História Chains - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Zara Larsson
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Zara Larsson
Tags Comedia, Criminal, Drama, Justin Bieber, Revelaçoes, Romance, Tragedia, Zara Larsson
Exibições 2.700
Palavras 6.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey meus amores <3
Queria dizer que eu amo de paixão esse capítulo, e que provavelmente devo ter lido ele umas 10 vezes antes de o postar!
Espero que gostem, desejo uma ótima leitura para todos vocês <3

Capítulo 28 - Gf.


 

“Ei, eu estava na boa antes de te conhecer. Eu bebo demais, e isso é um problema, mas eu estou bem. Ei, diga aos seus amigos que foi legal conhecê-los, mas eu espero nunca vê-los de novo. — The Chainsmoker (Closer).”

 

Justin Bieber’s Point of View.

— Sim mãe, pode ir dormir, eu sei que tu ta cansada. — Já to a quase meia hora fazendo essa mulher ir pra cama, porra.

— Vai sair, não é? — Ela pergunta e eu concordo sem nenhum problemas. Tudo bem que ela não é burra, mas mesmo com ela aqui, eu teria que fazer umas coisas.

— Comprar armas novas, contratei muita gente nova e preciso de mais. — Falo e ela concorda ainda meio tensa.

— Certo. — Ela fala seem se meter, porque eu e ela sabemos muito bem o que acontece quando ela se mete nos meus negócios. Digamos que eu não gosto muito.

— Ah… Tu não ta usando mais nada, né? — E a porra da minha pergunta pega ela de surpresa, o que já me faz bufar. — Tanto faz, o corpo é teu, tu faz o que quer. — Falo com raiva e ela já ia argumentar, e eu sabia bem o que ela ia falar. — E não me vem falar que eu também uso, eu to nesse meio de drogas, tu não. — Falo já indo até a minha garagem sem querer ouvir mais, já tive merda o suficiente por hoje.

Acendo o meu cigarro enquanto acelero e abro a janela, sento o vento contra mim, realmente me deixando mais relaxado.

Meu celular começa a tocar e eu vejo que é o Nolan, mas como já to perto do lugar marcado, eu só sigo o caminho na minha, pensando em tudo.

Pensando nela.

— Eu to é fodido. — Fodido porque nunca que eu conseguiria conciliar a minha vida profissional e pessoal de um jeito que ninguém nunca machucasse ela, mas sei que no fim vou ser egoísta o suficiente pra arrastar ela de jeito pra isso, o que só me ferra cada vez mais.

Assim que paro no porto da cidade eu rio, os filhos da puta tudo fumando e nem me esperaram.

— Bieber. — O Josh fala animado quando eu tranco o carro e vou em direção à eles, perto do barco dele e do Drake.

— Josh. — Falo esticando a mão e cumprimentando o mesmo. 

Ele me estende um saquinho com pó e eu rio.

— Não prefere me mostrar as armas antes? — Quando falo isso pondo o saco no bolso, mais tarde usaria. O Drake já vem perto dele e rola os olhos.

— A gente ta aqui à 40 minutos, tava ocupado demais comendo a namorada pra vir aqui? — Ele fala rindo e os meus amigos já olham pra ele sério.

Os meninos não sabem de porra nenhuma que ta rolando entre mim e a Madison, mas sabem muito bem que não é assim que se fala comigo.

— Como é que é? — Eu cruzo os braços e ele ri.

— Relaxa cara, a gente tava com a Cassie e comentou que a última compra de armas foi o Chaz que fez, então ela comentou da putinha nova, mas… — Eu dou um passo pra frente e ele recua. — Calma cara, relaxa. — Quando ele fala isso, é ai sim que não seguro a risada. 

— Não foi a tua namorada de merda que te largou porque virou lésbica? O teu pau não devia dar conta do serviço, né cara. — Eu falo ainda sério e ele me olha estático.

— To vendo que tu não ta pra piadinha.

— Isso mesmo, porque o que eu faço ou deixo de fazer da minha vida não te diz a porra do respeito. E mesmo se eu tivesse transando com essa minha suposta “namorada”, ia ser melhor do que vir pra cá e ter que ver essa tua cara de cu. — Eu ainda me seguro pra não fazer ou falar mais nada, só de falarem assim dela eu já fico louco, eu to ficando louco, caralho. — Agora me mostra a porra do armamento novo. — Falo querendo mudar de uma vez o foco do assunto.

— Quer ver o que temos no barco? — O Josh pergunta e eu dou de ombros.

— Pelo bem de vocês, espero que não seja perda de tempo. — E eu falo realmente serio, sinalizando pro Chaz e Ryan ficarem aqui fora, enquanto o Chris e o Nolan entravam comigo, afinal, eles são os que mais conhecem do assunto.

— Tu tem a pistola de calibre 40 e a de calibre 9x19mm. — O Drake mostra as duas e eu olho com calma.

— Nolan?

— A de calibre 40 tem funcionamento semi e automático, então caso dê merda é mais fácil e rápido de reagir. — Ele fala e eu concordo, já pensando em quantas ia querer dessas.

