História Changing ( = nome provisório = ) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 1.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hellou pessoinhas :3
Turu bom? Espero que sim!
Gente, agora que eu tô percebendo como ficou a sinopse... Hehehe e.e
Enfim, sejam bem vindos ao primeiro capítulo da minha fanfic!
Como dito anteriormente, ela é um remake de outra que eu estava escrevendo que....Ficou meio ruim, digamos assim.
Bom, a história é baseada em outra que eu montei pra começar um mangá, mas por enquanto vou escrever a fic e colocar cenas específicas desenhadas ( minha autoria. )
ENFIM! Chega de enrolação! Boa leitura ❤

Capítulo 1 - Capítulo 1


On: Alya.

Oi, eu sou Alya, tenho 15 anos e esse ano começo o 2o ano do ensino médio, legal? Não, seria mais legal se fosse aqui, em Verona, onde eu sempre morei, mas justo agora, faltando apenas dois anos pra mim terminar o colégio, minha mãe me vem com essa ideia brilhante...

Enfim, minha mãe se chama Alice, ela é uma pessoa incrível, deu todo o carinho que eu e Vick sempre precisamos, ainda mais que a alguns anos ela e meu pai se separaram, e eu e meu irmão ficamos com ela, e hoje não temos nem notícias dele. Recentemente ela ficou noiva do Ian, um velho amigo dela, mas, apesar de eu até "gostar" dele, não consigo acostumar com essa ideia ainda. Victor não se lembra tanto do pai, então já se acostumou mais que eu.

Bom, eu estou ajudando a colocarem as coisas que já estão encaixotadas no carro, são por volta das 10:30 agora, e minha mãe deixou que Pedro e Mari, meus amigos de anos, viessem almoçar aqui e depois saíssemos, afinal..Hoje completamos oito anos de amizade. Oito longos e bons anos..Tem ideia de como dói? 

Logo eu acordei dos meus pensamentos, e peguei uma das caixas no chão.

- Isso aqui pesa...O que tem dentro?? - Disse segurando essa tal caixa que estaria já fechada com durex.

- Tem...- Ian pegou a caixa, e percebeu o peso, por isso parou de falar por um curto momento.- Acho que os brinquedos do Vick. - Disse ele, a colocando no porta-malas.

- Eu em...Ah, obrigada.

- De nada, Aly. - Ele sorri pra mim. Ian seria pouco mais alto que minha mãe, teria olhos castanhos e cabelos loiros meio escurecidos. Não sei quantos anos ele tem, mas com certeza é mais velho que minha mãe.

Terminei de ajudar com as caixas, entrei em casa e me deitei no sofá. Estaria com uma blusa um pouquinho larga que seria estampada toda com uma galáxia, é um shorts preto meio velho, além de um par de chinelos meio...acabados, digamos assim, Hehe.                                                     Olhei para o relógio, teria se passado um bom tempo, tanto que mamãe já estaria fazendo o almoço, e Vick estaria lá ajudando ela...Então, resolvi me levantar e ajudar também.

- Nem me chamam.

- Nem vem, Aly! Eu vou ajudar a mamãe hoje! - Disse Vick, fazendo birra.

- Vick, não fale assim com sua irmã, e ela pode ajudar, quanto mais gente, o almoço sai mais rápido! Esqueceu que o Pedro e a Mari vem hoje?

- Mas mã...Espera, a Mari vem hoje? Eba!! - Disse ele pulando.

- Ele tem uma quedinha por ela.

- Uma queda? Você, Victor? A essa idade? - Disse minha mãe debochando dele.

- Aly está mentindo! - Ele corou.

- Hehe, tá bom. 

Continuamos a ajudar no almoço, minha mãe teria feito aquele macarrão que ela sempre faz quando vem visita em casa, ou as vezes quando estamos só nós quatro também, mas hoje merecia. Logo, ouvi o barulho do portão abrindo bruscamente, e depois de alguém quase caindo.

On: Pedro.

Estou a não sei quanto tempo sentado nesse sofá esperando a Marianna descer. Sério, ela enrola demais, meu Deus..

Uns quinze minutos depois ela desce com uma blusa listrada de azul claro e azul escuro, e sua tradicional jardineira, ela usa isso quase sempre. 

Mari seria pouco mais alta que Alya, e teria longos e cacheados cabelos ruivos. Seus olhos seriam num azul acinzentado, bem bonitos pra falar a verdade.

- Pron-- Oxi, a quanto tempo você tá aqui?

- Perdi a conta. - Respondo, guardando meu celular no bolso dá Jeans.

- Exagerado. 

- Vamos logo, Mari, não vamos nos atrasar de novo, né? - Digo me levantando do sofá .

