História Changes - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes
Visualizações 30
Palavras 2.938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHAAAAA QUEM TÁ DE VOLTA
aaaaa tanta coisa aconteceu e eu tava um caco tanto emocionalmente, psicologicamente e fisicamente (na real, ainda tô) e isso afetou demais o desenvolvimento da história já que eu tava sem criatividade e tava animada pra escrever.
Mas eu tô de volta e vou tentar não demorar muito pra voltar né. Aproveitem e desculpem os errinhos e comentemmmm

Capítulo 19 - My heart is broken


“E agora, quando tudo está feito, não há nada a dizer. Você se foi e tão sem esforço. Você ganhou, você pode ir em frente, diga a eles tudo o que eu sei agora. Grite isso de cima dos telhados, escreva isso no horizonte. Tudo o que nós tínhamos se foi agora. Diga a eles que eu era feliz. E meu coração está partido, todas as minhas cicatrizes estão abertas.”

Impossible – James Arthur

Vitória Shrader

 – Um brinde ao mais novo casal! – Nina gritou, sorrindo animadamente em seguida e levantando o que devia ser a sua quarta caneca de cerveja. – Parece que foi ontem que vocês se conheceram… E olha, já namoram…

  – Não inventa de fazer discurso não, nem nos casamos ainda. – Nash disse, me abraçando de lado.

  Todos levantaram os copos e nós sorrimos, curtindo o momento e aproveitando cada momento de verdade. Era bom estar ali com eles.

  – Em contrapartida do Nash e da Tori, que parecem que se conheceram ontem e já namoram; parece que foi ontem que a Nina assumiu os sentimentos dela pelo Shawn e ele ainda não foi atrás dela. – Luiza provocou, deixando a pouca bebida em seu organismo já comandar tudo, fazendo o sorriso da Nina murchar e o conteúdo no seu copo acabar.

  – Nós já conversamos sobre isso, não é Nina? – Shawn perguntou, fazendo a loira levantar seus polegares em afirmação.

  – É… Eu vou pedir umas coisas no bar, vocês querem algo? – Nina levantou e nós negamos.

  – Porra Luiza, sabe que a Nina odeia esse assunto. – Matthew chamou sua atenção e a morena deu de ombros, mostrando que não se importava com esse pequeno fato. – Não sei o que está tentando fazer, mas você está sendo uma idiota e está machucando tua amiga.

  – Se tem alguém machucando alguém aqui, é o Shawn que…

  – Porra será que dá pra você parar de me encher com isso? – Shawn aumentou um pouco da voz e nós todos ficamos calados.

  A noite, que antes estava uma maravilha, agora tinha uma cortina de tensão que pesava sobre nós. Me mexi desconfortavelmente na cadeira e tive uma ideia.

  – Se estamos em um Karaokê, por que ainda não fomos cantar? – Questionei e recebi um olhar de todos presente na mesa. – Ninguém se candidata para ir? – Todos negaram e eu me levantei, revirando os olhos em seguida.

  – Você vai? – A loira chegou perto de mim, apontando para o palco.

  – Sim e você vem comigo! – a puxei pelo braço.

  A noite teria um acontecimento inédito: Nina cantando em um palco e eu fingindo que sei cantar junto. Mando um beijo para o meu namorado e vou aproveitar a noite.

***

Luiza Neumann

  Abri meus olhos e a claridade incomodou quase que instantaneamente, fazendo eu por a minha mão sobre os mesmos. Tateei a cama ao meu lado, sentindo o vazio bagunçado que ela estava e me fazendo pegar um papel que fora deixado ali.

  “Meu amor, tive que ir resolver uns problemas no apartamento assim que a Kat me ligou. Sinto muito não estar aí quando acordou. Te encontro no saguão à noite, para irmos jantar. Te amo incondicionalmente. - Matthew”

  Fiz uma rápida bolinha com o papel em minhas mãos e arremessei em algum canto do quarto, tentando não ser consumida pela raiva de acordar sozinha e o ciúmes por ter sido trocada pela colega de apartamento do Matt e seu par romântico em seu filme.

