História Celestial (Imagine Jin) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Personagens Originais
Tags Casamento, Drama, Gravidez, Imagine Jin, Romance
Exibições 54
Palavras 1.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Josei, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem!!!


BOA LEITURA!!!

Capítulo 2 - Quando tudo começou


Fanfic / Fanfiction Celestial (Imagine Jin) - Capítulo 2 - Quando tudo começou

 

A treze anos atrás 

 Anyang, Coreia do Sul

 

—PORQUE VOCÊ NÃO CONSEGUE ME ENTENDER?! —ele gritou fazendo que  sua voz ecoasse pela pequena casa.

—Não que eu não te entenda, mas eu também tenho minhas prioridades. —tentei o máximo não estourar e surtar como ele estava fazendo.

—Que prioridades?! —riu sarcástico. —Sair desfilando pela rua como uma vagabunda? —arregalei os olhos completamente surpresa, Jin nunca tinha falado dessa maneira comigo.

— Como?! —minha voz saiu com indignação. —Você me chamou de que?

—Não se figa de surda, eu não sou um gravador, eu sei que ouviu muito bem. —mordi o lábio inferior com força, meu sangue estava borbulhando de raiva.

—Ouvir; eu ouvi apenas não consigo acreditar no que você disse. —tentei não demostrar que estava magoada. —Aliás, você não pode dizer uma palavra sequer de mim, porque quando você chega as três da madrugada eu não fico falando que você é um cafetão.

—Claro! Porque estou trabalhando para te sustentar. —ele cuspiu as palavras na minha cara. —E quando chego a casa o que eu vejo? Nada, porque minha esposa não está em casa e, sim com amiguinho, é tudo que você sabe fazer certo?

—Não é como se eu não estivesse procurando um emprego, eu também estou tentando. —argumentei.

 Era pura verdade, às vezes quando eu descobria uma oportunidade de emprego sempre ia à casa de algum colega para usar sua internet para enviar o currículo, já que na nossa não tinha nem sequer um telefone fixo, porque depois que casamos perdemos todos os benefícios que tínhamos como filhos, pois nossos pais expulsarem nós dois de casa.

—Claro, na casa do seu amiguinho com certeza eu sei o tipo de trabalho. —ele falou com deboche. Eu não estava acreditando que Seokjin estava insinuando que... Isso machucava.

—Não vou ficar aqui ouvindo você falar isso para mim. —pego meu cardigã que está na costa do sofá e saio batendo em seu braço indo em direção a porta.

—Aonde você pensa que está indo S/N? —ele pergunta, mas tudo que eu faço é ignorar, abro a porta a batendo com força, saindo de casa, alguns vizinhos estão em suas varandas laçando olhares em nossa direção, eles deveriam ter escutando a gente destruindo a casa, tínhamos quebrado a maioria das coisas que tínhamos comprado com uma pequena poupança que tínhamos.

Sinto mãos puxarem meus braços, mas naquele momento possessa de raiva, desvencilhou-me rapidamente dando lhe com toda força um tapa em sua face; Jin me encara com os olhos irados de raiva. Ele veio com passos largos para cima de mim e eu recuava o máximo que eu podia, o que fez eu tropeçar em meus próprios pés, porém antes que eu caísse ele me segurou fortemente, me obrigando a encará-lo.

—Me solta. —rangi os dentes, me debatendo.

—Eu ainda não terminei de falar. —ele me sacudiu. —Você vai me ouvir.

—Não quero.  —tentei me soltar, mas sem resultado. —VOCÊ NEM DEVERIA TER SE CASADO COMIGO, JÁ QUE É UM PÃO DURO AMBICIOSO POR DINHEIRO.

—TEM RAZÃO SE EU SOUBESSE QUE MINHA VIDA SERIA TÃO MISERÁVEL EU NUNCA TERIA ENFRENTADO MEUS PAIS POR VOCÊ. —engoli seco, aquilo foi um soco na minha cara, não esperava por essa resposta.

