História Cheese In The Trap - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Colegial, Magia, Romance, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sasusaku
Exibições 45
Palavras 3.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente!
Eu preciso saber:Vcs estão gostando da história?Por favor comentem, eu preciso saber ok?
Obrigada!
Boa leitura!

Capítulo 17 - Jardim Secreto


 

Geovani Aresco era tudo o que Sakura não imaginava ser: Um homem alto de cabelos grisalhos e olhar verde intenso com vestimentas pretas e sorriso simpático no rosto.

Nos atuais livros de história era descrito como um líder extravagante e muito liberal, diferente de seus antecessores que faziam de tudo para esconder a cultura vampira do conselho e fazer atividades clandestinas.

Ele parecia fazer questão de mostrar o quanto estava feliz com sua espécie.

Não, ele não era Vladir Drácula como dizia ser; na verdade era o neto, do neto e do neto do vampiro original, mas todos eram batizados sobre o mesmo nome para manter o legado da família intacto; se quisessem escolher um mais comum poderiam.

Sakura sentiu o peito de Sasuke enrijecer sobre sua mão e depois um suspiro tremulo saindo dos lábios dele; a garota engoliu em seco percebendo que ambos estavam chocados demais para parecerem mais do que dois adolescentes assustados.

O homem sorriu.

- Olá? – Disse ele – Oh, sinto muito ter interrompido o momento íntimo de vocês, sei que os jovens podem ser muito levianos nessas horas, hormônios – Riu descontraidamente puxando um pouco da gravata – Você é Sakura Haruno, é um prazer conhece –La.

A rosada ainda não sabia como agir. Quer dizer, havia algumas perguntas que tinha treinado mentalmente para disparar quando o encontrasse, porém sua mente se encontrava fazia como uma folha de papel em branco; além do constrangimento de ser pega dando uns amassos pelas ruas de Verona.

Sua boca abriu e nada saiu então seu olhar se concentrou em Sasuke – que estava igualmente absorto nas feições do homem a sua frente -, como se a sentisse o encarando virou o rosto pra ela que viu o mesmo ar atônito nele.

“Como ele nos encontrou?” Sakura agradeceu aos céus por conseguir concentrar seu chakra e mandar uma mensagem para o moreno sem que Giovani notasse “Me ajude, não consigo pronunciar nada!”.

- Vocês estão bem?

Sasuke saiu quase que imediatamente do transe como se tivessem lhe dado um choque de mil volts, ele desencostou da parede e sua postura se tornou rígida pondo-se em frente à Sakura e ainda assim segurando suas mãos.

“Eu dou conta disso” Enviou de volta.

Esse era seu garoto!Ela não queria confessar aquilo, mas sempre que via Sasuke treinando com os outros meninos do clube se swordplay ficava fascinada em com o jeito ele tomava a frente, parecia que realmente estava em batalha e seus músculos pareciam maiores sobre aquele casaco, a posição na defensiva.

Sakura chegou mais perto praticamente se colando nas costas dele, estava quentinho e ela se sentia protegida assim; por cima dos ombros dele viu Geovani franzir o cenho.

-Olá – Disse ele numa voz cordial – Meu nome é Sasuke Uchiha, sou acompanhante da Sakura e estamos muito lisonjeados em conhecê-lo senhor.

- Uchiha?Eu conheço esse sobrenome.

- Meu antepassado Madara Uchiha foi um dos colonizadores de Nova Orleans - Um certo orgulho tomou conta de sua voz – Talvez um de seus parentes tenha o conhecido.

- Ah sim!O responsável por trazer a classe dos feiticeiros para as Américas – Afirmou o homem – Sabia que tínhamos uma pequena disputa? Foi como uma corrida pelo ouro meu rapaz, vampiros, feiticeiros, fadas, todos querendo que sua espécie tomasse conta de outro continente.

- Então o Madara venceu Drácula não é?

“Você está o provocando?!” Perguntou Sakura em pânico “Não faça isso! Ele pode arrancar o seu pescoço em um segundo!”.

Para sua surpresa Giovani ria o que aumentou ainda mais o arrepio de medo em seu corpo.

