História Chains - Capítulo 30


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Categorias Justin Bieber, Zara Larsson
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Zara Larsson
Tags Comedia, Criminal, Drama, Justin Bieber, Revelaçoes, Romance, Tragedia, Zara Larsson
Exibições 2.514
Palavras 5.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey meus amores, como prometido, aqui está o segundo cap!
Espero que gostem dele e desculpem pela "demora".
Boa leitura, beijão <3

Capítulo 30 - Your Dad Sucks.


 

“Às vezes é difícil fazer a coisa certa quando a pressão vem como um relâmpago. É como se eles quisessem que eu fosse perfeito, quando nem sabem que eu estou sofrendo. — Justin Bieber (I’ll Show You).”

 

Justin Bieber’s Point of View.

— Qual é, a gente ainda tem meia hora. Eu gozo bem mais rápido do que isso! — Falo desligando o carro depois de entrar em uma rua vazia e com fim.

— Não Justin, eu vou ficar toda desarrumada, e suada. Seria nojento. — Ela fala e eu rio, colocando o banco do meu Bugatti o mais pra trás que dava.

— Ah anda, esse é o carro mais caro do mundo e eu comprei ele esse mês, ele vai adorar te ver subindo e descendo no meu pau. — Arqueio as sobrancelhas, colocando a mão na coxa dela e apertando a mesma. — Vai, uma rápidinha e prometo que tento não ser tão idiota com o teu pai. — Eu falo tirando o cinto e vendo ela morder o lábio, eu sei que ela vai ceder. — Vamos… — Eu me inclino e afasto o cabelo dela de cima do ombro, começando a beijar o mesmo, que agora não ta mais coberto.

— Eu… E se alguém nos ver? — Ela fala olhando em volta e eu rio, tirando o cinto dela e puxando a bolsa, jogando mais pra trás.

— Vem cá. — Puxo ela pro meu colo e ela sorri meio que de lado, o que já me deixa mais louco ainda. — Sem porra de preliminares e a gente nem vai tirar toda a roupa, só… Eu te ensino. — Falo malicioso e puxo a saia dela mais pra cima, de modo que fique por cima da calcinha e ela possa abrir melhor as pernas, se sentando bem em cima de mim.

Ela passa a mão pelo meu pescoço e me puxa, colando nossos lábios de uma vez. Eu puxo ela mais pra mim, colocando uma mão bem na bunda dela e apertando a mesma.

Eu peço espaço com a língua e ela não deixa, como se tivesse fazendo a porra de um jogo comigo, mas meu pau subindo não gosta desses jogos e nem entende, só quer entrar de uma vez e fazer o serviço. Mas tudo bem, eu gosto de provocar.

— Justin… — Ela fala afastando os lábios dos meus quando eu coloco as mãos por baixo da blusa dela. — Pensei que… Roupas. — Ela fala apenas isso quando eu ponho a mão por baixo do sutiã e aperto o seu mamilo duro.

— E tu vai ficar com roupa. — Falo erguendo a blusa só até acima do sutiã, deixando os seus peitos descobertos diante dos meus olhos.

Me aproximo mais e mordo o seio dela, massageando o esquerdo com a minha mão. Passo a língua lentamente pela volta do mamilo, mas depois acabo chupando o mesmo com tanta força, que eu pareço a porra de um bebê mamando no peito dela.

— Ahh… — Ela puxa de leve o meu cabelo e começa a rebolar em cima do meu quadril.

Eu seguro com os sentes o bico do seu seio, puxando ele pra trás comigo, fazendo o mesmo se soltar dos meus lábios e ver o como ele ta vermelho pra caralho.

Ela se aproxima de mim, passando o lábio pela minha orelha, me deixando mais louco ainda.

— Quer que eu ponha a mão dentro da sua calça? — Ela pergunta e dessa vez quem não segura o gemido sou eu, isso porque ela rebola com mais força por cima de mim, deixando os meus gemidos mais difíceis de serem contidos.

— Sim. — Falo mais autoritário, sentindo seus beijos no meu pescoço, e a mão dela entrando debaixo da minha cueca. Entrando em contato direto com o meu pênis. — Caralho meu. — Eu ergo o quadril contra o dela, ouvindo uma risada rouca vinda da parte dela.

