História Cerasus - Imagine Suga (Hiatus) - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~_Rainha_

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais, Suga, V
Tags Época, Imagine, Luna, Suga, Vampiros
Visualizações 118
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEEEEEEEEY GUYS <333333
Turubom?
Cá estou em mais uma tentativa de escrita OANSOANSOANSA
Parceria básica cm essa piranha @_Rainha_ <3
Esperamos do fundo do coração q vcs gostem ^-^'
Essa é a primeira fic q eu faço de época gnt OANSOANS' qualquer erro,me avisem pf sz
Boa leitura :*

OBS:

(...) Quebra de Tempo
... Início e/ou término de um flashback (provavelmente este será o único capítulo que eu "esconda" o flashback ^^')
Letras em itálico representam os pensamentos dos personagens

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Cerasus - Imagine Suga (Hiatus) - Capítulo 1 - Prólogo

Cerasus

Prólogo

 

- Senhor,não estamos conseguindo encontrá-la - disse o general ao seu rei na sala do trono.

- Mas são incompetentes mesmo - disse o rei furioso - nem para capturar uma mulher e trazê-la de volta vocês servem. - disse o rei indignado com a perda de uma de suas melhores concubinas. Nenhuma sabia como satisfazer o rei igual à ela.

- Mas senhor... - disse o general - procuramos pela vila toda,não há um vestígio dela sequer.

- E nas florestas? - perguntou o soberano,andando em círculos pensando nos possíveis lugares que a bela mulher poderia estar.

- Sim senhor,apenas não olhamos na Floresta Proibida. - disse o general temeroso pela resposta do rei.

- Ah é,por que? - disse o superior se sentando em seu majestoso trono,encarando o homem à sua frente.

- B-Bom senhor – gaguejou devido à fama daquela região – h-há boatos que existem criaturas sombrias e assustadoras naquela região,várias pessoas estão desaparecidas e há um grande números de mortes nas raras vezes que são encontradas.

- Entendo. - suspirou - estão com medo de uma historinha feita para crianças, é isso?

Fez-se um silêncio na sala do trono,o que contribuiu para a teoria do rei.

Eles estavam com medo.

- Quero que mande alguns soldados nessa região, enquanto outros procuram nas vilas próximas daqui. - pronunciou,decidido

- Mas,senhor,a floresta... - protestou o general.

- Mas nada - disse se levantando e indo em direção ao homem à sua frente - quando lhe dou uma ordem,esta deve ser cumprida. Faça o que mandei - disse o rei alterando a voz.

O general olhou relutante para o rei.

- Ou quer perder seu posto de general? - pronunciou seriamente,com sua mão direita,cujos dedos brilhavam de tantos anéis,apoiando o queixo do soldado para olhá-lo nos olhos.

- Farei o que me ordenou,meu senhor.

- Ótimo,agora vá e me mantenha informado,caso haja alguma pista.

O general se retirou e providenciou tudo que lhe foi ordenado.

...

E la se vai o seu almoço.
Ja era a terceira vez no dia e tinha medo do que poderia ser a causa desses enjoos torturantes.
Se estivesse mesmo grávida,o rei poderia matá-la junto da criança em seu ventre.
Precisava fugir antes que o rei soubesse ou seria tarde demais.

Para não tomar nenhuma atitude imprudente – afinal,a mesma não possuía nenhuma certeza do que estava acontecendo –, resolveu esperar mais alguns dias. Não poderia sair e deixar todo aquele luxo para trás à toa. Poderia ser algo que comeu e seu organismo estava rejeitando.

Passado alguns dias, as suspeitas da mulher se concretizaram.

Estava grávida.

O rei estava começando a desconfiar a ausência da concubina, a mesma nunca negara um pedido do rei – principalmente quando se tratava de satisfazer seus desejos carnais. Teria que fugir o mais rápido possível, antes que sua barriga desse os primeiros sinais. Preparou todo o necessário e, após ter conseguido desviar dos guardas, a mulher coberta por um capuz vermelho cereja fugira da vila com um cavalo tão negro quanto o céu naquela noite.

(…)

A luz lunar era a única fonte de iluminação a favor da concubina.

Haviam se passado quase uma hora que a mulher cavalgava em seu – agora lhe pertencia – majestoso cavalo escuro. A mesma se encontrava faminta e sedenta,seu companheiro não estava diferente.

Como pude esquecer-me do mais essencial?

