História Chains - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Zara Larsson
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Zara Larsson
Tags Comedia, Criminal, Drama, Justin Bieber, Revelaçoes, Romance, Tragedia, Zara Larsson
Exibições 2.258
Palavras 5.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey meus amores... 800 FAVORITOS, MEU DEUS, VOCÊS NÃO EXISTEM!
E bem, para comemorar isso, teremos exatamente o que vocês estão pensando... Att dupla!
Por isso estou postando agora de noite, e amanhã assim que der, já terei outro capítulo para vocês!
Espero que gostem e desejo uma ótima leitura meus anjos <3

Capítulo 29 - Daddy Is Coming.


 

“Sou conhecido por achar, que você é cheia de beleza ao invés de vazia. Açúcar em seus lábios, é difícil matar. Irregular como uma pílula, tão difícil de engolir. — Justin Bieber (The Feeling).”

 

Depois de ele ficar falando com a sua mãe por mais alguns minutos, ela sai e ele então levanta, indo até o banheiro e me deixando aqui.

Eu estava com um sorriso estúpido no rosto que eu não sabia mesmo como sairia.

Eu me sento na cama e me cubro com o cobertor, mas a minha felicidade no momento é tanta que eu realmente não me importo de ficar nua na sua frente novamente.

Namorada.

Ele me chamou de namorada? Tudo bem que ele nem pediu ou algo do gênero, mas… Bem, já que se trata do Justin Bieber, isso é mais do que um grande avanço, é um momento histórico!

— Acordou? — Ele fala vindo do banheiro e eu concordo, lhe lançando um sorriso, o qual ele retribui. — Ta com fome? — Eu nego e ele ri. — Ainda ta cheia de ontem? — Ele fala e eu concordo rindo. — Que merda, e eu querendo mais agora de manhã. 

— Nem pensar. — Falo sorrindo e ele me olha ainda estranhando.

— Acordou de bom humor em, finalmente conseguiu formular uma frase, ao invés de ficar só balançando a cabeça.

— Falando assim até parece que eu sou uma vaca.

— Só de vez em quando. — Ele dá de ombros e eu rolo os olhos.

— Hum… Sua mãe está aqui, certo? — Ele concorda e me olha. — Eu tenho só as roupas de ontem aqui, só não quero que ela pense algo de mim, afinal as roupas são mais de saída e tal…

— Ta tranquilo, ela não vai falar nada. — Ele fala me puxando pela mão e eu tento ficar tapada, pois estou nua, mas de nada adianta, porque ele é bem mais forte que eu. Ele passa a mão pela minha bunda e eu escondo meu rosto no seu peito, o que faz ele rir, — Vergonha é?

— Não.

— Então olha pra mim. — Eu levanto o rosto e o olho.

— Sim?

— Ta linda. — Ele me dá um selinho e depois um beijo na bochecha, me soltando e eu já começo a me vestir um pouco mais apressada. Ponho minhas roupas intimas e a blusa, mas a saia?

— Justin, você viu a minha… — Eu olho para ele que sorria com a minha saia na mão. — Pode me dar? — Ele nega com a cabeça e sorri, ele realmente está de bom humor.

— Só se eu ganhar um beijo. — Mal sabe ele que o que eu mais quero é o encher de beijos, milhares de beijos. 

Sorrio e vou até ele, dando um selinho rápido e ele nega.

— O que foi? — Brinco e ele continua me olhando.

— Um beijo de verdade. — Eu o puxo para baixo e colo nossos lábios, acariciando o seu rosto e puxando o seu lábio inferior entre os meus dentes. — Prontinho. — Ele me estende a saia e eu sorrio, já a colocando e fechando com sua ajuda. 

Pego minha bolsa e os saltos seguro na mão, descendo com ele e colocando eles no canto da sala, para quando fosse sair.

— Sim Jade, e na volta para o Havaí ele simplesmente… — Ela para de falar quando nos vê. 

Que. Mulher. Maravilhosa.

Como ele nunca me falou que sua mãe também era nova? Céus, tem tanto sobre ele que eu não sei e… Ela está me olhando e eu estou encarando ela com uma cara de lunática, ótimo começo.

— Oi mãe. — Ele fala passando por ela na cozinha e indo até a geladeira, abrindo a mesma. O maldito nem para me apresentar na frente dela mais formalmente.

