História Cativo - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Cativo, Mir-chan, Naruto, Yaoi
Visualizações 49
Palavras 3.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


anteriormente betado por Hina_Chyii
agora esta sem beta por que a atualizei
muito obrigada querida

Capítulo 7 - Revelação


Fanfic / Fanfiction Cativo - Capítulo 7 - Revelação

CATIVO
       Capitulo 07: Revelação

Já passavam da uma da tarde e Gaara foi forçado a se levantar com as constantes batidas que sua namorada dava nas portas de todo o decadente apartamento que compartilhavam no Bronks, era proposital, Ino fazia isso sempre que estava fula com alguma coisa, o ruivo segurou a cabeça com uma das mãos se sentindo péssimo.

—Merda, Ino! Por que diabos tu está fazendo isso? Droga!

—O aluguel está atrasado! E acabou a comida! E você fica aí só dormindo e bebendo o dia todo - Ela andava como uma autônoma de um lado para o outro procurando algo com uma expressão de desesperança estampada no belo rosto cansado.

Gaara não se importava nem um pouco, na verdade ela não era alguém de quem se preocupasse, só tinha uma única coisa em mente, e estava perdido naquela cidade.

—ACHEI! – Com um sorriso vitorioso Ino mostrava nervosamente o produto de sua procura, em suas mãos havia um chaveiro dourado no qual ela segurava como se tivesse medo de perde-lo - Isso garantira para nós pelo menos três messes de vida tranquila.

O ruivo ao perceber o que ela pretendia pulou da cama como um animal e esbofeteando a garota raivosamente a olhou como se fosse matá-la a qualquer momento.

—MAS GAARA NÃO TEMOS NADA, NÃO AGUENTO AQUELES VELHOS NOJENTOS COM QUEM TENHO QUE SATISFAZER TODA NOITE, SE VOCÊ TEM ESSE NEGOCIO COM VOCÊ ENTÃO NÓS PODERIAMOS SAIR DESSA CIDADE MALDITA, TALVÊS VOLTAR PARA MINHA TERRA SEI QUE MEU PAI TE ACEITARIA, AFINAL SEMPRE PRECISAMOS DE GENTE NA LAVOURA. 

 Tudo fora dito aos gritos, a jovem loira se abraçara a perna do amante em soluços, era um triste quadro. Quando se encontrou com Gaara pela primeira vez, ele havia acabado de entrar no bar onde ela trabalhava, quem olhasse pareceria que as moças do local eram apenas garçonetes mais na verdade faziam também trabalhos de prostituição para clientes que pagasse o que elas cobrassem, e quando seus olhos se cruzaram foi como se uma sintonia fluísse dentro do esbelto corpo da garota e isso durou quase toda a noite, pois o rapaz não tirava os olhos dela, na época seu cabelo estava comprido e por ele o cortou muito curto, o namorado dizia que isso realçava seus olhos, na verdade ele era muito calado e apenas ficava meio violento quando o assunto era aquele chaveiro, Ino tinha uma ideia de que aquele objeto era algo muito importante, pois várias noites o pegara sentado no chão segurando aquilo de contra ao peito, na verdade tinha ciúmes por que queria ser amada e lá no fundo sabia que não o era.

—CALE-SE! SE QUISER IR EMBORA ENTÃO VÁ, INFERNO! eu não me importo, mas se tocar novamente nisto sem permissão te mato - O rapaz sacudiu sua perna se desvencilhando assim da garota como se ela fosse um cão. 

—POR QUÊ? ISSO É MAIS IMPORTANTE QUE EU PARA VOCÊ? - Lágrimas de triste ressentimento caiam pelo seu rosto sofrido. 

—Esse chaveiro é mais importe até que minha própria vida... - Ele falava de costas para ela parecendo derrotado, estava caminhando para a minúscula mesa que se localizava próxima a janela que dava para a rua suja e decadente e se sentara na única cadeira que havia ali olhando a rua dando o assunto por encerrado.