Culpava-se internamente pelo seu erro, mas era tarde demais. À essa altura todo o palácio percebera sua ausência e o próprio rei já ordenara sua busca.

Homens.

A bela mulher possuía longos cabelos arruivados, corpo curvilíneo, busto e coxas fartas, um par belos olhos claros como o oceano. Não era de se espantar que o soberano estava tão desesperado à sua procura.

Depois de horas cavalgando, seu novo desafio era subir uma colina. Não que o desafio em si seja a pequena montanha à frente, mas sim vencer a fraqueza e conseguir subir.

Horas sem se alimentar provocava fraqueza e cansaço, inimigos dos dois naquele momento. Se rendessem à eles, perderiam suas cabeças.

A mulher desceu de seu cavalo e resolvera guiá-lo para poupar seus esforços.

Assim que chegara no pico da colina,a portadora de olhos claros avistou uma grande fazenda. Logo,uma gota de esperança brotara em seu coração.

Cansada demais para continuar andando e tendo deixado o cavalo descansar um pouco com a ausência de seu peso,a mulher subiu na sela do animal e tratou de cavalgar o mais rápido possível até a entrada do local.


 

Os passos apressados do homem denunciavam sua ansiedade.

Depois de tanto tempo…

Após atravessar o enorme corredor coberto do mais puro ouro nas mais diferentes formas, o general agora abrira a porta que dava acesso à sala do trono. O homem adentrou o local ansiosamente, mesmo sendo recebido pelo olhar negativo do rei.

Ele entrara sem permissão.

- Como ousa interromper o momento de decisões políticas do rei, general? - disse,fuzilando-o com o olhar, enquanto deliciava-se com sua majestosa taça do melhor vinho do reino. Um momento tão tenso merecia ao menos uma dose doce da bebida.

- Perdoe-me senhor,mas é urgente. - disse olhando-o nos olhos. A ansiedade era visível em seu rosto.

- O que pode ser tão urgente à ponto de… - o soberano fora interrompido.

- Nós a encontramos, senhor. - disse, finalmente.

O silêncio se instalou no local.

- Como disse? - disse desconfiado.

O general se virou para o soldado que o acompanhara e, com um simples olhar, o mais novo se retirou do local.

Segundos mais tarde, um pequeno grupo de soldados adentraram a sala do trono.

O soldado que havia acompanhado o general se encontrava na frente, atrás de si dois soldados seguravam uma pessoa encapuzada,e atrás destes, dois soldados garantiriam restritamente o espaço da prisioneira.

O general e o soldado mais novo se afastaram, permitindo que a detida entrasse no campo de visão do rei. Este, levantou-se de seu trono, desceu os breves degraus que sustentavam seu belo assento e direcionou-se até à pessoa encapuzada e, com dois dedos em seu queixo, ergueu o rosto da mulher à sua frente, revelando seus traços irreconhecíveis.

Não pode ser.

Som nenhum saía dos lábios do monarca, apesar da surpresa, manteve sua postura como rei e apenas bofetou a face alva da bela ruiva. Consequentemente, sua cabeça tombou para o lado oposto, levando seus belos fios alaranjados para a mesma direção.

Os homens à sua volta olhavam assustados e confusos.

Quem era aquela linda mulher?

Por que o rei a tapeou?

Após descontar sua frustração fisicamente, o soberano confusamente, acariciou o rosto da mulher,trazendo-o para si na tentativa de fazer a mulher encará-lo novamente. Uma ideia perversa surgiu na mente do rei, fazendo-o sorrir malicioso.

- Senhores - chamou a atenção dos homens presentes – lhes apresento Lys Cerasus – disse retirando a enorme capa que cobria o corpo da bela mulher – a melhor concubina que já atravessou as portas desse palácio.

Os homens presentes começaram a cochichar a respeito da moça, esta permanecia calada a partir do momento em que foi capturada.

- Como é de meu costume, todas as nossas conversas findam-se com um maravilhoso banquete e belas mulheres para satisfazê-los.

O sorriso perverso do rei aumentava conforme os olhares famintos dos homens ali presentes devoravam o corpo escultural da concubina à sua frente.

Diga-se de passagem,mas todos os homens da nobreza estavam presentes naquele local, fator que assustou a moça se o rei estava planejando o que ela suspeitava.

Ele não seria capaz…

Sim,ele seria.


Notas Finais


É isso OANSOANSA sz
Espero meeeesmo q tenham gostado gnt ;-;
Dúvidas? Críticas?
Sintam-se livres sz
Até o próximo capítulo <3


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