— Umas 60. — O Chris fala já entendendo o que eu pensava e eu afirmo.

— 60.

— Certo, tu vai querer ver o fuzil? — O Josh já tira de dentro da mala 5 tipos, porra, só falta eu babar, ta cada vez melhor.

— Esse é o fuzil AR-15? — Eu pergunto surpreso porque fazia um bom tempo que eu não via desse modelo. A entrada dele pro Canadá tava difícil, ainda mais que o índice de violência aqui no país não é muito grande. E na real, sem mim esse índice estaria até zerado, por isso é bom ter negócios aqui.

— Justin, acho que do G3 e M-16 não precisa, a gente já tem sobrando. — O Chris fala olhando o AK-47 e o FAL, me fazendo sorrir ao lembrar.

— Não foi tu que levou um tiro da AK-47 e a bala perfurou tanto, que saiu direto do outro lado? — Ele concorda rindo e segura o monstro.

— Eu quero no mínimo umas 100 dessas, esse bebê é perfeito. — Ele fala só faltando foder a arma, esse cara é bizarro.

— Da Fal eu vou querer só 40. — O Josh vai anotando e o Drake já guarda as armas, indo até mais para dentro do barco e nos fazendo descer com ele, entrando em um cômodo e vendo modelos diversos de armas jogadas.

— Tu vai querer a Carabina CT? — Ele me mostra a mesma e eu seguro ela ainda duvidoso, eu nunca tinha usado dessa antes.

— O que acham? — Eu odeio mesmo pedir a opinião dos outros pro que quer que seja, mas meus melhores assassinos são os que mais entendem delas, e eu confio pra caralho nesses merdas.

— Leva umas 10 pra gente experimentar em treinamento, a gente tem que fazer a simulação do assalto no museu. — O Nolan fala e eu tinha até me esquecido. Com essa função toda de Montreal, eu to surtando. Vai ser um dos maiores assassinatos em massa que a gente vai fazer, isso ajudando outra gangue, então eu tenho que tomar muito cuidado mesmo com a Maddie lá. Em nenhuma hipótese deixar ela sozinha.

— Tu tem a metralhadora .30? — Eu pergunto e ele nega.

— Só a 50. — Ele me mostra e eu acho até melhor.

— Ela tem o calibre maior, não é?

— Sem contar que a velocidade é mais rápida. A capacidade de tiros é a mesma, mas tem como tu limitar de tipo só 50, e ir até 250. — O Josh explica e eu concordo, pensando se faltava mais algo.

— As granadas, a gente vai precisar pra Montreal. — O Chris me lembra, porra, tinha mesmo esquecido.

— Tu quer do tipo defensivo? Gás lacrimogêneo? Luz e som? Pimenta? — Ele vai tirando as mesmas e elas tinham aproximadamente os mesmos tamanhos, então de boas.

— Quero dos quatro tipos. Eu quero no mínimo 50 do tipo defensivo e luz e som. De gás lacrimogênio e pimenta eu quero 100, cada. — Falo pondo a mão na cabeça, realmente cansado.

— Mais algo especifico? — O Josh pergunta e eu nego.

— Preciso receber tudo em no máximo dois dias, sem atrasos. — Falo para os dois e ambos concordam, já começando a calcular quanto eu teria que pagar pra eles, mais a munição. — Ryan. — Chamo quando saio do barco e acendo um cigarro.

— O que é? — Ele acende o dele e eu dou um alonga tragada antes de continuar.

— Tu vai ficar responsável pela passagem das armas no aeroporto.

— Eles nunca nos param. — Ele fala dando de ombros, me fazendo concordam.

— E espero que siga assim. — Olho pro barco e vejo que o Nolan e o Chris ainda tavam lá dentro, provavelmente ainda fazendo a contagem com eles.

— Aproveitando que tu ta aqui, a plantação perto de Oakville com as maconhas ta enorme, a gente precisa abrir mais.

— Eu sei, já comprei o terreno em Mississauga, é só seguir a plantação pro leste. Falei até com o Jared sobre a construção de mais um “depósito” lá. — Falo com ironia e o filho da puta ri, mas parece lembrar de mais algo.

— Tu não ta achando o Aiden muito quieto? — E essa pergunta sim me faz pensar. Quieto ele ta, mas isso não deveria me assustar, eu acho.

— Bieber. — O Josh chama, sinalizando que eles já tinham acabado e eu teria que ir lá pra acertar.

— Sim cara, ele ta quieto demais, e isso só quer dizer uma coisa. — Jogo o cigarro no chão e piso no mesmo. — Ele ta planejando algo.

Madison’s Point of View.

— Maddie, já falei que amo a tua mãe? — A Ry fala pela quinta vez depois que a pegamos de sua casa.

— Eu também te amo Rylee, e hoje vamos nos divertir muito meninas! — Ela acelera e começa a buzinar feito louca na highway, o que me faz até rir, eu estava com saudades dela.

— Onde vamos? — Eu pergunto quando noto que a minha mãe dirigia em direção a DownTown.

