História Charming - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Romance
Visualizações 3
Palavras 637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi gente, tudo bem? por aqui não ta nada bem
é minha primeira fic de bts, to nervousa
mas os dedos tavam coçando pra postar
segue o resultado de uns devaneios misturados com músicas dos smiths
espero que gostem <3

Capítulo 1 - Prologue - new life


Persianas abertas ou fechadas? Fechadas não, luz natural é sempre bom. Entreabertas, talvez… Não, meia luz é intimista demais, e esse é o clima que eu definitivamente não quero. Elas vão ficar abertas.

Meu corpo se agitava por inteiro toda vez que eu entrava no mais novo cômodo da minha casa: minha sala de estudos. Estava tudo pronto para que eu começasse a dar minhas aulas, e eu me encontrava dividida entre a contemplação e o pavor. Contemplava a maneira como eu cuidei de cada detalhe: as estantes preenchidas com os livros certos, a mesa do tamanho suficiente para que eu possa auxiliar o aluno e ao mesmo tempo deixá-lo à vontade para fazer suas atividades, as cadeiras confortáveis, a decoração balanceada; tudo sem o desconforto de uma sala de aula comum, mas sem perder a formalidade. Me apavorava a ideia de finalmente começar: não é mais um teste, não é um estágio, não vai ter ninguém para dizer qual é o jeito certo de conduzir uma aula. É a minha sala e eu sou minha própria chefe.

Será que eu vou conseguir?

Optei por começar com aulas particulares justamente pelo medo de não dar conta de muitos alunos ainda, mas volta e meia eu pensava que nem mesmo de um eu conseguiria. E outra: quem daria oportunidade a uma professora recém-formada, sem experiência, nos seus vinte e poucos, vinda do outro lado do mundo? Eu tinha alcançado muitas coisas, olhando em retrospecto, mas as inseguranças do colegial me acompanharam até a faculdade. E cá estão elas de novo, tentando me derrubar no meu primeiro dia de trabalho. Mas eu não vou deixar. Acima de tudo, a ideia de compartilhar conhecimento sempre me animou. Mais que isso, a ideia de ajudar as pessoas a dominar a língua inglesa, a minha língua, significa muito.

Desencostei da janela e estralei os dedos – é hora de começar.

Tomei um banho e parei por alguns minutos em frente ao meu guarda-roupa, indecisa do que vestir. Não poderia ser um par informal de jeans e camiseta, afinal eu estava numa das regiões mais nobres de Seul, então… provavelmente vou atender pessoas nobres também. Mais um item na lista de coisas que me apavoram, não posso negar. Também não poderia ser um conjunto de camisa, terninho e saia reta – tradicional demais, formal demais para quem vai trabalhar em casa. Joguei várias peças na cama até decidir por um vestido rosa salmão na altura dos joelhos. Perfeito.

Abri minha agenda para verificar os horários, já tinha dois alunos para conhecer hoje. Um deles eu sabia que recebeu recomendação de minha orientadora da faculdade, a senhora Jung – que gentilmente me emprestou seu antigo apartamento até eu ganhar algum dinheiro e me estabelecer, além de me ajudar com tudo que eu precisei nessa minha travessia para o Oriente, desde um mini mapa de todos os lugares úteis a regras de etiqueta bem específicas. O outro… provavelmente pegou meu cartão de visitas que eu espalhei discretamente por algumas cafeterias. Não sei se esse é um hábito comum na Coreia, mas eu não posso evitar de fazer algumas coisas do jeito americano.

Me pergunto o que teria chamado atenção dessa pessoa ao encontrar meu cartão. Elizabeth Friedman, falante nativa de San Francisco, Califórnia, formada em língua inglesa em Harvard, pós-graduada em ensino para estrangeiros, coreano fluente… Eu nunca precisei tanto inflar meu ego como quando escrevi essas coisas. Mas eu lutei para colocar essas palavrinhas embaixo do meu nome, e vou lutar para não estragar tudo, como eu quase fiz.

Vamos ver… as 14h Park Mihee, e as 16h Jeon Jungkook. Tenho a impressão de que esse nome não me é estranho. De qualquer forma, hoje farei apenas uma “entrevista” para conhecê-los e saber quais são suas necessidades de aprendizado. Respirei fundo. Espero que eles não se arrependam.


Notas Finais


aaa


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