História Cavaleiros do Zodíaco - A Saga de Gaya - Capítulo 11


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Categorias Saint Seiya
Personagens Shun de Andrômeda
Tags Drama, Romance, Saint Seya
Exibições 50
Palavras 457
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Coração Partido


Fanfic / Fanfiction Cavaleiros do Zodíaco - A Saga de Gaya - Capítulo 11 - Coração Partido

Seya já estava no 623º abdominal quando um vento forte abriu a janela do quarto de forma brusca e arrancou as cortinas do suporte. Ele deu um pulo e levantou a guarda, mas em seguida percebeu que era só a chuva. Se aproximou da janela para fechá-la e parou alguns instantes, olhando para fora, observando a Lua enorme e brilhante e as nuvens negras e carregadas de água. O rapas suspirou quando a imagem de Saori veio em sua mente mais uma vez. Os pensamentos repetitivos o incomodavam. Ele precisaria esquecer tudo aquilo e simplesmente seguir em frente, grato por ter sido curado. Mesmo que a cura tivesse vindo de uma inimiga. Ficar questionando o porquê de Saori não ter o curado desde o início não iria ajudar em nada. Só aumentaria a raiva e o rancor e destruiria o relacionamento deles. Seya amava Saori. Agora que estava restaurado, poderia finalmente abraça-la, beijá-la, tê-la em seus braços, como ambos sempre sonharam. Ele estava pronto para ser o homem que ela merecia. Contudo... o coração do rapaz estava partido. Saber que a mulher que amava tinha o poder de poupá-lo da dor, dos remédios, das inúmeras cirurgias, da humilhação por ter de depender das pessoas, estava o deixando perturbado. Se fosse o contrário, ele faria tudo o que estivesse ao seu alcance. Ele e os outros cavaleiros de bronze foram até o inferno para salvá-la... Por que ela não havia o curado? Por que preferiu obedecer às regras estúpidas dos deuses do olimpo?

— Droga! — ele resmungou. Não queria ficar questionando Atena. Ainda era um cavaleiro e precisava lutar ao lado dela. Se deixasse aquele sentimento ruim dominar seu coração, sua lealdade poderia ser comprometida. — Que se dane, Seya! O importante é que você está novo em folha e pode voltar a ser um Cavaleiro de Bronze.

Uma lágrima escapuliu de seus olhos. Ele não a enxugou. Deixou que escorresse pelo rosto enquanto olhava a chuva lá fora. De repente, ouviu alguém chamar seu nome:

— Seya!

Era uma voz feminina e vinha de longe. Ele franziu o cenho e olhou para o jardim. Não havia ninguém.

— Seya! — Mais uma vez a voz gritou.

“Estou ficando louco?”, ele pensou. “É melhor eu tentar dormir. Amanhã será um dia longo”.

Ele tirou a roupa suada, tomou uma ducha e se deitou. Olhou para os remédios em sua cabeceira e, num movimento único, jogou todos na lata de lixo ao lado do criado mudo.

— Não preciso mais de vocês! — Ele olhou para garrafa de uísque. — E muito menos de você!

Pégaso lançou a garrafa pela janela com toda a força e sorriu, deitando a cabeça no travesseiro macio. Depois de quase uma década, finalmente ele teria uma noite de sono de verdade. 



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