História Central city: The other side of paradise - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Avenged Sevenfold
Personagens Johnny Christ, M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags Bratt, Synacky
Exibições 28
Palavras 1.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Slash, Steampunk, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoal, mais um cap aí para vcs.
E mesmo que não tenham tantos favs(talvez pela ideia sei lá) Eu agradeço a quem lê e comenta, okay?

Capítulo 5 - Capítulo cinco


Diferente do que a sociedade idealizou nos anos 80, ou até mesmo em décadas passadas, o futuro não iria ser deveras robótico e tão tecnológico. É fato de que boa parte das pessoas seja dependente de seus aparelhos pequeninos, que cabem na palma de sua mão e podem fazer tudo por você. Não se referindo apenas ao aparelho celular, mas aos controles remotos, aparelhos de interruptores de luz, aparelhos para abrir guarda roupas e afins. Ambos recriados e adaptados no século do unificado, como dizem as pessoas que vivem o novo Governo.

 Se analisarem, e tentarem criar um ponto de vista tecnológico para os próximos séculos, é só se basear nas primeiras décadas do século vinte um. O aparelho celular evoluiu de forma tão rápida, que em 2001 levava- se ele em uma bolsa grande por conta do tamanho, depois de dez anos, um período que pode ser considerado pequeno, esses aparelhos já podiam ser levados no bolso e para qualquer lugar, gravar vídeos, fotografar. Hoje em dia, são super finos e fazem quase o trabalho de um computador. Foi pouco tempo, para grandes evoluções.

Mas, não mudou muita coisa com o tempo. Claro que houve muitas modificações, como nos cartões de crédito, que agora eram implantados na palma da mão junto a um código de barras, cigarros eletrônicos, celulares super finos, anel de vídeo conferencia, vacinas contra colesterol e outras variedades de “produtos”. Mas não se tem carros voando com força magnética, seja lá o que pensam os cientistas sobre os carros flutuantes. Não se tem esteiras nas ruas para pessoas se locomoverem sem ter que dar um passo. Não se têm casas e prédios de arquitetura mirabolantes, todas simétricas e geométricas. Eles vivem um mundo normal, apenas a mente humana que se modificou.

Syn queria ter conhecido a sociedade de antes. Com cada país com seu devido líder; as culturas e suas particularidades. Ele sonhava com um mundo novo, que já era velho e inacabado, e que ficara num passado não tão distante de seu agonizante presente.

Toda essa atmosfera de repressão, guerras e tirania estava o cansando. Ele tinha medo de morrer da mesma forma de seus pais: pouco a pouco; de forma dolorida; e sofrida. Quando ele pensava em morte, e do quanto já esteve perto dela, ele chega à conclusão de que não tem mais medo de nada. Nem dos Cyborgs, nem de morrer.

A questão era: morrer, e acabar para sempre, ou, morrer e ir para o inferno?

Ele não fora criado num universo religioso, onde o pai nosso deveria ser rezado todas as noites antes de dormir, e a obrigatoriedade das missas dominicanas existiam. As pessoas não eram interessadas em religião depois que mataram o Papa.

A impressão que tinham, era que a nova religião do novo mundo era o futuro. A idealização segura do futuro.

“Constrói, e dar-te-ei tudo o que tu tens de volta. Dê tudo o que tu tens no presente, que terás um futuro próspero”

Gates achava loucura. Por que as pessoas simplesmente não aproveitavam o presente? Essa preocupação toda em assimilar um futuro próspero era um devaneio. Essa busca incessante pela a perfeição; pela vida bem sucedida e perfeita, aos olhos dele era entediante e cansativa. Ele não via felicidade nisso.

E ele não se considerava um cara triste, apenas um cara... Inconformado. A chamada felicidade plena viria quando ele exterminasse aquele Governo ridículo dos Baker, e tentasse restituir a vida que ele considera normal em algum lugar do planeta.

Mas parecia tudo tão difícil, visando o fato de que o único apoio que tinha era o de Shadows. Se ao menos sua avó ainda estivesse viva...

-Então, me fale mais sobre sua época de militar – Syn fez o pedido e logo após tragou seu cigarro, que agora não era o eletrônico.

-Quando era mais novo, assim que passei nos testes fui mandado como sentinela num campo de experimentos numa ilha no sul da Nova Zelândia. Na verdade lá era um terreno militar onde eles testavam discos voadores...

Syn engasgou com a fumaça de seu cigarro e riu.

-O quê, como assim?

-Argh, você deve ser um daqueles caras que não acredita em Óvnis e nem em extraterrestres não é?

-Definitivamente não. Mas de vez em quando tenho as minhas dúvidas – Syn afirmou observando a cúpula do Parlamento de Budapeste.

-Faz bem, por que eles não existem.

Syn o olhou fazendo uma careta engraçada. Pôs o capuz de seu moletom ao ver que algumas pessoas os olhavam.

-Ponha seu óculo de sol Shad. Continue com sua teoria...

Ambos continuaram a andar pela rua comercial.

-Então, não é uma teoria. Todo mundo sempre teve curiosidade sobre a área 51. Onde sempre diziam que tinha corpos de extraterrestres e toda aquela baboseira intergaláctica. Mas ninguém nunca pousou os olhos na Nova Zelândia. Central City tem poder tanto de armas nucleares, como fontes de energia ilimitadas. Brita; petróleo; e afins. Mas a principal é a força eletromagnética.

-O que quer dizer com isso? – Syn jogou o cigarro no chão se sentindo super atraído pelo assunto.

