História Cendrillon. (Miraculous ver.) - Capítulo 18


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Cendrillon, Marichat, Miraculous Ladybug, Romance
Visualizações 59
Palavras 3.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom, aqui está! Nem demorou muito, não foi?
Eu tenho uma boa e uma má notícia.
A boa é que tem MariChat aqui com uma dose de romance.
A ruim é que estamos na reta final pro fim da história t.t
Faltam 6 capítulos pra acabar e o desfecho vir e confesso que eu não tô preparada ainda :v
Vamos ao capítulo!

Capítulo 18 - A sad song sings a explanation.


Fanfic / Fanfiction Cendrillon. (Miraculous ver.) - Capítulo 18 - A sad song sings a explanation.

Bom, eu não morri.

Eu acreditava ter morrido, mas, por algum motivo, abri os olhos, dando de cara com um teto longínquo e alto, onde uma lâmpada fluorescente branca machucava os olhos. Minha cabeça dava voltas e mais voltas, como um roda-gigante infinita, eterna. Eu não tinha ideia nenhuma de onde infernos eu estava ou porque eu ainda continuava viva, mas, de certa forma, me senti aliviada por não ter morrido de fato.

Minha garganta estava seca e minha boca tinha um gosto terrível de areia. Me remexi um pouco, sentindo um colchão incrivelmente fino embaixo de mim. Forcei um pouquinho a vista, encarando o que parecia uma camisola. Percebi de cara, era um hospital. Ótimo, como eu não imaginei antes? Massageei um pouco as têmporas, como se aquilo fosse aliviar a dor, mas não adiantou muito.

Por algum motivo, eu também não me lembrava claramente do que havia acontecido. Tentei me lembrar, mas também não funcionou. Tudo parecia um grande borrão, como baldes de tinta derramados em uma tela. Não sei... Eu estava confusa. Minha mente não estava trabalhando direito. Eu também estava sozinha no quarto. Claro que eu imaginei que meus pais estariam ali, mas não estavam. E eu não sabia se deveria ficar aliviada com aquilo. 

Pra falar a verdade, eu não sabia nem se eles sabiam que eu estava ali. Eu já escondia tanta coisa deles que aquilo não parecia nada. Quem havia me levado até ali eu não tinha certeza, mas talvez tivesse sido Alya ou até mesmo Nathanäel. Voltei á me deitar, puxando o cobertor fininho para cobrir meu rosto e me livrar daquela luz forte e agoniante que preenchia todo o local. Tudo que eu queria era me lembrar com clareza dos fatos, para ter o que responder quando as perguntas chegassem. Porque elas iam chegar. Dessa vez não tinha como fugir. 

Pensei ter ouvido a porta se abrir e levantei em um salto, revirando os olhos com o alarme falso. Eu estava completamente alarmada, como se os meus sentidos estivessem ligados no máximo. Foi então que comecei á me lembrar um pouco. Hawk Moth, nova tentativa de estupro, piscina. Foi idiotice pular na água sem nem ter ideia de como se debater e não afundar? Foi. Foi idiotice, sim, mas foi a única coisa que me ocorreu naquele momento. Mas só de saber que eu ainda estava viva era só mais uma prova de que eu, mais uma vez, havia falhado. Eba, pontos pra mim. 

Tudo aquilo me remetia ao começo. Começo de tudo. Desde minha primeira luta contra akumas até hoje, nesse quarto frio e vazio de hospital. Eu nunca imaginei que a minha vida fosse tomar esse rumo, logo eu, que tinha a vida mais pacata e tranquila dentre todo mundo que eu conhecia. Nunca me imaginei na luta contra o crime, nunca me imaginei pulando sobre prédios e chutando pessoas bem na cara, nunca me imaginei pulando no amor de um gato preto, com o coração tão aberto quanto podia. E, mesmo assim, foi exatamente isso que me ocorreu. Não é impressionante o quanto as coisas tendem a simplesmente fugir do nosso controle?

