História "Cavalos Selvagens" - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Midorima Shintarou, Murasakibara Atsushi
Tags Adoro Animais, Amo Cavalos, Estória Tranquila, Muramido, One-shot
Exibições 11
Palavras 606
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie!
Pra quem me acompanha,
vou retornar ás fics mas vou fazer one-shot's.
Espero que gostem!

Capítulo 1 - Capítulo Único: Natureza está em mudança


“CAVALOS SELVAGENS”

Midorima, o cavalo selvagem estava cuidando de sua manada de éguas. Alguns potros estavam adultos outros ainda mamavam de suas mães.

Ele tinha uma pelagem castanho claro, qualquer humano que o vise, o confundiria com um cavalo de raça pura, especialmente os puros-sangues. O garanhão estava distraído com uma égua no cio, por isso, não perceber a chegada de outro garanhão castanho escuro.

O outro, já estava se achando vitorioso, mas num movimento rápido, Midorima ordenou que as éguas começassem a andar mais rápido. Foi aí que os olhares dos dois cavalos se encontraram. Estavam dispostos a tudo, até lutar pelas éguas que estavam no cio.

A grande batalha começa, alguns relinchos e coices foram dados. Ferimentos surgiram, e assim, o campeão foi denominado; Shintarou foi vitorioso, mas para sua desgraça, vários caubóis aparecem e fazem os animais ficarem confusos e se dispersarem.

Depois disso tudo, Midorima percebeu que nenhuma das suas éguas estavam com ele. Ele foi para dentro da floresta, e viu que elas estavam presas num cural. Malditos humanos! Deve ter pensado. Mas o mesmo não tinha forças para combater os humanos, e estava sozinho. E assim, ele retornou as planícies, pastando.

A noite chegou, e ele estava sozinho de novo. Já se faz muitos anos, e dentro 7 anos equinos, 5 ele ficou sozinho por muito tempo. Mas ele não era o único que estava se lamentando. O outro garanhão que brigou com ele de manhã, estava lá. Pareciam que estavam no mesmo barco. Midorima era um garanhão “disciplinado”, ou seja, usava a inteligência para sobreviver, enquanto o garanhão Murasakibara usava sua força, já que era um cavalo grande, até demais para sua espécie.

Eles se encararam e a ignorância dos fluía abertamente. Midorima estava tão distraído que nem percebeu a presença de uma cobra perto de si, quando a predadora iria atacar, Mura aparece e a assusta. Ela possuía veneno, mas não poderia atacar dois cavalos, jovens ainda por cima.

Midorima relincha em agradecimento, e Mura faz um “De nada” também. O castanho claro sai galopando, e o outro o seguiu.

No dia seguinte, Midorima se perguntava o que aquele garanhão queria com ele? Por que estava o seguindo? A resposta surgiu quando viu que Mura era cavalo que não gostava de estar sozinho, por isso, estava junto a ele. Mesmo sendo machos.

Dias se passaram, eles pastaram, correram, e brincaram. A intimidade entre eles aumentava, e teve até uma vez que Mura tentou “montar” em Midorima, e quase levou um coice por causa disso. Nesses dias, eles encontraram uma humana. Ela tinha estranhas crinas douradas, e galopava em cima de um cavalo preto.

Os cavalos selvagens não gostavam dos domésticos, tinham certo preconceito e achavam que eles estragavam a imagem de sua espécie. Eles a seguiram em busca de algo, e notaram que aquela garota cuidava de duas éguas selvagens. Uma delas estava machucada, mas a ferida já estava se cauterizando, e a outra só estava de companhia.

Os dois garanhoes relicham e a menina os vê. Nota que as éguas estavam um pouco agitadas, e relichavam também, então, a menina decidiu solta-las na natureza, mas tinha esperança em ver os garanhões brigarem por elas.

As duas eram malhadas, mas uma era preta com branco, e a outra era marrom e branco. Midorima gostou da preta, enquanto Mura gostou da amarronzada. Cada um desses casais formam uma coisa irônica.

Midorima era inteligente, enquanto sua égua era corajosa. Mura era preguiçoso e sua égua empolgada. Os quatro foram embora, galopando com o vento, e a menina se impressionou, os dois não haviam brigado.

Talvez a natureza estivesse evoluindo...

 

 

Fim.


Notas Finais


Obrigado (a) por lerem! <3
Espero que tenham gostado! :3


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