História Changing It - Capítulo 23


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Faking It, Romance
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Palavras 3.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Aqui estamos nós de novo e vamos à história porque eu não tenho nada a dizer aqui mesmo kkk Vou comentar nas notas finais.

Divirtam-se!

Capítulo 23 - Tudo ou Nada


[Aidan]

Apesar de a última semana ter sido tenebrosa, estar naquele vestiário, acompanhado de meus colegas de equipe e ouvindo o brado das torcidas lá fora, me acalma. Não é uma calma de saber que tudo correrá bem e que ganharemos o jogo sem problemas porque, cá entre nós, isso é futebol e por mais que nosso time e nossa torcida estejam confiantes, não dá para saber como o jogo terminará até que ele termine de fato. Logo, sempre há aquele nervosismo pré jogo do qual eu não consigo me livrar, principalmente agora que estamos sete pontos atrás dos Wildcats e precisamos dessa vitória para não ficarmos ainda mais em desvantagem, mas estar aqui me mantém focado no jogo e no trabalho que eu preciso fazer em campo e me desliga de todos os meus problemas pessoais, o que, para mim, é um alívio.

Faz cerca de uma semana que recebi aquela visita indesejável de Charity e, desde então, ela não voltou a me procurar ou a bombardear o meu celular com mensagens e fotos promíscuas que ela tira durante o banho, mas isso não significa que sua mente suja não esteja planejando mil e uma maneiras de me arrastar de volta para ela e para o nosso caso proibido. Não ter notícias dela, em vez me trazer paz, apenas faz com que eu mantenha a minha guarda alta, à espera de sua próxima jogada.

Fora isso, também faz cerca de uma semana que estou correndo atrás de Samantha, numa tentativa desesperada de me explicar e explicar a mensagem que ela viu em meu celular, mas não importa o quanto eu tente, ela sempre foge de mim e acaba sendo amparada pelos braços de Jason.

Jason.

Com o canto do olho, observo enquanto ele termina de vestir seu equipamento de proteção e o uniforme do time e tenho que cerrar os dentes e olhar para o outro lado, porque hoje eu não posso me distrair com isso. Temos pouco mais de dez minutos livres antes de entrarmos em campo e, jogando nas posições em que jogamos, Jason e eu não podemos brigar. Todas as nossas desavenças devem ficar em segundo plano essa noite e toda a nossa raiva deve ser convertida em garra e ser utilizada contra os Wildcats. Essa noite, meu único inimigo é Patrick Donovan, o capitão e Quarterback dos Wildcats.

Termino de colocar meu próprio equipamento e uniforme e deixo que Lexa, uma das garotas da torcida, desenhe dois traços com tinta negra abaixo de meus olhos, antes de me juntar ao restante do time para ouvir o discurso do treinador Rogers e as palavras de incentivo de nosso capitão. Tanto Bryce quanto o treinador nos lembram que estamos sete pontos atrás dos Wildcats e que precisamos vencer esse jogo para ficarmos a frente deles na tabela e o treinador também frisa que somos um time e que devemos nos unir em campo e, é obvio que ao dizer isso, ele crava seus olhos espertos em Jason e em mim, mas ele não precisa me lembrar disso. Apesar de todas as discussões que já tive com Jason em campo e de todas as vezes em que o treinador precisou nos mandar para o vestiário mais cedo, essa noite, o jogo contra os Wildcats é minha prioridade.

Fazemos nossa saudação e apanhamos nossos capacetes antes de nos dirigirmos à saída do vestiário. Sparky, nosso mascote, saiu há alguns minutos e posso ouvir a nossa torcida entoando o grito de guerra do time alguns decibéis mais alto que a torcida do Arizona Wildcats. Esse é o nosso estádio, a nossa casa e nossa torcida está mostrando quem é que manda, assim como nós pretendemos fazer em campo.