— Um clube de streapers, só que masculino. — Ela fala animada e eu arregalo os olhos na hora.

— Mãe, você perdeu o juízo? — E eu falo realmente séria. Ela é casada, CASADA! E eu tenho quase certeza que o Francis supre as suas necessidades sexuais.

— Como se tu nunca tivesse visto homem pelado né! — A Ry fala rindo e eu olho para ela furiosa, logo ela percebe que falou merda e tapa a boca com a mão, mas bem, tarde demais!

— Peraí. — Minha mãe fala séria enquanto até mesmo diminuía a velocidade. — Você transou? Como assim? Quando? Com o Chaz? — E nessa hora um som de nojo sai da minha boca.

— Você é nojenta, mãe. Nojenta.

— Não fuja da pergunta, você transou mesmo? Perdeu a virgindade? — Ela fala tudo rápido e eu suspiro, apenas concordando com a cabeça tentando não ficar vermelha. — Meu Deus! — E agora sim ela começa a buzinar como louca. — Vamos sair para comemorar isso então! — Ela fala toda animada e me olha. — É com aquele tal de Peter que você me falou? — Ela questiona e eu não sabia se concordava ou negava, porque foi o nome falso que dei para o Justin, então apenas concordo.

— Sim.

— E como foi? Ele tem o pênis grande? Deu o cu também já?

— Mãe! — Essa mulher não deve ter juízo, é sério.

— Eu amo ela! Responde! 

— Rylee, cala a boca! Se quer falar de sexo fale sobre você e o Ryan! — Quando falo isso ela dá de ombros e concorda.

— Ontem eu e ele tentamos uma posição nova, a…

— Por que eu vim mesmo? — Questiono para mim mesma, já a travando e fazendo ela rir. Minha mãe sorri para mim e me olha novamente, sorrindo e eu sabia que ela queria saber de mais coisas.

— Então filha, como foi? Quantas vezes?

— Mãe, eu não quero falar sobre isso.

— Por quê? Eu falei como foi com o Francis na primeira vez.

— Você me obrigou a sentar e te ouvir, caso contrário disse que eu ficaria sem o carro por um mês. — Rio e ela rola os olhos, já entrando no estacionamento desse maldito clube, o mesmo que parecia ser bem chique e bem frequentado.

Descemos do carro e já íamos até a entrada, mas paro quando meu celular começa a tocar e eu vejo o nome do Justin na tela, o que me faz abrir um sorriso no rosto.

— Podem ir entrando, eu já vou.

— É o Peter? — Minha mãe pergunta curiosa e eu concordo. — Se quiser eu te largo na casa dele depois, nem se preocupe! — Ela ri e a Rylee já a puxa para dentro. 

É, pelo visto seria eu que voltaria dirigindo hoje.

— Alô? 

— Hey angel, por que não me ligou? — Ele fala parecendo realmente cansado.

— Eu não queria incomodar você, por conta da sua mãe estar ai e tudo mais. Achei que talvez vocês gostariam de passar um tempo sozinhos. — Falo porque de fato é verdade.

— É que tu falou que ia ligar, ai eu fiquei esperando.

— Ah sim, desculpa. — Ele faz um som como de quem concorda.

— E tua mãe? Melhor?

— Sim, ela já está toda contente, até mesmo saímos para… — Paro de falar na hora, sabendo exatamente qual seria a sua reação ao saber que eu estou onde estou, merda.

— Pra? — Ele fala já soando mais duro e eu respiro fundo, tentando o enrolar.

— Ah, só saímos.

— Pra onde? Dá pra ouvir uma batida. — Ele fala e eu me afasto mais da entrada, indo para mais perto dos carros no estacionamento e realmente pensando no que eu falaria para ele.

— Ah… É um clube. — Falo e escuto ele até mesmo chegar a tossir.

— Como assim um clube? Ta na porra de uma boate?

— Não é bem uma boate. — Falo mais cagada ainda e escuto sua respiração ficar mais pesada.

— É o que então? Puteiro?

— Um clube.

— Caralho Madison, onde tu ta? Não me faz perguntar de novo.

— Um clube de strippers. — Falo isso e ele ri. Ri pois realmente acha que eu estou mentindo.

— Eu to falando sério.

— E eu também.

— Como assim tu ta nessa porra? — Escuto uma voz feminina de fundo pergunto o que houve, provavelmente sua mãe. Que ótimo, ele discutindo comigo agora na frente dela, perfeito!

— Justin, não fui eu quem quis vir para cá, só…

— De homem? — Ele questiona e eu apenas faço um som de aprovação. — Porra Madison, vai te foder meu. — Mesmo sem o ver eu sabia que ele havia acabado de pegar um cigarro.

— Justin…

— Não, se fosse eu nessa merda tu ia ficar louca!

— É diferente, eu não vou fazer nada, você me conhece!

— Conheço? — Ele questiona de forma bem sarcástica, me deixando mais irritada ainda.

