História Change - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~B_WProject

Postado
Categorias EXO
Personagens Kris Wu, Lay, Suho, Xiumin
Tags B&wperdão, B&wproject, Exo, Krislay, Marryyeol
Visualizações 98
Palavras 1.393
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁÁÁÁÁÁÁ


Mais uma fic pro projeto :)
Desculpem qualquer erro e se ficar muito ruim foi meu cachorro que postou

Boa leitura

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

 

 

 

[Capítulo Único]

[Change]

 

 

 

Lay passou a maior parte de sua infância em internatos na China. Isso só mudou quando, por uma desatenção do motorista, seus pais faleceram num trágico acidente.

Mas o pequeno chinês sofreu não só apenas naquele momento, mais especificamente quando viu os pais num noticiário numa manha chuvosa, mas em todos os canos seguintes, quando foi obrigado a viver num país novo, com tios que não conhecia.       

No fim, decidido a ter sua própria vida, procurou emprego em todas as lojas que encontrou, ate ser contratado numa confeitaria.

E foi assim que se conheceram, Kris era neto do velho senhor Wu, o simpático e risonho dono do lugar. No começo não tinham coragem de começar uma conversa, o pouco que interagiam eram resumidos a um “olá” e “até amanhã”.

Mas como todo o clichê que se preze, aos poucos foram se aproximando, até o tão sonhado primeiro beijo acontecer.

Foi o mais envergonhado, mas em contra partida o mais verdadeiro de suas vidas, não que já estiveram em uma situação dessas antes, bom, pelo menos Lay não. Aos poucos começaram a se conhece melhor. Mas era impossível esconder seus sentimentos de seus amigos próximos, então, mesmo com receio de suas reações, mas ao mesmo tempo não querendo mais esconder, contaram aos amigos e ao senhor Wu.

Já esperavam que o idoso não aceitasse, mas com o tempo, vendo o zelo um com o outro, o amor estampado em seus rostos, viu que aceitando ou não, os dois não se separariam, então, mesmo achando estranho ver os dois juntos, tentava não se importar, até que num dia, não achava mais estranho, via apenas suas duas pessoas que mais amava, se amando também.

 

 

««««««««««««««««

 

 

 

 

 

Alguns anos depois Lay ainda trabalhava na confeitaria, se mostrou um exímio confeiteiro, mas seu namorado tinha conseguido uma bolsa numa boa faculdade, seguindo seu sonho de ser arquiteto. No fim daquele mesmo ano, enquanto todos festejavam o ano que estava chegando, o mais novo estava reunindo toda sua coragem. Respiro fundo e foi até o namorado, ajoelhou-se no meio de todos e, tremendo um pouco e, fez a maldita pergunta que transformaria suas vidas para sempre, para melhor, claro.

Um “sim” envergonhado foi dito, arrancando palmas e sorrisos dos familiares ali presentes.

Meses mais tarde o casamento foi feito, como não podiam se casar na igreja, uniram-se num cartório no centro.  Já casados e com a vida estabilizada, Lay parou de trabalhar na loja e Kris conseguiu realizar seu sonho, era finalmente um arquiteto.

Lay ficava sozinho por toda a manha e começo da tarde, e juntando-se a uma vontade antiga de ter filhos, convenceu seu marido que já estava na hora de aumentarem a família. Foram até o orfanato da cidade, lá foram levados, depois de uma pequena entrevista, ao encontro das crianças, que em sua maioria brincavam juntos.

Kris conversava com uma menininha de marias-chiquinhas quando um garotinho que vinha correndo, esbarrou em Lay, chamando sua atenção.

 

-Oh, oi! Se machucou?

 

-Não. –responde tímido o garoto

 

-Como se chama pequeno? –Kris pergunta ao se aproximar

 

-Me chamo Minseok –ele se curva –É um prazer conhece-los.

 

-Quem te ensinou a falar assim? –Lay se abaixa, ficando da altura do menino.

 

-A tia Eunjin que nos ensinou. –murmura – Mas não pensem que eu sou criança ainda! Tenho sete anos! –mostra os dedinhos ainda sujos do bolo que comera minutos antes.

 

-Não nos atreveríamos – o maus velho ri e olha para o marido, que entende e confirma – Minseok, o que acha de sermos seus novos pais?

 

 

 

««««««««««««««««

 

 

 

 

-Minseok, filho, acorda, vai perder a hora. –Lay tentava acordar o filho

 

-Pai, só mais cinco minutos, por favor – murmurou ainda enterrado nas cobertas.

 

-‘Tá bom, vou por a mesa e depois te chamo ok? –deu um selar em seu cabelo e se levantou, fechando a porta quando saiu do quarto.