Ela segue me masturbando e eu vou pra frente, já meio ofegante eu começo a dar beijos leves e molhados por cima dos peitos dela, finalmente fazendo os meus dedos massagearam a buceta dela, isso por cima da porra da calcinha ainda.

— Awn… — Eu ergo os beijos pro pescoço dela, mas agora fazendo mais força na intimidade dessa gostosa no meu colo.

— Quer meus dedos dentro dessa bucetinha? — Eu pergunto antes de dar mais mordidas no peito dela, tendo certeza que ia ficar marcado, e falando nisso…

— Aham… — Ela morde o lábio e eu puxo o tecido da calcinha pro lado, já penetrando ela de uma vez e ouvindo o gemido manhoso bem no meu ouvido, me deixando mais louco. 

Eu como sei que o pai dela vai ta, começo a morder o pescoço dela, chupando com tanta força que em questão de minutos já ia fizer bem vermelho mesmo, ótimo.

— Justin… — Ela fala parando os movimentos no meu pênis e a lentidão me faz gemer pela ansiedade, preciso entrar nela de uma vez.

Eu passo o polegar no clitóris dela e quase gozo com o grito agudo que ela dá enquanto eu fazia círculos com o polegar e fazia meus dedos entrarem e sairem dela ao mesmo tempo.

Tiro a mão e me afasto de leve, vendo o olhar dela sobre mim enquanto eu colocava os dois dedos dentro da minha boca, lambendo eles bem devagar.

— Gostosa pra caralho. — Passo a língua pelo lábio e ela se remexe mais em cima de mim. — Ta molhada, né bebê? — Eu rio, me aproximando e passando o nariz pelo pescoço dela, sobre as recentes marcas. — Quer sentar no meu pau? — Ela concorda com essa cara de inocente a porra da minha tesão só aumenta. — Cavalgar em mim? — Eu pergunto mordendo o queixo dela e só então sinto a mão dela saindo de dentro da minha cueca, eu puxo a calça um pouco mais pra baixo e meu pau duro fica no nosso meio.

— Camisinha. 

— Caralho. — Passo a mão pelo bolso desesperado e tiro a minha carteira, pegando a camisinha e jogando a mesma longe, vendo várias notas de 100 caindo da mesma. — Foda-se. — Eu rasgo o pacote com os dentes, colocando a camisinha pelo meu pênis grosso e que parecia que iria explodir de tanto que pulsava.

— Me ajuda. — Ela fala se apoiando nos meus ombros e eu rio, segurando o quadril dela e sentando ela em mim, mas já forçando ela pra baixo, fazendo ela sentar de uma só vez. — Own… — Eu devia gravar os gemidos dela e ouvir quando tivesse entediado, ia me animar na hora.

Me estico mais, sorrindo quando vejo os peitos dela subindo e descendo na medida que ela fazia o mesmo no meu pau.

— Porra meu, senta, vai. — Falo com a voz louca e eu mesmo estico a mão, fazendo movimentos por cima do clitóris dela, deixando ela quase sem ar. — Rebola, vadia. — Me aproximo dela e mordo o ombro dela, gemendo contra o mesmo e sentindo que ela tava ficando cansada, mas com o nosso pouco espaço, eu seguro o corpo dela e faço ela se mexer mais, isso enquanto impulsionava meu quadril em direção à ela, fazendo ela soltar um gemido alto demais.

— Eu…

— Goza no meu pau, anda… — Falo mordendo ela com mais força, vendo que ela para totalmente de se mexer quando goza no meu pênis, e só de ver a expressão de prazer que ela me lança, não demora mais um único segundo sequer pra eu gozar dentro dessa merda de camisinha.

Ela ta toda ofegante e um pouco suada, não muito diferente de mim, mas sexy pra caralho.

Ela passa a mão pelo pescoço e morde o lábio quando sente a pele delicada, me fazendo sorrir e passar a mão pelo seio dela, vendo também as marcas.

Se ela acha que eu fui violento nisso, ela não viu nada.