— Prazer, eu sou a…

— Prazer só quando a gente tiver fazendo outras coisas, babe. De preferencia entre quatro paredes. — Ele fala passando por mim dessa vez, isso claro que fazendo questão de sua mão parar na minha bunda, me deixando completamente tensa.

— Eu… Ah… — Gesticulo com as mãos mais do que nervosa e ele ri, se apoiando do lado da mãe no balcão.

— Maddie, essa é a minha mãe. Mãe, essa é a gostosinha que eu tava te falando. — Ele pisca o olho para mim quando eu o olho fervendo de raiva. Eu juro que mato ele, juro.

— Madison. — Ela sorri levantando. Eu estendo a mão e ela rola os olhos, exatamente da mesma forma que ele faz, já me dá um abraço. — Pode me chamar de Pattie, é um prazer conhecer você. — Ela sorri e eu faço o mesmo, bem nervosa mesmo.

— O prazer é todo meu. — Fico meio sem jeito e olho para ele, esperando que ele fale alguma outra piada, mas não, agora ele fica apenas me olhando de cima a baixo e mordendo o lábio. Ele está mesmo tentando me deixar desconfortável na frente dela, é um cachorro.

— Mas então Madison, o que você faz da vida? — Quando ela pergunta isso bate na cadeira ao seu lado, para eu me sentar, e é isso que eu faço.

Para ser exata eu não sei o que essa pergunta quis dizer, pois não sei se ela pensa que eu sou…

— Mãe, eu não conheci ela no tráfico. Ela é uma pessoa decente, que ta na faculdade e nunca matou alguém ou sequer usou drogas. — Ele fala já de uma vez e ela me olha surpresa.

— E está com ele por quê? — Ela fala apontando para o filho dela, e sério, não consigo segurar a risada.

— Ele é um amor quando quer. — Tento defender, mas ele nos olha sério, não achando a mínima graça.

— Faz faculdade do que? — E no que ela pergunta, a Jade começa a por as coisas do café da manhã sobre a mesa.

— Arquitetura.

— Eu adoro arquitetura! Quando mais nova eu sempre sonhei em cursar, mas então… — Ela perde o sorriso meio que lembrando de algo e eu fico desconfortável, não sabendo o que falar.

— Mas veja só mãe, largou a escola e pariu essa beldade, quer o que mais? — O Justin fala ao se sentar na mesa conosco e eu concordo para a deixar mais confortável, mas vejo que ele fica rindo. — Eu sei Maddie, eu sei que tu não ia conseguir viver sem me conhecer. — Ele fala dando de ombros e eu rolo os olhos.

— Não é como se eu fizesse questão. — O provoco um pouco, vendo ele se apoiar com os cotovelos sobre a mesa.

— Mas e sobre a aposta? O Justin não me explicou sobre o que era. — Ela fala toda interessada e eu já nego, sentindo as minhas bochechas voltarem a ficar vermelhas.

— Nada demais, só…

— Eu apostei que ela não aguentava ficar dois meses na minha volta sem transar comigo. — E após falar essas simples palavras, ele coloca um pedaço de panqueca na boca, bem normal mesmo.

— Eu ganhei, só para deixar claro. — Falo isso com pressa, para que ela não pense nada de mim.

— Ganhou no prazo né, não vou nem falar nada. — Ia rebater, mas ouço a risada da sua mãe.

— Vocês são um casal engraçado, eu gosto disso. Prefiro que ele se mantenha ocupado com você, do que com o tráfico e tudo mais. — Ela fala realmente mais séria, olhando ele de canto de olho, mas logo voltando sua atenção para mim. — E só para você saber, eu não esperei nem uma semana com o pai dele, isso que o Justin é mais bonito do que o Jeremy jamais foi.

— Mãe, não preciso ouvir sobre as tuas experiências sexuais com o meu pai, valeu. — Ele fala realmente enojado. — O que vai querer fazer hoje? Amanhã infelizmente tu já ta indo embora. — E ele nem finge uma cara de lamentação.

— Eu estava pensando em irmos dar uma volta de barco hoje, o que acha? Claro que você também querida. — A mãe dele fala e ele já me olha direto.

— A Maddie não curte muito o…

— Por mim tudo bem. — Falo e ele me olha novamente, querendo ver se era sério, então apenas concordo com a cabeça. Claro que internamente eu quero é ficar bem longe daquele barco, mas não quero que ela me veja como enjoada. Céus, o que ela pensa de mim realmente me afeta.