E tudo isso me fazia pensar em como seria a minha vida se isso não tivesse acontecido, se tudo tivesse sido diferente desde o começo. Eu penso que talvez eu nunca tivesse conhecido o príncipe Adrien se minha tarefa não fosse, bem, matá-lo, e que talvez nunca tivesse passado por tudo aquilo. Mas, como uma coisa sempre leva á outra e como tudo pode gerar uma reação em cadeia, talvez eu também nunca tivesse me aproximado mais de Chat Noir e talvez nós dois apenas continuássemos naquela relação estranha baseada em amizade e confiança que nós sempre tivemos. Toda a história tinha prós e contras incontáveis, e eu simplesmente não conseguia dizer se aquilo era bom ou não.

De volta ao quarto, eu só queria que alguém, não importava quem fosse, entrasse. Eu queria que desligassem o ar condicionado e também queria água, dois litros, se possível. Queria analgésicos, ainda por cima, para curar aquela dor de cabeça que não passava. Suspirei, me revirando no leito, esperando que alguma alma boa atravessasse aquela porta, mas ninguém veio. Eu continuei lá, sozinha, lendo o meu prontuário que estava ao lado da cama, exibindo orgulhosamente meu nome escrito errado. Marina Dupain Cheng. Sem hífen, sem "-tte", sem nada. Aquela não era eu, mas quem era eu de verdade?

Desde a akumatização, eu não era a eu que todos conheciam. A Marinette, com hífen e "-tte", nunca mentia, estava sempre com o humor nas alturas, era atrapalhada porém ativa, daquele tipo de pessoa que nunca deixa de sorrir e que o mundo nunca pode parar. Já a Marina daquele prontuário, sem hífen e nem porcaria nenhuma, simplesmente era uma grande mentirosa, com mil e um segredos, que fingia em quase tudo que dizia ou fazia, que não era ninguém de verdade. Eu deveria estar me sentindo muito mal com aquilo, mas, infelizmente, o sentimento de conformisse já me era dominante.

Sr. e Sra. Dupain-Cheng, ela acordou! quem disse foi uma enfermeira, alta e robusta, com lindos cabelos ruivos, entrando e sendo rapidamente seguida pelos meus pais.

"Ótimo, vida inteligente", pensei, assim que não me vi mais sozinha ali. Deixei que meu corpo inteiro relaxasse, mas a tensão ainda se fez presente. Cada centímetro do meu corpo estava tenso, rígido, como se eu tivesse ficado uma semana fazendo exercícios árduos, sem descanso. Suspirei aliviada, vendo  a minha mãe sentar na poltrona ao meu lado e pegar minha mão. Seus olhos estavam pequenininhos, seu rosto estava inchado e suas bochechas estavam avermelhadas, sinais claros de que ela estava chorando há muito tempo. Sua mão apertou a minha de uma forma que me fez me sentir a pior filha do mundo inteiro por fazê-la ficar daquele jeito.

E desviei o olhar para o meu pai, aquela figura tão imponente e alva, mas que me pareceu tão debilitado. Em todos os meus quase dezessete anos de vida, eu nunca o vi chorando ou fraquejando, só que naquele momento... Eu quase não o reconheci. E era culpa minha, eu tinha certeza, e isso também me fez com que eu me sentisse o pior dos seres humanos. Quando eles sorriram para mim, tive de sorrir de volta. Eu os havia preocupado, então eu precisava, de alguma forma, mostrar que eu estava bem.

Oh, meu amor, nós ficamos tão preocupados com você... Pensamos que fossemos te perder!  minha mãe disse, com a voz entrecortada. Pude sentir o peso daquelas palavras me enforcando lentamente, mas eu não fiz nada. Eu merecia aquilo.

Meu doce, você pode nos explicar o que aconteceu? Como você foi parar no meio de uma piscina, sendo que você não sabe nadar? foi a vez do meu pai perguntar, mas, antes que eu pudesse responder, a enfermeira se pronunciou antes de mim.