Madison’s Point of View.

— Só um pouquinho. — Peço terminando de passar o batom novamente me olhando pelo espelho do carro e o ouço bufar.

— Eu não vou ser simpático com ele, simples. — Ele fala ao jogar o cigarro pela janela e eu suspiro. Termino de por o batom e o olho com seriedade.

— Você prometeu que seria legal!

— Eu prometi que não seria tão idiota, isso não quer dizer que eu vou ser legal.

— Só… Eu vejo ele poucas vezes por ano, então…

— Ele não liga pra ti! Tu ficou segurando o choro depois que falou com ele, ele é um merda. — Ele acelera enquanto aperta mais o volante e me olha de relance.

— Só, por favor… Tente manter uma conversa agradável. — Peço e ele se mantém calado. — Por mim. — Ponho a mão sobre a coxa dele e o mesmo bufa, pondo a mão sobre a minha e tirando a atenção do caminho por uns instantes, para me olhar.

— Gostou da minha mãe? — Ele pergunta e na hora eu já sorrio.

— Ela é adorável, queria ter conseguido passar mais tempo com ela. — Ele concorda comigo e sorri de leve.

— Sempre que ela vem ela fica pouco tempo por causa do trabalho e tudo mais, mas quando ela tira férias ela vem sempre pra cá. — Ele explica quando chegamos na frente do restaurante e ele solta mais um suspiro. — É bom tu me dar um ótimo sexo depois dessa noite, te aviso desde agora. — Ele tira o cinto e desce, sem falar mais nada.

— Não quer dormir lá em casa depois da janta? — Questiono ao descer e ele faz uma careta, parece não gostar da ideia.

— Tua mãe e o padrasto do Chaz vão ta lá, nem quando eu gozar vou poder gemer direito, então não, valeu. — Eu seguro minha bolsa com uma mão e a sua com a outra. Respiro fundo e olho minha roupa.

— Tem certeza que esse sapato combina com essa saia? Eu não estou parecendo…

— Absurdamente gostosa, sim, tu ta. — Ele ri ao apertar mais a minha mão e piscar o olho para mim. 

As borboletas no estômago ficam como mesmo?

Entramos no restaurante e o Justin ia dar os nossos nomes, mas quando meu pai nos vê, ele mesmo levanta e sorri para mim.

— Docinho. — Ele sorri e eu ia soltar a mão do Justin, mas o mesmo não deixa, a apertando ainda mais.

— Docinho o cu dele. — Ele fala de uma maneira que apenas eu ouça. 

— Justin… — Tento soltar a minha mão e até o meu pai nota que ele não queria me deixar ter nenhuma aproximação com o homem que cedeu o seu espermatozoide para a minha existência, já ficando meio sem graça. — Amor. — Falo essa palavra pela primeira vez e ele congela, me olhando sem acreditar. O choque é tão grande, que eu consigo soltar minha mão da dele. — Pai. — Sorrio e abraço o mesmo, que sorri e me olha de cima a baixo.

— Você cresceu tanto! Até com namorado já está! — Ele sorri e estende a mão para o Justin.

— Esse é o Justin, meu namorado. — Falo sorrindo, acho que ainda por puro e completo choque, ele simplesmente aperta a mão do meu pai e se senta do meu lado. 

— Mas e então, como anda a faculdade?

— Se tivesse ligado pra ela, saberia como ia ta né? — O Justin fala antes de tomar um pouco de água, já voltando ao normal e logo segura o riso ao ver minha expressão de repreensão para ele.

— Eu sei que não sou um pai muito presente, mas sempre que eu posso…

— Tu vem pra fingir que se importa e pegar mais dinheiro do avô dela. Sim, eu to ligado. — Ele fala e eu o olho sem acreditar.

— Justin. — O repreendo e meu pai parece não estar gostando mesmo.

— Garoto, qual o seu problema? — Meu pai ferve, seus olhos castanhos estavam arregalados.

— Em que posso ajudar vocês?