- Mas agora estamos em paz não é mesmo?Deixe o passado no passado – Ele bateu palmas como para que dar por encerrado o assunto e virou um pouco a cabeça – E essa mocinha ela não tem voz? 

Como se fosse um sinal para se revelar Sakura deu um passo hesitante para o lado de Sasuke dando ao homem o privilégio de vê-la novamente.

- Olá senhor Giovani.

- Se não se incomoda em responder: Como sabe o nome dela? – O Uchiha interrompeu sua reverencia rispidamente com crítica na voz.

Talvez Sasuke não tivesse medo de morrer, caso contrário não soltaria um pio a não ser que mandassem e ele obviamente não mandava ali, ela queria gritar ou bater nele, falar para deixar de ser tão idiota.

Sakura se virou para Geovani e ele continuava sorrindo, quando respondeu sua voz era muito entediada.

- Oras, se a minha afilhada está na minha casa eu tenho a obrigação de recebe –la.

Um baque tomou conta de Sakura e nem mesmo Sasuke pode desviar daquele “tiro” com uma de suas falas mal criadas; ambos abriram a boca em descrença e Giovani fingiu surpresa.

- Ah!Você não sabia querida? É verdade, seus pais e eu éramos muito próximos quando éramos jovens e veja só agora você é uma moça! – Gesticulou para ela – Acho que sua mãe tentou esconder isso de você, sinto muito por isso.

- Você... Você conhecia meu pai? – Sakura gaguejou fracamente com os olhos focado nele – Mas como?

- Que tal conversamos em outro lugar? Odeio essas ruas tem cheiro de esgoto e gente morta se é que me entendem – A piada foi tão mórbida que Sasuke e Sakura nem se deram ao trabalho de responder – Não?Então tá bom, me sigam.

Giovani começou a se retirar a passos lentos, a rosada estava tão paralisada que Sasuke teve que guia-la pela mão enquanto corriam atrás do vampiro; eram becos e favelas de Verona, havia degraus e mais degraus enquanto continuavam sua jornada em silenciosa, o homem ia despreocupado na frente, assobiando e somente depois que chegaram em frente a uma basílica que ele voltou a encara-los.

- Bem vindos a minha casa – Ele abriu os braços expressando o local em volta.

“Tá falando sério?” Indagou o moreno em mente “Será que ele é um padre moderno cheio de crias?”.

- Ah é, esses velhos rabugentos ficam espalhando pelo mundo que não podemos entrar em igrejas – Explicou ele como se adivinhasse seu espanto – Em teoria não podemos a não ser que um padre abençoe o lugar a cada ano da hora mais escura, e nos matamos os monges que moravam aqui no século 15 – Giovani sorriu maleficamente – Mas se quiserem podem visitar outras basílicas tem um bando por aí.

Sakura ergueu a cabeça para cima.

O lugar era nada menos e nada mais do que um mini castelo. Pilastras brancas da altura de um prédio, anjos esculpidos em mármore,a fachada toda de ouro e uma escadaria tão infinita quanto seus olhos pudessem alcançar.

Giovani magicamente abriu uma das pilastras e acenou para os dois.

- Uma porta secreta?- Questionou Sasuke – Que criativo.

- Não deveríamos entrar aí – Sakura sussurrou de volta mesmo sabendo que o homem a ouvia – Tenho um mau pressentimento. Você não ?

Ela o olhou, realmente olhou e Sasuke quase derreteu sobre o rosto da menor querendo apartar seu medo; secretamente ele também queria ir embora, mas estavam tão próximos de algo...

- Eu estou aqui não estou? – Ele pressionou seus dedos ainda entrelaçados passando confiança necessária e tentando convencer a si mesmo de que estava tudo nos conformes – E se bem que sabíamos dos riscos quando inventamos de vir aqui; Sakura estamos juntos nessa lembra?

“Estamos juntos nessa” Ecoou em sua mente, foi tão forte a emoção que passou por ela que balançou a cabeça e começou a andar.

- Vamos lá.