  Guardei a raiva numa caixinha do meu subconsciente e levantei, decidida a ir relaxar com meus amigos neste grande paraíso quente, chamado de Austrália.

***

  – Luiza! Saí daí! – Nina gritou, tentando passar pelas pedras para vir atrás de mim. – Não sei se você sabe, mas se eu cair lá embaixo eu morro e a culpa vai ser sua.

  – Aí, vem logo, tu não vai cair não. – parei de andar pra esperar por ela e estendi minha mão. – Tem umas pessoas lá em cima, não sou louca sozinha, viu.

  – O mundo está cheio de loucos, mas a vista daqui é bonita mesmo. – Disse e sorriu.

  Terminamos de subir nas pedras e ficamos num morro, consideravelmente alto. Algumas pessoas pulavam, outras tiravam foto e outras ficavam só admirando mesmo.

  Admito que não botei muita fé quando vi esse lugar no panfleto do hotel, mas como eu não tinha nada para fazer e ninguém para fazer “o nada” comigo, decidi que aquele era um bom passeio. E como Nina também estava na mesma situação que eu, ou seja, a companhia perfeita.

  O dia em Newcastle definitivamente está sendo o responsável pelo o meu bom humor de hoje.

  – Bora dar um mergulho? – Pergunto. Se parar bem para olhar, o mar nem está tão abaixo de nós.

  – Você não está louca, né? – a loira me olha com as sobrancelhas arqueadas e eu nego. – Esqueceu que se eu pular aí morro afogada?

  – Ai, como você é chata. – bufei. – Então põe essa toalha que tá enrolada no teu corpo no chão, pra gente sentar nela.

  Ficamos apenas caladas, curtindo o momento, analisando as paisagens e as pessoas. Talvez eu estivesse precisando desse tempo sozinha, para pensar e relaxar. Já que quando eu estava ou sempre focada demais no trabalho ou falando com o Matthew ou do Matthew.

  – Ei, se lembra da nossa brincadeira? – Nina me tira dos meus devaneios. Nego e a olho confusa. – Tipo assim, a gente escolhe uma pessoa aleatória e diz como pensamos que a vida dela é.

  – Hm, e daí? – pergunto, com meus olhos quase fechado já que o cabelo da minha amiga refletia os raios solares.

  – Bora?

  – Bora. – concordo e olho ao redor procurando alguém interessante. – Aquelas duas meninas ali.

  Prendo meu olhar em duas meninas, que pareciam ter entre quinze e dezessete anos. Elas eram igualmente morenas, mas uma tinha uma pele mais bronzeada enquanto a outra era a personificação de um palmito. As duas comentavam sobre algo que viam no celular e riam.

  – A mais bronzeada se chama Alisson e a…

  – A que parece palmito se chama Christina. – completo. – As duas parecem ser amigas de muito tempo, amam o mundo pop e teen.

  – Pela cara delas, estão falando supostamente de alguma namorada do ídolo delas. – Comenta.

   – Christina não gosta muito da informação porque se ilude achando que quem vai namorar e casar com o ídolo é ela e não qualquer outra pessoa. – Falo e tento analisar mais coisas sobre elas.

  – Alisson não tem uma família perfeita aos olhos da sociedade. Seu pai abandonou ela com a mãe antes dos dez anos de idade. É filha única. E deseja ter a família da Christina, porque, ela sim, tem uma família perfeita. – Diz, já inventando ou chutando essa parte, chegando na parte mais intuitiva da brincadeira.

  – Enquanto Alisson deseja ser que nem Christina, Christina deseja ter a vida amorosa de Alisson. Porque a palmito não dá uma dentro em relação à homens e sempre se ilude e se apega a eles.