— Acho que vou querer massa, com filé e molho aos quatro queijos. Acho que para eles também. Pode por favor trazer uma cerveja, vinho tinto e outra água também? — Falo e ele concorda, já saindo e indo para a cozinha. — Mas então pai, como andam as coisas? Você está morando onde mesmo? — Tento fazer ele esquecer as palavras no Justin, para que apenas nós comecemos outro assunto.

— Agora fui para Montreal. — Ele fala sorrindo. — Podia ir me visitar quando quisesse. — Ele fala e eu sorrio.

— Seria um prazer.

— Você nunca foi não é? — Eu concordo com ele.

— Eu já vou levar ela. Não precisa gastar o dinheiro que tu vem roubar, com ela. Deixa que da Madison cuido eu. — O Justin fala e vejo a expressão do meu pai ficar séria também.

— Rapaz, acho que eu e você precisamos deixar algumas coisas claras, eu não estou gostando nem um pouco do seu jeito.

— E eu não gosto de ti. É a lei da vida, não é? Não é minha culpa se tu…

— Justin. — Falo séria já ficando nada contente, ele não entende.

— Mas ela é minha filha, isso nunca vai mudar, já você pode amanhã mesmo não estar mais com ela. — Ele fala e o Justin fica puto na hora, eu sabia que ia sair merda.

— Nunca vai mudar? Por que não me fala quantas vezes na vida viu ela? Eu posso ser do jeito que eu quiser contigo, porque tu não é nada pra mim. E com certeza já vi ela mais na vida do que tu. — Ele fala e eu tenho vontade de pausar o tempo, dar um soco na cara dele, ficar um pouco chorando e depois voltar a vida real.

— Maddie. — Meu pai ignora ele e me olha suspirando. — Eu sei que errei com você, mas bem… Eu acho melhor eu só ir no banheiro e depois vou embora, não quero incomodar mais. — Ele levanta indo até o banheiro e eu fico sem acreditar.

— Finalmente, ele tava começando a me irritar. — O Justin bebe mais do seu copo e eu simplesmente o olho com raiva.

— Você viu o que fez?

— Eu? Ta brincando né?

— Você prometeu tentar ser legal.

— Como espera que eu seja legal com o homem que não liga pra ti? Eu ia tentar, mas esse papo de docinho já me fez querer matar ele com as minhas próprias mãos. Ele que enfie os docinhos no cu dele, esse merda do caralho. — E então ele cruza os braços, realmente exaltado.

— Ele é o meu pai.

— Pra mim pai é quem cria. — Ele fala e eu rio com ironia.

— Fala isso porque teve seu pai presente. Você não sabe o que é ver o próprio pai uma ou duas vezes por ano. Sem contar um padrasto novo de 6 em 6 meses. — Falo fervendo e ele me olha como se fosse óbvio.

— Por isso mesmo, como tu pode não odiar ele? Tu sabe que ele é um idiota, tu mesma disse. Ele não liga pra ti, não te traz nenhum presente, sem contar que eu tenho certeza que ele se droga, a mão dele não parava de tremer, ele é um merda.

— Sim, mas é o único momento que eu tenho com ele. Se ele se importa comigo fazendo as perguntas dele? Eu sei que não, mas é bom saber que mesmo vindo pelo dinheiro, ele passa nem que sejam 2 horas comigo, perguntando sobre mim e escutando, também me contando mais e mais sobre ele. Isso é importante para mim, era. — Falo passando o dedo pelo olho quando a primeira lágrima caí.

Respiro fundo e melhoro a postura, pensando no que eu poderia falar para fazer meu pai ficar, e para deixar o Justin mais calmo, sem mais argumentos.

— Ele não merece passar tempo contigo. — Ele fala e eu rio fraco.

— Eu sei, mas eu gosto dele simplesmente falando comigo. É bem… Esquece.  — Seco mais as lágrimas quando vejo que ele havia saído do banheiro.

—Bem docinho, eu vou indo e…

— Senta. — O Justin fala bufando e o olha ainda com raiva.. — Eu fico com a boca calada, sério. — Ele fala e meu pai nega ainda de pé. — Não por mim, mas por ela. — Ele fala apontando para mim e meu pai suspira, concordando e logo se sentando novamente na minha frente.

— Mas então, a faculdade como anda?