- É, Pedro - Ela revira os olhos, dando um sorriso de deboche. - Estamos indo, pai. - Ela disse em um tom um pouco mais alto para seu pai que estava na cozinha, tomando um café. Ele acenou para nós enquanto saímos pela porta dá frente, já indo para a casa dá Alya.

Mais ou menos na metade do caminho, Mari deu uma cotovelada em mim e perguntou, em um tom impaciente:

- E então, vai admitir pra ela?

- Acho melhor não. - Respondi, chutando uma pedra pequena que estaria na calçada.

- Meu Deus, Pedro. Você é muito lerdo. - Ela disse, colocando a mão na própria testa, e suspirando ao terminar a frase.

- O que quer que eu faça, Marianna? Não é tão fácil assim.

- Se não contar, eu conto.

- Nem pense. 

- Hehe...

Minutos depois, chegamos na casa da Alya. Ian estaria organizando as caixas no porta-malas de forma que elas coubessem. Mari abriu o portão para entrarmos.

- Oi, tio! - Ela disse entrando, mas logo após isso tropeçou.

- Oi, t---Mari! Toma cuidado! - Disse segurando ela, evitando que ela desse de cara no chão, como acontece quase toda vez.

- Heh, isso sempre acontece.- Responde ela, fazendo um coque nos cabelos.

On: Alya.

Me levantei do sofá e fui ver quem teria chegado, a porta já estaria aberta. 

- Mari, Pedro!

- Oi, Aly... - Pedro disse, colocando a mão na nuca.

- Alyyyyyy!!! - Marianna se joga em cima de mim, me abraçando. Ela sempre faz isso quando me encontra, e também quando encontra o Pedro...Humm, shippo. ( Autora: OK, eu sei que isso 'bugou' a mente de vocês um pouco, mas calma :v )

- Heh, oi, Mari. Entrem.

Eles entraram e nós almoçamos, depois conversamos um pouco no meu quarto sobre algumas coisas aleatórias. Passada uma hora e pouco, eram 14:30, resolvemos então dar uma passada na praça que sempre nos encontramos depois da escola, desde pequenos. Nós fizemos algumas coisas e...afinal, o aniversário do Pedro estaria chegando, mas seria no período de aulas, então provavelmente eu não apareceria para desejar o parabéns pessoalmente. Que ótimo. 

Passamos a tarde conversando, e foi muito bom, afinal, eu estava com eles, os únicos que estão comigo desde aquela época. Vou sentir muita, mais muita falta disso. 

Estávamos sentados na mesa da lanchonete de uma tia da Mari, que eu e Pedro acabamos pegando costume de chamá-la assim também, até que estava se aproximando dá hora de fechar. 

- Heh, aquilo foi beeem estranho, mas foi divertido! - Disse Mari, rindo enquanto segurava seu milk-shake.

- Nah, culpa sua e do seu namorado! 

- Não era meu namorado! - Ela respondeu, com uma cara emburrada.

- Quer dizer que agora é, Marianna? - Pedro disse com um tom de deboche, só para ver o que ela responderia.

- Não, idiota! 

- Ok, ok... É, parece que já está na hora de eu ir, minha mãe me pediu pra chegar antes das sete. - Já eram por volta das 18:40.

- Já? - Mari disse.

- Uhum... - Joguei o copo vazio no lixo, e amarrei direito meu moletom na cintura, já que estaria caindo.

Pedro suspirou, com as mãos nos bolsos dá calça.

- Vamos lá, não quero clima pior do que já tá, é sério. - Disse dando uma risada fraca, tentando quebrar o clima ruim, o que parecia ser impossível.

Ficamos por alguns poucos minutos em silêncio, mas eles pareceram uma eternidade, até que Pedro resolveu falar.

- Oito anos... Né.

- É, bastante tempo. - Respondi, sem olhar diretamente pra ele.

Ele me abraça, seguido por Mari.

- Eu não quero ir... 

- Também não queremos que você vá, baixinha. - Ele diz, tirando meu cabelo do rosto.

- Você vai visitar a gente, não é? - Mari falou, com os olhos cheios de lágrimas.

- Sempre que possível e...Ah, Deus do céu, não começa a chorar, por favor! - Respondi a ela.

- Ei...Ahm...Aly, eu posso falar com você? A...sós?

- Hum... Tá.

On: Pedro.

Ok, eu precisava falar, pelo menos que fosse só pra ela ficar sabendo.

Chegamos perto de um banco na praça na frente dá lanchonete, eu me sentei, e ela também logo em seguida.

- O que você queria falar? - Ela perguntou enquanto me olhava e mexia em um anel que ela sempre usava, girando-o em seu dedo.

- Bem...Como eu posso dizer...

" Acorda, Pedro. Fala de uma vez"

Era só o que se passava pela minha mente na hora.