 

 

 

Minseok é filho único do casal, muitas crianças foram apresentadas ao casal na época, mas sempre que o pequeno aparecia, toda a atenção ia para o menino. Como os próprios funcionários diziam, Minseok era predestinado ao casal, pois já naquele primeiro dia, o pequeno só fazia contar aos amiguinhos como eles eram. Ficava sempre elétrico as noites, esperando o dia amanhecer para encontra-los de novo.

Depois de muitas visitas e entrevistas domiciliares, finalmente, depois de quase quatro meses, eles puderam adotá-lo.

Quando tinha por volta dos dez anos, os pais explicaram que eles não eram seus pais biológicos e se ele queria conhece-los.

Mesmo sendo ainda uma criança, eles não esquecem a resposta que receberam, Minseok explicou que, pelo menos por hora, não queria conhece-los, só ter sido adotado por eles já bastava. Hoje, Minseok tem dezessete anos.

 

Minutos depois de ser acordado de novo, o garoto desceu as escadas, indo tomar seu café.

 

-Bom dia pai. –disse ao se sentar a mesa

 

-Bom dia filho – Kris respondeu sorrindo

 

-Min, não disse que podia dormir mais? –Lay disse ao se sentar também

 

-Eu ia, mas lembrei de que o Junmyeon disse que passaria aqui, e o senhor sabe que ele não gosta de atrasos.

 

-Falando nele, porque não o vejo mais? –pergunta Lay

 

-Não se lembra de que o Kris o assustou com aquela historia que o mataria se chegasse perto de mim? –O adolescente disse

 

-Mais respeito comigo! –Kris fala – E pelo jeito não funcionou, devia ter dito que jogaria uma praga em si, talvez assim não incomodaria mais meu filho –murmurou a ultima parte

 

-Pare de ser tão infantil –esbraveja Lay ao marido –Min pode ser amigo de quem quiser. Ainda bem que ele não te ouviu, Jun é tão prestativo, antes de ontem, a vizinha me disse que ele a ajudou com as compras...

 

-Será que podemos mudar de assunto? –Kris diz

 

-Pai –chama Minseok –Falando nele, o senhor não me respondeu naquele dia, e-eu posso sair com ele no fim de semana?

 

-Pensei que j...

 

-É claro que ele deixa –Lay o corta –Pode ir filho. –sorri

 

-Obrigado! –ele sorri

 

Minutos depois Junmyeon chega, cumprimenta todos, até o emburrado do Kris. Pode parecer que ele não gosta do amigo de seu filho, e apensar de ser um pouco verdade, ele detestaria qualquer um que tentasse separar seu filho de si.

Lay sempre ri se suas expressões de descontentamento, para ele, Minseok tem que experimentar, se machucar e amar sem que alguém o prenda. Por isso que sempre vai contra o marido em vários assuntos quando o assunto é seu filho.

 

-Não gosto dele –Kris murmura ao abraçar o mais novo

 

-Eu sei –murmura acariciando-o –Mas você sabe que terá que conviver com isso ‘pra sempre né? Se não for com Junmyeon será com outro.

 

-Min está ficando bem bonito mesmo –murmura –Já é tarde pra nos mudarmos ‘pro interior? Onde nunca poderão nos encontrar?

 

-Sinto muito bae, mas é. –ri –Mas como temos um fim de semana nosso, o que acha de tirar uma folga e ficar comigo, hum?

 

-Mas eles só vão ao cinema. –o moreno diz

 

Lay suspira, às vezes Kris o irrita por ser tão lerdo

 

-O que acha de deixa-lo dormir lá?

 

Kris ia se opor, mas Lay o cala com um beijo e outro, e outro. A passos cegos, Lay o puxou ao quarto pela cintura, onde fez o marido esquecer tudo, do trabalho, do filho e até da insana proposta de deixa-lo na casa de seu “inimigo”.

 

 

 

««««««««««««««««

 

 

 

No fim, acabou cedendo, mas no domingo na hora marcada lá estava Kris, com sua habitual carranca ao ir buscar o filho. Que ficou irritadíssimo quando viu o filho dar um beijo tímido na bochecha do outro garoto e correr para dentro do carro. Mas como prometeu a si mesmo dar uma chance ao garoto, não disse nada quando ele entrou.

Apesar de algum tempo obter se passado, esse lado super protetor nunca mudou, foi custoso conseguir explicar ao pai que estava namorando Junmyeon, mas mais difícil foi convencê-lo que o filho precisava ir embora, mais precisamente para o outro lado da cidade, onde ficava sua faculdade. Mas, entretanto, todavia, apenas o olhar triste de seu filho pode amolecer seu coração.

 E mesmo querendo pegar o filho e o marido e fugir para as montanhas, deixou-o ir com o, segundo ele, maldito Kim. Afinal, querendo ou não, o filho estava crescendo e, se o Kim o fazia sorrir, então o aceitaria.

 

 

Fim.

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^-^

Pra quem quiser saber mais sobre o projeto: http://socialspir.it/8848935

~~~Até mês que vem <3 <3 <3 <3


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