-Quero dizer que Óvnis não existem. Nunca existiram. É tudo manipulado. Todas aquelas aparições, “contatos”, tudo fora providenciado e proporcionado pela a Central City. Isso tudo desde antes da unificação dos poderes; da guerra contra o radicalismo mulçumano; da guerra por água... Eles manipulam a civilização sobre os óvnis há milhares de anos. Eles fazem as naves com a força eletromagnética, testam, mas nunca soube para exatamente o quê...

-Talvez o bastardinho saiba – Syn falou mexendo os ombros, referindo-se a Zachary.

Shadows riu do comentário.

-Falando em bastardinho, você já viu ele pessoalmente?

Syn tentava entender a pergunta de seu amigo.

-Não...

-Apesar de tirano, ele tem olhos bonitos... – Shadows falou com sorriso no canto de seus lábios, e apressou sua andança um pouco mais a frente de Syn.

Syn ficou parado, tentando entender a razão do comentário de Shad.

                ***

Aquela era a sexta cerveja de Shadows, e fazia muito tempo que não bebericava algo alcoólico. Sua visão estava turva, e suas mãos estavam estranhamente quentes.

Estava deitado no tapete felpudo do hotel mais barato de Budapeste, com Syn, que ria descontroladamente.

-Pegue, fume um pouco – ele colocou o cigarro de maconha perto do rosto de Shadows –, vai te deixar mais tranquilo.

- Você está querendo me deixar chapado Syn? – Shad o indagou rindo, suas palavras saiam enroladas.

-Você anda muito tenso, precisa se soltar mais – Syn se empolgou e levantou-se rápido, e ficou sentado, com o rosto direcionado ao que agora a pouco estava deitado ao seu lado – Que tal irmos a alguma boate, uh?

Shadows não pôde deixar de notar aquele jeito jovial que Syn esbanjava extrovertido. Qualquer mulher poderia querer estar com ele, e por Deus, como ele gostava de estar com Syn!  Sabia que sua vida sem ele adiante, não seria a mesma. Ele se sentia morto, e sua união com Syn, o trouxe a tona novamente, como o homem cheio de sonhos e vigor de antes.

-Não gosto de lugares como muita gente – Shadows se sentia mais bêbado do que antes. E então, se lembrou de duvidas que tinha desde que visualizara a ficha de Synyster Gates – Então Syn, como era trabalhar no ramo da prostituição como acompanhante?

Synyster se surpreendeu com a pergunta.

- Ahh... Era imprevisível. Eu era contratado para acompanhar, homens, mulheres... Mas se quisessem algo mais para depois, eu teria de ir.

-Com quem mais saía?

-Homens. Era mais legal, não sei – Gates virou a garrafa de cerveja, sem se importar em responder as duvidas de seu companheiro.

-Você gosta mais dos homens?

Syn parou.

Será que percebeu algo? Será que ele acha que eu... Vou dar a deixa!

-Mulheres me entediam – Lançou um olhar ambíguo para Shad, que olhou deveras estranho.

-E a sua virgindade? – Shad riu, não conseguia se manter sentado de tão bêbado.

-Você está muito curioso, docinho! – Syn passou o dedo  indicador no peito de Shadows, que encarou aquilo como uma brincadeira, ao contrario da real intenção de Gates.

Todas as barreiras do racional e do considerado “moral” foram quebradas por Syn. Estava bêbado, e estava disposto a tudo. Não seria um problema para ele, já estava acostumado a aquilo, e desde sempre tinha uma libido fora do normal, e esses foram um dos motivos que facilitaram sua entrada para o mundo da prostituição.

-Um garoto me beijou na quinta série – Shad riu descompassado.

-Sério?! Você gostou?

-Eu dei uma surra nele depois. Coitado, perdeu três dentes da frente.

Os dois riam. Syn deitou-se novamente ao lado de Shad.

Talvez não seja uma boa ideia... Mas eu quero tanto... Ele está tão bonito, tão vivo...!

-Eu beijei meu primo uma vez. A diferença é que ele não quebrou meus dentes. Ficamos durante vários meses quando minha avó me dava uma trégua nas aulas de idiomas e História. Eu até que gostava dele. Éramos os viadinhos apaixonados do bairro.

-O que houve com ele?

-Mataram ele.

Shad arregalou os olhos. O passado de Syn era pior do que ele pensava.

-Eu sinto muito...

-Tudo bem – Syn se virou e fitou os olhos avermelhados de Shad intensamente –, estou começando a me fissurar em outras coisas agora.

Syn estava com vontade.

Ele notou que Shadows estava inquieto.

- O que foi?

-Eu... – Ele ficou com as bochechas rubras – Eu... Eu estou excitado...

Gates gargalhou.

-Deve ser o álcool reagindo na sua circulação.

-Está doendo! – Shadows se contorceu no chão.

-Se você quiser, posso resolver isso para você...

Syn se aproximou de Shad e apertou sua parte sexual com posse, e começou a mordiscar seu pescoço.

-Syn... Para com isso, somos dois homens...

-Não tem problema... – Syn falou manhoso, e foi para cima de Shadows.

Tocou-lhe os lábios, e quando iria intensificar seus atos, Shadows o empurrou enfurecido.

-Para com essa merda seu gay nojento!

E aquilo foi como uma facada para Synyster Gates.


Notas Finais


Comentem, uh?
Indiquem a fic para suas colegas que gostam de Synacky e Bratt :)


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