História Cellbit, a vida com MITW - Capítulo 97


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", Gabriel "MrPoladoful", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, Gabriel Tenório Dantas, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Alan, Amor, Authentic, Baixa Memória, Cellbit, Cellevil, Cellke, Cellmitw, Cellps, Celltw, Eletronicdesirege, Febatista, Felipe Z, Fellke, Felps, Guaxinim, Homossexualidade, Ilusão, Jvnq, Jvtista, L3ddy, Lemon, Luba, Mike, Mikethelink, Mikhael Linnyker, Milps, Mitista, Mitw, Pac, Pacevil, Pactw, Rafael Lange, Rezendeevil, Romance, Sexo, Spok, T3ddy, Tarik Pacagnan, Tazercraft, Youtubers, Zelune
Exibições 510
Palavras 3.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amooooooooooooooooooreees acho demais demais que vão gostar e muito desse capítulo *-------------*

Então bora ler, meus beijinhos e brigadeiros? Em em em? >.<
VAMOS À LISTINHA >.<

- Gabriel --> 26
- Rezende --> 9
- Felps --> 6
- Polado --> 2
- Batista --> 3
- Jvnq --> 0
- Mike --> 0
- Authentic --> 0
- Baixa --> 0
- Luba --> 0
- T3ddy --> 0
- Alan --> 0
- Guaxinim --> 0
- MoonKase --> 0
- Cellbit --> 2

Estou respondendo os comentários do capítulo passado, viu amores e amoras? *---*
Boaaa leituraaaa ^-^

Capítulo 97 - Você tá muito bêbado


Fanfic / Fanfiction Cellbit, a vida com MITW - Capítulo 97 - Você tá muito bêbado

Ainda é P.O.V Mike

- Bom, não sei realmente se vai me perdoar, mas eu preciso mesmo te falar... Lembra aquela época que você estava cismado com as ameaças que estavam mandado para o Pac, por mensagens? – Assinto com a cabeça. – E-Era eu, Mike.

- Que?! P-Por que? – Pergunto assustado e surpreso. – Então foi você que... – Ele me interrompe.

- Não Mike, calma... E-Eu só mandei aquelas mensagens, porque eu era cego por você e o odiava. – Me afasto um pouco de Batista. – Acabei juntando as duas coisas e... – Me levanto e ele me segura pelo pulso. – Não, espera, por favor. – Seus olhos marejam. – Foi só isso que eu fiz Mikhael... – O interrompo.

- Foi você quem bateu no Pac, Batista? – Pergunto decepcionado.

- Não! – Grita. – É claro que não, Mike! – O encaro, desconfiado. – Eu juro por tudo... – Reviro os olhos. – E-Eu juro por todo o amor que sinto por você, Mikhael Linnyker.

O encaro durante longos segundos.

- Batista... – Digo soltando meu pulso de sua mão.

- Acredita em mim, por favor, eu mudei. – Algumas lágrimas caem de seus olhos.

- Jura pela minha vida que você não bateu no Pac?

- Juro! Juro Mike! Bom... Eu bati nele naquela briga que tivemos aqui dentro, mas fora isso, eu nunca encostei um dedo nele... – Me sento ao seu lado, o observando começar a soluçar.

- Vem cá... – O puxo para um abraço e ele continua soluçando, agora mais forte, na curva de meu pescoço. – Eu te perdoo pelas ameaças. – Respiro fundo. – Mas eu juro que, se foi você quem bateu nele, se você estiver mentindo para mim, eu juro que você morre para mim.

- T-Tudo bem. – Ele se afasta do abraço e fala enxugando suas lágrimas. – N-Não fui eu, então sei que não vou morrer pra você. – Sorri fraco, beijando sequencialmente as costas da minha mão. – O-Obrigado, Mike.

- Ok. Agora para e chorar. – Enxugo suas lágrimas. – Temos uma festa para ir. – Sorrio fraco.

- V-Você vai comigo? – Batista me pergunta, poupando seus soluços.

- Sim... Estarei do seu lado, se lembra? – Ele sorri com um brilho diferente nos olhos.

- Entende o porquê não consigo deixar de te amar, Mike? – Acaricia minha bochecha. – Você é perfeito demais.

P.O.V Rafael

- Luv, pega pra mim, minha pomada de cabelo? – Peço e Pac a pega e vem em minha direção.

- Jura que não ficou magoado por eu não ter aceitado te dominar? – Pergunta encarando meus olhos.

- Juro, Pac. Foi só uma vontade momentânea. – Sorrio e selo nossos lábios num rápido selinho.