Assumimos nossas posições, enquanto Bryce e Patrick são chamados ao meio do campo pelo juiz, para apertarem as mãos e jogarem a moeda para decidir quem começará com a bola. Patrick tem mais sorte que Bryce nisso e o sorriso convencido que ele lança para mim, me faz lembrar de todas as vezes em que eu e ele já estivemos frente a frente nessa mesma situação. Nossos apertos de mãos sempre eram mais rudes do que deveriam e a forma como nos encarávamos não deixava dúvidas de que nossa rivalidade ia além do limite, mas eu culpo Patrick por isso. Ele sempre levou a competitividade à níveis extremos e, muitas vezes, tão baixos que chegou ao ponto de ofender a família de alguns dos nossos jogadores, então, eu não tinha como não revidar a isso.

— Vejo que os boatos eram verdadeiros. – Patrick grita para mim. – Não está sentindo falta de nada, McKeane? – Ele bate na faixa azul em seu braço direito, ostentando sua posição de capitão. – Não achei que você era do tipo que deixava um dos bobos da corte assumir o trono do rei.

No mesmo instante, Bryce se lança sobre ele, ofendido por seu comentário a respeito dele ser o novo capitão dos Devil's, mas os jogadores de linha o seguram a tempo e, rapidamente, o juiz se coloca entre os dois, com os braços estendidos, para evitar uma pancadaria.

— Primeira advertência, rapazes! Não quero agressões no campo. Guardem sua raiva para o jogo ou serão expulsos antes mesmo de a partida começar.

— Eu só evidenciei um fato. – Patrick se afasta com as mãos erguidas, alegando total inocência. – Se o Coleman se ofendeu… paciência, sr. juiz.

— Vamos ver se você ainda vai evidenciar fatos depois que destruirmos o seu time no campo! – Ouço Kevin gritar para ele, que o responde com um mero dar de ombros, como se não se importasse com suas ameças.

Patrick assume sua posição como Quarterback, seus olhos pequeninos e azuis-claros ainda cravados em mim e não consigo evitar que um sorriso de provocação se instale em meus lábios. Se o Patrick vai começar com seus joguinhos mentais logo cedo, então, eu espero que ele esteja preparado para aguentar a resposta do meu time.

***

Os próximos quatro períodos de jogo são como uma zona de guerra. Cada ponto e cada jarda são disputados como se nossas vidas dependessem disso e, entre um ponto e outro, o juiz é obrigado a parar o jogo para conter o princípio de uma briga ou as inúmeras discussões que sempre terminam com uma ofensa à mãe ou à irmã de alguém.

Ambas as equipes estão jogando pesado, fazendo entradas duras e perigosas e não me surpreendo quando Jamie precisa ser retirado do campo com uma possível lesão na coxa e um dos Wildcats acaba sendo expulso por isso, deixando o time deles desfalcado a apenas dez minutos do apito final.

Acho que todos naquele estádio já esperavam por uma briga, porque elas sempre acontecem em partidas entre os Devil's e os Wildcat's, então, quando um dos nossos simplesmente se joga em cima de um de nossos adversários, dando início a uma grande confusão dentro de campo, ninguém fica muito surpreso. Apenas os juízes e treinadores ficam um pouco desesperados.

Brigas em jogos de futebol americano podem ficar feias muito rapidamente porque é quase impossível separar duas equipes de caras grandes e bem equipados quando eles começam a se socar em campo. Já houve um jogo ou dois que precisou ser suspenso porque a briga perdurou por um longo tempo e, é claro que ambas as equipes sofreram penalidades depois, mas na hora da raiva ninguém pensa muito nisso.

Vejo o treinador Rogers correr em direção ao campo junto com nossa equipe de preparadores físicos, separando a maior quantidade de jogadores que consegue pelo percurso até chegar em Bryce, que estava sobre o Tight End dos Wildcats e praticamente arranca-lo de lá com um puxão.