  – Mas mal sabe Christina que Alisson é bi e no momento está afim dela. – Nina fala e nós duas rimos. – Coitada não queria estar na pela da Alisson ao sentir isso e nem no dilema que a Christina.

***


  Eu já estava de volta ao hotel e Nina dormia ao meu lado da cama. Tentava fazer a mesma coisa que a loira ao meu lado, mas um comentário que eu tinha escutado no caminho de volta fazia meus nervos ficarem acordados e meus hormônios à flor da pele.

  “Tu viu que aquele ator que vai fazer o filme do surfista está namorando o par romântico dele?”

  “Sim! Fiquei sabendo que eles já moravam antes dele ser aceito para o papel. História interessante né?”

  Eu me lembrava de Matthew alguma vez ter comentado comigo de que seu filme era sobre um surfista, mas não me lembrava de ter falado mais que isso. Na realidade, ele nunca comentava sobre a história completa, sempre mudava de assunto de uma hora para a outra.

  Peguei o celular da Nina, já que o meu estava carregando no banheiro.

  – Nina. – a sacudi. – Qual a sua senha?

  – 080898 – Disse sonolenta, e eu sorri por momento.

  Botei na pesquisa “Matthew Espinosa” querendo que minha intuição estivesse totalmente errada e que nada do que eu estava pensando fosse realidade. Abri a primeira página.

  “Matthew Espinosa o menino que terminou o namoro e deixou os amigos em Nova Iorque apenas para seguir o seu sonho de ser ator aqui na Austrália. Será que você faria o mesmo?

  O menino ganhou um papel importante no filme 'O mar e o verdadeiro amor’, e a sua vida deu uma virada de cabeça para baixo. Veio sozinho para a Oceania e divide o apartamento com a mesma pessoa com quem ele dividirá o papel, será que eles dividem mais coisas?”

  Tirei print da página e saí da mesma, indo para a próxima reportagem. A primeira já tinha me decepcionado bastante, mas ainda não tinha nada demais.

  “A atriz Katarina Mitchell assume namoro com o par romântico do seu novo filme, Matthew Espinosa. O ator não se pronunciou sobre o assunto ou publicou algo relacionado nas redes sociais. Desejamos felicidades ao casal e que o amor nunca os falte!

Por hoje essa é a notícia relacionada ao amor. Não se esqueçam da nossa lição: o amor é sempre a base de tudo, mas às vezes ele não é suficiente para fazer ficar.”

  Meu sangue gelou e eu tentei, de algum modo, me testar para ver se eu estava sonhando. Mas, infelizmente, minhas mãos estavam do tamanho normal e eu não conseguia flutuar. Eu estava na realidade. E a minha realidade no momento era que o Matthew me namorava em Nova Iorque enquanto namorava essa Kat aqui.

  Deixei o celular de lado depois de me passar as imagens e me aconcheguei ao lado na Nina, sentindo meu peito se afundar e algumas lágrimas escorrerem no meu rosto. Não demorei para secá-las e mentalizar que eu não choraria. Não agora, pelo menos.

***

  – Luiza, acorda. – meu corpo é sacudido, sussurro algo parecido com um “o que foi?”, mas não abro os olhos. – Seu celular está tocando.

  – Deixa ele tocar.

  – Ok. Eu vou sair com o Shawn, se quiser ir conosco me avisa por mensagem que eu passo aqui. Tudo bem? – pergunta, calma como se falasse com uma criança.

  – Uhum, se cuida lá. Mas eu não vou não, estou com um pouco de dor de cabeça. – respondo e abro meus olhos, sorrindo fraco para minha amiga que fazia uma carinho nos cabelos.


  – Oi Tori. – atendo a ligação. – O que você tanto quer que me ligou dez vezes?

  – Te chamar para sair, mas você não atendia essa merda. – disse e bufou. – Suponho que não vai aceitar, já que tu tá com dor de cabeça, né?