— Se quiser chame os meninos, estou querendo me encontrar com a Jéssica e a Anne. Elas podem ir, certo? — Ele dá de ombros e pega alguns morangos já cortados da mesa, começando a os comer.

— Avisa elas que vamos e eu deixo algum dos meus seguranças ir contigo pegar elas. Eu falo com os meninos e eles nos encontram no píer, ai passo com a Maddie na casa dela pra ela pegar roupa. — Ela concorda animada e já pega o celular enquanto levanta, acho que indo discar para alguma amiga sua.

— Você podia deixar o Ryan levar a Rylee né? — Sugiro realmente animada e ele nega sem nem pensar.

— Ela me irrita. — Ele fala comendo morango e eu fico o encarando. — Nem vem, esse olhar não me assusta. — Eu arqueio uma sobrancelha e cruzo os braços, o deixando confuso. — Se esse for o olhar “sem sexo”, de boas, ela vai. Tanto faz. — Sorrio e já mando uma mensagem para ela, que não responde porque devia estar ou dormindo ou com uma dor de cabeça bem desgraçada.

Depois de comermos rápido, a Pattie já sai para ir buscar as amigas e eu subo no carro com o Justin, indo em direção a minha casa para me trocar.

— Não vai entrar? — Ele nega quando pega o cigarro e eu concordo, entrando rápido para casa e vendo que minha mãe estava na cozinha com a Johanna. — Oi. — Sorrio passando por elas e subindo para o meu quarto, mas já escutando os passos da minha mãe atrás de mim.

— Dormiu no Peter?

— Mãe, o nome dele é Justin. — Falo rindo e procurando algum biquini.

— Como assim?

— Nada, apenas… Eu tinha em confundido. — Ela rola os olhos, mas logo já põem a mão na cabeça.

— Merda de ressaca.

— Eu não sei nem como você está de pé hoje. — Falo e ela ri.

— O Francis me deu banho, foi maravilhoso!

— Não preciso dos detalhes! — Pego pelo menos um vestido e ela me olha de cima a baixo.

— Vão sair?

— Sim, vamos ir dar uma volta de barco. — Falo e ela fica animada.

— Uau, ele tem um barco? 

— Sim.

— Filha, ele não é um cafetão, certo? — Ela pergunta com tanta seriedade que eu concordo com ironia, ainda procurando biquini e ela parece se ligar de algo, pois sai apressada e sem demora já volta para o quarto com algo na mão. — Comprei esse maiô em Milão, é maravilhoso! — Era como um biquini, mas algo ligava a parte de cima com a de baixo na área da barriga. Ele era preto e realmente lindo, mas a parte de cima era minúscula, sem contar a de trás.

— Não tem como eu usar isso, não tapa nada!

— E quem disse que é para tapar?

— A mãe dele vai estar junto! E o Chaz e os meninos também.

— Peraí, por que você conhece a mãe dele e eu não o conheço? E o Chaz também o conhece? Como assim? — E agora sim ela fica furiosa.

— Eu te amo mãe, e estou atrasada. — Vou colocando esse maiô mesmo as pressas e ponho um vestido por cima.

— Quero ele aqui em casa essa semana, quero o conhecer. — Minha mãe fala e eu concordo, já dando um beijo nela e pegando a chave de casa, pondo na bolsa e após por meu óculos de sol eu já saio, vendo que o Justin me esperava no carro.

Justin Bieber’s Point of View.

Eu acelero depois que ela entra e ia perguntar pra ela quando as suas aulas começavam, mas o meu telefone começa a tocar e eu bufo.

— Os meninos não sabem esperar, porra. — Falo pegando o celular e já me acalmo na hora quando vejo o nome na tela. 

“Novak”.

O que ele quer agora?

— Alô?

— Como é bom ouvir sua voz, Bieber. — Ele fala com o maldito sotaque russo, me deixando mais tenso.

— Precisa de algo?

— Sim, eu estou em Toronto.

— Porra. — Sai da minha boca antes que eu pense, captando a atenção da Maddie e escutando a risada do Novak.

— Bom saber que me quer aqui.

— Eu só… Por que não me avisou? Teria preparado um quarto com putas pra ti. — Falo rindo falsamente e ele concorda.

— Dessa vez eu não vim para ficar, apenas entregar algo. 

