História Cellbit, a vida com MITW - Capítulo 115


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", Gabriel "MrPoladoful", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, Gabriel Tenório Dantas, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Alan, Amor, Authentic, Baixa Memória, Cellbit, Cellevil, Cellke, Cellmitw, Cellps, Celltw, Eletronicdesirege, Febatista, Felipe Z, Fellke, Felps, Guaxinim, Homossexualidade, Ilusão, Jvnq, Jvtista, L3ddy, Lemon, Luba, Mike, Mikethelink, Mikhael Linnyker, Milps, Mitista, Mitw, Pac, Pacevil, Pactw, Rafael Lange, Rezendeevil, Romance, Sexo, Spok, T3ddy, Tarik Pacagnan, Tazercraft, Youtubers, Zelune
Exibições 330
Palavras 1.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amooooooreeeecooooooos olha quem está aquiiii yaaaaay isso mesmo a titia Little que vocês tanto amam hehehehehe '

Nada de enrolação,

Vamos para o capítulo hehehe'

Boa leituraaaa

<3

Capítulo 115 - Olhos castanhos


Fanfic / Fanfiction Cellbit, a vida com MITW - Capítulo 115 - Olhos castanhos


P.O.V Cellbit

"Estamos voltando para casa. Vou te pegar para almoçarmos :P"
(12:00 - 03/01/2016)

Leio a mensagem de Gabriel e me arrumo rápido. Ouço a buzina após dez minutos, então desço e vou até o carro.
Connor sai do carro após dar um beijo na bochecha de Gabriel e me encara sorrindo, provavelmente na intenção de me provocar.
- Tchau casal, divirtam-se. - Fala e entra na casa.
- E aí? - Pergunto entrando no carro. - Como foi lá? Pode me contar tudo.
- Me aceitaram! - Fala empolgado. - Começo semana que vem! 


(...)


Chegamos ao restaurante do shopping, fazemos o pedido e nossa comida chega à mesa.
- O Connor conhece o dono da cafeteria, então foi bem fácil. - Fala e come um garfo de seu macarrão ao molho branco. 
- Está feliz? - Pergunto após engolir um pouco de meu macarrão à bolonhesa.
- Bastante. - Sorri, me encarando. - Acho que você se enganou com o Connor, Cellbit. - Fala e o olho nos olhos.
- Ele não para de me provocar, Gabriel. - Digo e ele nega com a cabeça. 
- Ou é você que está muito neurótico. - Fala e bebe sua coca.
- Você ainda vai sair com ele hoje de noite? - Pergunto terminando meu macarrão.
- Sim... Vem com a gente! - Fala colocando sua mão sobre a minha. - Não aguento ver você trancado naquele quarto.
- Cara, isso é nojento. - Um cara passa e fala, olhando para nossas mãos.
- Fuck ya. - Gabriel fala olhando para o cara e ele apenas vai embora.
- Não vou sair com aquele moleque, sério. - Falo tirando minha mão debaixo da mão dele e me levantando.
- Cellbit você tem que parar de ser tão mente fechada! - Gabriel fala alto se levantando.
Sinto meu peito coçar, mas apenas ignoro.
- E você tem que parar de ser contraditório à sua tatuagem. - Digo deixando a bandeja no balcão.
Meu peito começa a queimar como não sentia há dias.
- Olha, sério, já faz algumas... - Interrompo Gabriel colocando a mão no peito e gemendo baixo. - O que foi? - Pergunta olhando para todos que nos observa.
- Meu peito... Ele... Você não me deu a cura?! - Grito e ele me leva até o banheiro do Shopping.
- Claro que sim! - Fala me encostando na pia, tirando minha camiseta. - Mas que porra... - Fala vendo meu peito sangrar.
- Me... Ajuda! - Grito e ele começa a passar alguns papéis na água da torneira e, em seguida, em meu peito.
Aperto minhas mãos na pia, sentindo a dor piorar.
- Calma! - Ele fala e começa a pensar, encarando meus olhos. - Vamos pra casa, vem. - Fala me vestindo com a camiseta.
Ele tira sua jaqueta e me veste com ela, junto de seu cachecol.
- O que é isso? - Pergunta me levando até o carro.
- Isso? - Respiro fundo e preocupado. - É o Pac...