Acho que agora é melhor deixarmos ela descansar. Vou trazer alguns comprimidos pra você, mas, por ora, durma um pouco. ela se virou para os meus pais, girando sobre os calcanhares. Descansem também, okay? Iremos ficar de olho nela. Mais tarde, quando os três estiverem descansados e bem dispostos, poderão fazer as perguntas que quiserem. Marinette irá ficar bem. O pior, que foi a drenagem da água que estava nos pulmões dela, já passou.

Ouvi tudo calada, fingindo que já estava pegando no sono. Cada palavra dita me deixou arrepiada, com uma agonia crescendo cada vez mais. Pior? Água nos pulmões? Credo... Foi difícil de engolir tudo aquilo.

x

Então, comecei com o mesmo arrodeio que todo mundo já usou na vida, buscando as palavras certas. Por sorte, minhas dores já haviam aliviado e a minha garganta não estava mais tão seca quanto antes. Á minha frente estavam meus pais e Alya, embora eu tivesse ouvido mais vozes do lado de fora do quarto depois que eu fiquei sozinha na festa, eu fiquei entediada, pois não estava me sentindo exatamente muito bem para me juntar aos outros. Não sei, eu ainda estou meio cansada por causa da correria do festival e agora tem o baile, humft!, é muita coisa! Bem, de qualquer forma, eu estava meio enjoada também, talvez por algo que eu tivesse comido, não sei ao certo. Decidi que ia apenas dar uma volta, pra ver se passava...

Mas o Kim disse que viu você correr assustada, da parte lateral da casa.  Alya se pronunciou, confusa. Ela e seu maldito senso de detetive  O que infernos você fazia lá e porque ficou tão assustada?

O que aconteceu foi que eu fui pra lá, porque eu realmente queria andar um pouco para espairecer. Mas acho que tive um ataque, não sei explicar, eu só fiquei com medo de alguma coisa e voltei correndo. É idiotice, eu sei, mas foi isso, eu juro. Perguntei pra enfermeira se isso é normal e ela disse que sim, depois de uma grande temporada de pressão e estresse –  falei, com uma naturalidade que até eu mesma quase acreditei  E, quando eu fui voltar para a cadeira onde eu estava sentada, eu caí na piscina. 

Eles continuaram fazendo mil e uma perguntas, que me fizeram me perguntar se aquilo não ía ter fim, então eu apenas os driblava com o máximo de destreza que podia. Eu estava, inclusive, muito admirada com a capacidade que surgiu em mim, do nada, de mentir como se fosse profissional no assunto. Eu me senti uma atriz melhor do que Angelina Jolie e etcetera. Infelizmente, isso não foi algo que me deixou orgulhosa. Como poderia? Eu estava mentindo na cara dura para os meus pais e para a minha melhor amiga! Eu estava me tornando uma pessoa cada vez mais podre, mas suja, pior. Como eu poderia estar orgulhosa disso?

Mas eles pareceram comprar a ideia de que nada havia passado de um acidente e de que eu não havia pulado lá dentro pra me matar propositalmente. Isso foi bom. Se passaram dois dias de mais alguns exames, mas alguns remédios, mais algumas perguntas. Foram os piores dois dias da minha vida, mas eu tive que aguentar tudo firmemente. Não tinha como eu fugir, de qualquer forma. Fiz tudo o que me mandaram fazer, sem reclamar nem nada. Eu queria muito ir pra casa, dormir no meu quarto, na minha cama, e comer a comida deliciosa que os meus pais faziam e não aquela papa nojenta que me davam no hospital. Não aguentava mais ficar um minuto sequer ali.