Justin Bieber's Point Of View.

Esse cara é um babaca. Eu podia mandar alguém se envolver em um acidente de carro com ele e o matar, depois era só queimar o carro e seria culpa do acidente. Sim, ia ser foda pra caralho, mas ai… Porra meu, como ela consegue? As pessoas pisam nela e ela tem o dom do perdão, conseguindo só ver as merdas positivas que cada pessoa faz.

— Eu estou indo para o terceiro semestre, até mesmo apresentei um seminário e tive a maior nota do grupo dentro das 4 faculdades locais. — Ela fala sorrindo e eu sorrio com ela, caralho, ela também é um crânio. Alguém me explica o que ela ta fazendo aqui comigo? Quando a minha mãe perguntou isso pra ela eu fiquei com raiva, mas é sério? A garota certinha e nota 10 com a vagabunda traficante, que merda ela tem na cabeça? 

Ponho a mão na coxa dela e ela tira a atenção dele por um segundo, sorrindo pra mim e logo voltando a falar com ele sobre qualquer porra que seja.

— Sim, e lá estava eu no concerto do Bon Jovi! — Ele fala e ela sorri sem acreditar, só então percebo que eles já tinham mudado radicalmente de assunto.

— Sério? — Ela apoia o queixo nas mãos, sorrindo pra ele enquanto comia mais.

— E ai fomos no camarim, conseguimos até fotos! — Ele ri e eu bufo, vendo que ele até tira o celular pra mostrar pra ela o caralho das fotos. Se ela quer conhecer o Bon Jovi eu pago a porra que for, ela não precisa ficar deslumbrada com esse merda.

Eu continuo comendo e pensando já em como a gente ia transar hoje, podia ser algo diferente. O bom de ela nunca ter transado antes é que eu sei o que é ou não novo pra ela, to descobrindo como ela gosta que eu faça as coisas e tudo mais, ta ótimo. Sem contar que eu sou o único que sequer tocou desse jeito nesse corpo dos deuses, caralho, meu pau chega até a ficar duro só de olhar pra ela.

— Não é, Justin? — Ela fala e eu pareço acordar.

— O que?

— Que eu dirijo muito bem.

— Tu faz tudo bem. — Falo com malícia e o pai dela me olha sério, porra. — Principalmente dirigir. — Falo e ele relaxa um pouco.

— Quantos anos você tem?

— 22. — Falo olhando ele e sorrindo. — E tu? 60? 

— Engraçado, mas tive a Madison com só 19. — Ele fala orgulhoso e eu olho sério.

— Dando trabalho desde cedo.

— Você parece ser bem pior do que o meu tipo, o que me leva até a perguntar o que a minha filha faz com um cara como você.

— Como é que é? — Chega de ficar com a porra da minha boca fechada.

— Tem algum filho por ai? — Ele questiona e eu o olho sério.

— Se eu tenho, não sei. E acredite, não faço questão. — Falo com raiva.

— E me julga por não ver a minha o suficiente?

— A diferença é que…

— Chega. — Ela fala mais séria do que nunca, o que me faz a olhar até surpreso. — Pai, você não é exemplo para ninguém, e Justin, eu sei que é difícil, mas será que você poderia ignorar tudo o que sai da boca do meu pai? Assim como ele deveria fazer com você? Eu mal pedi a sobremesa! — Ela fala e eu respiro fundo, ia mesmo me levantar, mas olho pra pernas dela e vejo que ela exprime uma contra a outra, que porra?

— Tu ta assada? — Eu pergunto alto e o pior que não foi nem pra provocar, mas já que a carapuça serviu.

— Como é que é? — O pai dela fala enojado e eu rio.

— Por causa do que a gente fez mais cedo no carro, sabe? — Pergunto pra ela, a mesma que põem a mão sobre a minha e me dá um puta beliscão.

— Eu estou apertada, só isso. — Ela fala furiosa e eu rio.

— É só tu ir no banheiro e… — Eu paro de falar quando noto que na real ela não queria deixar eu e o pai dela sozinhos, o que pra mim seria ótimo. — Pode ir, prometo que a gente não vai se discutir. — Ela me olha séria, arqueando a sobrancelha. — E eu tento não matar ele. — Falo isso em um tom baixo só pra ela, o que faz o pai dela estranhar e se aproximar mais, querendo saber do que a gente tanto fala.