— Que merda você pensa que está fazendo?! – O treinador grita para ele, que tenta se colocar de pé o mais rápido que pode, ganhando a atenção do restante de nosso time que, automaticamente, para de brigar. – Acha que foi para isso que eu lhe dei essa braçadeira? Para que viesse a campo e transformasse a partida em um show de circo? Você é o capitão, Bryce! Haja como um. Controle os seus jogadores! – Então, o treinador deixa Bryce de lado e se volta para o restante do time, praticamente bufando de ódio. – E vocês, maricas, se querem brigar como em uma arena de gladiadores, saiam do meu time Mas se quiserem ficar aqui, então, joguem! Isso é futebol, não luta livre.

O treinador Rogers sai do campo pisando duro e nossos jogadores trocam olhares rapidamente, antes de voltarem a assumir suas posições aguardando as instruções de jogo de um Bryce que parece lívido de vergonha. Ele me olha brevemente, como se pedisse desculpa pelo fiasco que protagonizou e eu aceno com a cabeça, dando-lhe apoio, afinal, ele é o nosso capitão e lhe devemos isso.

— Ei, McKeane! – Meus olhos se voltam para Patrick, que está me fitando com um largo sorriso. – Fiquei sabendo que você andou trepando com uma das garçonetes do The Vow durante as férias. – Ele pisca para mim. – Os boatos dizem que ela é bem gostosa e que te deixou de quatro por ela, antes de te der um pé na bunda e, sabe como é, correr para cama de outro, mas você sabe como são os boatos… Eu só queria mesmo saber é se… tipo assim… se ela estaria disposta a dar um rolê na minha cama ou se ela é uma vadia fiel ao time, sabe? Eu vou entender se ela não quiser chupar o pau de um dos adversários.

Eu nem penso antes de correr em direção a Patrick como um touro corre em direção a capa vermelha de um toureiro. Não consigo enxergar nada que não seja ele e a vontade que eu sinto de arrebentar cada um de seus dentes, então, quando uma muralha de jogadores vestidos de azul se posiciona para protegê-lo, eu saio empurrando-os para fora do caminho da melhor maneira que consigo, puxando as grades de seus capacetes e derrubando-os até que Patrick esteja novamente em meu campo de visão.

Acho que dou início a uma nova briga geral entre os jogadores, porque embora a minha raiva não permita que eu enxergue muita coisa além da minha sede de sangue, eu sei que a minha equipe vai brigar por mim, assim como brigou por Jamie. Ouço o apito e os gritos do juiz, tentando controlar os jogadores, mas o barulho agudo parece distante quando eu finalmente alcanço Patrick e tiro meu capacete batendo-o em seu peito com força.

Patrick desmorona, porque meu golpe o faz perder o equilíbrio, mas eu sei que eu não o machuquei porque sua proteção de tórax amorteceu o impacto. No entanto, eu não permito que isso continue assim por muito tempo. Rapidamente me atiro sobre ele e puxo seu capacete de maneira rude e desajeitada, ferindo a pele em seu queixo onde as fivelas do capacete raspam antes de se soltarem.

Patrick usa esse momento para tentar me atingir com um soco, mas seu golpe me atinge apenas superficialmente, não impedindo que um ruído agudo e irritante se instale no fundo de meu ouvido, mas eu não me importo com isso. Atiro meu próprio capacete para longe e, antes mesmo que Patrick possa tentar me socar de novo, atinjo-o com dois socos no rosto, me ferem a pele sob seus olhos e também os nós de meus dedos.

Sem defesa, Patrick tenta me empurrar para longe enquanto luta para conseguir me acertar com um chute, mas ainda que ele realmente consiga, o equipamento de proteção faz com que seu golpe seja apenas como uma leve pressão em minhas costelas.

— Solte-o, Aidan! – Ouço a voz grave do treinador Rogers gritar acima de mim, ao mesmo tempo em que as mãos dele grudam em meus ombros tentando me afastar de Patrick, mas minha raiva cega me mantém onde estou, ainda acertando-o com um soco após o outro. – Você será expulso! O jogo será cancelado! – Ele continua gritando. – Talvez você nunca mais possa voltar a jogar de novo. Solte-o!

