História Chapeuzinho Vermelho - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Aliem

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Bts, Chapeuzinhovermelhobts, Namjin, Vhope, Yoonmin
Visualizações 124
Palavras 1.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A unnie Tiana chegou :3

Desculpem a demora amores;-;

Boa leitura:3

Capítulo 4 - Mal-estar


Meu corpo inteiro gelou.

Aquele som era assustador.

Olho em direção ao garoto, que também me olhou com um semblante preoculpado.

— Fique aqui. – ele levantou-se e seguiu para a porta.

Foi algo rápido, mas eu tenho 89% de certeza de que vi.

Por meio de um rasgo da sua blusa branca, pude ver através dele uma espécie de tatuagem em seu peitoral esquerdo. Parecia um símbolo. Ah, eu já vi aquilo em algum lugar...

O segui e antes que ele abrisse a porta, eu o impedi.

— E se for outro lobo? Você está muito ferido. – certo, eu parecia uma daquelas mães preoculpadas. Foda-se.

Ele permaneceu calado e tentou abrir a porta.

— Não. – O impedi novamente – Não quero um lobo na minha casa.

— Eu vou te proteger. – disse calmo e rouco, era perceptível que ele estava irritado com a minha insistência.

— Do jeito que está? – rebati – Te enxerga, garoto. Tu mal se sustenta em pé e quer dar uma de durão? Me poupe disso.

Mais um arranhão. Olho para a porta e prendo a respiração, pego na massaneta da porta e a abro com certa rapidez.

Fiquei estática. Não havia nada ali. Olhei para a floreta e vejo, em frações de segundos, um vulto negro indo para lá.

Solto a respiração e olho para a porta.

Que marcas horríveis...

Minhas pernas amoleceram, mas me mantive em pé, me segurando sutilmente na massaneta.

— Eu tenho que sair daqui. – ele suspirou e eu concordei. Ouvimos um barulho de chaves destrancando.

— Mana, cheguei. – ouvi a voz de Taehyung vindo da sala e gelei. Taehyung não podia saber que eu trouxe gente estranha pra dentro de casa.

— Jungguk-ah, pelo amor de Deus, você precisa cooperar. – falei nervosa, e fechei a porta de vagar. Ele me olhou confuso.

— Com o quê? Eu preciso i- – o interropir.

— Por favor, Jungguk! – olhei suplicante para ele – Eu realmente preciso que fique. Se meu irmão ver você, não sei o que acontece comigo!

Ele me olhou por um tempo e depois, desviou seu olhar para a janela, especificamente para a floresta lá fora.

Ele parecia apreencivo, olhando para lá como se estivessse preoculpado.

— Não tenho muito tempo. – seu olhar retornou aos meus olhos – Já está escurecendo.

Confirmei e peguei em seu pulso esquerdo, o guiando com cuidado para que ele subisse para meu quarto. Por sorte, a escada era no corredor da sala para a cozinha. Verifiquei se Taehyung nos pegaria no “flagra” ou algo do tipo. O vi indo se sentar no sofá e soltar um palavrão em tom baixo e apoiar os cotovelos nos joelhos, enquanto segurava a cabeça.

— Jungguk... – o chamei em um sussurro quase silencioso. Me pergunto como ele ouviu de primeira – Pode ir lá no meu quarto sozinho? Meu irmão não parece bem...

Olhei para ele com um semblante preoculpado. Ele olhou para a escada e acenou fraco positivamente.

Soltei seu pulso – que até então eu nem sabia que estava segurando – e fui há passos lentos até a sala. Taehyung prencionava ambas as mãos contra sua cabeça com força, como se estivesse querendo estourá-la.

A ponta dos seus dedos denunciava a falta de circulação no sangue, devido ao aperto contínuo que ele mesmo fazia. Ouço um grunido baixo do mesmo.

— Tae... Taehyung? Está tudo bem? – me aproximei com cautela. Ele afrouxou o aperto e olhou pra mim. Sua testa brilhava,

— Minha cabeça... Por algum motivo, dói... – prencionou a cabeça com as mãos de novo e apertou os olhos. – Argh, dói muito!

