História Change the world (Martin Garrix Fanfic) - Capítulo 5


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Categorias Martin Garrix
Personagens Martin Garrix
Tags Martin Garrix
Exibições 35
Palavras 891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E finalmente aqui está mais um capítuloooo Espero que gostem e mandêm a vossa opinião! Bjs

Capítulo 5 - O desafio


Fanfic / Fanfiction Change the world (Martin Garrix Fanfic) - Capítulo 5 - O desafio

Decidimos passar pelo hospital primeiro antes de seguir para a esquadra, visto que a minha barriga ficara um pouco inchada. Melhor: O Martin decidiu. Já me estava a sentir bastante melhor desde o final do concerto, mas era impossível contrariá-lo.

Um pouco atrás de nós seguia a miúda loira, conseguia senti-la a olhar-me de alto a baixo enquanto nos encaminhávamos para o carro.

 - Martin, não te preocupes tanto, ela está melhor – relembro-me de a ter ouvido sussurrar ao Martin.

Ela definitivamente não gostava da minha presença ali. Era como se achasse que eu tivesse planeado tudo aquilo para me aproximar dele.

Alcançámos o grande mercedes preto que se encontrava ao fundo da rua num espaço reservado após uma breve caminhada. Como era de esperar, era um carro bastante grande para alguém que ainda nem tinha carta de condução mas o motorista do Martin responsabilizou-se por nos levar ao lugar esperado.

Apesar da maioria das pessoas só apresentar ferimentos ligeiros como eu, era bastante visível o seu transtorno por longas horas de espera. O longo edifício branco tinha alongado a sua sala de espera quase até ao estacionamento onde nos encontrávamos. Crianças agarradas às suas mães, idosos cada vez mais pálidos e as enfermeiras a correrem de um lado a tentar ajudar tanta gente. Era um espaço bastante moderno, tal como todos os que visitei em Amesterdão ao longo destes anos, mas a confusão instalada era visível desde os primeiros segundos em que chegámos ali.

O Martin, visivelmente cansado, dirigiu-se para a porta principal, atravessando a grande multidão que se instalara à porta, em direcção à casa de banho. Fiquei a observar o seu corpo ao longe. Os mesmos ombros largos e a postura correta de todas aquelas fotos que guardava no meu computador, o cabelo claro e as roupas escuras. O Martin estava ali à minha frente e tudo parecia ter estado fora do meu controlo.

Recosto-me na cadeira desconfortável da sala de espera e tento ignorar os olhares que a rapariga loira me mandava. Não parara de olhar para mim desde o primeiro momento que nos vimos. Vindo do nada, oiço-a falar.

- Desculpa, acho que não apanhei o teu nome. – disse ela. Primeiro não percebi se estas palavras eram dirigidas a mim, mas após alguns segundos de silêncio, compreendi que tinha de responder.

- Mia. – respondi secamente.

- Eu sou a Sonja, acho que já sabias. – Um silêncio desconfortável instala-se após aquela afirmação. – Sou a namorada do Martin.

Aceno-lhe, como que a incitasse a continuar, mas, na verdade, sem querer ouvir o que ela tinha a dizer. Antes que ela tivesse alguma oportunidade de falar de novo, sou chamada pelos altifalantes do hospital.

                                                                           **

Quando regressei do espaço amplo onde estivera sentada por algumas horas, apercebo-me da tenção que se fazia sentir naquele espaço novamente. O médico analisara milímetro a milímetro cada um dos meus ferimentos. Consegui testemunhar a sua pouca experiência naquela área pela imensidão de perguntas que me fizera, no entanto, já regressada à sala onde estivera antes, já me sentia muito melhor, carregando agora o peso do meu corpo sobre as minhas duas pernas, o que antes era quase inconcebível visto o meu estado.

Consigo aperceber-me da tensão daquele lugar. Não por todas as pessoas ainda continuarem de um lado para o outro aguardando a sua vez ou por existirem cada vez mais crianças a chorar agarradas às suas mães. Desta vez pelo Martin e pela pessoa que continuava ali a seu lado especada a olhar-me de baixo a cima sem cruzar os olhos com os dele. Ele não estava bem naquele momento.

 -Estás bem? – avanço para junto dele, pergunto-lhe como por instinto, quebrando os meus pensamentos.

- Sim – respondeu quase sem som, e depois, mudou de assunto, encolhendo os ombros dentro da t-shirt – Como correu?

- Já estou melhor – digo, tateando o meu ferimento do braço quase instintivamente. Os olhos do Martin são atraídos para o meu braço.

- De certeza? – perguntou ele, tocando-me levemente. Apenas aceno afirmativamente, olhando para os seus olhos, que, naquela luz brilhante do hospital, estavam de um azul profundo. Foi aí que me apercebi do quão próximos nós estávamos.

   Desvio o meu olhar para o lado direito e vejo a sua namorada, Sonja, a olhar para nós com um ar enraivecido. Dou um passo atrás e informo que tenho de ir à casa de banho. Não foi uma surpresa quando vi a Sonja caminhar atrás de mim.

- Ouve, eu não sei o quê que estás a fazer, mas é melhor parares. – disse-me ela assim que a porta da casa de banho se fechou e o Martin não nos podia ouvir.

- Não percebo o que queres dizer. – respondo, apesar de saber.

Revirando os olhos, Sonja replica:

- Já percebi que gostas do meu namorado. Mas desculpa dizer-te, ele não gosta de ti. – após uma pausa, ela retoma a falar e pronuncia uma frase que me parte o coração. - Tu és apenas mais uma fã parva.

Sinto os olhos encherem-se de lágrimas, e, mal sabendo o que estava a dizer, grito:

- Não sou nada!

- Por favor, mesmo que quisesses não conseguias fazer com que o Martin te deixasse de ver como uma fã. – diz ela calmamente. – Na realidade, desafio-te a tentares.

- Desculpa?

- Isso mesmo. Tenta. Conquista o Martin. Nunca irás conseguir de qualquer maneira.



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