História Caught in Danger - Jeon Jungkook - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Drama, Jungkook, Romance, Suspense
Exibições 34
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Meu Deus ta dificil de achar gif pra colocara no começo dos capitulos !
Me perdoem qualquer erro eu ainda vou revisar <3

Capítulo 5 - R.I.P To My Love


Fanfic / Fanfiction Caught in Danger - Jeon Jungkook - Capítulo 5 - R.I.P To My Love

                                                                                         R.I.P To My Love

Todos falam que deveríamos viver cada dia como se não houvesse amanhã. Dizer para uma pessoa que a ama sempre, pois nunca se sabe se você voltará a ver essa pessoa algum dia.

Bem, isso estava definitivamente válido para mim.

Kang Yi Na não apareceu mais nas aulas, depois da rápida saída do restaurante. Se passou 3 meses que eu não via aquele rosto angelical, que não ouvia o tilintar de seus saltos no chão ou apenas não sentia mais seu cheiro no corredor na Universidade. 

Passei madrugadas pensando no que a fez sumir, talvez estivesse relacionado com a grande figura que encontrara no restaurante ou até o Volvo prateado. Não sei.

Estava sozinho em casa, todas as noites, todas as manhãs e todas as madrugadas. Meu pai ? O mais velho passava dias em seu trabalho, as vezes eu o ia visitar e via uma grande movimentação na delegacia (coisa bem incomum para a Delegacia de Seul). Appa nunca falara o caso em que estava trabalhando.

"Não é coisa para se preocupar" ele dizia com a voz cansada "Não é algo benéfico para a alma de um jovem"

Mal sabia o mesmo que de algum jeito o problema iria me encontrar. 

E o que eu fazia nessa horas sozinho ? Qualquer coisa que um garoto faria -pornô,pornô e mais pornô. Ok, ás vezes eu também brincava sozinho em meu quarto no meio da madrugada. Fazia qualquer coisa pra esquecê-la mas tudo acabava me lembrando dela. Merda.

Para o meu bem mental, appa voltou para casa depois de 1 mês de várias noites dormidas em sua cadeira no escritório da Delegacia. 

                                                                                                                       ---

Na ultima noite do 3º mês eu tinha saído por falta de comida, se eu não me engano eu estava me direcionando para uma lojinha de conveniência lá perto de casa. Lembro da rua estar muito quieta (afinal já se passavam da 00:00h)  um vento frio percorria o ar daquela noite. Obviamente, eu ia em passos rápidos (sempre tive medo de assaltos -não que Seul fosse perigosa mas sempre foi algo que me amedrontou ). 

"Jungkook ?" veio uma voz feminina fraca atrás de mim e eu gelei na hora "Jungkook-ah?" a voz choramingou e eu me virei 

E lá estava ela, depois de 3 meses sem noticias, a razão por eu ter passado muitas em claro pensando no que havia acontecido. 

Ela foi se aproximando de mim, fraca e lenta, até que alguns postes conseguiram iluminar a sua face que estava coberta por cicatrizes mal-curadas. 

"Yi Na!" fui correndo até o encontro dela, a mesma começou a soluçar quando a abracei 

Ficamos algum tempo abraçados e pude ver que estava mais magra. Levei-a para dentro da lojinha de conveniência, o frio da rua só estava piorando a situação para ela que se encontrava com poucas roupas. 

"Precisamos ir á delegacia! "  exclamei  "Ou á um hospital! Não sei.." 

Eu estava mais desesperado do que ela. Yi Na tinha parado de chorar e estava cabisbaixa mas quando me ouviu falar sobre a delegacia, a mesma entrou em pânico.

"Não !" ela disse com a voz falha "N-não posso ir pra lá nem á lugar nenhum"

"Me explica o que aconteceu, então ?" disse e nos sentamos nas cadeiras que a lojinha tinha nos fundos "Quer beber algo?"

Ela parecia estar com dificuldade para sentar ereta, estava fraca demais. Não fazia ideia de como iria convencê-la á ir procurar ajuda então, cuidadosamente, peguei o celular e comecei a discar para o meu pai - que provavelmente estava acordado-.

"Você precisar de ajuda nesses cortes" disse aproximando a minha mão  de seu rosto mas a mesma deu um tapa em minha mão e logo recuei, percebi que a mesma estava tremendo

"Não encosta em mim" ela disse cabisbaixa 

"Por que me procurou se não aceita ajuda ?" bati o punho em uma mesa em nossa frente

"Porque eu preciso de dinheiro e você deve ter, né?!" ela me olhou com os olhos arregalados "Eu preciso sair de Seul essa noite antes que eles me achem"

"Eles quem ?" eu estava ficando mais e mais confuso

"Os autores desses machucados" 

Então pude ver uma mancha de sangue em seu shorts branco, a mancha se localizava bem em cima da sua área íntima.

"Precisamos ir logo para a polícia!" Disse me levantando e puxando ela pelo braço 

Então ela gritou desesperadamente e eu agradeci mentalmente que estávamos sozinhos naquela lojinha, apenas um adolescente idiota que trabalhava lá mas ele estava com fones de ouvido.

Senti que estava apertando os machucados em seu braço então logo a soltei.A mesma chorou baixinho.

"Não posso ir para a polícia" ela enfim quebrou o silêncio "Eles tão me procurando também"

"Por...?"

"Por prostituição ilícita, por vender meu corpo para pagar a merda da faculdade que tive que deixar" ela falou alto 

Dei um passo para trás assustado, prostituição era totalmente inaceitável na cultura coreana, era algo que daria uns 7 anos de prisão.

Ela soltou um suspiro e sorriu leve para mim.

"Agora você vai sentir nojo de mim ou vai me entregar para a polícia?" Ela disse e sua voz ia sumindo

Eu permaneci calado, não sei o que faria. Queria levá-la para casa, cuidar de seus ferimentos e fazer ela desabafar. 

Ela se aproximou de mim e selou seus lábios no meu, coisa que me deixou mais estático.

"Vê se sua boca não apodrece depois disso" ela disse saindo da lojinha "Obrigada pela ajuda,Jungkook de Artes."

 


 


Notas Finais


Manooo eu não consigo fazer mistério mas ta ai o capítulo !
Obrigada por ler e estou aberta á críticas ..
Até mais <3


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