História Cecília - Capítulo 13


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Categorias Originais
Tags Original, Romance
Exibições 6
Palavras 760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - Capítulo 13


Fanfic / Fanfiction Cecília - Capítulo 13 - Capítulo 13

–O que fez com ela? -Perguntou Frederico a pegando no colo,a pulsação dela estava fraca,mas ela ainda estava viva
–Tarde demais Frederico,eu a dei uma erva mortífera e ela decidiu beber
–Você o que?seu mostro -Disse ele aos berros
–Foi você quem fez isso
Frederico o empurrou e a levou para carruagem,ele chorava,depois de tanto tempo se segurando,não podia deixar Cecília morrer,não ela,não agora;Já na carruagem indicou o caminho de um médico que conhecia
–Cecília não me deixe -dizia ele entre lágrimas -Eu te amo
Ela então abriu os olhos meio atordoada:
–Eu morri?
–Não!E eu não vou deixar
–Não?
–Não,meu amor
–Mas...
Cecília perdeu os sentidos novamente,seu corpo tremia,ardia em febre,sua pulsação estava baixa,estava pálida;Chegaram ao médico,Frederico o contou o que aconteceu,ele a levou até uma sala improvisada,onde cuidava dos doentes,depois de um tempo voltou:
–Como ela está?
–A quantidade de erva que ela ingeria era pequena,fiz uma lavagem estomacal,ela poderá se salvar
–Poderá?!
–Não há nada garantido,se acredita reze
–Posso vê-la?
–Pode
Cecília ainda estava inconsciente,ele pegou sua mão:
–Cecí,você é forte,não desista,preciso de você,me perdoa - sussurrava ele entre lágrimas -Meu Deus não a deixe morrer
O médico entrou:
–Vou arrumar um lugar para o senhor passar essa noite,ela precisará ficar aqui,se sobreviver a essa noite a grande chance que se recupere
–Não posso deixa-la
–Por favor senhor Frederico,não pode passar a noite ajoelhado ao pé da cama
–Ficarei o quanto for preciso
–Deixe-me então pegar uma cadeira para o senhor
O médico colocou a cadeira ao lado da cama onde Cecília estava,Frederico se sentou:
–Obrigada
–Logo cedo estarei aqui para vê-la,qualquer sinal me chame e se precisar de alguma coisa também,o senhor deseja comer algo?
–Não,obrigada
–Provavelmente ela só acordará amanhã,a dei um tranquilizante e um remédio para febre
Frederico permaneceu calado,o médico se retirou,Frederico ficou pensando,como ele podia ter deixado aquilo acontecer,porque simplesmente não a disse que a amava
Amanheceu Frederico se acordou de um cochilo,Cecília ainda dormia,porém estava sem febre e sua pulsação estava normal,Frederico estava feliz,tinha certeza que ela não desistiria de lutar
O médico chegou,a examinou:
–Está bem,logo acordará,isso é um milagre,jurava que não passava dessa noite,não lhe disse nada para que não se desesperasse,mas agora a vejo reagindo
Lágrimas caíram do rosto de Frederico,mas agora era de felicidade
–Vamos tomar café?
–Não obrigada,esperarei ela acordar
–Está certo
O médico se retirou,passadas meia hora Cecília se acordou:–Onde estou?
–Cecília,oh minha querida
–Frederico?!
–Sou eu estou aqui,está tudo bem agora. -lágrimas continuavam escorrendo do seu rosto,nunca havia chorado tanto
–Está chorando,onde estou?Não morri?
–Não,está aqui viva comigo,estamos em um médico
–Porque não morri?
–Até o médico disse que foi um milagre,eu te amo tanto Cecília
Aquelas palavras foram como um bálsamo para Cecília:
–Vou chamar o médico
–Espera
–O que foi Cecília?
–Você é meu irmão?

–Do que está falando Cecília?
–Ignácio disse que isso explicaria a enorme amizade com o papai,e você disse,te amo como uma irmã
–Bobagem,só falei isso para desviar o assunto,não sou filho do teu pai,nós não somos irmãos,fique tranquila
–Mas tem outra coisa a história que você me contou não bate,ninguém se forma com dezessete anos Frederico,me conta a verdade
–Ah,Cecília,vou lhe contar a verdade então,mas primeiramente fique sabendo que só menti por vergonha,quando tinha a tua idade fugi de casa,não aguentava mais meus tios,só tinha dinheiro para a passagem,quando cheguei aqui,fiquei com fome e não tinha onde ficar. -Lágrimas continuavam escorrendo do seu rosto,mas agora era por lembrar da sua história
–Não precisa mais me contar,acredito em você
–Preciso continuar...Sai de casa em casa procurando comida ou um abrigo,até felizmente bater na porta do seu pai,ele me recebeu,me deu comida e dinheiro para passar a noite em uma pousada no fim da rua ,pediu que voltasse ali no outro dia que iria conseguir um trabalho para mim e assim se fez,comecei a trabalhar em uma padaria durante a tarde e seu pai me pagou os estudos,eu estudava de manhã e trabalhava a tarde,assim até me formar,e depois comecei a prestar serviços para ele.
–Frederico!
–Vou chamar o médico
–Espera
–O que foi de novo Cecília
–Eu ouvi bem,você disse que me ama
–Eu te amo
–Porque não me disse,tive tanto medo que fosse meu irmão
–Oh,Cecília me perdoe
Frederico chamou o médico:
–Ela acordou
–Como se sente senhorita?
–Bem
–Sr.Frederico passou a noite toda ao seu lado
Ele começou a examina-la:
–Você está bem menina
–Posso levar ela para casa,doutor?
–Pode,mas não a deixe fazer esforço e qualquer coisa me avise
–Pode deixar
Se despediram Frederico a pegou no colo e a levou para a carruagem.



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