— Justin, só… Eu não vou fazer nada, vim com a minha mãe e a Rylee, quando chegar em casa eu te ligo. Não vai…

— Não precisa me ligar porra nenhuma, ou tu vai embora agora, ou… — Ele deixa no ar e eu fico assustada.

— Ou?

— Ou me esquece, simples. — Ele fala possessivo e eu fico chocada.

— Justin, é uma programação para nós as três juntas, as três que são comprome… A minha mãe e a Rylee ambas estão em relacionamentos sérios, elas jamais trairiam eles. E você… Você não pode me cobrar por isso. — Falo com mais calma.

— Eu vou ai te buscar agora, onde tu ta? — Ele fala realmente sério e eu nego.

— Não, você não pode estragar a saída toda por… — E escuto somente a sua respiração, logo o som de algo quebrando e a ligação sendo desligada na minha cara. 

— Filha! — Minha mãe sai para me chamar e eu ponho um sorriso falso no rosto, pensando bem no que faria.

— Vamos. — Sorrio quando seguro a sua mão e entro com ela.

Eu sei que ele vai ficar furioso, mas… Que merda, se fosse ele eu ficaria completamente louca, mas é diferente, eu não vou nem sequer beber ou tocar neles, eu só… Merda, me ponho no lugar dele e sei que ficaria muito brava, mas não no nível Bieber.

Me sento com elas em uma mesa um pouco mais afastada do palco onde alguns homens  dançavam, eu não conseguia nem olhar sequer. Eles estavam com flores artificiais tapando os seus pênis, e sim, somente isso!

— O que houve? — A Rylee pergunta e eu apenas nego, não valeria a pena falar sobre isso agora e estragar a saída das duas;

— Nada demais. — Dou de ombros e ela fica sem acreditar, mas não pergunta mais por conta da minha mãe.

Minha mãe pede uma rodada para nós, e como tenho noção que eu vou voltar dirigindo, eu passo. Nunca fui muito chegada a bebidas, bebo apenas socialmente.

— Meninas, vamos lá dançar com eles! — Minha mãe fala animada e eu nego na hora.

— Mãe, você perdeu o juízo? — Ela me ignora e vai rebolando até lá, subindo no palco com os dançarinos e começando a rebolar. — Meu Deus. — Juro que tento segurar a risada, mas é mais do que impossível.

— Posso filmar? — Eu nego e a Ry ri, levantando e começando a gritar e bater palmas com o ritmo da música. — VAI FUNDO CAMERON, ARRASA GAROTA! — Ela fala realmente gritando feito uma maluca.

— Não incentiva essa louca!

— Deixa ela, ela se diverte mais que a gente! Eu vou ir, quando quiser parar de ser chata, pode se juntar à nós. — A Rylee vai e acompanha ela para cima do palco, sendo mais do que bem recepcionada pelos dançarinos, o que me faz rir.

Todos no clube batiam palmas e levantaram dos acentos para dançar, eu apenas olhava tudo com um sorriso idiota no rosto, sem acreditar.

Levanto e começo a aplaudir elas também com o ritmo da música, mas paro já sentindo uma presença atrás de mim, me encoxando. 

— Opa. — Falo me virando e vendo que era um dos dançarinos. Um realmente lindo e bem alto.

— Posso fazer uma dança privada pra você? — Ele questiona mordendo o lábio e na hora eu recuso educadamente.

— Não, obrigada. — Falo e ele não se dá por vencido, aproximando a mão da minha cintura.

— Prometo que não passo dos limites. — Ele fala e novamente eu nego.

— Acho que aquela mulher lá daria qualquer coisa por uma dança sua. — Falo para a mulher na mesa ao lado, a que o olhava com uma cara de tarada sexual. 

A mesma cara que o Justin me olha durante o sexo.

— Não vai querer mesmo? — Ele fala me analisando de cima a baixo e eu concordo.

— Eu passo. — Sorrio e ele dá de ombros, indo até a mulher e já rebolando sobre o seu colo.

Quando viro para o palco vejo que a minha mãe e a Rylee já deviam estar no terceiro ou quarto shot, porque estavam para lá de animadas. Deixo elas dançando enquanto olhava para o meu celular, vendo se ele tinha mandado uma mensagem ou sequer ligado, mas não, nada disso.

Depois de quase 2 horas, eu consigo tirar elas do palco e por ambas no carro.

Dirijo com pressa até a minha casa casa, pois já saberia o que eu faria, não conseguiria dormir só de pensar nisso.

Paro na frente de casa e praticamente arrasto ambas até lá, pondo minha mãe do lado do Francis, a mesma que apaga na hora. 

Já a Rylee eu ponho debaixo da água gelada e deixo um recado sobre a minha cama para ela, avisando que talvez não fosse voltar, mas que ela pegasse um pijama meu e dormisse sem me esperar.

Subo no carro novamente e dirijo com pressa até a casa dele, olhando o relógio e vendo que já se passavam das 2h da manhã, perfeito.

Assim que passo pelo portão, os seguranças já saem para manobrar meu carro e eu desço, pegando apenas minha bolsa e tentando tapar um pouco minhas pernas dos olhos desses brutamontes. Engraçando que quando estou com o Justin nenhum deles olha, não é mesmo?

