História Checkmate - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT 127, NCT Dream, NCT U
Personagens Doyoung, Haechan, Hansol, Jaehyun, Jisung, Johnny, Kun, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Basquete, Jaeten, Jaeyong, Nct, Taeten, Yusol
Exibições 243
Palavras 2.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite, estrelinhas do meu céu (•⊙ω⊙•)
Hoje o tempo aqui tá chuvoso, e mesmo que eu não ouse dizer que tá ruim, tá bem desfavorável pra postagem. Me desculpem por isso :'( Essa é a minha quarta tentativa, se Deus quiser dessa vez minhas macumbas vingam, amém
Perdi tudo o que eu tinha escrito nas primeiras notas, mas era algo parecido com "segunda parte do capítulo, Taeten pra dar e distribuir, amém NCT" etc etc
Espero que gostemmm <3 <3 <3
E claro, obrigada por todo o apoio que vocês dão pra essa fanfic, ainda mais porque ela virou essa grande bola de neve. Todos moram no meu core, sem exceções <3

Capítulo 4 - Capítulo 3 parte 2


 Quando cheguei ao beco nos fundos do prédio de auditório, Taeyong estava encolhido próximo das caçambas de lixo, concentrado num caderno de desenho repousado sobre suas pernas cruzadas. Seus movimentos pareciam tão calculados e cautelosos que, outra vez, algo me segurou no lugar e impediu que qualquer palavra fosse dita. Onde é que eu estava com a cabeça quando fui até ali?

 Como se possuísse um sexto sentido, ele desviou a atenção do desenho que traçava na folha de papel e me encarou em silêncio, inexpressivo. Seus olhos, porém, eram uma contradição; flutuavam como orbes negras no seu rosto, perfurando-me como uma britadeira, parecendo puxar e expor todos os meus segredos. Engolindo em seco, desviei o olhar. Já não me sentia tão corajoso quanto antes, quando estive tomado pela adrenalina de beijar Jaehyun dentro do vestiário, e era verdade que eu tinha dito que não ia mais fugir, mas era tudo o que eu mais queria naquele momento, principalmente porque um único olhar de Taeyong destruía qualquer constância que eu pensava ter na minha vida.

 Mas o que é que ele tinha pra me fazer questionar a tudo e a todos tão de repente? Ou melhor, que direito ele tinha em fazer aquilo comigo? Nervosamente, agarrei a base dos meus cabelos com certa força e cerrei os dentes para não deixar qualquer som escapar. Inclinando a cabeça naquele ângulo, ele pareceu completamente entretido.

 Merda, eu estava parecendo uma protagonista mal resolvida de romance vampiresco.

 - Você saiu cedo – Taeyong quebrou o silêncio despreocupadamente, fechando o caderno e colocando-se de pé num único e fluído movimento, quase como um felino – O que, estava tão animado que nem conseguiu mais ficar no treino?

 - Você estava esperando aqui desde quando? – mudei de assunto e cruzei os braços na defensiva, concentrando-me para que meu rosto permanecesse impassível. Por que é que eu, de repente, estava tão apologético?

 - Desde a hora que o sinal bateu – Respondeu, segurando o caderno de desenho com um cuidado nada característico à sua aparência. Foi impossível conter as lembranças dele e da irmã na tarde anterior. – Geralmente eu ia direto para os ensaios, mas parece que sair do clube de dança da escola significa não poder mais nem pisar dentro do auditório. Bem, sinto muito por eles. Eu que vou ganhar esse festival de um jeito ou de outro.

 - Mas você podia ter ido direto para casa – Insisti um pouco mais, sentindo minha cabeça pender para o lado. Taeyong continuava instigando cada vez mais minha curiosidade, mesmo que eu nem tivesse considerado que aquilo fosse possível.

 - Não sem você – retrucou num dar de ombros, girando o caderno no dedo indicador; o sangue que corria pelas minhas veias gelou no mesmo instante que meu estômago despencou – Acha mesmo que eu te deixaria em paz? Você ainda não me deu uma resposta, Ten Chittaphon, e apesar da minha paciência ter se esgotado ontem mesmo, decidi te dar uma segunda chance por causa da Seohyeon.

 - Pensei que a essa altura você já tivesse deduzido que minha resposta é não.

 - Ah, mas eu não me contento com justificativas fracas como as que você me deu – Taeyong me cortou – Diga. Por que não, Ten? Sua concentração oscila diante da minha beleza, é isso? Se for esse o caso, eu entendo completamente. Parando para pensar, deve ter sido justamente por isso que o pessoal de dança da escola me chutou.