-VOCÊ ME PAGA! ME PAGA!- Era muita humilhação para uma única pessoa, não deixaria que ele brincasse com ela assim, estavam juntos a mais ou menos três meses e ainda assim ele nunca havia dito que a amava, logo ela que era a mais cobiçada da boate que trabalhava atualmente, sabia que era bonita e foi por isso que largou tudo no interior para vir a cidade em busca de coisa melhor, tinha um plano já concebido pois a vida não foi fácil pra ela então agarraria a oportunidade que aparecesse mesmo que fosse como dançarina ou stripper e então laçaria esses ricões depravados que frequentão essse lugares até sugar tudo deles, e então passaria para o próximo, sim! Tinha um plano brilhante que foi esquecido por ter se apaixonado por esse perdedor ruivo ,talvez o que seu chefe lhe dizia fosse verdade, Gaara estava apenas se escondendo da polícia e pretendia fugir a deixando para trás assim que tivesse uma oportunidade com alguma sirigaita qualquer, á estava usando desde o início, mas ele se arrependeria logo disso, ninguém brinca com os sentimentos de Yamanaka Ino. 

     O jovem Sabaku ouviu o bater da porta com alivio, era melhor assim, pois ninguém ocuparia a posição que seu amor ocupava, se lembrou então do dia quando recebera esse objeto das mãos daquele advogado platinado um dia depois de acordar, ficara tão nervoso por saber que Naruto já havia tido alta e não tendo paradeiro de sua localização ficara agressivo, assustando assim toda a equipe de enfermagem, quando seu pai fora chamado ele estava incontrolável, sabia que não teria consolo da parte paterna mais talvez, fora os efeitos do sedativo que naquela hora estivesse anuviando seu discernimento que pela primeira vez em anos resolveu desabafar com seu pai.


—PAI! ELE ME DEIXOU, SE FOI...ME ABANDONOU!POR QUÊ? POR QUÊ? SE EU O AMO TANTO! POR QUE ME DEIXOU SE EU SOU O ÚNICO QUE SEI SEU VALOR... PAI, PAI ME AJUDE. NÃO CONSEGUIREI VIVER SEM ELE... pai?

Em seu descontrole, aos prantos, Gaara falava tudo com a cabeça abaixada e seguras entre suas mãos, quando ao termino de seu dialogo o silencio fora maior que o normal olhou em direção ao progenitor e foi então que seus olhos viram a expressão paterna, ali continha apenas desprezo e vergonha, seu pai o olhava desgostoso e mantinha-se à uma distância do leito do filho como se o simples toque do lençol onde este estava pudesse contaminá-lo com algo nocivo, imediatamente veio à mente do ruivo a expressão do pai quando sua mãe falecera e Gaara, ainda com seus onze anos, chorara desesperado pela perda que sentia. O frio que via naqueles olhos verdes tão parecidos com os seus invadiu o corpo do ruivo congelando pela primeira vez seu coração para os sentimentos humanos desnecessários.

—Você está doente, como pensei, herdou a fraqueza da sua mãe, todos só me trouxeram aborrecimento, pensei que pelo menos você que era meu sangue seria diferente.- O senhor Sabaku recebera uma ligação nesta hora e a atendeu sem se importar com o momento nem um pouco adequado.

—...não...está tudo bem, não estou fazendo nada de importante agora, nos encontramos em uma hora ...certo- Ao desligar o celular se dirigiu para a porta e continuou falando sem olhar para o rapaz  no leito.

—Escute bem por que não falarei novamente; apartir de hoje você será retirado da diretoria das empresas e não desejo vê-lo novamente em minha residência ou em lugar algum, estou querendo fazer uma nova família e não permitirei que ninguém contamine o legado que construirei, pela maneira que fala vejo que ainda é um pirralho mimado, já tive muitos problemas por sua causa, está na hora que cresça de uma vez, então aqui nos separaremos e seguiremos caminhos opostos, não me interessa para onde vá contando que faça o mais rápido possivel, seja lá o que fizer, longe de mim.  

—Senhor... - antes de sair alguém que estava lá o tempo todo e ficara apenas observando o monologo decidira se manifestar era um homem estranho de cabelos brancos e usava mascara no rosto e se inclinara para o Sabaku pai e falava de maneira lenta - Desculpe por me intrometer... Porém o rapaz não parece estar em condições saudáveis, o senhor não irá disponibilizar uma quantia para mantê-lo at... 

—NÃO-E pela primeira vez a voz do Sabaku pai se elevara, assustando até o seu subordinado, ele tem um diploma que sei muito bem que é valido, tem a juventude ao seu lado, que muito mais o que eu tinha na idade dele, sei que ele pode se manter sozinho. A partir de agora me considero sem dividas com essa pessoa- Assim que terminou a frase partiu sem se despedir ou olhar para o ser que por ventura era o seu próprio sangue.