 Ele poderia ter dito qualquer coisa menos que se arrependia que de ter passado por cima das decisões de seus pais, porque isso era algo que fizemos tanto ele quanto eu, porque queríamos ficar juntos e, não com a garota que eles estavam empurrando para Jin, tínhamos feito isso porque nos amamos, no entanto, agora eu conseguia entender o porquê ele estava tão estressado essas semanas, ele estava se arrependendo, aos poucos, porém estava, porque comigo ele não tinha a mesma mordomia que tinha na casa de seu pai rico. Jin me encarou com a feição surpresa com uma mistura de arrependimento.

—S/N eu... —neguei com a cabeça repetidamente.

—Não, você está certo, não deveríamos ter nos casados, agora estou começando a perceber o que meus pais disseram quando você era um arrogante desgraçado.

—É isso que você acha de mim? —ele me olhou com dor. —Então porque você não volta para seus pais? Some então, eu não preciso de você. —encarei seus olhos sentindo meus olhos marejarem, Seokjin não estava brincando com suas palavras e, isso estava me deixando puta.

—Que saber de uma coisa? EU TE ODEIO, ODEIO. —avancei para cima dele e sem que eu percebesse já tinha fechado minha mão em um punho lhe socando, estava com raiva, magoada com suas palavras, Jin tentava me parar, contudo eu estava alterada demais para ele conseguir me deter, então ele empurrou-me me fazendo cair no chão, batendo meu cotovelo no cimento; o arranhado.

—Você gosta de bater não é? —disse passando a mão pelo canto da boca. —Vamos ver se você vai gostar quando eu bater em você também. —Jin estava com o rosto vermelho, não parecia mais meu marido e, sim um demônio. Seokjin aproximou-se com a cinta para me bater, encolhi meu corpo com medo, mas um dos nossos vizinhos apareceu o segurando a tempo.

—Meu Deus! Parem de brigar! —uma senhora que era nossa vizinha veio até nós desesperada. —Minha filha, você está bem? —ela estendeu a mão para eu pegá-la e, assim fiz me levantando-me.

—Estou mais não graça a esse cachorro. —disse olhando para meu cotovelo que sangrava. Jin tentava se soltar do mais velho que, negava falando que ele precisava se acalmar.

—Tira ela daqui. —o homem de óculos disse. —É melhor ficarem separados.

—Isso tira essa vagabunda daqui. —Jin apontou para mim.

—VAGABUNDA!! VOCÊ ME RESPEITA. —ia avançar novamente, só que a senhora não deixou.

—Não minha filha, vocês estão de cabeça quente, venha, vamos sair daqui por enquanto. —ela me puxou pelo braço para fora do quintal de casa para a rua e, nem ao menos percebemos que tinha se mutuando gentes para ver nosso show.

 

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—Olha isso é normal... Ter essas brigas de vem em quando, todo casal já passou por isso. —a senhora conversa comigo, enquanto escovava meus cabelos. Ela praticamente me obrigou a passar o final de semana na casa dela, porque assim tanto eu quanto o Seokjin poderíamos descansar nossa mente.

—Mas, é que a gente nunca brigou. —murmurei baixinho, encarando a camisola que ela tinha me emprestado, era de sua filha, mas ela já tinha indo embora há muito tempo, era ela rosa, a cor preferida daquele...

—Sério? —a senhora, cujo nome era Graziele, me olhou surpresa pelo reflexo do espelho do quarto de hospedes. —Por que brigas faz parte de todo relacionamento, onde não tem brigas, não tem sentimentos, porque quando brigamos com a pessoa significa que importamos com ela.

—A senhora ouviu que ele falou? Ele disse que se arrependia...

—Ele estava de cabeça quente do mesmo jeito que você também estava ou está até agora, é normal de todo ser humano, quando eu brigava com meu marido eu falava todos os tipos de coisa horríveis que pode imaginar. —ela terminou de pentear meus cabelos, colocando a escova em cima da penteadeira.  —Seu cabelo é tão lindo, iguais da minha filha. —ela sorriu com ternura para mim. —Pena que depois de dez anos ela nunca mais quis que eu arrumasse seu cabelo. —soltamos uma leve risada. —Não tome decisões precipitadas minha jovem, não faça nada que possa se arrepender depois. —assenti com a cabeça.

—Boa noite Graziele. —dei meu melhor sorriso mesmo que eu estivesse triste.