— O que? Precisa que a gente mate mais alguém? — Pergunto sentindo a mão da Maddie na minha coxa. Ótimo momento para ela estar comigo.

— Eu estou na casa do Aiden, pode se juntar à nós agora. — Minha cara de quem vai pisar lá.

— Eu to ocupado agora, mas de noite eu…

— Eu vou embora em meia-hora. Vou literalmente só entregar algo para vocês, depois disso você é livre para ficar com a sua namorada, Bieber. — Ele fala isso e eu olho pelo retrovisor, vendo três SVU’s atrás da gente. Perfeito.

— Vou largar ela em casa e encontro vocês, preciso de…

— Não, traga ela com você, adoraria conhecer. — Ele fala e eu nego, indo fazer o retorno, mas tendo os seus seguranças trancando todo o meu caminho. — O que tu quer?

— Ver você, e ela. Não é todo o dia que temos Justin Bieber apaixonado, é bom conhecermos os seus pontos fracos. — E com isso eu bufo.

— To ai em cinco minutos. — E com isso eu desligo na cara dele, jogando o celular no meu colo e respirando fundo. Porra, logo agora? Logo hoje?

— Madison, tu vai me escutar com muita atenção, entendeu? — Olho pra ela e vejo que ela me olha mais assustada do que confortável, merda. — Só… Tu vai conhecer uns amigos meus. Tu não responde, e não fala nada, só fica do meu lado e deixa que eu cuido de tudo.

— Mas… Não íamos com o pessoal para o barco?

— E vamos, mas eu preciso resolver essa porra antes, eu não posso mandar esse cara a merda, ele… Ele é o chefe de toda a máfia russa. — Ela fica surpresa quando eu falo isso, ela se vira e me olha.

— Então ele manda em você? — E nessa hora eu aperto mais o volante.

— Não, ninguém manda em mim.

— Sua mãe manda. — Ela fala se fazendo de engraçadinha e eu bufo.

— O cara é impiedoso e tem mais homens do que o exercito americano. Então não, ele não manda em mim, mas eu e muito menos o Aiden gostamos de deixar ele irritado. Então… Digamos que quando é ele, eu e o Aiden abrimos um caso e cooperamos, pois ai menos merda pro nosso lado. — Eu falo com simplicidade, vendo que ela entende e não pergunta nada.

Boa garota.

Assim que estaciono na frente da mansão do Aiden, eu olho com nojo e desdém.

— Ele não tem dinheiro nem pra por ouro na volta do chafariz. — Ironizo segurando a mão dela e respirando fundo, ouvindo sua risadinha fraca.

— Eu devia estar preocupada?

— Não. — Sim.

Eu detesto ter que trazer ela pra isso, mas eu não tenho outra alternativa. E bem… Já que agora ela entrou mesmo na minha vida, ela vai conhecer boa parte dela.

— Lixo na minha mansão, ótimo. — O Aiden fala assim que eu entro na sala, me fazendo rolar os olhos.

— Tu mora aqui, queria o que? — Ironizo e sinto que a Madison aperta a minha mão com uma força do caralho. Quando olho pra ela pra tentar entender, vejo o olhar dela no Novak, o que já me deixa irritado. — Mas então, o que precisa que fez eu vir até aqui? — Falo porque de fato o único momento que eu e o Aiden ficamos no mesmo espaço sem querer se matar, é quando o Novak ta por aqui.

— Calma Bieber, não vai apresentar a menina? — Ele fala sorrindo e mostrando alguns de seus dentes de ouro.

Esse merda.

— Tu já sabe o nome dela.

— Com certeza, e devo dizer, Madison Queen Turner é de fato um nome bem interessante. — Ele se aproxima dela e eu a ponho para trás de mim, ganhando uma risada dele. — Ia apenas cumprimentar a moça.

— Pois é, a moça e o querido tão com pressa, então já pode falar o que quer. — E pela primeira vez na vida, o Aiden falou algo que prestasse.

— Eu sei que vocês os dois são os maiores do Canadá. — Ele começa, me fazendo rir.

— Eu sou o maior, só pra lembrar. — Falo sentindo o braço da Maddie segurar até o meu braço, isso com muita força.

— Enfim, pensei em dar um colega novo à vocês. — E quando ele fala isso, eu e o Aiden nos olhamos sem entender nada.