 - Por causa das provas – Teimei. Mesmo que ignorasse sua última pergunta, minha cabeça parecia prestes a explodir –, por causa da final do campeonato, porque eu não estou interessado. Me deixa em paz.

 - Mas Ten, se você quisesse ser deixado em paz, não teria nem vindo até mim. Sei que está pelo menos curioso sobre alguma coisa, mas não consigo entender essa sua cabecinha confusa, não importa quanto esforço eu coloque nisso.

 Eu vim porque queria me livrar dessa sensação contraditória que você me dá, Taeyong. Eu vim porque pensei que, uma vez que voltasse a te ver, eu seria capaz de organizar melhor meus sentimentos, porque pensei que entenderia por que meu coração acelerou antes. Mas não entendo. Na verdade, entendo menos ainda.

 Ah, se ao menos eu conseguisse reunir a coragem necessária para verbalizar tais palavras... Ao invés disso, torci a boca e comecei a puxar um dos piercings da minha orelha, girando a pequena bolota prateada na ponta dos meus dedos. Parecendo conter um sorriso pretensioso, Taeyong retrocedeu um passo, estendeu a mão livre no ar e, com os olhos ainda fixos em mim, voltou a dizer:

 - Venha comigo, Ten. Me assista. – Semicerrei os olhos enquanto meu coração voltava a perder o ritmo estável; algo na forma com que Taeyong chamava pelo meu nome era estranho. Tomando meu silêncio como hesitação, ele franziu as sobrancelhas com impaciência e continuou com a voz aveludada – Certo, certo, começamos com o pé esquerdo e eu fui bem chato tentando te usar...

 - Ei!

 - ...mas não estou mais interessado nisso. Estou interessado em você – continuou sem nem mesmo considerar minha interrupção –, e quero que me veja dançar.

+++

 Olhei para as paredes espelhadas, que se estendiam infinitamente dos meus dois lados, e girei sobre os meus pés. Não me orgulhava em saber que devia estar parecendo um idiota naquele momento, mas não era uma mentira; embora eu já tivesse ouvido falar nas salas de ensaio do auditório, nunca pensei que estar ali, no meio de uma delas, fosse aquecer tanto meu peito da maneira que o fizera.

 Pausei no meio do movimento, encarando o meu reflexo de um dos lados. Minha noção de espaço tinha desaparecido, e o esforço para me lembrar onde era direita ou esquerda era cansativo demais. Ajeitei sutilmente minha jaqueta, agarrando-a pela gola, e aproveitei para – tentar – assentar minha franja de volta no lugar.

 Por alguns segundos, minha própria imagem esvaziou minha mente, mas logo os pensamentos anteriores voltaram a bombardear, impiedosamente. Embora eu tentasse me convencer de que tinha seguido Taeyong pela porta dos fundos do prédio de auditório porque eu queria, por causa da minha curiosidade, as inconstâncias em tal afirmação eram demais; estava ali por que ele queria, porque suas íris me sugaram e me fizeram esquecer de quem eu era. Com o canto dos olhos, vi seu reflexo vindo do canto da sala, onde deixara o caderno de desenho, as botas gastas e começava a tirar a própria jaqueta. Aquilo que se moveu nas minhas entranhas quando distingui suas omoplatas ondulando debaixo da camiseta branca em nada se assemelhava ao zoológico que Jaehyun me dava – na verdade, parecia mais com um Jurassic Park.

 Estremeci, fazendo uma careta. Quando Taeyong se virou, pensei ter visto um começo de sorriso no canto esquerdo de seus lábios, mas foi rápido demais para que eu pudesse ter certeza.

 Parando para pensar, eu nunca o vira sorrir, nem mesmo com Seohyeon. Teria ele algum motivo para não o fazer, ou só se segurava para manter a pose de badboy? Bom, poderia ser algo relacionado a seu pai. Ele não tinha dito que morava em Busan? Será... será mesmo que, antes de desistir de Seohyeon, o pai de Taeyong teria desistido dele?

 Bom, aquilo era estranho. Meus pais se amavam tanto que mesmo a ideia de um divórcio parecia fantasiosa, quanto mais a ideia dos dois abrindo mão de mim ou da minha irmã mais velha. Portanto, mesmo que eu tentasse compreender um pouco de Taeyong através daquilo, eu não teria a capacidade. Poderia ser que ele na verdade fosse inseguro? Não, não estava nem próximo de ser.

 Como psicólogo eu sou um ótimo jogador de basquete.