É mentira. Mais magoado do que eu fiquei? Só se ele terminasse comigo. Tudo o que ele pede, eu faço. Tudo o que eu posso fazer para satisfazê-lo, eu faço, mas ele... Ele não. Eu estou morrendo de vontade ainda, Pac. Você me deixou assim.

- Cellbit. – Gabriel bate na porta, chamando meu nome.

- O que esse cara quer, agora? – Pac pergunta, encarando a porta, irado.

- Calma amor. – Vou até a porta, a destrancando e abrindo-a, em seguida. – O que você quer?

- Conversar. Agora. – Fala irado, me encarando.

Olho para trás e vejo Pac nos olhando.

- Já volto, Luv. – Digo piscando com um olho para ele.

Pac não responde de nenhuma maneira.

Saio do quarto com Gabriel e o sigo. Entramos no banheiro externo e o mesmo nos tranca.

- Fala logo, cara. – Digo e ele vem até mim, me assustando.

- O que você tem comigo? – Me empurra com as duas mãos em meu peito.

- Merda nenhuma! – Grito o empurrando do mesmo modo, mais forte. – O que você tem comigo, cara?!!

- Não percebe que é a droga da pessoa que mais tento ajudar aqui dentro?! – Grita me empurrando novamente.

- Para com isso, caralho!! – O empurro, por fim. – Eu não te pedi isso!

- Não mesmo! Mas poderia ser, pelo menos, um pouco grato, ao que tem! – Me empurra novamente.

- Mais uma merda de empurrão e eu não respondo por mim! – O encaro nos olhos, muito próximo de seu rosto.

- Nunca responde mesmo. – Me empurra novamente e sorri irônico.

Fecho os olhos com raiva e respiro fundo.

- E volto a merda da minha pergunta. – Digo baixo, abrindo os olhos. – O que você tem comigo?

- Ainda não percebeu, não é mesmo? – Ri irônico.

- Não. Não percebi e não quero perceber merda nenhuma a seu respeito! – Escoro minhas costas na parede.

- Cellbit, Cellbit... – Vem em minha direção.

- Cala a boca! Eu jurava que era uma pessoa normal! Mas você consegue ser mais louco que eu! – Grito assustado.

- Eu poderia te mostrar o que não percebe, mas você não seria capaz de enfrentar. – Me encara próximo.

- Sou mais capaz que você, imbecil. – Digo baixo o desafiando.

- Por que vive me desafiando? Sabe que perde para mim.

- Não me conhece, pra falar isso. – Começo a ficar irritado, novamente.

- Ah, Luv... Tudo bem, eu não participo do jogo, porque você também não vai participar. – Me imita, mudando sua voz.

- Cala a boca. – Digo sentindo minha ansiedade começar a tomar conta de mim.

- Vou desistir porque o Tarik não me ama. – Me imita novamente.

- Cala a boca, idiota!! – Seguro sua camiseta, quase o erguendo.

- Ah, Gabriel, eu amo mesmo o Pac... Pode me ajudar a pedi-lo em namoro? – Pergunta com um fim irônico.

- Por que está fazendo isso?! – Pergunto o empurrando para trás.

- Rafael. – Rezende me chama, batendo na porta.

- Não vê que eu te ajudo em tudo?! – Gabriel grita, me puxando pela camiseta e me prensando na parede.

- Não!! – Perco a paciência e grito, irado.

- Abre essa porta! – Rezende grita e Gabriel ri, aproximando seu rosto do meu.

- Foi você quem bateu no Pac, não foi? – Pergunto e ele ri, acenando negativamente com a cabeça.

- Como consegue... Ser tão charmoso e burro?! – Fico confuso. – Deixa de ser mente pequena, Cellbit.

Gabriel me solta, deixando minha camiseta amassada, onde segurou, abre a porta, dando de cara com Rezende, sorri e vai embora.

- O que vocês... – Interrompo Rezende.

- Nada, Rezende. – Passo por ele e o sinto me seguir.

- Rafa. – Me chama, paro de andar e olho para trás, o encarando. – O Pac pediu para eu vir atrás de vocês.

- Não sei se foi ele quem bateu no Pac, Rezende. – Digo desanimado e me coçando, por conta da ansiedade.

- Por quê? O que aconteceu lá dentro? – Pergunta confuso, observando minha camiseta amassada.

- Nada demais. – Digo sentindo minha pressão cair. – Podemos conversar na festa?

- Você tá bem? – Pergunta preocupado.

