História Chance - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Arrependimento, Traição
Visualizações 590
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


DESCULPA A DEMORA BEBÊS! Mas tô aqui só pra deixar esse pedacinho por que eu não queria deixarope vocês sem nada. Me perdoem, boa leitura!!!!

Capítulo 12 - Aaron.


Alguma força maior que o meu sono não me deixava dormir. Minha cama parecia estar com espinhos, meu corpo tentava descansar, mas meu cérebro não desligava de jeito algum. Minha mente reproduzia os momentos que antecederam há algumas semanas e horas atrás.

Direcionei meu olhar para o teto e assim fiquei por alguns minutos até levantar e ir até a cozinha, respirei fundo mais uma vez por mais uma noite mal dormida, mas dessa vez não era apenas por causa de Candice, mas sim pelo Justin. Peguei uma xícara no armário decidindo esquentar um leite para que eu possa relaxar um pouco. Imersa a tantos pensamentos nem notei a presença de alguém ali. 

– Leite quente para tentar dormir? – uma voz rouca fez com que eu me assustasse. Meu coração batia tão forte que eu pensei em um segundo que ele poderia sair pela minha boca. Me virei encarando a figura de Justin ali, seus olhos estavam aparentemente cansados. Assim como eu, cogitei que não havia conseguido dormir a noite toda. Respirei fundo tentando não prestar muita atenção no seu tronco desnudo coberto por milhares de tatuagens.. 

– Certas coisas nunca mudam não é mesmo? – sorri de lado, sem jeito. Coloquei o líquido já quente em minha xícara e o encarei. Suas mãos estavam postas dentro do bolso e ele continuava escorado no batente da porta, totalmente enigmático. Não via aquele olhar a muito tempo.

O silêncio tomou conta do ambiente. 

Não dizíamos uma palavra sequer até que uma pergunta vinda dele quebrara o momento vago que havia se estabelecido.

– Você se sente incomodada... – fez uma pausa como se escolhesse as palavras certas para serem ditas e continuou – comigo aqui? 

“Sim. Você me tira o ar, me deixa totalmente confusa!”, minha mente gritava.

– Hum... Não. Sua presença aqui faz bem para Candice, então... – não disse mais nada, apenas beberiquei o líquido quente na xícara sentindo o mesmo descer queimando em minha garganta. Seus olhos fixaram em mim de uma tal maneira que eu me perguntei se ele poderia ler todos os meus pensamentos apenas em um olhar. E ali estava o frio na barriga novamente.

O silêncio novamente. 

Encarei o seu rosto que parecia despreocupado, diferente de mim ele parecia muito a vontade com a minha presença. Passou sua língua preguiçosamente pelos lábios e se aproximou. 

Perto demais. 

Conseguia ouvir sua respiração chicotear o meu rosto, seus olhos estavam cravados em mim e eu jurava que mais um passo eu poderia sentir a textura macia de seus lábios rosados. Minha respiração estava descompensada, eu não conseguia raciocinar direito. Malditos olhos de mel. 

Senti uma de suas mãos no meu rosto e o seu polegar acariciar a maçã do meu rosto, fechei os meus olhos sentindo aquele leve carinho. Alguns segundos com os olhos fechados consegui senti seus lábios roçarem nos meus mas ainda não iniciando o beijo. Ficamos ali, parados, sentindo a respiração um do outro. 

Eu queria beijá-lo. Céus, como eu queria! 

– Angeline... – sua voz estava um pouco rouca e em um tom suplicante. Abri os olhos por um momento e vi que seus lábios estavam entreabertos. – Você está... Me molhando. – Tudo bem, isso poderia ser muito excitante se ele não estivesse falando do leite quente que eu havia deixado cair em sua calça. 

– Céus! Me desculpe! Eu... Merda! – corri para pegar o pano de prato que estava sobre a pia e o a ajudei a limpar o local que eu havia deixado cair quase todo o meu leite. Eu estava totalmente desesperada enquanto ele soltava uma risada tranquila e despreocupada.

– Está tudo bem... Foi um acidente. – segurou as minhas mãos enquanto persistia em secá-lo. 

– Eu sou uma desastrada! – suspirei em frustração. 

– Certas coisas nunca mudam não é mesmo? – sorriu fazendo com que eu parasse e soltasse uma risada nervosa.

– Vou me trocar... E eu aconselho você ficar bem longe das pessoas com essa xícara. – brincou mais uma vez enquanto andava em direção ao quarto. Balancei minha cabeça ainda com o sorriso no rosto e imaginei se eu não estivesse com aquela maldita xícara na mão. Eu o teria beijado.

Talvez seja melhor assim, já me machuquei o suficiente.

Jane Williams. 

Nunca havia visto Los Angeles ser tão ensolarado como hoje, o céu azul e nenhuma nuvem se quer. Caminhei até a sacada e ali fiquei observando as grandes casas que faziam parte do bairro nobre onde eu morava. Em toda minha vida nunca poderia imaginar estar aqui, tendo uma boa vida financeira, agora noiva de um empresário milionário. Tudo isso graças a minha inteligência. 

Anos atrás eu estava morando em um apartamento de quinta em algum bairro pobre de Nova York, mas hoje eu estou aqui, que é ironia não? 

Dei alguns passos em direção a cozinha e me dispus a fazer um café da manhã reforçado. Coloquei tudo em uma bandeja e levei até o quarto onde pude encontrar a figura de um loiro esticado na cama dormindo serenamente. Ri pelo nariz deixando a bandeja na escrivaninha. Me sentei do lado da cama erguendo meu corpo até alcançar os seus lábios carnudos e enchê-lo de beijos. Pude ver um sorriso se formar em seus lábios. Ele não estava dormindo. 

– Parou por que? – sua voz rouca indagou. Ergui as sobrancelhas.

– Você é um fingido! – estava levemente indignada. Seus olhos se abriram revelando aqueles lindos olhos azuis. 

– Poxa amor, assim você chega a me ofender... – fez biquinho que me deu vontade de fazer amor com ele novamente, como na noite passada. 

– Tá bom, chega de preguiça e toma seu café. Eu preciso ir para empresa. – digo, colocando a bandeja na cama e me levantando para começar a me arrumar. 

– Não, Jane. O Bieber ainda deixa a noivinha dele trabalhar? – ironizou. – Vem cá, ele não suspeitou de nada quando foi me buscar no aeroporto né? 

– Não. Bieber não suspeita de nada.

– Eu odeio essa coisa de ficar fingindo, ainda mais quando você vai casar com outro cara. – resmungou.

– Aaron, olha para esse apartamento. Você acha que eu conseguiria tudo isso trabalhando em um escritório de quinta como os de Nova York? Eu te respondo: definitivamente não. – expliquei saindo do banheiro já com a roupa do trabalho. 

– Quero ver quando isso vai durar. 

– Vai durar até termos o que queremos. O dinheiro do Bieber e outras coisas mais... – sorri minuciosa. – E isso meu amor, não vai demorar muito pra acontecer. – Aaron sorriu para mim, talvez pensando nas coisas grandes que poderíamos ter, em breve.

 



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