Ambos se aproximaram de Geovani a passos hesitantes; o mesmo sorriu indicando o corredor iluminado por tochas que havia dentro, quando Sakura pisou a ponta de seus saltos afundou na pouca areia que havia ali.

- Desculpem. A construção é antiga.

- Claro que é – Sasuke afirmou fazendo um sinal para o homem – Você primeiro.

Sakura ouviu o vampiro bufar atrás de si e tomar o lugar de seus guias novamente; os sapatos dele levantavam uma pequena camada de poeira a cada passo e a faziam espirrar por estar logo atrás dele, mas a única coisa que a deixou ainda mais angustiada do que o lugar fechado era as únicas duas sombras projetadas na parede do canto, até mesmo as labaredas alaranjadas faziam um segundo contraste e mesmo assim ela somente conseguia ver a silhueta de Sasuke e si mesma sem sinal do líder dos seres da noite.

“Vampiros não tem alma” Sugeriu o moreno.

Foi um percurso relativamente curto, logo já estavam em outra porta de madeira cujo a chave Giovani tinha no pescoço, abriu com um clique e mais uma vez deram de cara com uma paisagem totalmente diferente.

Um enorme jardim em forma de espiral com várias flores vermelhas nele; a lua brilhava cheia de estrelas, o cheiro de musgo e algo doce como chá da tarde estava no ar e Sakura se sentiu no país das maravilhas exatamente como naquela cena onde Alice é obrigada a pintar todas as rosas brancas pela cor carmim; só não conseguia se lembrar em como terminava aquela cena.

Sasuke também inspirou o ar e percebeu o cheiro de mel e alguma coisa enjoativa como daquela bebida vampiresca que tomaram na boate; esse pensamento ele não dividiu com a menina:

“Não é tinta. É sangue, sangue dos monges que eles mataram no dia em que invadiram a basílica” Refletiu “Meu pai me contou essa história uma vez”.

Eternizaram a morte daquelas pobres pessoas nas flores.

- Ninguém vai nos incomodar aqui – O de cabelos grisalhos apontou para uma pequena clareira no meio do pátio ao ar livre – Por favor, sente-se.

Diferente do que ele pensava Sakura não se amedrontou dessa vez; pelo contrário ela tomou seu lugar primeiro sentando-se bem de frente para o outro com o corpo ereto, seus ombros estavam tensos e as costas não se encostavam-se ao apoio do assento; o Uchiha tomou se lugar igualmente e esperou...

- Como você conheceu meu pai? – Disparou à rosada.

Sasuke olhou automaticamente para o homem – que estava de pernas cruzadas e bebia uma xícara de chá que estava no centro da pequena mesa com mais alguns aperitivos, sua barriga roncou, mas ele não ousou arriscar novamente.

- Querem...

- Nossa cota de bebidas já deu por hoje – Interrompeu Sasuke sentindo as veias vibrarem de raiva – Deve ser a terceira pessoa que tenta nos envenenar hoje – Disse ele sentindo uma leve pontada de traição na voz, pensava que Ichigo era seu amigo.

O homem riu.

- Ah sinto muito por isso meu rapaz – Giovani colocou a mão no peito teatralmente fazendo um olhar cabisbaixo – Mas você tem que entender que regras são regras, não permitimos sobrenaturais de outras alas que não seja a nossa, você sabe, penetras tentam entrar na hora mais escura o tempo todo então para que eles não nos dedurem para o conselho acabamos com eles antes que algo pior aconteça.

A boca se Sasuke caiu.

- Você mata fadas, bruxos e lobisomens em geral? – Sasuke disse em descrença – Mas isso é homicídio!

- E ser delator também é – Proferiu o mais velho – Um bando de vocês vem aqui a procura de diversão, e quando a cena é muito forte fogem para suas casas de origem e contam tudo o que viram, nós vampiros precisamos nos alimentar!Essa é nossa natureza, e não reclame, sempre poupamos os humanos que sabem do nosso segredo.

O estomago de Sasuke revirou. Existiam seres mais horripilantes do que eles?Agora sabia que não.

- Por que não fez o mesmo comigo? – A pronuncia de Sakura saiu tremida, o moreno notou que suas mãos tremiam.