- Sim. Na festa, conversamos ok? – Digo fraco e tonto, andando para dentro da casa.

Chego na sala e me deito no sofá, apagando, em seguida.

(...)

20:42

Depois que acordo com Pac, me fazendo cafuné, no sofá da sala. Vamos até o quarto e nos trocamos para a festa.

Agora estamos aqui. Música alta e todos rindo com todos, menos Rezende que me encara, com uma cerveja em mãos, Batista que encara Mike dançar e Pac que me observa atento.

- O que foi, Luv? - Pergunto.

- Rafa, você está bem? – Me pergunta, preocupado.

- Sim, por quê? – Viro um energético, garganta a baixo.

- Você dormiu no sofá e não acordou durante vários chacoalhões meus.

Merda... Eu desmaiei.

- Eu estava cansado, pequeno. Me desculpa. – Minto, sorrindo.

- Ah, não... – Pac fala olhando para atrás de mim. Sigo seu olhar e vejo Gabriel vindo em minha direção. (Foto do capítulo)

- Me solta!! – Baixa grita do nada, se soltando de Authentic.

- Baixa, para com isso! – Authentic grita.

- Mentira que vai ficar assim, por um jogo, Baixa!! – Malena fala, rindo.

- Vão se foder, os dois! – Baixa anda rápido e entra na casa.

- O que foi isso? – Pac pergunta me abraçando e disfarçando.

- Depois a gente arruma um meio de saber. – Digo em eu ouvido e rio, o sentindo rir na curva de meu pescoço.

Gabriel continua se aproximando de mim. Quando chega perto de nós, Pac sobe seu rosto de meu pescoço e me rouba um beijo, carinhoso e sexy, após selar nossos lábios.

Sinto sua língua tocar a minha, me fazendo fechar os olhos e meu coração acelerar de um modo diferente.

Perco meu ar, cada vez mais, ao longo do beijo, me fazendo cessá-lo.

- Casal. – Gabriel nos cumprimenta e passa por nós, pegando uma lata de cerveja.

- Tá bem? – Pac pergunta me encarando nos olhos, enquanto respiro ofegante. Assinto com a cabeça, puxando mais ar. – Não está não. Pedro!

Pac chama Rezende, que deixa Polado e vem até nós.

- Ele não tá bem, me ajuda, por favor. – Pac fala e Rezende coloca uma mão em meu ombro, me encarando.

- Rafa... – Sua voz ecoa em minha mente. – Quantos dedos tem aqui? – Ele coloca os dedos na frente de meus olhos.

- Quatro. – Digo e eles se entreolham.

- Pedro... – Rezende interrompe Pac.

- É essa merda de energético!! – Rezende pega o energético de minha mão e o joga longe.

Pac puxa um puff, me fazendo sentar no mesmo.

- Está tudo bem aqui? – Gabriel pergunta olhando para nós.

- Sai daqui, velho! – Rezende grita irritado.

Pac se mantém calado.

- Salgado, pega algum salgado pra ele. – Felps fala se abaixando em minha frente. Mike o segue.

Pac o obedece e me trás um pão com carne louca. Começo a comê-lo.

- Como você... – Felps interrompe Rezende.

- Já aconteceu isso com ele várias vezes lá em casa. Quase sempre que ele fica sem comer e bebe energético, isso acontece. – Mike encara Felps que me observa preocupado.

- Tá melhor? – Mike pergunta, encarando Pac e, em seguida, meus olhos.

- Sim... – Digo voltando ao normal. – Caralho. – Rezende ri fraco.

- Pronto. – Mike fala, puxando Felps de volta para a pista de dança.

(...)

1:45

Estou na minha, talvez oitava, latinha de cerveja. Pac disse que precisava descansar um pouco e foi para o quarto. Alguns também já foram dormir. Sobraram na festa eu, Mike, Polado, Authentic, Rezende, Felps, Malena, Alan e Gabriel, que ainda não sei o porque dele estar aqui, ainda.

Rezende não para de encoxar Polado, que se faz de difícil, mas consigo ver em seu rosto que adora quando Rezende o provoca.

Mike e Felps não param de “Demonstrar o amor” ou coisa assim que eles têm.  Até agora não consigo vê-los como um fucking casal.

Rezende abraça Polado por trás, o encoxando, mas dessa vez, falando algo em seu ouvido, o fazendo rir.

Rio baixo com a situação. Nunca pensei que Rezende iria ficar com o doente mental do Polado.

Abro mais uma lata de cerveja e a bebo, sentindo minha garganta azedar.

