História Change of life - lidando com a riqueza. - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Zendaya
Personagens Personagens Originais
Tags Novela, Romance, Suspence, Zendaya
Exibições 5
Palavras 1.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - De mudança


Aqui estou eu em pleno domingo deitada na cama sem nada para fazer, sem ninguém para coversar e sozinha em casa, pois meus pais sairam... ainda não me tornei milhonária e já wstou esperimentando a solidão que é ser uma.

Totalmente intediada pego meu celular e continuo assistindo a série sobrenatural pela netiflix. Meu celular vibra e vejo que chegou uma mensagem nova, abro-a.

De: Gabriel

Como vc está? as meninas  voltaram a falar contigo?

____________________

Para: Gabriel

Ainda não. Tentei falar com elas mas elas não querem falar comigo.

_________________________

De: Gabriel

Queria estar ai para te fazer companhia, não é legal ficar sozinho em um domingo. E o Max?

___________________

Para: Gabriel

Ele está com as meninas. Ele perguntou se eu queria companhia, mas recusei porque se eu aceitasse as meninas ficariam bravas se ele me escolhesse.

Espero alguma mensagen de resposta mas não recebo nenhuma. Talvez ele esteja ocupado. Meu celur toque e sei que é o Gabriel, atendo:

_Oi.- fico.curiosa para saber para que ele ligou.

_Oi. Já que você não tem com quem conversar, vou fazer essa caridade para você.- ele diz convencido.

_Caridade? Acho que não estou tão necessitada assim.- brinco sem conseguir evitar um sorriso nos meus lábios.

_Não faça desfeitas. Seus pais estão em casa?

_Não.- suspiro.- eles sairam juntos.

_Entendi, então você está realmente sozinha, isolada.- ouço um riso de deboche.

_Não queria concordar, mas é verdade. Espero que as meninas me perdoem logo...

[...]

Depois de ficar muito tempo conversando com o Gabriel, deligo quando meus pais chegam em casa. Eles parecem ter se divertido onde foram, pois escuto risadas altas vindo da sala, corro para lá para saber o que fizeram:

_Onde vocês foram?- pergunto.

_Fomos ao cinema, damos uma volta por ai e paramos para comer.- minha mãe diz se sentando na poltrona.

_Entendi.

_Trouxemos um x-burguer com batatas fritas e refrigerante para você._ meu pai diz me estendendo uma saca plástica com os memos dentro.

_Ai que bom.- digo contente e minha barriga ronca.

_Como estão as coisas com seus amigos, querida?- meu pai pergunta e eu largo o x-burguer e respiro fundo.

_Na mesma... o Max voltou a falar comigo, mas as meninas não.

_Sei que logo logo vocês voltaram a se falar. Amanhã no colégio você pode tentar conversar com elas.- minha mãe diz, assinto com a cabeça e volto a comer.

É final de tarde, estou sentada em volta do balcão comendo pipoca e meus pais no sofá assistindo um programa qualquer quando batem a porta. Corro para atender, quando atendo vejo um homem alto, de cabelos negros com um uniforme cinza:

_Oi.- falo.

_Boa tarde. Me chamo Giovanne,ç fui enviado pela doutora Spencer Madson e vou ser o encarregado pelo transporte dos seus móveis, eletronico e todo o resto.- ele diz com um sorriso simpático no rosto.

_Está bem.- sussurro um pouco desconfiada e chego para o lado, dando espaço para ele entrar.

_Oi.- minha mãe se levanta e meu pai em seguida. O homem se apresenta para os meus pais.

_Ah sim, a Dtra. Madson avisou que você viria, pode se sentar aqui.- meu pai diz apontando para a poltrona.

_Não é necessário, pretendo ser bem rápido. Oque vou fazer, com a permissã de vocês, é dar uma olhada pela casa e ver os móveis, armários, televisões, camas e tudo mas para saber se um caminhão basta para transportar tudo.

_Certo. Você quer começar por onde?- minha mãe pergunta.

_Posso começar por aqui mesmo, depois vejo o resto da casa.

Eles mostraram oque tinha na casa para o Giovanne enquanto fique assistindo TV. Despois de pouco tempo eles já tinha acabado de mostrar tudo e voltaram para a sala:

_Já vimos tudo.- meu pai diz.

_Então terminei meu trabalho aqui por enquanto.Virei buscar tudo depois que vocês viajaram, vão querer alguma coisa?

__Como assim?- digo espontaneamente  com a pergunta que concidero idiota.- Vamos querer tudo.


_Creio que não é necessário, sua mansão estará completamente mobiliada e não precisa de mais nada.

_Ata.- digo suspresa e sem graça.

_Acho que nada, tudo que queremos podemos levar em uma mala.- minha mãe diz encarando-me.

_Então, vou embora.- meu pai o acompanha até a porta.

_Vai ser difícil ter que ir embora da casa onde te criamos desde pequena.- ela diz com um olhar triste.

_Pense pelo lado bom, não vamos mais ter que pagar aluguel.- meu pai sorri.

Dia seguinte

  Chego no colégio na esperança de conseguir conversar com as minhas amigas e me explicar. Quando vejo-as entrando no colégio corro para falar com elas:


_Oi gente, posso falar com vocês?

_Não queremos falar com trairas que abandonam as pessoas.- a Arielle fala tentando passar por mim, mas a impesso.

_Me deixa passar.- ela diz.

_Não. Quero falar com vocês. Preciso explicar porque não contei antes e...

