aviso, se tentar algo contra minha esposa, vai preferir mil vezes essa cela encardida. Está me ouvindo? Farei vc implorar por sua vida, se algo acontecer a ela. – Digo me aproximando mais da janela. O vejo engolir em seco e assentir. – Ótimo. Mandarei um dos rapazes vir te buscar para tomar um banho e comer algo. – Saio dali retomando o caminho todo e voltando para a casa.

 

Vou em direção ao quarto e não encontro (s/n) lá. Lembrei-me que as roupas dela estavam no cafofo e que com certeza ela teria ido para lá. Dei uma passada rápida na sala e chamei Hoseok.

 

Jh – Sim chefe?

J – Como estão indo os preparativos?

Jh – Está dando tudo certo, já providenciei os seguranças extras e dei fotos da Sook para eles para que mantenham ela bem longe, e avisei aos sócios que ela não será bem vinda.

J – Ótimo. Quero lhe pedir uma última coisa. Vá até a solitária e solte o Namjoon. Mande-o tomar um banho e se alimentar. E fique de olho nele. (s/n) irá comigo para a empresa hoje. Então aproveite para caprichar e deixar tudo pronto no horário certo.

Jh – Pode deixar chefe. Tomarei conta de tudo.

 

Saí e fui em direção ao cafofo. Subi as escadas e entrei no mesmo. Realmente, o cafofo era um bom lugar, mas queria deixá-lo mais confortável e um pouco de luxo não faz mal né. Fui até o quarto dela e a encontrei terminando de se arrumar. Ela havia colocado uma saia preta rodada e um cropped rosa com um par de saltos preto. Prendeu seus cabelos num coque mais despojado, deixando algumas mechas soltas. Sua maquiagem era leve exceto pelo batom vermelho carmim. Que vontade de borrar todo aquele batom.

 

(s/n) – Estou pronta oppa. Vamos? – Disse ela me tirando de meus devaneios.

J – Claro, vamos minha princesa. – Estendi a mão que ela pegou no mesmo instante e saímos de lá indo em direção a garagem. Entramos no carro e dei a partida. O dia de hoje seria mágico. Finalmente tenho a mulher da minha vida ao meu lado, e bem do jeito que eu queria.


Notas Finais


Giovanaaaa.... O forninho caiuuuu.... Alguém me abana, por favor....
Pelamor de santo G-Dragon.... Que homem, que homem!!!!
Estão vivas? ninguém foi baleada né?
E o bultaoreune??? Queimou alguém??
Gente me respondam, preciso saber se estão vivaaass!!!
Deixem seus comentários para eu me sentir mais tranquila e saber quantas sobreviveram a esses tiros.... Por favor!!

Beijinhos, beijões.... e FIREEEEE!!! 😂😍😘


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