 Quando minha atenção voltou para a sala de ensaio, dei um pulo assustado para trás, afastando-me das mãos estendidas de Taeyong. Em algum ponto, enquanto viajava, ele tinha se colocado ao meu lado com o celular em uma das mãos e um headphone na outra, e parecia querer que eu os usasse. Pisquei atordoado para os objetos nas suas mãos e voltei minha atenção para a expressão divertida que tomou seu rosto. Debaixo da franja branca que caía sobre sua testa, seus olhos brilharam vividamente, e aquilo com certeza era um meio sorrisinho. Estendendo-me o headphone, arqueou uma das sobrancelhas.

 - Pra que? – perguntei desnorteado.

 - Se eu colocar a música alta, os outros vão nos ouvir – justificou calmamente, empurrando o celular pra minha mão –, e seríamos chutados daqui. Vou colocar a música para você ouvir, e quando o toque começar, quero que acene com a cabeça, pra eu saber quando começar.

 - E como é que você vai dançar sem música?

 - Não se preocupa, já ensaiei essa coreografia tantas vezes que só preciso saber quando começar – dando de ombros, posicionei o headphone na minha cabeça, mas quando fiz menção de que iria me sentar no canto onde seus objetos pessoais estavam empilhados, Taeyong me segurou firmemente pelo braço – Você fica aqui, Ten Chittaphon.

 Eu, sinceramente, não fazia ideia do que o Lee pretendia no segundo seguinte. Ainda com aquele sorrisinho no canto esquerdo de seus lábios – que depois de tanto tempo imutável passou a ser assustador –, ele ajeitou o headphone em mim e procurou pela música que queria na playlist do seu celular. Enquanto o fazia, jogou o cabelo para trás num movimento tão natural quanto a própria respiração; os headphones pareciam ecoar os batimentos acelerados do meu coração. Droga de miocárdio. Quando a encontrou, devolveu o aparelho para mim e indicou com o dedo o botão para dar play, então acenou uma vez com a cabeça, dando alguns passos para longe de mim.

 Ainda assim, a proximidade era um pouco intimidante para uma dança. Com a mão esquerda, levantei três dedos em contagem regressiva e dei play na música assim que baixei o indicador.

 Taeyong mudou instantaneamente; fechou os olhos, torcendo as sobrancelhas em concentração, inspirou fundo, relaxando os ombros, grudando os braços contra o próprio corpo e afastando os pés. Tal preparação me lembrou muito a forma com que eu me posicionava toda vez que ia tentar um arremesso livre, mas diferentemente de mim, ele não errou.

 No começo, quando os primeiros graves da música reverberaram no meu ouvido, ele não se moveu. Então, quando alguns toques se juntaram aos graves do baixo, Taeyong descreveu um arco de 180° graus com a cabeça e dobrou os braços, posicionando as mãos espalmadas sobre o torso, desacelerando outra vez enquanto inclinava o corpo de um lado para o outro. A firmeza e precisão de cada movimento me atingiu com força total, e logo me vi hipnotizado demais para sequer tentar olhar para outro lugar.

 Taeyong era tudo o que eu via.

 Suas mãos desceram outra vez, posicionando-se sobre o cós da calça, e ele girou no lugar, de forma a ficar de lado para mim. Com os olhos fechados, lançou a cabeça sutilmente para trás, seguindo impecavelmente o ritmo dos fones, então quando girou os ombros e dobrou os joelhos, abriu os olhos ao mesmo tempo que baixou a cabeça; eles estavam sérios e fitavam a mim com intensidade injusta. Naquele momento, o mais apropriado não seria compará-lo a fogo ou a uma faca, mas sim a um anjo caído, uma beleza divina carregada de pecados.

 Seus movimentos continuaram impecáveis, fluídos como água, e eu não consegui fazer nada além de observá-lo enquanto era consumido por uma compreensão inexplicável da definição de dança. Quis analisar minunciosamente, registrar cada detalhe, mas não conseguia perder todo o conjunto de seu corpo enquanto ele e a música se fundiam em um.

 Não percebi quando tinha acontecido, mas quando dei por mim, o rosto de Taeyong estava próximo o bastante do meu para que eu sentisse o sopro de sua respiração ofegante na minha bochecha. A música não tinha acabado, nem mesmo sua dança, mas tanta proximidade, tanta intensidade... Involuntariamente, fechei os olhos e encolhi-me no lugar, expirando pesarosamente. Cada mínima parte de mim pulsava, e eu estava com calor, com muito calor. Mesmo que não o estivesse vendo, sentia seu corpo quase colado ao meu, queimando como uma fornalha.