  – Eu to mesmo, mas como sabe?

  – Porque a Nina me disse, já que ela me atende. – provocou e eu segurei a minha língua para não soltar uma resposta ignorante. Eu tava sem o famoso humor.

  – Ainda bem que ela te atende, Vitória. Ainda bem, né. Mas tu só queria falar isso?

  – Mais ou menos, por quê você também não está atendendo o Matt? – pergunta e eu permaneço calada, até porque eu não iria me prostrar a responder “eu acho que ele está me traindo e a internet diz isso”. – Entendi que não quer responder, ele me disse que vai dar uma passada aí, então se resolvam já que eu sei que algo aconteceu.

  – Pode deixar, tchau. Te amo. – desliguei sem esperar alguma resposta.

  Afundei meu corpo na cama e me cobri dos pés a cabeça. Eu não estava chorando que nem uma louca ou berrando ou 100% puta com o Matthew. Porque 1) eu era sensata e sabia que se eu chorasse e gritasse eu só estaria afetando minha cabeça e minha garganta, 2) eu queria uma explicação antes de o acusar de alguma coisa, eu queria ver o rosto dele enquanto falava e tirar as minhas conclusões. E eu também não poderia acreditar totalmente em uma matéria de um site de fofoca, que posta coisas sensacionalista apenas querendo views.

  Meu celular piscou e era ele dizendo que estava chegando e trazia um lanche. Não me importei com a roupa que eu estava ou se meu cabelo estava ruim ou se meu rosto amassado. Estava me importando com outra coisa no momento. No meu relacionamento, será que esse era o meu fim? Logo eu, que jurei nunca deixar meu coração 100% na mão de alguém, estou aqui segurando o coração no peito para não sair na boca.

  The 100 passava na tela da televisão, a única capaz de me distrair um pouco agora. A cada segundo que se passava e Matthew não chegava minha adrenalina e ansiedade aumentavam. Eu só queria que todo o autocontrole estivesse comigo e me fizesse compreender tudo sem ter que fazer um drama.


  A campainha tocou e dei um pulo da cama, indo até a porta. Depois de um selinho roubado de mim, Matt entrou e se jogou na cama.

  – Hoje o dia foi agitado. – suspirou e sorriu fraco. Cenas dele com a outra lá se fizeram presente na minha mente. – Mas agora eu estou aqui com você,  trouxe comida...

  – Matt… – o chamei, mas ele continuou falando.

  – E pelo visto vamos assistir The 100. Sabia que eu amo essa série e já vi o final? – perguntou animado.

  – Sim, anjo. Você que me mostrou a série e me fez amá-la. – respondi e bufei. Estava tudo tão bem e eu não queria ter que estragar com aquele assunto. – Vamos comer.

  Empurrei aquilo da minha mente e me sentei ao seu lado, comendo a comida tailandesa e dando play no episódio.


  – Você não acha uma sacanagem o Finn namorando ter ficado com a Clarke? – perguntou indignado e eu ri fraco. Aquilo só podia ser sacanagem. – Qual a graça? Estou sujo?

  – Nenhuma. – respirei fundo e pausei, recebendo um olhar confuso. – Eu tenho uma pergunta, na verdade.

  – Diga.

  – É verdade quando a mídia afirma que você é o novo namorado da Katarina Micthell?

  Vi seu rosto ficar branco e seus olhos arregalados, sua respiração ficou descompassada e ele engoliu a seco. Reação errada.

  – Qual o… o motivo da pergunta? – pergunta, nervoso.

  Um sorriso decepcionado brota em meus lábios antes mesmo que eu possa evitar, o bolo na minha garganta também sai, só que em uma pequena frase: – Você não tinha o direito de fazer isso.

  – Mas não… não é verdade.