— Nós já falamos antes, sem traficantes novos na área, Novak. — O Aiden fala cruzando os braços e eu escuto tudo com muita cautela. Ele ta louco se acha que eu vou dividir os pontos de vendas e tudo mais com cara novo.

— Esse não vai se meter no meio de vocês. Só estou apresentando porque esse meu traficante vai cuidar os negócios do Canadá de perto, se não ver um bom mercado, dentro de alguns meses vai para os Estados Unidos e vê o que dá. — Ele fala simples, me deixando tenso.

— A gente mata ele. — O Aiden fala pra mim e de fato não era uma má ideia, eliminar ele de vez.

— E quem seria o teu traficante? — Arqueio a sobrancelha quando a Maddie fica do meu lado e eu enrolo a cintura dela com a minha mão, a puxando para mais perto ainda de mim.

— Minha filha, Olenka. — Ele fala sorrindo e olhando para a porta de entrada, a mesma que se abre e vem dois seguranças, acompanhados da…

— Puta merda. — O Aiden fala e eu engulo um seco, virando o rosto e nem olhando pra puta que só faltava ta pelada na nossa frente. Claro que a Maddie aqui do meu lado não ajuda muito né. Porra, por que minha cabeça quer virar pra olhar? Puta merda.

— Eu não quero que cuidem dela, longe disso. Apenas que a tratem com o mesmo respeito que um de vocês. — E quando ele fala isso eu rio.

— Quer que a gente espanque ela? Porque esse é o respeito que eu tenho pelo Aiden. — Ironizo e ele fica com uma postura mais séria.

— Não, Bieber. Apenas que não se metem, e que de maneira alguma lhe façam mais. Ela é a minha filhinha mais nova, meu diamante. — Ele fala passando a mão na cintura da filha e ela faz um bico, recebendo uma selinho do pai.

— Urgh… — A Maddie segura o gemido de novo e então eu me ligo. Essa garota ai que não me traga problemas, pois ai sim eu vou fazer questão de eliminar esse problema.

— Então quer que a gente seja babás? — Eu pergunto perdendo a paciência.

— Sim, mas que não se metam. Se ela precisar, ela vai procurar vocês. — Ele fala e ela concorda, olhando pra mim e mordendo o lábio.

— Pode apostar que vou procurar.

Madison’s Point of View.

Após subir no carro, ele dá a partida e ao som do Drake vamos indo até o píer, que não era absurdamente longe. 

Eu fico me corroendo para perguntar sobre o que se tratava tudo isso, quem era Novak, essa filha dele que realmente me dá mais medo do que a Cassie, mas não, me mantive apenas na minha e bem calada.

Eu prometi que não iria me meter em suas coisas, e por mais que a curiosidade esteja me matando, que assim seja.

Quando chegamos, ele para o carro e já vejo que os meninos e todos estavam lá, só faltava a gente.

Antes de descer, ele se vira e me olha com seriedade.

— O que aconteceu na casa do Aiden não é nada pra que tu te preocupe, ta? A filha dele não vai trazer problemas, se ela começar a incomodar eu faço questão de mandarem estuprar ela e ponho a culpa no Aiden. — Ele fala realmente sentindo qual era a minha preocupação.

— Você não conhecia ela? Nunca transou com ela? — E após eu falar isso, ele ri.

— Amo como tu é direta, mas não, e só de saber que ela é filha dele, eu quero mesmo distância. O cara é louco, um psicopata. Só… Curte o dia e sei lá, a chata da Rylee ta aqui, conversem sobre o meu pênis e o do Ryan, coisas que garotas normais fazem. — E quando ele fala isso eu não seguro a risada.

— Acha mesmo que é sobre isso que eu e a Ry conversamos? — Arqueio a sobrancelha e ele dá de ombros, realmente achando graça. — Apenas… Eu fiquei preocupada, só isso. — Eu falo e ele nega.

— Não precisa, ele é grande, mas não me dá medo. E desde que aquela garota não se meta nos meus negócios, ela não vai ter nenhum problema.

Concordo enquanto descemos e sigo um pouco mais na frente dele. Eu realmente não sei se ele vai querer agir normalmente comigo na frente dos meninos ou algo, então não quero…

— Onde tu ta indo? — Ele estende a mão e eu fico mais reticente, logo seguro e sorrio com ele, enquanto íamos ao encontro dos outros, que nos olhavam nada pacientes. Com essa função do Aiden, realmente demoramos bem mais do que deveríamos.