Mas eu não quero ouvir. Eu sei que o fato de eu ter corrido como um grande imbecil atrás de Samantha nessa última semana alimentou esse tipo de boato sobre ela e sobre mim, mas eu não posso permitir que as pessoas se refiram a ela dessa maneira. Da maneira como costumavam se referir quando eu a contratei para ser minha namorada falsa. Eu a conheci, eu me apaixonei e sei o quão brilhante e maravilhosa ela é, então, de maneira alguma eu me calaria e deixaria que Patrick proferisse essas palavras sobre ela. Eu arrebentaria qualquer um que ousasse desrespeitá-la, começando por ele e dane-se que eu seria expulso do time, da universidade ou até mesmo da liga universitária de futebol!

— Aidan!

Eu mal posso acreditar quando é a voz doce dela que eu ouço chamando o meu nome, mas eu paro e, mesmo assim, olho ao redor procurando por seu rosto e quase não posso respirar quando eu vejo que Samantha realmente está ali no campo, parada a alguns passos de distância, com seus cabelos negros meio desgrenhados pelo vento quente e seco do Arizona.

Ela está olhando para mim com um misto de angústia, tristeza e assombro e eu me distraio por tempo suficiente para que Patrick recupere seu capacete e acerte a lateral de meu rosto com ele. Minha visão fica turva e sinto um filete de sangue escorrer por meu rosto, fluindo do corte que, eu tenho certeza, Patrick acabou de abrir na lateral de minha sobrancelha, antes de o treinador Rogers retirar o capacete das mãos dele.

— Ah meu Deus, você está bem?! – As mãos pequenas e frias de Samantha tocam o meu rosto, mas o dela está embaçado diante de mim, com a cor verde de seus olhos se misturando ao preto de seu cabelo, diversas vezes. – Não durma, está bem? Você consegue falar comigo?

Eu penso em responder, mas ouço a voz de Jason chamando por ela e a vejo virar o rosto para encará-lo, então, me calo. Não demora muito para que ela volte a olhar para mim, mas quando ela fala, ela fala com ele:

— Óbvio que eu invadi o campo! Parecia que vocês iriam se matar aqui… Eu sou pequena e rápida, Jason! Deixe eles virem! Quero ver se conseguirão me arrastar para fora daqui sem a ajuda da guarda nacional!

Eu sei que Jason tem uma resposta para cada uma das afirmações de Samantha, mas a voz dele está muito distante para que eu consiga distinguir suas palavras. Levo as mãos ao rosto e fecho os olhos por um instante, tentando ignorar a dor. Minha cabeça gira um pouco, mas quando abro os olhos novamente as coisas já não estão tão embaçadas quanto antes.

— Você precisa de um médico. – Samantha diz com um ar preocupado. – Onde estão aqueles malditos socorristas da sua equipe de preparação física?

— Eu estou bem. Só estou meio zonzo.

— Aidan, você está sangrando. Acho que vai precisar de pontos. E, fala sério, esse garoto é um homicida? Onde já se viu agredir alguém com um capacete! Isso é loucura!

— Ele não bateu muito forte. – Tento acalmá-la, mas também estou dizendo a verdade. Acho que todos os socos que acertei em Patrick o deixaram um tanto sem força, mas a pancada doeu porque… caralho, ele me acertou com um capacete!

— Você realmente está bem?

— Me ajude a levantar. – Eu peço, mas logo um riso suave escapa de meus lábios, porque Samantha é tão pequena e estou todo cheio de equipamentos grandes e pesados… ela jamais vai conseguir me levantar do chão assim.

— Você apanha e ri? – Ela questiona, franzindo o cenho para mim, daquele jeito que faz seu nariz se enrugar e que eu acho uma graça. – Talvez seja melhor você ficar deitado. Acho que o golpe foi mais forte do que você pensa.

