História Chase vs Jackson - Capítulo 25


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Frazel, Jasiper, Percabeth, Solangelo
Exibições 126
Palavras 1.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, perdão. Como eu já tinha falado para vocês, novembro foi o cão. Terrível.
Eu juro que não estou achando tempo para escrever e por isso esse capítulo ficou um tédio, como a segunda-feira dos nossos queridos Cupcakes.

Capítulo 25 - Suspeita


Fanfic / Fanfiction Chase vs Jackson - Capítulo 25 - Suspeita

Narradora.

 

Sol brilhante sem conseguir fornecer muito calor, mar calmo, cidade agitada e adolescentes da elite de volta a suas casas, assim que começou a segunda-feira daquela semana. Os estudantes da Half-Blood School já estavam de volta a São Francisco e, para a felicidade de todos, não tinham aula naquele dia.

Percy essa oportunidade para se afastar um pouco dos amigos e da namorada para ficar com seu pai, na empresa. Passou a semana ansiando por essa oportunidade e ficou mais do que feliz com a aprovação do pai pela atitude, é claro que era da vontade do Jackson mais velho que o filho se interessasse pela sua profissão e por isso o encheu de dicas sobre Stanford, sobre onde morar, onde comer e coisas do tipo. Quem não ficou feliz em ter que passar o dia vendo a cara de dois Jacksons foi Atena, que como sempre estava de mau-humor.

Píper também resolveu ir trabalhar com a mãe, o ateliê de Afrodite era seu lugar favorito no mundo, tudo ali parecia mágico. Sentia-se a fada madrinha ao ajudar as funcionárias com aqueles vestidos maravilhosos cheios de pedras e sutilezas. Era aquilo que a morena queria para o seu futuro, apenas aquilo e nada mais.

Leo foi o único que não se livrou da namorada, os dois ficaram na casa do menino trabalhando no laboratório particular de Hefesto. Os três se divertiam com os pequenos robôs que faziam, para a loira aquela era sua família, não precisava de ninguém mais e Hefesto a amava como se fosse sua filha, tudo ali se encaixava.

Jason não tinha muita coisa para fazer, fora dispensado pela namorada e pelos primos, Annabeth e Will também tinham sumido, ele ficou no completo tédio. O que foi bom para ele já que resolveu estudar para ver se a hora passava, ás vezes é bom não ter o que fazer. Ele precisava tanto de notas quanto do basquete para entrar na universidade.

Nico di Ângelo, o desperdício da nação, estava trancado em seu quarto com um cigarro nos lábios e uma caneta na mão. Acordara muito inspirado naquele dia, começou a compor antes mesmo de ver a cara do sol, ou de comer algo. Ele não possuía o hábito de fumar sempre, apenas quando sua criatividade se aflora demais para seu próprio controle, a nicotina era sua cafeína.

Uma porta depois da de Nico estava Hazel, que, ao contrário do irmão, acordou sem nenhuma criatividade, estava jogando qualquer coisa em seu celular. Arrependeu-se de ter dispensado o convite que Frank lhe fez de ir ao parque, queria passar mais tempo com Nico, mas o moreno ainda não tinha saído do quarto.

O namorado da morena resolveu treinar luta depois de ter recebido um delicado fora da menina, tinha que manter a forma se quisesse mesmo entrar para o exército canadense. Esse basicamente era seu sonho desde que se entendia por gente e ele não tinha a mínima pretensão de desistir dele, nem mesmo por Hazel. Sentia muito por seu sonho colocar em jogo seu relacionamento com sua pequena e por isso pedia a Deus todas as noites para que a mãe da mesma fosse transferida para o Canadá.

Willian estava fazendo algo muito útil da sua vida, perturbando a vida da senhora sua mãe lhe mostrando suas canções e desenhos, a mulher, boa como sempre foi, conversava com o filho na maior empolgação possível, no fundo pensava que o filho tava pirando ao ver sentido em alguns desenhos completamente abstratos, só que o menino amava arte e ela passou a amá-la por esse pequeno motivo.

Annabeth tinha coisas mais interessantes em sua mente do que o futuro, estava focada em tentar comprar ingressos para um show da Imagine Dragons que ocorreria em Malibu no começo de janeiro, queria muito ir e queria que os amigos fossem com ela por isso estava lutando para conseguir ingressos em bons lugares de última hora.

Assim chegamos nos adultos, no entanto só um é realmente importante, Poseidon Jackson. Ele observava o filho seguindo cada passo seu o dia inteiro na empresa, o menino estava radiante e era visível que não era só porque estava seguindo os entediantes passos do pai. O menino voltou da viagem radiante e não falou nada para ele sobre isso, mas o senhor tinha certeza que era algo envolvendo a pequena Chase, no fim do dia resolveu que seria uma boa hora para confrontá-lo.

 

Percy Jackson p.o.v.

 

Quando terminou todo o trabalho de meu pai fomos para o escritório dele, aquele mesmo que eu invadi uns meses atrás, o tempo passou tão rápido, meu irmão já estava bem maior e com a saúde melhorando a cada dia.