— Acho que o senhor Bieber está dormindo. — O segurança que abre a porta para mim fala e eu acho que nunca fiquei tão aliviada na minha vida, só de saber que ele ficou aqui e não foi para nenhuma boate ou algo.

— A mãe dele também já dormiu?

— Antes mesmo do que ele. — Ele fala e eu concordo, subindo com os saltos na mão para não fazer barulho.

O que eu iria falar para ele? Ou sequer… Bem, eu só quero que ele me ouça, podemos conversar como pessoas civilizadas e vai acabar tudo bem. Pelo menos eu espero.

Abro a porta do seu quarto bem lentamente, notando que ele tinha dormido até mesmo com o abajur ligado.

Fecho a porta e coloco minha bolsa e sapatos sobre uma das poltronas perto do seu closet. Caminho lentamente até ele enquanto notava a quantidade enorme de cigarros acabados no chão, o que me deixa mais nervosa, pois sei o quanto isso faz mal para ele.

Me sento na ponta da cama e vou me aproximando dele, vendo que ele já dormia pesadamente e tinha uma expressão serena no rosto, a mesma que logo logo já daria lugar para uma expressão nada contente.

— Justin… — Chamo lentamente e acaricio o seu rosto. De primeiro momento ele nem reage, mas quando desço minha mão até o seu abdome ele parece despertar assustado e abre os olhos na hora, como quem está pronto para reagir.

— Mas o que… — Ele para de falar quando nota que sou eu, logo ele se afasta sem conseguir entender o que eu fazia aqui.

Ele cruza os braços nada contente e me olha de cima a baixo, ainda ofegante devido ao susto que ele havia acabado de levar comigo o acordando.

— Deixa eu falar. — Sento sobre os meus joelhos enquanto o olho e ele nega.

— Como foi lá? Aproveitou bastante? — Ele solta o veneno e eu respiro fundo.

— Não. — Falo séria e ele continua me olhando sem acreditar. — Eu só conseguia pensar em você. — Falo isso me humilhando e ele solta um riso debochado.

— Ah, claro. Com mil e um homens só de cueca rebolando na tua cara e tu pensando em mim. Aposto que no sexo também, deve ter até gemido a porra do meu nome. — Ele tenta se levantar furioso e eu seguro o seu braço, realmente querendo que ele me ouça.

— Justin, é sério. — Eu me aproximo dele e seguro sua mão, entrelaçando meus dedos com os dele e com minha outra mão acariciando a dele. — Faz dias que eu só penso em você. — Confesso sem conseguir acreditar que estou começando mesmo a admitir isso, não é possível.

Eu percebo o choque que o Bieber fica ao escutar minhas palavras, mas ele continua sério, esperando que eu continue, mas quando vê que eu não faço isso, é ele quem fala.

— Eu falei pra ir embora, e tu ficou.

— Não era assim tão simples. — Falo e ele ainda estava mais do que furioso.

— Como não? Não tinha carro? Pernas? — Ele fala estúpido e eu suspiro novamente. Calma Madison, calma.

— Eu vim aqui fazer as pazes com você, mas você torna tudo isso bem difícil. — Falo o olhando, o mesmo que senta melhor, me deixando ver que ele estava apenas de cueca.

— Se eu tivesse no teu lugar, com meu pai e qualquer um dos guris, indo pra um clube assim, o que tu acharia? — Ele fala realmente sério e eu não acredito mesmo que ele está fazendo logo essa comparação.

— Justin, é diferente. Você sabe disso melhor do que eu.

— Por quê? — E ele fala como se realmente não soubesse a resposta.

— Porque você já teve milhares na sua cama, enquanto você é o único homem com quem eu já me relacionei assim tão… Intimamente.

— Mas agora tu não é mais virgem, o que te impede de…

— Quer saber, você é quem decide. — Falo isso me levantando da cama sem paciência para esse drama todo. E bem, ele faz o mesmo. — Eu cansei de dramas, cansei dessa enrolação toda. Eu sei que posso parecer uma garota bem dramática, mas no fundo eu e você gostamos das coisas bem diretas, então pare de achar desculpas! 

— Mas é verdade. Tu pode dormir com quem quiser e…

— E? Justin, você tem ideia que eu larguei minha mãe e minha melhor amiga completamente bêbadas na minha casa só para poder vir aqui e não dormir com você bravo comigo? Você cobra tanto de mim, sendo que nenhum de nós ao menos sabe o que é que temos. — Finalmente falo apontando para nós os dois e ele me olha. Me olha tentando decifrar a situação em si, tentando compreender o que minhas palavras queriam mesmo dizer.

— O que tu quer de mim?

— Quem devia te perguntar isso sou eu. — E agora sim falo exasperada.

— Eu só quero que… Porra. — Ele vai pegar um cigarro sobre a cômoda e eu fico furiosa. Vou atrás dele e arranco o mesmo de sua mão.

— Fala comigo, não foge para essa droga! — Falo jogando o cigarro no chão e ele me olha nada contente.