Ao ficarem sozinhos, o jovem interno permanecera em silencio por alguns segundos tentando digerir o que fora dito ali, então o advogado jogou na cama um objeto dourado que tinha em seu bolso era um chaveiro em forma de um belo kanji, sem se mexer da posição que estava desde o início da conversa que teve com seu pai, Gaara apenas seguiu com os olhos o objeto que caíra perto de sua mão.

—Fique com isso, é de ouro puro e eu sei por que mandei avaliar, conseguira uma boa quantia se procurar os locais certos de venda e assim se manterá até encontrar um trabalho. 

—Não quer...

-Isso não é de minha parte - O rapaz apresou-se em dizer- Foi aquele seu secretário que deixou para você na UT antes de que acordasse.

Ainda tinha também aquela carta, involuntariamente tocou o bolso dianteiro do terno, a trouxe para dar a ele porém ao ver o que se passou, achou que seria melhor guardá-la por um pouco mais de tempo, afinal precisaria verificar se ele podia sacar sem que o pai soubesse, estava muito indignado com que seu atual chefe fez ali,viu o ruivo pegar apressadamente e olhar para o chaveiro como se de repente visse uma solução para sua vida. 

—Você falou com ele?

—Sim

—Onde ele está? - Tudo que falava era dito com o jovem Sabaku olhando fixamente para o chaveiro.

-Não sei - Não era mentira, realmente não sabia onde aquele rapaz estava, só sabia que era em algum lugar de NY.

—Por favor...não tenho mais nada... - A maneira que aquela frase foi dita, fez com que qualquer resistência da parte do advogado ruísse, tinha pena do garoto, e pelo o que vira naquele dia percebeu que esse rapaz ainda sofreria muito.

-Antes de ele partir conversei com uma pessoa que me disse que ele iria para NY, não sei exatamente em qual parte de lá está.

—Quem? Com quem você falou? - O ruivo olhava para o homem desconfiado.

-Isso importa agora? - Nem em sonhos diria que conversara com o médico com quem Naruto fugira, não queria ser responsável por uma tragédia ainda maior.

Gaara ficara quase todo o dia olhando aquele chaveiro que Naruto comprara para ele, nesse objeto havia incrustado o símbolo que significava amor em kanji, será que era uma maneira de lhe dizer que o amava? Se esse fosse o caso por que não lhe disse logo? Talvez fosse por que surtara naquele dia, será que era isso que fizera toda a tarde, procurara um presente para ele? Naquele mesmo dia saiu do hospital apenas com os pertences que tinha, vendeu tudo que possuía no apartamento para um agiota e com o dinheiro rumara para NY à procura de sua obsessiva redenção.

As lembranças foram indo pela mente do rapaz dolorosamente, essa era uma parte de sua vida que não desejava voltar, continuava sentado e percebera que grande parte da manhã se fora, ia se levantar para arrumar suas coisas e sair daquele apartamento, quando ouviu algumas batidas na porta e quando ia abri-la distraidamente pensando ser a sua amante que retornara de repente a porta fora aberta com violência e acertara a cabeça do ruivo em cheio, um homem encapuzado e obeso o imobilizou e o revistou apressadamente, foram vários chutes que levara no estomago e costas, deixando Gaara sem fôlego ou forças para revidar

—Quero ver agora se alguma putinha que encontrar vai te querer seu bosta - O  assaltante falava como se conhecesse o homem no chão, havia muita raiva em sua voz e nova onda de murros foi dada na vítima imobilizada. 

—PARA! -Gaara apenas gritara quando virá seu precioso chaveiro ser levado de si pelo agressor - ME DEVOLVA ISSO, NÃO LEVE... NÃO!

O homem olhou para aquele patético ser no chão sem acreditar no que aquela garota vira nesse remendo de homem, se aproximou e pegando o ruivo pelos cabelos resolveu marcá-lo, foi até o pequeno fogão de duas bocas e acendendo-o colocou o chaveiro direto na chama e depois vendo que ela já estava ardendo, seguiu em direção ao rapaz que permanecia ainda no chão semi- inconsciente.

—Já que gosta tanto desse troço vou te deixar uma lembrança dele para que não se esqueça - e rapidamente sem a menor piedade encostou o chaveiro ardendo na testa do ruivo, rindo em satisfação com o cheiro de carne queimada que inundava o ambiente.