E, dois dias depois, me deram alta. Não havia mais nenhum sinalzinho de água com cloro nos meus pulmões e eu já estava bem o suficiente pra ir pra casa. Não podia ter notícia melhor do que aquela. Assim que saí do prédio e recebi o típico buquê de flores que eles davam aos pacientes que recebiam alta, senti aquele solzinho morno das quatro e meia na pele, aquecendo-e ligeiramente. O hospital era frio, as luzes eram artificiais até de mais. Nada se comparava á luz e o calor natural daquele sol tão amável. Meus pais estavam um de cada lado, segurando minhas mãos, sorrindo para mim. Eu sabia que eles me amavam mais do que tudo, o que me deixava com o coração aquecido. Eu também os amava mais do que amava á mim mesma do que á mim mesma.

Entrei no carro e pus o cinto. Meus pais entraram logo em seguida, conversando baixinho. Eu decidi não interromper, então apenas me encostei no banco de couro, com o buquê no colo e com a bolsa do lado. O dia lá fora era uma segunda feira invejável, do tipo que ninguém podia pôr defeito. Já estávamos no inverno, não tão longe do natal, havia uma fina camada de neve no chão até, mas algumas flores ainda resistiam. Era uma imagem bonita de se ver. Paris nunca pareceu tão bonita pra mim, nem mesmo no dia do festival ou no natal de anos atrás, quando meu pai e eu visitamos a Torre Eiffel e vimos tudo lá de cima. Aquele dia não aparentava ter nada de especial, mas ficaria na minha cabeça por algum motivo. Eu e minha mania de amar coisas "pequenas". 

Acho que peguei no sono por um tempo, por isso não demorou muito para que chegássemos em casa. O prédio onde funcionava tanto a minha casa quanto a padaria pareceu mais acolhedor do que de costume, embora eu achasse que isso não fosse possível.Entrei rapidamente e quase voei para o meu quarto. Aquele cômodo rosado, enfeitado e bem organizado era exatamente o que eu precisava. Tomei um banho rápido, pra me desintoxicar dos ares daquele hospital, e me joguei na cama, finalmente olhando meu telefone que estava quase explodindo de tantas mensagens em cima da bancada. Desci da cama e o peguei, desbloqueando a tela e lendo cada uma das mensagens.

(Rose): Mari, você está bem?

(Juleika): Oi, Mari. Como você está?

(Kim): E aí, Maluquette! Cê tá melhor?

(Nathanäel <3): Mari? Você está bem? Me avisa quando chegar em casa, okay? Fiquei preocupado.

Porque eu não podia simplesmente me apaixonar pelo Nath? Ele era gentil, doce, carinhoso, o tipo de pessoa que eu queria ao meu lado. Mas ao passo que minha cabeça queria amá-lo, meu coração já era de um outro alguém. Alguém que os cidadãos de Paris conheciam como o herói de preto super maneiro, que sempre dava um jeito de ajudar todo mundo e que sempre tinha ótimas piadinhas e cantadas (o que eu sabia que era mentira), mas que eu conhecia como o meu herói de cabelos dourados, como meu gato preto favorito. Querendo ou não, era ele quem eu amava e quem eu queria por perto. Era ele que fazia meu coração bater mais forte e que me deixava feliz. Querendo ou não, era ele quem eu queria do meu lado pra sempre. E sempre seria ele. Sempre. 

Deitei na cama, apertando o celular contra o peito, encarando o teto. Por onde será que ele estava? Será que estava pensando em mim? Será que tinha se arrependido do que havia me dito? Eu não sabia, mas definitivamente esperava que sim. Desde que conheci o Chat Noir, ele era alguém em quem eu via alguém  que eu realmente podia confiar, me apoiar. Desde que havia percebido que meu coração era completamente dele, comecei a me perguntar porque eu demorei tanto para perceber isso. Digo, ele sempre me quis como Ladybug e, mesmo eu tendo um jeito diferente quando trajava aquele uniforme vermelho, ainda era eu. Ele sempre me amou, mas eu sempre o rejeitei. Sempre, sempre ignorei cada pequeno gesto dele, como as flores que ele me dava ou até mesmo quando ele se arriscou por mim duas vezes nas lutas contra akumas, uma contra o Cupido Negro e outra contra a Temporizadora. 