Me desesperei. O que diabos ele tinha? Me locomovi até a cozinha e peguei um copo de vidro. Fui ao filtro e enchi o copo com água natural, gelada só iria piorar sua situação. Volto a sala e paralizo ao ver a maleta de primeiros socorros alí.

Merda... E se Taehyung perguntar?

Não era tempo para desvaneios agora. Me sentei na mesinha, ficando à sua frente e lhe entreguei o copo com o líquido transparente.

— Eu não sei onde você guarda seus remédios pra' dor de cabeça. Bebe, talvez melhore um pouco.

— O-obrigado... – sua voz saiu trêmula e falha. Vi ele dar um gole calmo e lento. O suor corria pela sua testa em excesso. Aquilo estava me assustando.

Será que é grave?

Eu e Taehyung não somos próximos. A ultima vez que tinha o visto foi aos meus 10 anos, quando ele tinha 15 anos. Somos do mesmo sangue, pai e mãe, mas devido ao seus estudos ele teve que vir pra Busan cedo, se separando da familia e vivendo com uma tia avó nossa. Essa casa era dela, mas como ela não possuía filhos, a casa ficou para Taehyung. Seria tão estranho pra mim cuidar dele, mas eu não negaria isso.

É como se fossemos desconhecidos.

E bom... Somos desconhecidos.

Ele me entrega o copo vazio e o pego. Senti, com a ponta dos nossos dedos – que se tocaram – sua temperatura.

— Céus, Taehyung... Você está quente... Muito quente! – seus lábios tremiam levemente, denunciando minha teoria de febre alta estar certa.

— O que você tem? – pus minhas mãos – trêmulas – em seus ombros e o fiz deitar-se no sofá.

— E-eu não sei... Fi-fiquei assim quando cheguei em casa. – franzi o cenho.

— Vou fazer uma compressa pra você. Fique quieto, ok? – fui pra cozinha,sem esperar uma resposta sua. Procurei uma chaleira e pus a água pra ferver nela. Peguei um pano de prato limpo e o dobrei. Me encostei na mesa, pensativa.

Fiquei assim quando cheguei em casa”

Aquilo não fazia sentido algum. De manhã, ele estava bem aqui... Não tem como ser alergia. Não há bixos aqui. O tempo não está tão frio assim, se não eu também estaria assim. Ou Taehyung tem alguma doença relacionada a alguma alergia ou deve ser algum surto de alguma pneumonia. É. Talvez seja isso.

Olho a chaleira e a mesma já está dando os primeiros sinais de quentura no ar. Retiro-a de lá e molho o pano, logo tratando de ir ao encontro de Taehyung.

Fiquei perplexa ao vê-lo sentado, enquanto mexia no celular, como se nada tivesse acontecido.

— Taehyung? – o chamei, um tanto surpresa – Você... Está bem?

— Sim. Deve ter sido um mal-estar temporário. Já passou. – sorriu – Obrigado pela preocupação.

Assenti e voltei à cozinha.

Eu podia jurar que ele estava brincando, se eu mesma não tivesse visto seu estado há alguns minutos atrás.

Mas como?

Arrumei a cozinha, guardando tudo no seu devido lugar. Avistei o céu escuro, já com algumas estrelas pela janela.

Puta que pariu, o Jungguk!

Subi apressada para meu quarto, já presentindo a carranca enrraivecida do garoto.

Abri a porta e logo me curvei.

— Desculpa! Eu tinha esquecido que você estava aqui e... – estranhei a brisa suave da noite balançando meus cabelos e ergui a cabeça.

O quarto estava vazio e a janela aberta. Olhei ao redor e fui fechar a janela.

— Estranho. Não lembro de ter deixado a janela aberta. – franzo o cenho. Será que ele cansou de esperar e foi embora?


Notas Finais


Bom, que comecem as teorias.

안녕하세요!


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