Lá fora Ino estava esperando seu novo amante no carro, Chouji já havia dito que gostava dela e a manteria fazendo com que saísse dessa vida humilhante de prostituta, ela só não aceitara antes por que achava que Gaara faria isso por ela, com o passar dos minutos ficava cada vez mais nervosa, e por um segundo pensou em cancelar tudo, porém ao ouvir o urro que se espalhou pela vizinhança percebera que seja lá o que ele fizera já era muito tarde para interceder. 



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Naquele ambiente abafado, iluminado apenas por uma luz central, estavam reunidos vários homens de aparência estranha, alguns com furos e piercing no rosto e outros com tatuagens pelo corpo, no centro o responsável pelas transações daquela região, um homem de belo porte e longos cabelos escuros, sentava-se confortavelmente em um sofá  escuro trazendo consigo algo preso numa corrente, em cada lado de seu rosto bem perto dos olhos uma marca de uma velha cicatriz permanecia a lembrá-lo para nunca baixar a guarda novamente, todos ali tinham seus codinomes mais ele era arrogante o suficiente para ser conhecido em quase todo o submundo de NY pelo seu nome verdadeiro, Uchiha Itachi. 

Ele tinha vários negócios escuros, mas o mercado de escravos sexuais era seu maior rendimento atual, não se importava com idade, sexo ou raça se fosse solicitado o pedido chegaria a ele e a transação seria feita com a entrega da mercadoria alguns dias depois, tudo bem organizado e sigiloso, grandes políticos e nomes da alta classe dos EUA eram seus mais regulares compradores.

Tobi um novato que viera com altas recomendações da ramificação central da organização sempre estava por ali observando tudo e todos, ninguém gostava de sua companhia e por essa razão, ele acabara ficando muito tempo à toa, fazendo o que lhe desse na teia, atualmente seu lugar preferido era rodear Itachi e seu animal de estimação pelo qual mostrava grande interesse.

-Itachi tem alguém na sua cola - Tobi falara despreocupadamente enquanto se dirigia a um amontoado de caixas e se sentara ali.

-Quem?

-Não conheço, embora ele me lembrasse muito seu animalzinho, mas parecia ser de boa raça e muito velho para gostar de leite- Em todo o momento que falava os olhos castanhos de Tobi se fixaram em um ser que estava preguiçosamente deitado aos pés do Uchiha vestindo apenas com sua coleira, expondo seu claro corpo para os capangas presentes.

O rapaz se utilizava da gíria da gangue que informava que o homem era bonito, porém velho demais para servir como escravo sexual para os pedófilos que solicitaram um “pacote” naquela semana. Era isso que Tobi fazia nas ruas quando o sujeito o interpelou: procurava possível material para venda.

—Um negócio?- O moreno pensou que poderia ser um truque da polícia para pega-los.

—Não acho, se fosse assim o mané não perguntaria diretamente por ti não é? Fingiria que era consumidor ou que queria um trampo! - O rapaz na coleira o olhava de maneira provocante e logo em seguida como um animal mimado pulara nas pernas de seu dono e lambia lentamente o volume de Itachi.

-Se ele aparecer de novo o elimine! Agora fora todo mundo, tenho que dar leite para o meu gato. 

Todos se dirigiram a saída resmungando disfarçadamente, tinham inveja por que só o seu chefe poderia manter esse brinquedinho para si na toca, mas Tobi permaneceu onde estava um pouco mais, o pretenso gato, como era chamado por todos, já succionava a ereção do moreno com muito gosto, isso sempre deixava Tobi ardendo por dentro.

—Mas alguma coisa? - O moreno olhava para o rosto de seu brinquedo fazendo-o ir mais fundo com a boca, espalmando sua mão nos cabelos curtos do jovem distraidamente.

-É que ele me disse seu nome quando perguntou de ti.

Com o desejo crescendo o chefe daquela divisão queria interromper logo esse assunto ou possuiria seu gato ali mesmo na frente daquele inútil.

—Diga logo se quiser, ou vá embora de vez, estou no meu descanso agora.

Tobi se levantou e olhando desafiadoramente para o homem a sua frente foi falando enquanto seguia para a saída

—Era... Uchiha... Sasuke Uchiha... 