 Engoli em seco, sem forças para retroceder um passo. Foi quando os dedos delgados de Taeyong envolveram cautelosamente o headphone, repousando-o sobre os meus ombros. A música ainda soava, mas parecia distante agora, enterrada sob os ofegos contínuos do Lee. Pressionei as pálpebras com convicção.

 - Abra seus olhos, Ten – a voz murmurada, ao mesmo passo que me assustou até a morte, me lavou com uma estranha sensação de prazer, que me apavorou mais ainda.

 Retrocedi um passo, depois outro, mesmo ciente de que aquilo não afastaria Taeyong. Minhas costas deram um encontrão na parede espelhada e eu resfoleguei, sentindo o vidro gelado na ponta dos dedos. Era como se meu coração pudesse quebrar umas costelas, rasgar meu peito e voar feito um míssil para longe.

 - Abra agora – ele ordenou baixinho – Vamos devagar.

 Relutantemente, abri minhas pálpebras primeiro minimamente, depois afastei a tensão que comprimia ao redor dos meus olhos e amoleci no lugar. Taeyong estava, outra vez, com o rosto pairando próximo do meu, o nariz roçando a pele da maçã do meu rosto e hálito quente escapando pelos seus lábios entreabertos. Seus longos cílios fizeram cócegas na lateral do meu rosto. Lentamente, suas mãos subiram e posicionaram-se uma de cada lado da minha cabeça, de forma que eu só via Taeyong e ele só via a mim. Sua pele estava brilhosa por conta da fina camada de suor que o cobrira, mas ele estava lindo. Lindo.

 Tortuosamente, o Lee fechou os olhos e pairou a boca sobre a minha, prensando-me contra o espelho com a parte de baixo do próprio corpo. Uma outra música começou, mas soava ainda mais distante que a outra. Levei minhas mãos para a cintura dele e apertei uma única vez, forte o bastante para poder senti-lo debaixo da camiseta. Daquela vez, o sorriso que ele abriu foi amplo, preguiçoso.

 - Então era sobre isso que você estava curioso, huh? – Taeyong riu, mudando a trajetória de seu beijo no último instante, pressionando os lábios sobre o meu maxilar; grunhi frustrado, apertando-o outra vez. A maneira como minhas mãos pareciam se encaixar nele, como era incitado ao mesmo tempo que incitava, fazia tudo parecer... certo. – Eu não acho que devíamos fazer isso, sabe?

 - E eu acho que você fala bastante, Taeyong.

 - Então me faça um favor, Ten – pediu, emparelhando os olhos nos meus de forma que eu só via a escuridão deles –, sorria para mim. Eu adoro seu sorriso.

 E quando eu sorri para ele, nunca fui tão sincero, nunca quis tanto algo quanto a boca dele na minha. Jaehyun deve ter passado pela minha cabeça em algum ponto e eu podia até ter me sentido culpado, mas minha vontade do Taeyong era como um grito alto que silenciava todas as outras vozes na minha cabeça, e eu não ouvia nada além dela, não pensava em nada além da respiração dele, de sua pélvis contra a minha, da temperatura de seu corpo, do carinho de seu nariz que oscilava e me excitava.

 E quando ele finalmente me beijou, nada mais importou.

 Porque mesmo que Jaehyun me fizesse sentir como se tivesse encontrado meu lugar no mundo, Taeyong me mostrava tudo aquilo que eu poderia ser, indicava todos os caminhos que eu quisesse seguir e me deixava com o benefício da dúvida. Enquanto o que eu sentia pelo Jung poderia ser limitado entre quatro paredes, o que eu sentia pelo Lee crescia a cada toque, correndo livre e indomável.

 Livre. Era irônico como tal liberdade me encurralava e me acorrentava a ele. Me sentia indomável, mas na verdade eu era como o rei da minha própria partida de xadrez e Taeyong era como o cavalo do time adversário, pulando e avançando pelas casas do tabuleiro até me atingir.

 E eu não tinha mais saída. Cheque mate.

 Taeyong ganhou.


Notas Finais


Duas bocas no mesmo dia, é isso msm produção? Na vida eu queria ser o Ten, vou pegar meu número na fila
Pensei em detalhar o que acontece dentro da sala de ensaio, com direito a detalhes capturados pelas paredes espelhadas, mas decidi deixar em aberto pra vocês imaginarem o que quiserem c: Pode ser que eu retome a cena no próximo capítulo e role um yaoi, mas to nervousa (primeira cena yaoi a gente nunca esquece, ainda mais que a narração é em primeira pessoa, *me ajudem*)
Enfim
É isso
Milhões de kissus, vejo vocês no próximo capítulo :3 <3


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