— É ela que me deixa calmo.

— E eu te irrito? — Falo sem acreditar.

— Eu só não sei como agir contigo, eu te quero toda pra mim. — Ele fala isso de uma vez e fica surpreso, mas realmente parece que vai continuar. — Eu não quero ninguém com as mãos na tua volta, não quero que tu pise nesses lugares, pelo menos não sem mim. Eu quero que tu mantenha a porra dessa inocência o máximo que der, mas eu já to ciente que to tirando ela aos poucos, e isso me deixa louco. Eu só… Eu não consigo nem sequer passar tempo longe de ti, e isso não deveria acontecer. — Ele confessa e eu o olho não acreditando em tudo o que ouvi.

— Por que não deveria acontecer? Por que você não se permite envolver? — Ele fica em silêncio, mas continua me olhando. — Você tem noção do que é ver minhas amigas ou amigos com namorados ou o que quer que seja, contentes, orgulhosos deles? Simplesmente por assumirem algo público? — Quando falo isso ele ri. Ri de forma irônica, me machucando mais.

— Quer falar mesmo disso? Tu mesma falou que não ia ficar com alguém como eu. Babe, às vezes tu esquece quem eu sou, porque o Justin que dorme contigo, que te dá carinho, te da o mundo todo se possível, é o mesmo que depois de amanhã ta indo pra Montreal ajudar em um assassinato de máfia em massa. E não, eu não me importo de ter que matar ou torturar quem quer que seja, porque eu sou assim, eu tenho essa maldade dentro de mim. — Ele fala e então a ficha me cai novamente, mas é tudo diferente. — Como tu vai ter orgulho de um cara que a qualquer momento pode ta nos procurados da polícia? Orgulho de um cara que pode te por literalmente na merda e só ferrar contigo? Eu juro que to tentando, mas garanto que orgulho vai ser a última coisa que tu vai sentir de mim. Eu mato, torturo, faço o que for, só falta pro estupro na minha ficha, ai sim fica completa pra um cara que tu devia passar longe, caralho! — E quando ele fala isso eu não consigo segurar dessa vez a minha ironia, o que o faz me olhar sem compreender.

— Você não entende, não é mesmo?

— Entender o que, porra? — Ele se aproxima como quem se segura para não explodir e fazer algo que possa se arrepender.

— Que já passou do ponto de eu ligar ou não para o que você faça! Justin, eu realmente… Eu tenho vontade de me matar pelo que eu vou dizer, mas não me importo o que você faz. Eu sei que é errado, e eu sei que isso não deveria ser uma opção sequer de futuro, mas… Mas aquela aposta foi uma das melhores coisas que me aconteceu! Você foi uma das melhores coisas que já me aconteceu. — Quando eu falo isso ele dá um passo para trás, completamente chocado com as minhas palavras.

— Parece que tu esqueceu todas às vezes que eu já te fiz chorar.

— Eu me lembro de todas as que você me fez sorrir. — Eu falo isso quase desistindo. Ele nega com a cabeça como quem vai fazer algo que não quer, logo eu me sinto ser puxada com tudo até ele, mas não, não é nem sequer para um beijo, mas sim para um abraço.

— Eu te odeio. — Ele fala quando passa as mãos pela minha cintura. — Te odeio pelo fato de não ser só mais uma vadia, te odeio pelo fato de não sair da minha mente, te odeio pelo desejo que fez eu ter sobre ti, e te odeio pela sensação de proteção em relação à ti que cresceu em mim. — Eu puxo sua cabeça para baixo e beijo seus lábios, dessa vez eu mesma pedindo por espaço.

Suas mãos vagueiam de forma desesperada pelo meu corpo, como alguém que realmente estivesse louco por cada pedaço de mim. E bem, comigo não é diferente.

Ele me segura por baixo das coxas e eu pulo. Enrolo ambas as minhas pernas no seu quadril. 

Começo a ficar sem ar e beijo seu pescoço, começando a sugar o mesmo com força, sabendo que ficaria marcado e daria um belo chupão.

— Caralho. — Ele nos joga na cama e eu só queria ele, queria seu corpo, queria seus beijos, queria ele por completo. Queria sua boca suja, seus lábios em mim, ele me penetrando, e a proximidade máxima que os nossos corpos podem atingir.

— Justin… — Eu peço e ele cola nossos lábios com necessidade de novo, e eu já começo a sentir o alto na suas cuecas, então estico a mão e coloco dentro da cueca dele.

— Puta merda. — Ele morde o meu lábio e eu sorrio, começando a o masturbar e descendo meus beijos até o seu peito. Aperto mais sem membro repetidas vezes, isso enquanto passava de forma lenta a minha língua sobre o seu peito, realmente querendo o deixar completamente arrepiado.

Ele abre a minha saia que tinha o zíper por todo o material, já a jogando no chão. Eu me inclino para trás e tiro minha blusa, mas logo me inclino e sem paciência baixo sua cueca rapidamente, a jogando no chão e segurando seu membro.