— Eu já volto, prometo. — Ela levanta e vai até o banheiro, então eu já me aproximo e apoio os cotovelos na mesa, olhando esse maldito na minha frente.

— O que tu faz da vida?

— Te interessa? — Ele fala já mais arrogante e eu rio.

— Olha, pelo menos na frente dela eu sou o mesmo, não sou um falso duas caras.

— Aquela lá é a minha filha, não uma puta qualquer para você ficar falando desse jeito sobre ela. — E quando ele fala isso, eu realmente não contenho a risada.

— Como é que é? Ela é mais filha do Francis do que tua, ta te achando no direito de que? — Eu me seguro muito pra não voar no pescoço dele, mas se a Maddie voltar do banheiro e eu tiver em cima dela, o que nunca mais fica em cima de mim é ela.

— Bem, eu faço o que posso, e não reclame porque não sabe nem metade.

— O que tu faz da vida? Como que ta sempre falido? Em? — Eu falo sério e ele ri.

— Isso não é mesmo da tua conta.

— Putas? Drogas? Jogos? — Eu pergunta e vejo que a expressão dele muda quando eu falo dos jogos. — Então passa muito tempo em cassinos, não é? — Eu ironizo e ele fica sério, mas antes de ele responder, eu mesmo falo. — Me diz teu preço, que ai te pago e tu sai agora, voltando pra casa direto. — Eu falo me apoiando me sentando melhor na cadeira e ele nega.

— Ficou maluco?

— Ta vendo aquele Bugatti lá fora? É meu. Então quer dizer que eu tenho muito dinheiro mesmo, devia pensar nisso. — Falo apontando pela janela e ele arregala os olhos.

— Como você tem tanto dinheiro assim? O que a Madison está fazendo com você? — E isso me faz rolar os olhos.

— Cala a boca e me escuta. Quantos mil pra sair da vida dela? Tu me dá nojo, e me irrita. Sem contar que não faz bem pra ela, então…

— Eu não vou fazer isso, ela não merece isso. — Ele fala e vemos ela saindo sorridente do banheiro, talvez por nos ver vivos e inteiros. E ele tem razão, ela não merece isso, merece alguém que seja bom com ela, mesmo que não seja de verdade, mas que a faça sentir melhor.

— Eu te dou 150 mil se fingir se importar de verdade e parar pra escutar o que ela fala… Só, é importante pra ela, então é importante pra mim. — Falo sério e ele concorda na hora. — Finja ser um pai que se importa, minha garota merece mais do que vocês. — Falo olhando pra ele com desdém.

— Fechado. — Ele é um puto mesmo, olha essa porra. Não acredito que ele nem sequer tentou recusar. — E então querida, tudo bem com você? Está com dor? Quer algo? — Ele é um péssimo ator, mas faz ela sorrir ainda mais e voltar a se sentar do meu lado.

— Não precisa se preocupar pai, está tudo bem. — Ela me olha e vejo o pai dela nos analisando, ele tem que ser legal com ela, mas eu não tenho que ser legal com ninguém, então…

— Belas pernas babe, a que horas elas abrem hoje? — Falo com tanta seriedade que ela fica em choque e congela.

— Moleque, você não… — Ele ia levantar e eu rio, levantando a mão e passando a outra pela perna da Maddie.

— Tu sabia que a tua filha não usa calcinha? Ela usa um porta-jóias, porque olha... — E quando eu falo isso, vejo as veias do pescoço dele saltando, finalmente alcançando meu objetivo.

— Quer saber, eu vou te esperar no carro. — Eu falo e ela me olha com aqueles olhos de cachorro pidão. — Amor, eu to bem, só vou dar um tempo mais privado pra vocês. — Eu falo e ela concorda.