- Pode, mas me espera. – Ouço Rezende falar para Polado, que ri e vai em direção ao interior da casa.

- Não vai parar de beber, não? – Rezende pergunta, se sentando do meu lado.

- Vai transar com o Polado, vai. – Digo dando um soco leve em seu braço e ele ri.

- Vou mesmo. – Gargalhamos juntos, durante alguns segundos e, paramos quando coloco a mão em sua coxa.

- Você tá muito bêbado. – Rezende fala e ri da minha cara.

- Falou o cara que está rindo de tudo! – Retruco e ele aperta a minha coxa.

Vejo Gabriel nos observando, levantando a latinha de cerveja, como fazendo em brindes.

- Vamos sair daqui. – Digo e Rezende observa que Gabriel me incomoda.

- Vamos. – Nos levantamos e vamos em direção ao banheiro externo.

- Rezende, eu preciso te pedir uma coisa. – Digo após ele fechar a porta do banheiro, a trancando.

- Cala a boca, você tá bêbado demais. – Fala tirando a lata de cerveja na minha mão, a bebendo.

- Como é?

- O que? – Pergunta confuso.

- Me beijar por tabela? – Sorrio malicioso e ele me afasta de si.

- Para com isso, velho. O que quer me pedir? – Fala passando seu polegar em meus lábios.

- Eu quero que você... – Paro de falar ao sentir meu coração acelerar.

- Fala... – Sussurra em meu ouvido, largando a latinha de cerveja, a deixando cair no chão.

- Ahh. – Gemo ao senti-lo puxar meu cabelo.

- Fala, Rafa... – Morde meu pescoço, levantando minha camiseta, a tirando.

- Eu quero... Que você me... Ah – Gemo quando ele aperta meu membro, por fora da calça.

- Cala a boca. – Fala selando nossos lábios, após me puxar pela nuca, colando nossos corpos.

Ele se escora na parede, me puxando para si, pela cintura, me fazendo sentir seu membro excitado no meu.

Não há passagem que precisa ser cedida, pois nosso beijo está selvagem, molhado e alcoolizado.

Em meio ao beijo, desço sua calça até os joelhos, o deixando apenas de cueca, apalpando seu membro, por fora da mesma. Subo sua camisa, a tirando e interrompendo nosso beijo.

- Sabe que eu sou o Alfa aqui, não é? – Pergunta descendo o zíper de minha calça.

- Ahh, eu sei... E é disso que eu preciso Rezende... Eu quero que me domine, quero que acabe comigo essa noite.

Rezende termina de tirar sua calça e se deita no chão, ainda de cueca, me chamando para cima dele.

Retiro minha calça junto de minha cueca, entendendo o recado e fico por cima de si.

- Não... – Fala e umedece os lábios. – Vira para as minhas pernas.

O obedeço e quando desço sua cueca, a tirando, ele passa a língua em meu membro ereto.

- Já fez meia nove? – Pergunta e assinto, descendo minha boca até seu membro.

- Ahh, desce mais. – Pede e eu desço meu quadril, até sentir sua boca em meu membro.

É a primeira vez na vida que faço meia nove. Mas é claro que não vou dizer isso ao Rezende. Eu quero muito isso. Quero me sentir desejado e quero ter o prazer que tanto me faz falta.

Abocanho seu membro e começo os movimentos de vai e vem no mesmo ritmos que os seus em meu membro. Sua boca é extremamente molhada para isso. Ele é feito para ser o alfa, eu necessito disso.

- Hummm... – Gemo com seu membro em minha boca.

Ele me penetra com um dedo enquanto ainda me faz pulsar em sua boca.

- Ahh... – Tira a boca de meu membro e começa a gemer. – Ahh Rafael...

Me penetra com dois dedos, os fazendo entrar e sair de minha entrada.

- Eu vou... Eu vou gozar, Rafa...

Torno meus movimentos mais rápidos e firmo meus lábios em seu membro, o sentindo despejar jatos de seu líquido quente em minha garganta, me fazendo engoli-lo por inteiro.

Saio de cima dele, me levantando e ele se levanta junto.

- Rezende... – Gemo seu nome, beijando seu peito. – Me fode... – Digo em seu ouvido e ele me vira de costas, me fazendo apoiar na parede, com as mãos.

Sem aviso algum, ele me penetra fundo e forte, me fazendo gemer alto e rouco.

Essa é uma das melhores sensações do mundo.