— Porra, a gente já tava quase indo sem vocês. — O Nolan fala nada exagerado, já subindo com o resto do pessoal e eu respiro fundo, subindo no barco com todos bem lentamente.

— Ta tudo bem? — O Justin pergunta baixinho para mim enquanto segurava minha mão com mais força e eu sorrio com a sua preocupação, concordando com a cabeça e apertando mais sua mão.

— Justin, nós vamos ficar na parte de cima para pegar um sol, qualquer coisa me chame. — Sua mãe fala docemente quando o barco começa a andar e sorri até para mim antes de subir.

— Da pra ver que tua mãe veio pra cá só pra passar tempo contigo, cara. — O Chris debocha já tirando a camiseta e o Justin levanta o dedo do meio para ele.

Todos já a tirar a roupa, com as de banho por baixo, e basta eu ver o sorriso idiota no rosto do Chaz que eu sabia que ele ia falar merda.

— Precisa de ajuda pra passar o protetor solar, Rylee? — Ele ironiza e sem mais delongas, é empurrado para água pelo Ryan, o que faz até mesmo eu rir.

— Ta de biquíni? — O Justin pergunta no meu ouvido para mim e eu mexo a cabeça como um mais ou menos, o que faz ele estranhar. — Como assim mais ou menos? Ta sem nada por baixo? — E agora sim eu rio.

— Por quê?

— Eles vão ficar olhando. — Ele fala enojado e eu rio. Sou puxada por ele escadas abaixo, indo até um dos quartos do barco com ele. — Tira o vestido pra eu ver. — Ele fala e eu rio.

— Justin, é uma roupa de banho normal, não tem grande mistério.

— Eles vão te comer com os olhos, e eu não posso controlar isso. Eu sei a mente que esses filhos da puta tem. — Ele fala irritado e eu acho até fofo, claro que do jeito “Bieber”.

Tiro o vestido devagar e o escuto bufar bem pesadamente. 

— Puta merda. — Ele me olha de cima a baixo e eu continuo o olhando. — Tu ta muito gostosa com isso, mil vezes melhor que a tua amiga que nem bunda tem. — Eu arqueio a sobrancelha e ele ri. — Eu olhei antes, não foi hoje não. — Ele se “defende” e eu rio.

— Bem, se serve de consolo eu não me sinto muito confortável, mas era o que tinha.

— Porra. — Ele realmente parece emburrado, e eu não estranho, porque eu não sei como cabe tanto ciúme e possessão em uma pessoa só. — Dá uma volta pra eu ver. — Ele fala com a mão no queixo e o pior é que não é nem de uma forma “safada”, ele fala como se fosse me analizar mesmo.

— Justin! — E ele dá de ombros, ele mesmo andando na minha volta e indo para trás de mim, puxando o tecido que ficava na bunda e tentando esticar o mesmo, me fazendo rir.

— Porra meu. — Ele tenta puxar mais e eu seguro.

— Se puxar mais eu fico com os peitos de fora! — Ele fica irritado e volta para a minha frente, tentando ajeitar.

— Eu nunca vou me meter no jeito que tu se veste, bem, pelo menos quase nunca, mas esse biquini é pura tentação meu. — Ele fala se afastando e me olhando de cima a baixo, parecendo começar a se acalmar aos poucos. — Já passou protetor? — Eu nego e pego o mesmo da minha bolsa. O Justin abre e começa a passar pelas minhas costas, logo descendo até a minha bunda o que me faz virar para o olhar.

— Senhor Bieber? — Ironizo e ele ri.

— Pior que não to só te tocando, to passando também. — Ele continua passando e eu mesma começo a passar pela minha barriga e peitos. — Se tu tiver que passar de novo tu desce e passa aqui embaixo, passar essa porra na frente de qualquer homem deixa a gente de pau duro. — Ele fala e eu seguro o queixo dele, acariciando o mesmo.

— Já passou? — Ele concorda e eu faço um biquinho. — Queria passar em você. — Falo inocentemente e ele passa a língua sobre os lábios, se inclinando um pouco e me dando um beijo rápido, mas logo põem as mãos na minha cintura e embate o quadril no meu, pedindo espaço com a língua e me fazendo sorrir antes de ceder.

— De noite tu pode passar o que quiser em mim. — Ele morde meu lábio e logo se afasta, me olhando de cima a baixo e dando a volta, me olhando.

