História Céu Estrelado - Carl Grimes - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lizzie Samuels, Lori Grimes, Maggie Greene, Michonne, Negan, O Governador, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Shane Walsh, Sophia Peletier
Tags Apocalipse, Carlgrimes, Survive, Thewalkingdead, Twd
Visualizações 43
Palavras 458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desde que eu comecei a assistir TWD, sempre imaginei minha própria personagem. Então aí está. Bastava adicionar um passado a ela, uma personalidade e uma paixão (porque a Enid não merece o Carl, com todo respeito. Mas, por favor, não desista de mim, sim?).
Enfim, espero que você goste e por favor, se puder, adicione um comentário. Boa leitura e até a próxima.

Capítulo 1 - Prólogo


No começo, o apocalipse foi bom para mim.

Eu vivia com meus avós numa cidade pequena da Geórgia. Não tinha nada a perder com ele.

Eu fugi antes mesmo de tudo. Se soubesse o perigo que estava correndo, não teria feito aquilo. Mas não ouvi os anúncios no rádio, nem as noticias da televisão, nem as manchetes do jornal, só sai dali sem mais ou menos. Era tarde. Vi alguém morrer e se transformar bem na minha frente. Não conseguia me defender.

Queria voltar para casa, para os braços dos meus avós, ter sequer uma única noite de sono novamente, só que de tanto fugir, me perdi. Não sabia onde estava, nem eu nem minha casa. Minha família já devia estar morta.

Encontrei um lugar e fiquei lá por uma semana inteira até os suprimentos acabarem. O quarto era escuro e abafado. O resto era silencioso, mas às vezes podia escutar passos do lado de fora.

Eu estava com muito medo, assustada, confusa, chorando feito uma criança. Sempre que via um deles, tremia, geralmente com uma faca na mão, congelada. Só tinha coragem de correr com a vista embaçada de lágrimas, mas uma faca não salvaria minha vida se precisasse. Eu tentava usa-la e não conseguia.

Certo dia em que sai da casa na tentativa de acertar alguma coisa, um zumbi apareceu e mais uma vez fiquei paralisada com a arma na mão. Iria me afastar de novo, mas meu cérebro dizia que ficaria para matar aquela coisa. Ele se aproximava, e na minha mente havia um dilema terrível entre ser covarde e ser uma sobrevivente. Nessas horas não há tempo para decisões, você apenas tem que fazer o que acha certo, sem pensar. Eu demorei e em um segundo aquele bicho estava agarrando meus pulsos e me empurrando para o chão. Era mais forte do que meus braços, mas consegui segura-lo com as pernas. Minha faca conseguiu cortar seu bíceps.

Aquele hálito podre batia no meu rosto e fazia minha agonia aumentar cada vez mais. Minhas pernas chutavam sua barriga, mas não mexiam aquele corpo um centímetro longe do meu. Minha mão apertava sua garganta tentando afastar seu rosto enquanto a outra tentava cravar em uma têmpora.

E conseguiu.

Foi difícil afundar a lamina em seu crânio, mas quando aconteceu, segundos depois, ele parou de se mover e eu pude empurrar o corpo.

Voltei para dentro.

Comecei a chorar. Nem sabia o por quê. Não era de tristeza, alegria, orgulho ou satisfação. Talvez estivesse chorando devido às circunstâncias. Talvez estivesse tendo um ataque de pânico; sempre foram comuns para mim. Era um desespero crescendo por dentro do meu peito, sabe, chorar por chorar.

Mas, por sorte, passou depois de algum tempo, e eu consegui dormir naquela noite. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...