- Ahhh... – Gemo e ele continua me penetrando, acertando meu ponto de prazer, como se conhecesse o interior de meu corpo. – Para... – Peço e ele diminui a velocidade de seus movimentos.

- O que foi? – Pergunta me virando para ele.

- Eu quero te sentir, corpo a corpo... – Digo selando nossos lábios e ele solta um sorriso em meio ao beijo molhado que me faz pulsar.

Ainda no beijo, ele me levanta, cruzo minhas pernas atrás de suas costas e ele me penetra, após apoiar minhas costas na parede.

- Humm... – Gemo em meio ao beijo, após senti-lo acertar sequencialmente meu ponto de prazer.

- Sentiu falta, disso? – Pergunta após cessarmos o beijo, me penetrando forte ao dizer a última palavra.

- Ahh, demais, muito... – Fico com os lábios semi abertos, o sentindo passar sua língua nos mesmos.

- Você é gostoso demais, Lange. – Fala em meu ouvido, começando a me masturbar.

- Ah, você é mais... – Gemo sentindo meu ápice chegar.

- Gosta disso? – Faz movimentos circulares dentro de mim.

- Ah, gosto, mas não faz de novo... – Gemo olhando seus olhos e ele ri fraco.

- Por quê? – Pergunta e eu tiro sua mão de meu membro.

- Eu não quero... Gozar agora... – Gemo puxando seu cabelo.

- Rebola... – Manda e eu não entendo.

- Que?

- Rebola. – O obedeço, rebolando em seu membro, o mantendo dentro de mim, com minhas pernas que o cerca.

- Ahhh, eu vou gozar, Rafa.

- Não. Ahh... Goza junto comigo.

- Eu não consigo, isso era tudo... O que eu queria, há tempos. – Cola meu corpo suado no seu. - Não vou aguentar por muito mais tempo... – Fala me penetrando rapidamente.

- Mais rápido... – Mando em seu ouvido e ele me penetra rápido e agressivamente, gemendo em meu ouvido a cada estocada. – Acaba comigo...

Nossos corpos se chocando é o que conseguimos ouvir, nas pausas de nossos gemidos.

- Ahh, Rezende, meu Deus... – Gemo em seu ouvido.

- Cala a... Boca. – Fala me estocando extremamente forte. – Não geme... O meu nome... Eu estou quase... Não me faça gozar agora.

- Caralho... – Gemo sentindo meu ápice chegando.

- Ahh, Rafa...

Coloco sua mão em meu membro e ele começa a me masturbar rapidamente como suas estocadas.

- Ahhh, Ahh... – Gememos juntos.

- Eu vou gozar, e-eu vou gozar, Rafa... Eu não te aguento por muito tempo.

- Rezende... – Gemo em seu ouvido, de propósito.

- Ahh... – Geme apertando minha nádega esquerda, com sua mão que me segura.

- Eu vou gozar, Rezende... – Gemo e ele aumenta a velocidade de suas estocadas. – Goza, Rezende... Goza... Ahhh... – Não aguento e me desmancho em sua mão, como não me desmancho há dias.

Ele me senta na pia, me estoca mais algumas vezes e chega em seu ápice, se desmanchando dentro de mim, enquanto ainda me estoca, apoiando a testa em meu peito.

- Ahhh... Ahh... – Geme ao fim de seus jatos quentes dentro de mim.

Me levanto da pia, mas não aguento minhas pernas e me apoio em Rezende.

Nossas respirações ofegantes estão necessitadas de ar, nossos suores se encontram e consequentemente, nossos lábios também, iniciando um beijo molhado e necessitado.

Minha língua toca a sua, me fazendo segurar sua nuca, para não deixá-lo se separar de mim. Assim que o pouco ar que tínhamos, faz falta, cessamos o beijo, comigo ainda apoiado em seu peito.

- Rafa... – Me chama e eu o olho. – Lembra que eu disse que não queria me apaixonar por você? – Assinto com a cabeça. – Bom eu... Acho que já estou apaixonado.

Continua...


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAMOOORES A AMORAAAAAS *--------*

VAMOS FOFOCAR, VAMOS VAMOS? >.<

O QUE ACHARAM DE TODOS ESSE ACONTECIMENTOS?

EM?

AI MEU DEUS *----*

QUERO MUITO COMENTÁRIOS IMENSOS PARA SABER O QUE ACHARAM DE TUDO O QUE ACONTECEU NESSE CAPÍTULO *----------*

BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIJOOOS AMOORES E AMORAAAS ^-^

EEEU AMOO VOCÊEEES!!!

~Little_Smart

<3


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