- Você é sangue do meu sangue Sakura, é família a gente não mata – Disse serenamente como se somente os dois estivessem ali – Sinto muito pelo seu amigo ali, porém só você pode ficar no meio de nós.

- Ele teria morrido se eu não o tivesse ajudado!

- E eu fico muito orgulhoso em saber que você solucionou esse problema somente usando seus instintos – O homem riu como se estivesse contando uma piada que somente ele conhecia – Gostou de provar sangue.

- Como você...

Giovani deu de ombros.

-Ouvidos e amigos em todos os lugares, mas bem, vamos falar de como vocês chegaram aqui?Estou bem curioso 

Os adolescentes trocaram um olhar temeroso. Sakura viu medo refletido no olhar ônix de Sasuke e ela repentinamente sentiu como se devesse protegê-lo.

A rosada suspirou arrastando as mãos pelas pernas.

- Sasuke é um bruxo então ele absorve memórias de outras pessoas facilmente – Disse devagar para não deixar nenhum furo em sua mentira – Ele viu em uma dessas memórias que meu pai falava muito com você, queremos saber por quê.

- Só isso?Tem certeza? – Indagou ele com uma sobrancelha erguida dando a entender que não acreditara em uma única palavra que ela dissera – Não tem algo mais?

- Seres da nossa classe não costumam se misturar com outras classes – Completou Sasuke – Por que um vampiro seria tão amigo de um feiticeiro? 

- É isso que o governo coloca na cabeça dos jovens, que temos que ser todos inimigos, porém não é assim na realidade. Você por exemplo é amigo do namorado da minha filha não é mesmo senhor Uchiha? – Acusou Giovani.

Sasuke engoliu em seco e ele prossegui com esse round vitorioso.

- Kizashi e eu nos conhecemos por acaso quando meu pai fez uma visita diplomática a Alemanha, você sabe Sakura, seu avo era líder da divisão de seres mágicos naquele tempo.

Na verdade a família toda de Sakura dominou uma parte do governo desde que surgiram. Sua tia Tsunade era um exemplo.

- Tínhamos quinze anos e éramos garotos com ideias revolucionárias e ingênuas, coisas como: Tornar nosso mundo um mundo só.

- O que quer dizer com isso? – Questionou Sakura, porém Giovani fingiu não escuta-la.

- Trocamos cartas por um bom tempo, até quando ele fez vinte anos e me mandou o convite de seu casamento com uma mulher chamada Mebuki. Eu saí aqui de Verona e fui para lá exatamente três meses antes do grande dia – Ele sorriu como se lembrasse de uma memória distante – Eles eram muito hospitaleiros e sua mãe já estava grávida de você.

- E Julian – Interveio Sakura finalmente se lembrando do que pareceu esquecer a séculos: Seu irmão!

- Sim e Julian. Bom, eu era o melhor amigo dele então fui escolhido para entrar nessa grande jornada que é ser como seu segundo pai – Ele apontou para ela – Teríamos sido mais próximos se sua mãe não tivesse fugido com você daquele jeito e se bem que seu pai deixou bem claro em testamento que se algo acontecesse com ele era meu dever te proteger.

Os olhos de Sakura vidraram nele por um momento. Como um homem milenar sabia tanto sobre seu pai do que ela mesma?E por que ele recebeu um testamento ao invés dela?Automaticamente as esmeraldas se encheram d água.

- Oh você não sabia – Deduziu ele – Pois é esse já é um sinal de que ele não confiava tanto na sua mãe. Estou te dizendo Sakura, sua mãe esconde algo sombrio sobre seu passado.

Sakura não disse nada. Ficou parada lá encarando o vazio como tivessem arrancado uma parte de seu coração, Sasuke ficou igualmente calado esperando um sinal de sua amiga para consola-la, porém ele não veio.

Em um piscar de olhos Giovani não estava mais sentado lá. O lugar ficou vazio e somente a xícara ficara em seu lugar; Sasuke ficou sobressaltado até sentir o vento atrás de si, virou-se para ver Giovani atrás de Sakura confortando-a intimamente.