Fechara a porta atrás de si, mas não antes de ver o branco rosto de seu superior empalidecer ao olhar em sua direção, agora tinha certeza que tinha nas mãos algo mais valioso que bilhete de loteria.

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Sasuke chegara cansado em casa como sempre, saíra do Hospital a várias horas e ficara boa parte da noite, averiguando pelas esquinas escuras o paradeiro de Itachi, sabia que ele estava por ali mas quanto mais perguntassem ninguém dizia nada, suspirou e se sentou no sofá olhando para a parede vazia pensativo, talvez estivesse tomando a forma errada de proceder, e se dissesse que era usuário ou um mero comprador?...sabia mais ou menos o tipo de negócio que seu irmão estava metido, e por mais que achasse repugnante precisava usar isso ao seu favor. Um barulho vindo da copa anunciava que Naruto estava em casa e aprontava algo que cheirava de maneira convidativa, foi até a cozinha e ficou um pouco o observando mexer uma panela concentrado, o médico o analisou bem lentamente, o loiro tinha uma bela musculatura ,podia se ver pela fina camisa o atraente formato dos ombros e braços, seu cabelo não perdia o brilho fosse qual fosse o clima era muito bom passar os dedos pelos fios sedosos, porém o que o atraia sempre era a sensação de paz que sentia quando o abraçava e desejando isso o abraçou repentinamente assustando o companheiro.

-AAAIIII! SASUKE! Quase me mata do coração agora - Naruto gritara um pouco tremulo pelo toque que recebera.

-Desculpe, mas vê-lo como dona de casa foi tão estimulante - Sasuke colocava a mão dentro da camisa do menor acariciando seus mamilos.

—Não Sasuke... vai queimar o assado - Sem se dar conta Naruto falava como uma virgem esposa na lua de mel. 

O riso do maior perto do pescoço do secretário criou uma avalanche de arrepios em todo seu corpo, as carícias e toques sempre suaves de Sasuke, deixavam Naruto nas nuvens, o médico tocava o membro do amante o fazendo acordar para o momento masturbando-o, era uma sensação deliciosa, Naruto se virou e aproximando a sua ereção com a do seu companheiro reiniciou a masturbação em conjunto, o moreno beijava ardentemente o pescoço do loiro em quanto este se apoiava nas pernas do maior trêmulo, quando gozaram se abraçaram para controlar suas respirações descompassadas, o calor e o cheiro de Naruto deixou Sasuke um pouco aturdido, desejava mais do amante naquela noite. O médico abraçou mais forte seu amante sentindo aquele sentimento crescer mais e se tornar maior que ele próprio decidindo assim dar-lhe forma em palavras.

—Eu te amo Naruto... - Sasuke falara ainda abraçado ao companheiro e assim não viu sua expressão

Naruto enrijeceu imediatamente após a confissão de seu namorado, não estava preparado para aquilo, gostava de Sasuke e transar com ele era fantástico, porém amar?...essa palavra estava escondida tão profundamente em seu ser que resgatá-la agora faria um estrago irreparável, pois agregado a ela viria uma realidade que o menor não queria confrontar ainda. 

—Naruto?

Sasuke percebera que algo estava errado, o loiro não sabia o que dizer, pensava nervosamente, pois tinha que falar alguma coisa... qualquer coisa..., mas nada surgia em sua mente.

-Sask... 

Quando começara a falar o telefone tocou, Naruto quase correu para atendê-lo, isto era a sua salvação, ganharia um pouco de tempo para ingerir o que acontecera e assim fazer algo a respeito, sob o olhar aguçado do amante sorriu tentando disfarçar o máximo que pode enquanto ouvia seu chefe Jiraya já muito porre dizer algo sobre mulheres e o nome de um bar no qual queria que o rapaz fosse buscá-lo, assim que desligou pegou seu sobretudo e foi para a porta da rua com pressa.

-Sasuke preciso ir me encontrar com meu chefe... algo muito importante que só eu tenho conhecimento... não me espere ta? Se demorar te ligo - E enquanto dizia isso Sasuke completamente calado via Naruto falar meio sem fôlego se dirigindo a saída, pegando seu paletó e pasta no caminho, não houve resposta para sua declaração nem beijo de despedida apenas o bater da porta que avisava que algo estava errado... muito errado. 


CONTINUA.


Notas Finais


essa semana a atualizei mais cedo, obrigada pelos comentarios.


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