—Boa noite, linda. —ela depositou um beijo em minha testa. —Durma bem.

 

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Pego a chave reserva em baixo do tapete e abro a porta deparando-me ainda com o cenário de sexta-feira, cacos de vidro no chão, flores pisoteadas, cadernos revirados, a tela da televisão estrondada e a moldura que contem a foto do nosso casamento, deformada, tudo do mesmo modo que tínhamos deixado. Se Jin acha que vou mesmo arrumar essa bagunça sozinha está muito enganado, eu não vou nem que a vaca bote ovo. Será que ele está dormindo a essa hora? Abro a porta do nosso quarto vendo tudo em perfeito estado, com certeza ele deve ter saído mais cedo para não olhar para minha cara. Tudo bem, o dia é longo, assim que eu o visse o chamaria para conversar para resolvermos nossos problemas.

 

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Uma semana, já tinha se passado uma semana e eu não tinha noticia alguma do Jin, nem um telefonema, nem uma ligação, muito menos um sinal de vida, que ainda está respirando, nada, ele não voltou para casa essa semana, nenhum de seus colegas sabiam me informar onde ele estava, pois ele também não tinha comparecido a faculdade, eu poderia também ter aparecido em seu trabalho, contudo eu não sabia o endereço. Estou desesperada, ele não responde nenhuma de minhas mensagens, será que ele aprontou alguma coisa depois de nossa briga? Será que tinha acontecido algo sério com ele? Eu precisava saber, fiz até um boletim de ocorrência na policia. Ai meu deus! Tomara que não tenha acontecido nada com meu príncipe.

Pego o celular mais uma vez em cima da cama e, o desbloqueio, só de ver o papel de parede no meu celular da foto que tiramos em cima da cama, faz meu coração doer. Verifico se ele respondeu alguma mensagem minha. Nenhuma resposta. Eu não podia o perder, não agora que tinha descobrindo algo muito importante, eu precisava dele.

 

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Passo pelos portões da faculdade completamente cansada, exausta; meu corpo parecia um caco de vidro, não tinha a mínima vontade de comer e, meus olhos estavam cobertos por orelhas, não conseguir dormir nesses cincos dias, sem noticias do Jin minha preocupação se tornava maior que meu sono.

Caminho desgovernada pelos corredores, como ainda estava cedo, eu não precisava me preocupar em chegar na sala por enquanto, mesmo assim não significava que eu conseguia prestar a atenção nas aulas, porque tudo que vem em minha mente é onde está o Jin e o que ele estaria fazendo.

No meio do caminho preciso parar e apoiar-me na parede.  Tudo ao meu redor começa girar e sinto minha visão ficar turva, pisco três vezes numa tentativa da minha visão voltar ao normal, fico alguns segundos ali parada; me recompondo, eu realmente estava começando a suspeitar sobre o que seriam esses enjoos. Enquanto estou apoiada na parede começo a ouvir murmúrios na sala ao lado que estou, era um homem e uma mulher. Fecho os olhos e os abro rapidamente, eu conhecia essa voz.

 

Eu conhecia perfeitamente que era o dono dessa voz.

 

Meu coração acelera rapidamente e sinto um friozinho em minha barriga, será que era ele mesmo? Sentindo-me um pouco melhor, caminho em direção à porta para me certificar de quem estava ali, se fosse o Jin eu derrubaria tudo que estivesse em minha mente e o abraçaria com muita força. Quando coloco meus olhos na pequena janelinha que tem na porta, meu corpo congela e sinto meu coração parar.

 

Era sim o Jin

Mas, ele não estava sozinho.

Ele estava com outra

Ele estava com ela em seu colo

Aos beijos

Foi naquele momento que tudo em mim desmoronou

Foi quando percebi que meu amor por ele não tinha valido de nada

Meus esforços

Meus sentimentos

Minhas lágrimas

Tudo aquilo tinha indo para o saco

Suas palavras realmente tinha sido verdadeiras

 

 


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado como eu :)

Trailer da fanfic:

https://www.youtube.com/watch?v=biagYmYgaKw&feature=youtu.be


Minhas outras Fanfics:

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O noivo fantasma ( Suga)

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BEIJÃO <3


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