— Chupa meu pau com força, porra. — Basta ele falar isso que eu me inclino e ponho o máximo dele possível na boca, notando que ele arqueia o quadril e acaricia a minha cabeça. — Buceta. — Eu começo a chupar seu membro repetidas vezes, sentindo ele cada vez mais duro na minha boca. Aperto suas bolas de leve e ele geme mais alto, puxando com mais força os meus cabelos.

— Seu pênis é enorme. — Falo já me soltando mais e ele me olha com seriedade.

— Então lambe tudo. — E faço isso, passando minha língua por todo seu pênis, o mesmo que pulsava fortemente.

Ele me puxa para trás com tudo, bem sem paciência e nos inverte, me deitando e esfregando as mãos com pressa sobre a minha barriga.

Sem nenhum aviso prévio, ele simplesmente puxa minha calcinha para o lado e encosta a língua na minha intimidade, me deixando completamente louca.

— Eu… — Gemo arrastado e ele simplesmente começa a sugar com mais força, fazendo minha intimidade latejar cada vez mais e mais.

— Tua buceta é muito gostosa cara, puta que pariu. —  Eu ponho minhas mãos na sua cabeça e não consigo controlar meus movimentos com o quadril, ele ergue uma mão e a põem por baixo do meu sutiã, já brincando com o meu mamilo, me fazendo gemer ainda mais, mas então… 

— Sua mãe. — Falo nervosa me afastando e ele ri, apenas arrancando meu sutiã para fora e colando seus lábios no meu mamilo enquanto sem aviso ele me penetra com dois dedos. — Awn baby… — Não seguro o gemido com suas ações, seus dentes brincavam com meus mamilos.

— Eu te deixo toda molhada, né? — Fala de forma arrastada e desce os beijos pela minha barriga. Seus lábios voltam para a minha intimidade, mas dessa vez lambendo bem por cima do meu clitóris, de forma bem lenta.

— Céus… — Eu mordo o lábio inferior e juro que seguro um grito agudo, o prazer é enorme.

— Hoje… — Ele começa a falar enquanto vai cantando uma camisinha no cômodo ao lado da cama. — Tu vai sentir eu gozar bem lá no fundo. — Ele fala passando a língua pela minha orelha enquanto colocava a camisinha no seu membro. 

Ele me beija e se deita sobre mim, mas eu ainda estava mais para baixo dele.

— Vem cá, quero te fazer gozar bem gostoso. — Ele me ergue e sem nenhum aviso, ele me adentra completamente. 

Ele me penetrou bem fundo, fazendo involuntariamente eu arranhar suas costas com força demais, me fazendo me arrepender, mas basta sentir ele, escutar o som de suas bolas embatendo contra mim, que eu já fico louca.

Eu fecho os olhos por conta do prazer e ele me penetra mais e mais, aumentando mais ainda a velocidade, e o melhor de tudo é que dessa vez é só prazer, não senti nenhum desconforto.

Eu mordo o lábio o olhando e passando a mão pelo seu pescoço, pensando bem no que eu queria falar. Quem tem a boca suja é ele, e eu tenho vergonha, então…

— Eu sou toda sua, Bieber. — E é o máximo que eu consigo falar, mas parece ser o suficiente para o deixar maluco.

— Tu parece mais apertada do que nunca, gostosa. — Ele aperta meu seio com força extrema, nos invertendo e me fazendo sentar sobre ele. — Rebola no meu pau, vai, sobe e desce. — Ele fala segurando meu quadril e me impulsionando para cima.

Eu passo minhas mãos pelo seu peito e faço isso, o deixando mais ofegante ainda quando sigo rebolando e me inclino, beijando seu pescoço de leve.

— Olha essa bunda, porra cara. — Ele fala apertando a mesma com muita força, mas isso apenas me faz gemer, e de maneira alguma reclamar. — Mais rápido, mas forte. — Ele fala erguendo o quadril e literalmente me fodendo, mas eu não tenho prática e meus braços estavam começando a cansar, o que ele parece notar, pois nos inverte de novo e sorri quando vê que eu não conseguia nem falar.

— Eu… Owwn… — Começo a falar e não termino, então ele aproxima seu rosto do meu ouvido e vai depositando beijos pela região.

— Porra, é muita tesão cara, eu não aguento mais. Eu posso gozar né? — Ele fala se fazendo de inocente e eu arranho mais suas unhas. — Posso gozar na tua bucetinha, né? — Ele entra em mim com tanta força, que meu corpo todo já se ergue mais para cima.

— Eu estou… Agrr… — Eu estava realmente para chegar ao meu limite, e logo o alcanço quando escuto seu gemido alto e lento.

— Caralho… — Ele fala com a voz rouca, e nem eu aguento mais, pois gozo, assim como ele tinha acabado de fazer.

A sensação é maravilhosa, é inovadora, é fantástica e… Me deixou completamente exausta.

Ele continua dentro de mim e eu passo meus braços na sua volta, o abraçando e sentindo o suor dele misturado com o meu. 

Ele lentamente se inclina e sai de dentro de mim, tirando a camisinha e a jogando no cesto de lixo perto da cama.