- Você pode ficar aqui um tempo a mais se quiser respostas minha querida afilhada – Com isso o vampiro milenar, pois as mãos em seus ombros apertando-os levemente em um ato fraternal que Sasuke não apoiou – Verona também é sua casa.

O Uchiha trincou os dentes chamuscando-o com os olhos, coisa que não passou pela super audição do padrinho de Sakura que virou o rosto um pouco para encara-lo.

- Mas seu amigo não pode ficar é claro.

Essa foi a gota d água.

Sasuke levantou-se praticamente virando a mesa e pegou o pulso da rosada com força, sentiu a pele dela suavemente gelada e quase sem pulsação.

- Já chega – Rosnou ele concentrado no rosto pálido da menina. Precisava tira-la dali o mais rápido possível e ainda enfrentar aquele vampiro decrépito – Sakura vamos embora. Agora. – Frisou virando-se para o outro.

- Mas vocês acabaram de chegar – Disse com desdém agora com as pontas dos dedos raspando levemente nas alças do vestido dela, eram finas e pretas, justamente para a atenção de um homem – Eu insisto que fiquem mais um pouco.

- Se afaste dela velhinho ou as coisas vão ficar muito ruins.

Giovani riu gostosamente jogando a cabeça para trás, os fios brancos se mexeram como um amontoado de redemoinho e ele voltou com ainda mais vivencia no olhar.

- Acho que você não entendeu bruxinho – Respondeu ele cravando os dedos na garganta de Sakura que gritou com o gesto – Ela não vai a lugar nenhum.

Foi tudo muito rápido.

Em um momento estavam os dois pertos dela disputando-o pelo corpo, no seguinte o vampiro tinha descido da nave central do jardim e estava a mais de um metro de distancia com Sakura em seu enlace debatendo-se de dor.

Gian era ainda maior que Sasuke; não parecia ter músculo, porém vampiros tinham a maior capacidade de se locomover rápido e sem percepção dos outros, nessa fração de segundos a expressão do garoto mudou de medo para ódio e depois uma raiva mortal nos olhos vermelhos.

Sakura gemeu arrastando-o os pés tentando pronunciar algo; mas as palavras não viam, o ar era fraco e mau ar condicionado pelo pouco que estava saindo pelo nariz.

- Ah sharingans - Disse ele observando Sasuke se aproximar a passos lentos, os sapatos fazendo estralo nas folhas secas de seu jardim secreto – Nunca tinha visto algo tão belo e pavoroso.

- Deixa ir – Falou e Giovanni balançou a cabeça em negação.

- Trouxe-a aqui exatamente pra isso – Ele desdobrou a língua da boca, era azulada escura e parecia mais com um pedaço de carne podre. Sakura sentiu o hálito dele e guinchou com raiva tentando chuta-lo.  Giovanni forçou sua garganta ainda mais trazendo o queixo da garota pra cima e lambendo a extensão de seu pescoço – Este sangue que corre em suas veias é puro para mim criança mestiça.

O Uchiha viu com choque as presas saindo drasticamente da boca de Giovanni, descendo sobre Sakura.

Sasuke ouvira histórias sobre os vampiros. Sua infância fora cercada por contos e fatos horrendos sobre dessa espécie maldosa com fins piores ainda, sua família militar sabia tudo sobre como deter um monstro, em as memória ainda era fresca a lembrança do pai segurando uma espada de prata que usou para matar um vampiro que aterrorizara a França em 2000.

“Cabeça” Fugaku apontou a ponta afiada contra seu peito, o frio era evidente na mineral “ Coração” Murmurou ele mostrando detalhadamente a tática “ Dois pontos e ele estará acabado filho”.

Foi por isso que entrou no time de swordplay. Nada mais do que uma obrigação e o senso de responsabilidade sobre a vida das pessoas, e mesmo assim... Quando começou seu treinamento pensava somente em uma coisa: Como usar isso contra Itachi.

E agora estava ali: Tentando salvar alguém pra valer.

O Uchiha se preparou.

Com o sharingan criou uma bola de fogo nas mãos.

- Eu falei para solta-la!


Notas Finais


E então gostaram?Vejo vcs na proxima vez beijos!


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