— Justin, não sou um objeto.

— Não quero que meus amigos fiquem olhando a minha namorada e se imaginando na cama com ela. Tu não tem ideia da mente que esses merdas tem. — Eu congelo quando escuto ele realmente falar essa palavra, mas tento já falar algo para disfarçar.

— E você não?

— Eu também, por isso mesmo já sei o que eles vão pensar quando te virem, até o Chaz. — Ele finalmente suspira e abre a porta.

Eu deixo a bolsa aqui e pego uma toalha, ele já aproveita e fica do meu lado, colocando a mão na volta da minha cintura e abrindo o máximo possível da palma da sua mão e pondo a mesma na minha bunda, como se de alguma forma fosse tapar mais.

— Justin. — Falo quando já estamos na parte que todos estavam, os mesmos que bebiam, conversavam, fumavam e riam, mas que quando entramos, nos olham e sorriem.

— Eu mato quem olhar. — O Justin fala sério, enquanto coloca o óculos de sol e continua a os encarar. — Eu mato mesmo, to com a minha arma lá embaixo. — Ele me puxa com ele, mas quando ele pega um cigarro de maconha com o Nolan, eu decido me deitar um pouco no sol com a Rylee que eu ganharia mais.

— Ciumento, não acha? — Ela ironiza e eu rio.

— Eu acho fofo.

— Até ele começar a controlar o que tu usa. — Ela fala se virando de costas e rindo. — Abre meu biquini? — Ela fala isso e eu rio, abrindo o mesmo e roubando seus óculos de sol enquanto ela já deitava melhor e sorria para mim. — Quem diria em, as universitárias mais certinhas, com os caras mais sujos. — E agora que eu rio.

— Você, certinha? — Eu pego uma taça de champanhe de uma das funcionárias do barco, que logo traz uns petiscos.

— Qual é, nessa vida de universitário tem muita coisa pior que eu poderia fazer e não faço. Eu podia ser aquelas loucas que dormem com 5 de uma vez só, se bem que eu não sei nem como que o buraco diminui depois, sério, é tenso. — Ela faz um som de nojo e eu rio.

— Se pensar por esse lado, sim, você é bem tranquila mesmo. — Eu concordo e ela faz o mesmo, como se fosse óbvio.

— Ta preparada pra aulas? Cara, faltam só uns dias, eu mal consigo acreditar nessa porcaria. A única coisa produtiva nas minhas férias foi transar com o Ryan, porque nem academia eu fiz. — Ela fala segurando o riso e eu a olho.

— A gente podia começar uma academia né? Ou sair para correr? Estou virando uma sedentária, e isso é péssimo. — Ponho na boca um dos enroladinhos de peixe, que é muito gostoso mesmo.

— Você não vai fazer nenhum esporte na faculdade esse semestre? Pensei que ia continuar na corrida. — Ela fala e eu nego.

— Talvez, mas queria algo novo.

— Com o Bieber já não experimentou muita coisa nova? — Ela fala maliciosa e eu dou um tapa nela, me deitando mais e olhando para o céu.

— Eu acho que eu sou a namorada dele. — Eu solto de uma vez e ela faz um som de deboche. 

— É claro que você é a namorada dele, esperava que fosse o que? Puta fixa? — Eu rolo os olhos, embora ela não consiga ver.

— Não é assim Ry, mas ele é o tipo e cara que eu nunca pensei falar isso tão livremente. E até o momento ele já se referiu a mim como sua namorada mais de uma vez. — Falo e ela sorri.

— Ele chegou a pedir?

— Não, e ele não sabe que eu ouvi, mas depois de ele ter me chamado na minha frente, acho que posso o chamar também, certo? — Falo realmente receosa, o que faz ela rir.

— Cara, até a mãe dele tu já conhece, o negócio ta sério.

— Você conheceu os pais do Ryan? 

— Só o pai, e bem, ele não vai poder conhecer o meu. — Ela fala rolando os olhos e é então que eu lembro que o pai dela é policial. Não qualquer um, mas sim da área criminal.

— Mas será que ele já tem alguma passado pela polícia?

— Aos 19.

— Muito pesada?

— Assassinato. — Ela fala engolindo seco e eu arregalo os olhos. — Ele e o Nolan, mas como foi em legitima defesa conseguiram sair livres. — Ela explica e eu concordo, mas eu e ela sabíamos que se foi por legitima defesa, deveria também ser por algo que eles provocaram anteriormente.