— Amanhã a gente vai pra farmácia ou pro ginecologista que tu quiser, mas não aguento mais te foder com camisinha, não dá. — Ele fala e eu sorrio, continuando abraça a ele enquanto ele nos tapava e ligava o ar no mais gelado, me abraçando e dando diversos beijos na minha testa e face.

— Vai ficar comigo direto? — Ironizo e ele ri.

— Não vou pra lugar nenhum, boa noite.

— Boa noite. — Dou um beijo no seu peito e exausta eu já fecho os olhos. Olha, eu detesto brigar com ele, mas se toda a reconciliação for como essa, posso começar a nem me importar mais.

No dia seguinte eu acordo com um movimento na cama, mas estava de costas para ele. Minhas costas estavam nuas e o cobertor preto me cubra apenas da cintura para baixo. Quando ia me virar para o olhar, a porta do quarto se abre com tudo, me deixando ficar completamente congelada e agradecer pelo cobertor estar me tapando, pelo menos tapando uma parte de mim.

— Querido, por que é que você ainda não desceu para… — A voz para de falar quando eu creio que tenha me notado, ou seja, o plano é continuar a fingir que estou dormindo. Eu não acredito mesmo nisso.

— Mãe fica quieta, vai acordar ela. — Ele fala passando as mãos pelas minhas costas e eu agradeço por ela não poder me ver, porque garanto que devo estar feito um pimentão. Um pimentão que nunca mais mesmo vai querer conhecer ela, não depois desse momento.

— Quem é ela? — Ela fala segurando a risada e eu tenho vontade é de chorar, sério que vai ser assim que eu vou conhecer a mãe dele?

— Bem… — Não fale da aposta, por favor, não fale da aposta, Justin. — É que assim, tinha uma aposta… — Ele começa e eu juro que queria poder me enfiar no chão. — Só… É complicado. — Ele gesticula com as mãos sem falar muito mais e eu realmente agradeço por isso.

— Então o que ela é sua? — A sua mãe pergunta e eu congelo na hora. Essa pergunta é bem complicada para nós.

— Porra mãe, tu sabe que eu não gosto de rotular merda nenhuma. — Ele fala realmente irritado, me deixando mais tensa.

— Ela é sua namorada? — Ela fala com um tom de voz mais alto e eu acho que nunca quis tanto ouvir uma resposta.

— Tipo assim, ela não deixa eu transar com mais ninguém sem ser ela, e ela também fica cagada quando eu faço essas coisas com o tráfico, sabe? Ela fica gostosa pra caralho quando cuida de mim, tem que ver mãe. — Ele fala rindo, e juro que achei fofo, mas com a sua mãe aqui eu nem sequer mexo um músculo que seja. — E bem, eu tenho vontade de acertar uma bala na cabeça de qualquer filho da puta que olhe pra ela. Com esse bundão dela, tenho que cuidar até se levar ela pra igreja! — Cachorro.

— Qual o foco da conversa mesmo? — Ela fala e ele ri de leve.

— Então… Digamos que somos exclusivos. — Ele fala ainda com a mão sobre mim, me acariciando enquanto eu ouço sua risada.

— Querido, sinto ser eu a te informar isso, mas acho que pela primeira vez na vida você vai precisar ouvir. Pois sim, está namorando. — Ela fala isso e eu sigo sem nem sequer lembrar como se respira. — Então vou perguntar de novo. Quem é essa jovem? — E então ele pousa a mão toda sobre minhas costas nuas, parando com os movimentos.

— É a Madison, a minha… A minha namorada. — É o que?

CONTINUA...


Notas Finais


Ai gente, espero que tenham entendido o porquê de eu amar tanto esse capítulo!
Ele no final, sério... <3 A mãe dela sendo muito útil, já posso dizer o quanto eu amo a Pattie por isso! E a mãe dela é uma doida varrida, A-D-O-R-O.
Queria dizer que agora que já tivemos a introdução do CASAL, vão aparecendo mais os inimigos do Bieber, seu cotidiano com o tráfico, e mais da parte criminal! Eu só queria fazer diferente e não focar diretamente muito nisso desde o início, porque queria mostrar a aproximação, e agora como ela vai lidar com tudo, espero que esteja bom!
Agradecer a minha patrulha do hot kkkk Porque até agora não me sinto confortável escrevendo com essa boca suja do Bieber kkkk Então, thanks meninas, amo vocês <3 Mim <3
QUASE 800 FAVORITOS, SEM PALAVRAS PARA VOCÊS, EU JURO!

Queria pedir para vocês lerem a fanfic da minha amiga, a história é muito boa mesmo e recomendo, é genial! A fic se chama "Royals" e vou por o link aqui embaixo:

Royals: https://spiritfanfics.com/historia/royals-5139097

Então é isso meus amores, deixo vocês com esse capítulo e espero do fundo do meu coração que tenham gostado, amo vocês e obrigada por me ajudarem com essa fanfic! Se está sendo esse sucesso, é por causa de vocês.

All the love. H


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