- Aly...Então...A algum tempo...

" A quase três fucking anos."

- ...Eu percebi que gostava de você, só que...Não tipo...Ah, você é minha melhor amiga e eu gosto de você. De um jeito diferente...Sabe? - Disse quase morrendo de tanto nervoso, e medo dá forma como ela reagisse.

- ...Você quer dizer que...

- É, é. - Falei, mexendo na franja do meu cabelo, a qual estaria um pouco comprida.

Logo, ela começa a rir.

- P-Por que está rindo??

- Se..- ela dá uma risada a mais. - ...Se eu disser que eu também, você acredita? 

- Você só pode estar zoando com a minha cara.

- Não estou, eu juro! É que... Bem, eu nunca falei né, tanto tempo assim, dava medo de acabar tudo.

- É, somos idiotas...Imagino se...

- Se tivéssemos falado antes? 

- É. - Respondi, sentindo meu rosto esquentar.

Um silêncio tomou conta do momento.

- Caramba. 

- E agora? Esse é seu último dia aqui..

- ...

- ...

Eu olhei pra ela, e vi que seu rosto também estaria corado.

- Ei, Aly.

Ela olhou de volta para mim...Parecia que as coisas estavam começando a voltar a ir ao nosso favor, o único problema é que era tarde demais.

Nós nos aproximamos cada vez mais, chegamos a encostar nossas testas, até que algo interrompe o momento.

On: Alya.

Eu não podia acreditar no que teria ouvido...Ele realmente gostou de mim, e eu também! Mas naaaao, dois idiotas não iriam admitir, e sim deixar o tempo passar Além do nosso favor! 

Estávamos perto de algo acontecer, até que meu celular toca, e como estaria no bolso do shorts, ao vibrar ele cairia no chão, riscando a tela.

- O que... - Pedro acordou daquele momento, fazendo com que eu também me tocasse do que estaria acontecendo.

Eu pego o celular e atendo.

- Alô, mãe?

" MUITO OBRIGADA POR ESTRAGAR ESSE MOMENTO, EU TE AMO!"

- Aly, já terminou aí? 

- . . .

- Alya?

- Sim, eu...Já vou.

- Ok, precisamos terminar de fazer as malas, amanhã de manhã saímos.

- É, eu sei....

- Tchau, não demore.

- Tchau.

Desliguei o celular, eu já estava de pé e Pedro ainda estaria sentado, com os cotovelos apoiados nos joelhos, olhando para o chão.

- . . .

- . . .

- É...Acho que... Já vou indo.

- Infelizmente. - Ele responde, se levantando.

- Heh.. Bom, eu vou...Voltar pra lanchonete dar um tchau pra tia Lúcia e pra Mari e... - Disse me virando devagar.

Logo, ele me segurou pelo braço, e me puxou para si, dando um abraço forte...

Nada aconteceu além disso.

Rápidos momentos depois nos separamos, ele estaria com seu rosto absurdamente vermelho, mesmo que fosse apenas um abraco... eu não queria nem imaginar como o meu estava. 

Nós fomos em direção à pequena escada que dava ligação a calçada, atravessamos a rua e entramos na lanchonete de novo.

Mari me olhou com uma cara tipo " hmmm "

- Bom, eu--

Coloquei o dinheiro no balcão, até que a tia Lúcia me abraça. Acho que Mari puxou mais ela que o próprio pai.

- Já vai, minha filha? Fique mais um pouco! Eu ligo para a Alice pedindo.

- Eu adoraria mas...Eu tenho que ir. - Respondi, ainda abraçada a ela.

- Até mais, gente. - Disse, olhando para Mari, que estaria quase chorando, e depois para o Pedro, que teria seu rosto ainda corado, e me fitaria com seus olhos verdes. Esses olhos, que provavelmente vão demorar para serem vistos por mim pessoalmente de novo. 

Me despedi deles e comecei a seguir pelo caminho de casa, estaria anoitecendo. Eu peguei meus fones e os coloquei, ouvindo Walking the Wire - Imagine Dragons, uma das minhas bandas favoritas.

Cheguei em casa, subi direto para meu quarto e me deitei. Amanhã seria um longo dia.














Notas Finais


Ok, ok. Até eu estou tentando entender o rolo que aconteceu aí, mas calma. Muitas coisas acontecerão, assim como quando uma árvore morre, outra tem chances de crescer, assim como as pessoas: algumas vão, e outras surgem, e isso vai acontecendo ao longo dá vida de cada um de nós...( Filosofei, gente. Obrigada, de nada. )
Enfim, espero que tenham gostado, em breve sai o próximo capítulo!
Obs: Recomendo a música mencionada aí no finalzinho :v


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