Só pra dar uma provocada, eu seguro ela pelo rosto e colo nossos lábios com uma força do caralho. Ela tenta se soltar, mas eu seguro ela e começo a morder e puxar o lábio dela, fazendo o pai dela tossir completamente desconfortável e eu sorrio, dando mais uns 5 selinhos nela antes de levantar. — Eu pago a conta. — Falo tirando dinheiro da carteira e jogando na mesa.

— Eu convidei.

— Sim, mas tu veio aqui pra pegar dinheiro, fica com o que tu tem. — Falo sério e já me viro saindo, mas sinalizando pro maldito pai dela que eu tinha deixado o cheque com o cara da recepção, então ele que faça a minha garota um pouco feliz nem que seja, que encha um pouco o ego dela, porque ela ta precisando. 

Vou até o lado de fora e acendendo um cigarro. Respirando fundo depois de dar a primeira traga e pensando na porra do Novak e a puta da filha dele, o que eu faria com essa situação toda.

Fico acho que uns 15 minutos aqui fora, já tava no quinto cigarro e jogo ele no chão quando vejo eles saindo. Ele abraça ela e eu já solto um som de nojo, ela vai tomar um banho antes de deitar comigo, puta merda.

Ela olha em direção ao carro e sorri quando me vê, mas não é um sorriso grande, mas sim meio que forçado. Eu quero mesmo meu dinheiro de volta.

— Como foi com aquele idiota? — Ela rola os olhos e passa as mãos na volta da minha cintura.

— Obrigada, você foi um idiota, mas pelo menos veio comigo, o que deixou o clima menos tenso do que sempre, ou o contrário. — Eu beijo o topo da cabeça dela e passo as mãos na volta dela.

— Tu sabe que ele não te merece. Eu também não, mas eu sou um filho da puta bem egoísta mesmo. — Eu rio e ela concorda ainda desanimada, que merda? — Vai dormir comigo né? — Falo já mais animado, mas ela nega olhando em volta, tensa e realmente parecendo segurar algo pra ela.

— Não sei, provavelmente minha mãe deve estar me esperando para saber como foi, ela odeia ele. — Ela fala se soltando de mim e eu nego. — Sem contar que ela estava no hospital não faz muito, preciso ver se ela tomou as vitaminas e tudo certo. — Por que ela ta tentando achar desculpa pra ir pra casa? Tudo bem que a buceta dela não nasceu colada no meu pau, mas eu gosto dela por perto.

— Dorme comigo. — Insisto, ela sorri e me olha.

— Por que não dorme você na minha casa? — Ela tenta e eu nego.

— Porque eu gosto da minha cama, qual é, vai…

— É sério Justin, eu quase mal vejo minha mãe, ela vive viajando, e bem, supostamente ela e o Francis tem algo de extrema importância para me falar, o que até me assusta. Então prefiro ir agora e saber, por favor que não seja um bebê. — Ela fala suspirando e eu olho ela enquanto entramos no carro, realmente mais puto.

— Aconteceu alguma coisa a mais? — Dou a partida e ela nega, mas eu sabia que tinha. — Qual é, pode falar. — Pouso a mão na coxa dela e ela sorri fraco.

— Eu só sinto que as coisas estão tranquilas demais, então logo logo vai ter algo ruim. — Ela fala e eu nego. Isso é uma impressão ou um aviso? Porque do jeito que ela falou…

— Ninguém vai te fazer mal. — Falo sério e ela ri de novo.

— Você não tem medo do Aiden não? — E nessa hora mesmo que eu não perceba, meu aperto na coxa dela aumenta.

— Não, eu posso acabar com ele quanto quiser.

— Então por que não faz isso? Você já…

— Ta querendo que eu mate alguém? — Sorrio com o pensamento.

— Ele é uma péssima pessoa.

— Assim como eu.

— Mas… Mas você muitas vezes, você…

— Eu?

— Sei lá, você é gentil comigo, não gosto de pensar em você fazendo coisas negativas com os outros. — Eu vou me aproximando mais da casa dela e vejo que ela tava mesmo inquieta, aconteceu alguma coisa naquele restaurante depois que eu saí. — Maddie, o que ta acontecendo?