— Você não tem medo? — Ela me olha já sabendo ao que eu queria me referir.

— Meu maior medo não é nem saber que ele foi preso, mas acho que…

— Se ele levasse um tiro ou estivesse a beira da morte. — Completo e ela afirma.

— A gente sabe que isso provavelmente não vai longe, por isso… Nós temos que aproveitar enquanto da tempo. — Ela fala e eu concordo. — Já pensou que talvez quando sua mãe se separar do pai do Chaz, isso tudo meio que…

— Eu não quero nem pensar. — Falo séria e ela concorda, esse pensamento à uns dois meses atrás era minha salvação, mas agora… Não quero nem imaginar, porque tenho medo que de certa forma fosse me afastar deles todos, e bem, até do Nolan eu gosto.

— Eu fico feliz por você finalmente estar bem, por se permitir envolver com alguém e… — Ela para de falar quando uma das funcionárias sobre com a minha bolsa para cima, me fazendo estranhar.

— Perdão senhora, mas o celular na bolsa estava tocando diversas vezes e escutamos da cozinha. — Ela fala e eu sorrio para ela.

— Muito obrigada. — O Justin me observava sem saber ao certo o que era, mas acho que pela cara que eu faço ao ver o nome na tela eu já até mesmo falho na respiração.

— Quem é? — A Rylee ia levantar, mas se liga e amarra a parte de trás do biquini antes.

— Meu pai. — Ela me olha séria e eu simplesmente me levanto, descendo apressada até o quarto que eu tinha estado anteriormente.

— Alô?

— Oi docinho. — Esse apelido até hoje é o pior do mundo para mim. — Como está? — E nessa hora o Justin entra aqui no quarto, fechando a porta atrás dele e parecendo assustado. Talvez pelo jeito que eu sai ele deve estar esperando o pior.

— Bem, e você?

— Bem. — Ele fala apenas isso e o Justin me pergunta quem era. — Meu pai. — Falo ao afastar o telefone do ouvido, ele faz uma careta.

— Adivinha quem está na cidade e quer ver a filhinha?

— Hoje? — Falo já desanimada e o Justin vem até mim, fazendo eu sentir o cheiro da maconha saindo dele, sinceramente? Era horrível, mas o fato de ele estar aqui me apoiando era mais do que maravilhoso para mim.

— Sim querida, amanhã de manhã eu fiquei de ir falar com o seu avô.

— Ah, claro… Que horas?

— Podemos sair para jantar. O que acha, docinho? — Eu fecho os olhos com raiva e o Justin acaricia o meu braço.

— Ah, eu posso levar alguém? — Olho séria para o Justin, que já entende e concorda na hora para mim.

— Claro, por quê não? — Eu sabia que ele não queria, provavelmente porque a janta sairia mais cara para ele, mas sinceramente, eu não ligo. — E quem seria?

— Meu namorado.

CONTINUA...


Notas Finais


Então gente, gostaram?
Antes de falar algo, queria agradecer pelos até agora 74 COMENTÁRIOS NO ÚLTIMO CAP, CARA, VOCÊS FAZEM DESSA FIC O QUE ELA É! SÉRIO <3
Voltando ao capitulo... Novak é um personagem muito poderoso mesmo, que vai fazer futuras aparições. Justin e Aiden não trabalham pra ele, mas digamos que ele é uma das pessoas que o Justin pensa mil vezes antes de bater de frente!
A filha dele ainda vai aparecer mais, e sei que Olenka pode parecer um nome estranho, mas não vamos esquecer que eles são russos!
E bem... O Pai da maddie está chegando, o que podemos esperar disso? Um ótimo encontro dele com o Justin, que já odeia o cara! kkkkk
Espero que tenham gostado do capítulo, da maneira como a Pattie e a Madison se conheceram e se trataram! Introduzi os outros personagens porque acho que já estava na hora de mostrarmos problemas fora da relação deles! E logo logo as aulas das meninas voltam, ou seja... Nosso CASAL tem que aguentar firme e forte <3
Devido o número de favoritos, amanhã tem mais capítulo, então digo e repito kkk Se sintam novamente BEM À VONTADE pra comentar nesse, porque daqui a poucas horas já tem outro <3

All the love. H


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