-Pai. -Resolvi perguntar algo ao lembrar de meu irmão. -O senhor por acaso lembra que tem outro filho além de mim e de Tyson? -O velho me olhou inconformado.

-Claro que lembro, Percy, isso lá é pergunta que se faça? O vejo pelo menos uma vez por semana. -O encarei surpreso, isso eu definitivamente nunca poderia imaginar.

-Como eu não fico sabendo disso? -Nem Reyna deveria saber disso, afinal ela com certeza teria me contado.

-Apenas Hylla e sua mãe sabem disso, eu o visito quando ele está com a babá então nem mesmo Reyna sabe. -Percebi que meu pai não queria muito falar sobre aquilo e tive a confirmação com sua próxima fila. -Mas e você, Percy, tem algo que não esteja me contando.

-Eu… -Gaguejei diante de seu olhar incrivelmente sério. Ele sabia de algo, estava perguntando apenas para saber se eu mentiria. Conhecia meu velho muito bem. -Eu e Annabeth estamos namorando. -Contei a única novidade que tinha naquele momento.

-Meu filho namorando a filha de um velho amigo meu… Que orgulho. -Eu não conseguia entender o porquê de ele não parecer estar falando sério, a frase parecia ter um gosto amargo em sua boca. -Ela pretende seguir os passos do pai?

-Não, Annie quer fazer Arquitetura. -Meu pai deu um sorriso irônico após me lançar um olhar suspeito. Ele sabia de mais coisa, eu só não conseguia imaginar o que era. A única coisa que tinha escondido naquela conversa é a real paternidade da Annabeth e isso ele não tinha como saber, porque se soubesse eu já não estaria mais namorando ela por estar morto, ou do outro lado do mundo.

-Ela já sabe a faculdade? Vai querer Stanford como você?

-Sim, ela quer Stanford, com certeza será aceita e se abusar com uma ótima bolsa de estudo. Além de ser ótima animadora, ela só tem notas máximas.

-Se ganhar o campeonato estadual e o nacional, com certeza ela ganha bolsa de atleta. -Ele falou sorrindo um pouco orgulhoso. -E você também tem essa chance, mesmo não estando competindo agora, tem um ótimo histórico e é meu filho. Nossa família tem história naquela universidade, meu filho, e acho bom você manter essa história boa.

-Vou deixá-la ainda melhor. -Falei dando um sorriso convencido.

-Mudando um pouco de assunto, está tudo em ordem com seu passaporte?

-Quem cuida dele é a mamãe, então, com toda certeza do mundo, está. -Minha mãe não gosta de nada errado e não deixava nada passar da data.

-Que bom, você vai viajar comigo para Dubai, muito dos nossos clientes têm Iates lá e Zeus mandou-me fazer uns agrados para eles. Quem sou eu para negar uma festa em Dubai?

-Dubai, sério? -Não podia ser, desde quando meu pai vai a festas em Dubai? Desde nunca.

-Percy, você ainda vai descobrir que nossos negócios ultrapassam muitas fronteiras. Não se ganha o título de maior companhia naval do país a toa. E estamos entre as melhores do mundo, somos de confiança e precisamos demonstrar isso de vez em quando em festas e encontros. Zeus não pode ir, então vou e e Atena, mas quis chamar você para ir familiarizando com os negócios além dos números e projetos, você é da família de Zeus, temos uma boa imagem para manter.

-Não que eu não esteja empolgado com isso, porque eu estou muito. -De fato eu estava desacreditado, misturado com empolgado. -Mas por que não Jason?

-Você por acaso já viu ele se interessando por esse ramo? -Não. Ele sempre achou um tédio, o que é bem estranho para quem quer ser advogado, porque isso sim é um tédio.

-Faz sentido, mas enfim quando vamos?

-Assim que você ficar de férias, semana que vem né?

-Sim, graças a Deus, to precisando disso. Quanto tempo vamos ficar? Que tipo de roupa eu devo levar?

-Vamos ficar apenas uma semana e tem que levar roupas chiques, vamos encontrar muita gente importante, peça ajuda da sua mãe com isso porque ela que está cuidando das minhas roupas então saberá o que fazer. Depois que voltarmos você estará livre para ver seus amigos o dia que quiser e encontrar-se com Annabeth, é claro.

Tudo estava bom demais, certo demais, perfeito demais e eu não poderia querer mais, mesmo com a mentira. Eu não poderia querer outra coisa. Ter Annabeth, ter o apoio dos meus pais com minha escolha de profissão e ter os melhores amigos, a vida e Deus estavam colaborando muito comigo para ter tudo de bom.

 


Notas Finais


Não matem a tia Cla, ela já está tentando escrever o próximo capítulo, aproveitando que matou aula hoje.
Acabaram as provas, os trabalhos e os vestibulares ( a não ser que eu passe de fase).
O que acharam? Senti falta de vocês, Como estão?
Beijos da Cla e perdão, novamente.


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