— Não. Eu estou bem. – Aceno com a mão, dispensando sua preocupação e me apoio no gramado, precisando de certo esforço pra me levantar.

— Você está bem, cara? – Kevin se aproxima de mim e aceno brevemente com a cabeça, porque apesar de estar um pouco zonzo e sangrando, eu me sinto bem realmente. – Isso aí vai ficar roxo e inchado, é melhor colocar gelo logo. Acho que esse jogo já era. – Ele transfere seu olhar de mim para Samantha e abre um leve sorriso. – E aí?

— Dia agitado para vocês hoje, não é? – Ela também sorri para Kevin e eu não me preocupo em apresentá-los, porque sendo namorada de Jason é óbvio que Samantha já conhece o resto da equipe e vice-versa.

— As partidas contra os Wildcats são sempre agitadas. – Ele bate em meu ombro e depois se despede, seguindo para junto dos outros jogadores.

De longe, vejo que Jason está com os braços em volta de David, um dos nossos jogadores de defesa que está visivelmente mancando. Os olhos dele, no entanto, estão cravados em Samantha e eu e a expressão em seu rosto não parece nada feliz. Eu devo ter perdido alguma coisa durante os trinta segundos que passei de olhos fechados.

— Você e seu namorado estão bem? – Pergunto, indicando Jason levemente com a cabeça e aquilo me parece um geste de preocupado, mas a palavra “namorado” deixa um gosto amargo em minha língua.

Samantha suspira de maneira audível.

— Ele ficará bem. Sua cabeça é que me preocupa.

Sua maneira evasiva de responder me deixa curioso. Será que eles discutiram? Mas eu não tenho coragem de perguntar, porque não quero ouvi-la dizer: “Não. Nós estamos bem.”

— Talvez seja melhor eu arranjar um pouco de gelo.

— Vocês vieram de ônibus? – Ela pergunta de maneira repentina, o que me faz parar e pensar na resposta, porque eu estou meio lento depois de ter sido atingindo na cabeça com um capacete.

— Uma parte do time veio. Eu vim de carro.

— E vai voltar dirigindo?

— Provavelmente vou.

— Eu te levo. – Ela se oferece, mas não consigo identificar a expressão em seu rosto. Ela está envergonhada? Nervosa? – Você recebeu um golpe e tanto. É melhor não dirigir agora.

Não sei o que dizer a princípio. Não consigo entender porque de repente ela está agindo dessa maneira quando passou a semana inteira fugindo de mim assim como o diabo foge da cruz, mas, um segundo depois, eu já não me importo com os motivos dela. Eu ansiei por um momento a sós com ela e por uma oportunidade de conversar em particular durante uma semana, então, se Samantha está me dando essa oportunidade agora, eu não vou deixá-la escapar por entre os meus dedos.

Sim, minha cabeça dói e, sim, eu estou sangrando e talvez fosse bom eu procurar um médico, mas eu não penso em nada disso. Simplesmente sorrio para ela – o sorriso mais sincero que já sorri nos últimos dez meses – e assinto.

Essa noite, eu não deixarei que Charity nem ninguém, atrapalhe isso.


Notas Finais


Uuuuh,
Então, eu espero que tenham gostado dos dois capítulos. Eu pensei em postar apenas quando tivesse terminado o terceiro, mas sei lá quando eu iria terminar... então, decidi que dois capítulos é melhor que nenhum.
O próximo já está em fase de criação, mas como minha inspiração anda em baixa, talvez eu leve um tempinho para concluí-lo. Tempinho esse que eu espero que seja realmente "inho" dessa dessa vez.

O que posso adiantar para vocês é que... eu acho que vocês vão gostar do próximo capítulo hahaha.

Agradeço a todos os que ainda estão acompanhando a história e ainda não desistiram de mim kkk (Parabéns, vocês são heróis!) e espero vê-los no próximo capítulo!
Beijocas e até breve.


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