(...)


Chegamos em casa e Gabriel me deita em minha cama, retirando tudo o que eu vestia na parte de cima. Connor vem atrás.
- O que aconteceu? - Pergunta e Gabriel pega sua carteira.
- Vou na farmácia e já volto.
Ouço a porta bater e vejo Connor se aproximar de mim.
- O que você tem? - Pergunta ficando de pé em minha frente.
- Nada, me deixa, por favor. - Digo forçando meus dentes uns contra os outros, na intenção de segurar meus gemidos de dor.
- Ah não... A loirinha se machucou. - Fala irônico olhando meu peito e ri fraco.
- Vai se foder. - Digo e sua feição se torna séria. Ele estala duas vezes a língua no céu da boca e fecha seus punhos. - Me deixa em paz.
- Aí não tem graça. - Fala puxando minhas pernas para fora da cama.
- Me solta, idiota! - Digo chutando suas mãos.
- Olha aqui... - Fala me erguendo pelos ombros. - Nunca mais dirija uma palavra à mim, você está entendendo?
Me encara com ódio e me levanta, batendo minhas costas na parede.
- Eu faço o que eu quero. - Digo e ele me puxa e me empurra contra a parede, batendo minhas costas e minha cabeça na mesma.
- Gostou disso? Ainda quer fazer o que quiser? - Fala e tento empurrá-lo, mas minha tentativa falha. - Ei, se comporta loirinha. 
Fala me batendo contra a parede mais uma vez, assim que sinto o impacto detrás de minha cabeça, na parede, apago.

P.O.V Gabriel

Chego da farmácia e subo as escadas com os curativos que comprei. Vejo Cellbit na cama e vou até ele, passando por Connor.
- Cellbit, se senta. Vou aplicar seu remédio e depois fazer o curativo. – Falo e o vejo de olhos fechados. – Vamos Rafa, eu sei que está doendo mas vai passar. Senta. – Falo o puxando e o sinto mole. – Rafael. – O chamo dando tapas leves em seu rosto. – Que merda aconteceu com ele?! – Pergunto à Connor e o mesmo me encara.
- Deve ter desmaiado. Eu estava de olho nele até agora, ele apenas apagou aí.
- Ele tentou levantar? – Pergunto olhando para os olhos fechados de Cellbit.
- Não. Ficou deitado desde a hora que você colocou ele aí. – Suspira - Eu vou comer alguma coisa. 
Connor desce as escadas e me deixa no quarto com Cellbit.
- Ah, eu vou tentar com você assim. – Falo pegando a seringa e o remédio em sua mala, puxo dez ml’s, fico em cima dele e aplico em seu braço.
- Ei, eu sei que ele tá assim, mas ainda está de pé a balada né? – Connor fala da porta e o encaro.
- Porra, que consideração. – Ele me olha confuso. – Se ele não melhorar não tem merda nenhuma de balada... – Viro novamente para Cellbit, voltando a dar tapas leves em seu rosto. – Idiota.
- Eu ouvi. – Fala. Me levanto e vou até a porta.
- Era pra ouvir mesmo. – Falo puxando a porta com a mão.
- Vai fechar na minha cara?
- Tchau Connor. – Falo fechando a porta.
- Ahh... – Ouço Cellbit acordando e vou até ele, o ajudando.
-  Relaxa, fica deitado. – Ele força para se levantar e sento em cima de si. Parece agitado. – Ei, calma! – Falo alto segurando seus pulsos e suas pupilas retraem, enquanto respira ofegante. – O que está sentindo? 
- M-eu peito... Minha cabeça... – Geme querendo colocar a mão na nuca, apenas deixo. – Por que está em cima de mim? 
- Porque você está agitado. Como assim seu peito? Eu acabei de aplicar o remédio. E a merda da cura? – Pergunto confuso.
- Eu não sei... – Fala com cara de dor, passando a mão atrás de sua cabeça.
- Onde dói?
- O Connor... E-Ele me jogou contra a parede. 
- Cellbit... – Nego com a cabeça.
- É sério! Ele ficou me empurrando na parede! Eu bati minha cabeça duas vezes. Depois não vi mais nada.
- Ele acordou? – Connor entra perguntando.
- Sim. Vou fazer o curativo nele.
- Eu ajudo. – Ele vem até nós e se abaixa ao lado de Cellbit, enquanto saio de cima do mesmo, pegando as gases.
Quando Connor se prepara para colocar o antisséptico no peito de Rafael, o mesmo dá um tapa em sua mão.
- Não toca em mim seu bosta! – Grita para Connor que me olha.
- Bom... Eu vou pro meu quarto. – Fala e sai do quarto.
- Está vendo como não é ele? – Pergunto fazendo o curativo.
- Ele não é assim quando você não está. Por favor abre seus olhos, Gabriel. – Pede e sorrio fraco.
- Acho que é você quem tem que abrir sua mente e deixá-lo participar da nossa vida, Rafa. – Falo enfaixando seu peito.
- Só vai acreditar em mim quando esse moleque me matar. – Suspira e o encaro bem de perto. 
- Ele não fará isso.
- E você está cego por um cara que conhece há dias. – Fala e me levanto.
- Não quero discutir com você, sério Rafa. 
- Eu não quero você nas mãos desse cara. – Fala e, não aguento. 
Apenas saio do quarto, negando com a cabeça.