Isso e mais algumas coisas me faziam pensar: que tipo de relação nós tínhamos, depois de tudo isso? Eu sabia bem como eu me sentia. Eu o amava de corpo e alma. Mas eu não entendia bem como ele se sentia. Para ele, eu era como uma propriedade que pertencia exclusivamente á ele? Ou ele realmente correspondia aos meus sentimentos? Chat Noir nunca deixou aquilo completamente claro pra mim, tudo que eu fiz foi deduzir esse tempo todo, me apoiando em pequenas pistas deixadas como migalhas de pão. Isso me irritava, mas eu preferia acreditar na segunda opção e continuar achando que ele também me amava, embora não soubesse bem como expressar esse amor. Esse era o pensamento que mantinha presa á ele. Esse pesamento e a sensação de vazio sempre que ele ia embora, sumindo na noite como uma sombra.

Ouvi batidas na janela fechada e nem precisei olhar para saber quem era. Só havia uma pessoa que fazia isso. E sabemos bem de quem eu estou falando. Mais do que de pressa, desci da cama e atravessei o quarto, abrindo a janela e dando de cara com aqueles olhos verdes que tanto me encantavam. Ele. A minha perdição de roupa preta. 

Oi, princesa.  –  a voz dele era baixa, mais clara. 

Oi, gatinho.  sorri fraco, dando espaço para que ele entrasse. 

Logo, ele estava no meu quarto. Ele voltou e, por alguma razão, pareceu que ele nunca havia ido embora.

Eu quero te pedir desculpas. Eu... Eu fui um babaca com você no outro dia, acabei jogando tudo em cima de você, que não tem culpa nenhuma nos meus problemas. Mari, você não sabe o quanto isso me deixou mal. Eu me sinto um imbecil por ter te feito ficar triste e por ter dito todas aquelas besteiras. Me perdoa, por favor.  ele pediu, segurando as minhas mãos.

Infelizmente, mesmo que eu estivesse com muita raiva dele, eu não conseguiria dizer não á ele. Mesmo se eu ainda estivesse muito magoada, eu o acabaria por perdoar mais cedo ou mais tarde. Até porque eu não conseguia manter rancor ou mágoas de ninguém, nem mesmo da grã duquesa Chloé. Porém, quando se tratava de Chat Noir, então... Não tinha como manter a pose firme, eu me derretia até sem querer. E também era como eu havia dito ao príncipe Adrien, na noite do festival: eu perdoaria até mesmo quem havia me magoado profundamente.

Está tudo bem, Chat. É claro que eu perdoo você.  falei, com um sorriso bobo  Mas, me deixe te fazer uma pergunta. O que eu sou pra você? Até hoje, você não me deu provas concretas do que eu represento pra você.

Ele pareceu pensativo por alguns momentos, mas depois sorriu pra mim. Ah, aquele sorriso. Como eu havia sentido a falta daquele sorriso. Parecia até uma droga na qual eu era profundamente viciada. A falta dele me dava abstinência. Isso era normal?

Sério? Eu pensei que já fosse claro que você é a pessoa mais importante do mundo pra mim.  quando ouvi tais palavras, foi como uma flechada, bem no coração. Senti minhas bochechas ficarem completamente vermelhas, mas ele apenas sorriu ainda mais e se aproximou o suficiente para sussurrar no meu ouvido:  Eu te amo, Marinette Dupain-Cheng.

Com hífen e tudo mais? 

Bom, eu não sei o que significa, mas sim. Com hífen e o que mais precisar.

E isso foi o suficiente para que eu me apaixonasse ainda mais. 


Notas Finais


Eu vou sentir saudades de vocês, melhores leitores do mundo <3


p.s.: FUCKING 70 FAVORITOS UHUL IUPI É NÓIZ BEBES


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