— Será que você pode entrar na próxima rua com fim? — Ela pede isso e eu ia parar o carro no meio da rua mesmo, mas ela nega. — Só, entre na próxima rua. — Ela pede e eu acelero com tudo, fazendo o que ela pediu e entrando, já indo até o fim e desligando o carro. — O que foi que… — Olho pra ela e vejo que ela já tava com umas lágrimas nos olhos. A mesma solta o cinto e eu puxo ela pro meu colo na hora, já colocando a cadeira mais pra trás pela segunda vez na noite.

— O meu pai… — Ela começa a chorar mais quando sento ela de lado no meu colo e ela passa ambas as mãos na volta do meu pescoço, colocando o rosto dela lá e afundando o mesmo na área.

— O que aquele idiota fez? Porra Madison, tu tinha que ter me dito na hora. Em que hotel ele ta? Eu vou atrás dele agora! — Falo puto e já pensando no que fazer.

— Ele não fez nada, a minha mãe… — Ela não conseguia terminar por conta das lágrimas e eu fico sem entender.

— Mas pensei que eles não se falassem. — Falo passando a mão pelo cabelo dela e ela respira fundo. — Porra babe, tu tava bem a 2 minutos atrás quando a gente tava na frente do carro. — Eu falo e ela ri fraca.

— Eu sou ótima fingindo emoções. — Ela fala sem o mínimo ânimo e eu me arrepio. Eu tinha sentido, eu sei quando tem algo errado com ela, conheço.

— O que foi que ele falou? — Aperto mais ela e ela afasta a cabeça do meu pescoço, secando as lágrimas e me olhando após respirar fundo.

— O Francis foi transferido, é isso o que ele e a minha mãe queriam me falar, mas com a função dela no hospital, eles não falaram nada. — Ela fala e eu a olho sem entender.

— E o que tem? Tem o Chaz aqui, tem eu, tu pode até ficar na mansão comigo ou…

— Justin, a minha mãe é doente, ela tem problema psicológicos de verdade. Inclusive a 5 anos atrás já teve depressão, eu só… Se ela for, eu vou ter que ir. — Ela fala isso e eu rio de nervoso.

— Isso não é verdade. — Falo firme e ela nega.

— Justin, você não entende. Eu controlo todos os medicamentos dela, até mesmo o anticoncepcional. Marco seus exames, depilação, seja o que for! Você realmente não entende, mas eu sou uma parte dela, uma parte que sempre a segue, independente do lugar, e é por isso que eu estou assim. — Ela fala tentando secar as lágrimas e eu me recuso a sequer escutar mais.

— Não, tu não entende. Você não vai pra porra nenhuma. — Falo sério e ela me olha da mesma maneira. — Tu… Tu não pode ir embora, só…

— Eu não sei o que fazer, porque ela vai ir com ele, e… — Ela volta a chorar e eu fico sem saber o que fazer ou sequer o que falar, mas então a raiva toma conta de mim.

— Pra onde? — Pergunto e ela respira fundo.

— Vancouver.

— Porra, de Toronto da quase dois dias de carro! Caralho. — Piso com raiva no acelerador e ela só em abraça mais, voltando a chorar e respirando fundo, mas eu sei que essa porra só vai piorar.

Buceta.

Ela não vai embora, nem que eu tenha que por fogo em toda a empresa que o pai do Chaz sequer ousasse se transferir, mas… Mas daqui ela não sai, de jeito nenhum.

CONTINUA...


Notas Finais


Então gente, o que acharam do encontro do Justin com o pai dela? Ai, eu adorei kkkk
O pai dela é muito imbecil, ele realmente não liga pra filha e isso tava irritando o Justin, mas ele é um amor e fez o que deu pra felicidade da sua amada <3
E sobre a mudança... Teve gente que acertou que esse era o tema, e eu sei que é "fácil" ela ficar com o chaz e o justin, mas a mãe dela é doente de verdade, então temos que tentar entender o lado dela e o porquê de ela ficar tão reticente quando o assunto é sua mãe!
Espero que tenham gostado, muito obrigada pelos comentários hiper rápidos no último capítulo!
Amo muito vocês e to muito feliz que tão gostando do rumo da fic <3
→ Bieber meu amor nesse cap <3 kkkk

All the love. H


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