P.O.V Mike

- Eu poderia ficar assim pra sempre. – Felps fala após me deitar no chão, ficando em cima de mim, e me beijar.
- Eu também... – Digo selando nossos lábios num selinho lento. – Ahh... – Gemo ao sentir me peito apertar. 
- Calma, já está excitado a esse ponto é? 
- Ahh... – Gemo novamente, apertando suas costas.
- Podemos fazer isso bem devagar hoje. – Fala tirando minhas mãos de si e as prendendo acima de minha cabeça.
- Não, Felps... Ahhh. – O empurro para trás, o fazendo me encarar.
Me curvo no chão, segurando meu peito e começando a perder, aos poucos, meu ar.
- O que foi? – Pergunta vindo até mim.
- É o C-Cell... – Gemo e ele me pega no colo estilo noiva. 
- Merda... – Suspira e me coloca no sofá.
- Me leva pra... Casa. Eu preciso falar com o Pac. – Ele me levanta novamente e me leva até o carro.

(...)

Ao chegarmos em casa, Felps chama por Pac, mas nada de resposta. Felps me deixa no chão e, rapidamente, vai até o quarto de Pac. Quando Felps abre a porta, eu vejo a pior cena da minha vida...
Pac está meio desacordado enquanto uma pessoa de máscara preta o corta aos poucos.
Meu ar começa a faltar mais.


P.O.V Felps

Deixo Mike no chão e vou até o quarto de Pac. Abro a porta e vejo um ser de máscara preta que só mostra os olhos. Assim que me vê, sai de cima de Pac e tenta fugir, mas o seguro pelo pulso. 
- Quem é você?!! – Pergunto ao ser que começa a se bater e tentar fugir de mim. – Me fala!!! – Vejo um sorriso, atras da máscara, enquanto encara Mike com seus olhos castanhos.
Mike olha para mim, respirando minimamente, esticando a mão em minha direção. Vejo sua mão cair ao chão com velocidade e seus olhos se fecharem. Sem ao menos hesitar, solto quem quer que seja e vou correndo na direção de Mike.
- M-Mike... Ei, p-por favor, não me deixa... M-Mike... – Meus olhos lacrimejam e olho para Pac.
- M-Mike? – Pergunta fraquíssimo e zonzo, me encarando.
Olho para todos os cantos possíveis da casa, tentando buscar o que fazer, até que decido fazer o que meu coração manda.
Me ajoelho ao lado de Mike e selo nossos lábios.

Continua...

 


Notas Finais


Iiiiiiiiiiiii Espero que tenham gostado meus amores e amoras *-----*

Comentem imensamente o que achaaraaam okay? *------*

Beeeeeeijoooooos amooo voceeees

~Little_Smart

<3


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