_Não queremos ouvir Mirabelle, você ainda não entendeu? Não queremos uma amiga que prefere o dinheiro a nós.- a Polli diz irritada. 

_Calma Polli, não precisa pegar tão pesado.- o Max fala.

_Ela não está pegando pesado.- a Arielle diz para ele.- Ela está certa, não queremos uma amiga intereceira.- ela fala. Ouvir o que ela diz, faz meu peito doer e resolvo não tentar convencelas de mais nada. Saio correndo.

   Quando me afasto o suficiente para conseguir respirar, estou perto da sala de aula de outra turma. O Max para na minha frente e me abraça:

_Você está bem Mabel?- não respondo, porque não quero dizer a verdade. Abraço-o mais forte.- não ligue para o que elas falaram, só estão inconformadas que vão perder você.

_Nada justifica o que ela falaram.- digo segurando o choro.- Elas sabem que não sou intereceira e que vou fazer isso pelos meus pais.

_Elas sabem, só...- a professora nos interrompe e manda a gente entrar na sala, nós vamos.

    Passo a manhã ignorando-as, pois estou chateada demais para falar com com elas. O Max fica conversando comigo durante o intervalo e percebo que elas ficam irritadas com ele mas ignoro. Quando chego em casa durmo bastande, depois de fazer minhas obrigações.

    Depois que acordo vejo a hora, são 15hs 38ms, resolvo dar uma volta por ai. Depois de comer um pedeço de bolo bebendo suco e avisar meus pais, pego meus patins e saio. Lembro de vários momentos muito divertidos enquanto passo pelo parque e lugares ali perto. Só em pensar que não vou mas poder vir aqui sempre que eu quiser, me sinto triste. Aposto que vai ser assim minha vida daqui pra frente... triste. Paro de pensar em meus problemas e tento relaxar com a mente vazia.

[...]

  Dois dias e meio sem falar xom as meninas... poderia ser pior? Que bom que tenho os meninos, tem sido legal coversar com o Gabriel, com o Max, é mais por mensagen:

_Não estou gostando de te ver em casa direto, você e as meninas tem que voltar a sair juntas novamente.- munha mãe diz lavando a louça do almoço quando me aproximo do balcão.

_Não quero falar xom elas, já deixaram bem claro o que pensam sobre mim.

_Filha vocês precisam entender que que...

_Mãe!- digo em reprovação.- vai começar a sessão concelho dos mais "sábios"?
 _Está bem, não falo mais nada. Filha, seu pai e eu vamos sair e devemos voltar a noite, você vai ficar bem aqui sozinha?

_Vou.- Já me acustumei.

_Tem certeza?- assinto com a cabeça e ela continua a lavar a louça sem dizer nada.

  Depois que meus pais saem, vou para o meu quarto ficar triste em cime da minha cama. Pouco tempo depois de eu deitar, ouço baterem na porta, respiro fundo e corro para atender:

_O que vocês estão fazendo aqui?- quase grito quando vejo que é a Arielle e a Polli.

_Mabel, a gente quer te pedir...

_Não quero saber e não quero falar com vocês, tchau.- tento fechar a porta mas alguém segura.

_Ouça elas por favor Mabel.- vejo que foi o Max que segurou a porta. Exitante, chego para trás e dou espaço para ele e elas entrarem.

_O que vocês querem?- falo rude depois que fecho a porta.

_Primeiro quero que você se acalme. -Arielle diz e eu reviro os olhos.- A Polli vai falar.- ela empurra a Polli do seu lado para a sua frente.

_Fala logo.- o Max fala.

_Ta. Então... a gente, eu e a Arielle, queremos que você nos perdoe pelo que falamos, por favor, falamos swm pensar na hora da raiva.

_Pode até ter sido, mas vocês me magoaram muito falando tudo aquilo... pareceu que não me conheciam. Sabe, eu esperava que qualquer pessoa falasse aquilo, menos vocês. Depois de tudo não sei se vocês realmente me conhecem, não sei se daqui para frente se acontecer algo assim novamente vocês irão acreditar em mim... eu falwi que é pelos meus pais.- solto.

_Sabemos de tudo isso Mabel, mas demoramos para perceber.- a Arielle fala.- Não queremos mas ficar brigadas com você, sabemos que mais cedo ou mais tarde você vai embora e queremos passar o máximo de tempo com você até isso acontecer.- sento-me no sofá e respiro fundo pensando se devo ou não perdoa-las.

_Mabel, você realmente quer ficar brigada com as meninas? Pense bem, se você fizer a escolha errada vai acabar se arrependendo.... quer perder as únicas amigas que você tem?- olho fundo nos olhos castanhos dele e depois olho para elas.

_Não.- abro um sorriso e elas me abraçam depois que me levanto.

[ Passei os meus ultimos sete dias na cidade grudada nos meus amigos, passamos quase 24 horas por dia  juntos nos divertindo e conversando, fizemos todas as coisas do nosso custume e, no dia anterior a viagem, fomos em todos os lugares legais da cidade. Não esqueci de me despedi de ninguém, fui na casa da Arielle, da Polli e do Max, também me despedi de uns colégas e professores do colégio. No final do dia fui dormir sorridente lembrando de como me diverti com meus amigos e triste por ter que ir embora. ]

  Meu celular desperta, depois que desligo o alarme, lembro que é hoje que vou embora sinto uma tristeza enorme.

Notas Finais


Uou... demorou mais saiu. Kkkk
Desculpe quaisquer erros, espero que goste. Beijão
-Melissa P.


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