  – O que mais me decepciona é você não ser honesto. Porra. – levanto da cama e respiro fundo. Auto controle. Auto controle. – O que custava terminar comigo? Eu já estava longe ia evitar muita decepção, era só ser honesto, Matthew.

  – Luiza olha, me escuta…

  – Era só me ligar e dizer que estava apaixonado por outra, eu ia ficar mal mas não ia te forçar a nada. Pelo contrário, continuou comigo teve a audácia de dizer que me amava várias vezes. PORRA! – gritei e bati em seu peito. – Eu odeio mentiras.

  – Por favor, não diz que os meus eu te amo foram mentira. Não foram. Eu te amo demais. – disse, quase implorando. – Me perdoa, me deixa explicar.

  – Explica. – tomei dois passos de distância e olhei eu seus olhos, que estavam marejados.

  – O nosso empresário e o do filme tiveram uma ideia, bem lá no comecinho. De forçar um namoro de contrato, para chamar a atenção. “Casal maravilha no filme e na vida real”. Só que eu não aceitei, eu tinha você. Expliquei isso e de primeira eles não pressionaram. – respirou fundo e minha decepção aumentava. – Só que depois da mudança eles pressionaram, todos aceitaram e só faltava eu. Aí eles tiveram a ideia de só soltar a notícia por aqui, só pra eu tomar uma decisão concreta.

  – Não termina essa merda. Não quero ouvir que tu preferiu a tua carreira a mim. – disse, cansada de tentar não demonstrar. – Eu não quero acreditar que você me traiu duas vezes, você me mostrou e prometeu uma coisa fez outra, VOCÊ ME QUEBROU.

  – Me perdoa, por favor eu te amo tanto.

  – Você ‘tá perdoado. Mas não diz que me ama e quer continuar com o nosso relacionamento. Desde do momento que você assinou o contrato para namorar a outra pela imagem do filme, você escolheu o fim. – disse.

  – Era meu primeiro filme, internacional. Eu só queria que tudo desse certo, eu só queria realizar meu sonho. – tentou explicar e se aproximar, mas eu dei mais um passo para trás. – Eu não queria perder você e o meu papel. Eu escolhi os dois,

  – Mas você não pode ter os dois! Não pode! – falei e ele abaixou a cabeça. – Se você tivesse sido honesto, quem sabe eu entenderia e te daria um tempo durante o filme e depois a gente se reencontrava. Você assinava o contrato, fingia o que quisesse e eu não me afetava. Mas não, você mentiu e o que eu mais odeio…

  – É mentira. – completou. – O que você mais odeia é mentira, eu sei.

  – ENTÃO POR QUE MENTIU?

  – PORQUE EU NÃO QUERIA O SEU OLHAR DE DECEPÇÃO QUE ESTÁ NO SEU ROSTO AGORA. EU NÃO QUERIA OUVIR QUE EU MAL FIQUEI FAMOSO E JÁ FIZ A ESCOLHA ERRADA!

  – POXA, PARECE QUE FEZ ERRADO ENTÃO. – joguei a minha aliança nele, que ficou parado e assustado. – Parece que você errou na escolha e toda escolha tem uma consequência.

  – E a minha é o nosso fim? Mas eu te amo...

  – Ás vezes nem o amor é capaz de fazer ficar se falta honestidade e confiança. – respondi e apontei para porta. – Sai daqui. Te desejo todo sucesso e sorte desse mundo, mas sai da minha frente.

  – Vai mesmo fazer isso com a gente?

  – Você que fez. Você que escolheu ter uma namorada por continente.

  Meu coração estava como eu, quebrado e exausto. 


Notas Finais


Demorei mas tá aiiiiiiii!!!! É o maior capítulo da fic e eu fiquei feliz por isso e quem esperava isso do Matt?? Ainda tem mais coisa aaaa jaja entramos em reta final galeriss

Deixa o comentário de vocês, não é obrigatório mas ajuda demais e obg aos comentários anteriores e os favs. Amo vcs demais


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