História Chefe - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amor, Chefe, Romance, Sexo
Visualizações 531
Palavras 1.389
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Preparem-se para ficar com um pouco de raiva do Green
Boa leitura 🌸

Capítulo 31 - Eu sou o pai?


Megan narrando

Sr. Green me evitou durante a quinta-feira, quando eu ia em sua sala ele falava palavras curtas e me respondia entre os dentes. Isso magoa muito, doi saber que não passei de um caso pra ele.

Na hora do almoço minha mãe liga chamando Green e eu para almoçar na casa dela domingo mas como eu não tinha coragem de dizer que não estávamos juntos aleguei que ele ia ficar com sua família. Preciso de mais um tempo para contar tudo pra ela. 

Acordo na sexta com um enjoo do caralho e me dou por vencida para fazer o exame de gravidez.

Sr. Green narrando 

Lúcia está dormindo do meu lado e vejo que Megan me mandou uma mensagem 

Megan: vou ao médico 

Megan: me atrasarei 

Apenas visualizo e não respondo, eu estou tentando cortar qualquer relação com a Megan mas parece que quanto mais eu tento mais difícil fica. Só de ver sua foto meu coração acelera e me vem lembranças ótimas do tempo que passamos juntos. 

Deixo Lúcia dormindo e vou para a empresa. Chego lá por volta as 8:30 e Megan Ainda não estava lá. 

...

-Desculpe o atraso - ela fala passando por mim na máquina de café do corredor 

-Trouxe atestado? - falo sério

Eu só queria manter a postura de chefe mas na verdade quero saber se ela está bem e por que foi ao médico. 

-Esqueci... - ela fala apressada - pode descontar do salário - Megan fala entrando na sua sala 

Antes que eu possa rebater alguma de suas palavras ela fecha a porta e se tranca na sala.

Megan narrando 

Entro na sala e jogo minha bolsa em cima da poltrona. Corro para o banheiro e volto a vomitar, parece que nada fica no meu estômago mas minha mãe também era assim na gravidez dos meus irmãos e, quer dizer, não vou estar grávida isso é apenas uma virose. 

O resultado do exame vai ser entregue às 13h aqui no escritório e estou torcendo para tudo dar certo para mim.

Lavo meu rosto e sento na minha cadeira olhando a vista que tinha da cidade. A frente do prédio (no nosso andar era minha sala e a sala do Green) era toda em vidro e isso significa que uma de nossas paredes era vidro que dava a visão para fora mas não permitia olhar para dentro. 

Tento fazer o meu trabalho mas me sinto enjoada ainda, estou tentando me controlar.

Saio para o almoço e quando volto vejo o Sr. Green com o envelope da clínica na mão. 

-Chegou para você - ele fala curioso 

-Obrigada - sorrio e arranco de sua mão 

Bem, ele voltou 10 minutos antes do horário de almoço acabar então o rapaz da correspondência deve ter entregue para ele mal sabe que fez a maior merda do mundo e que agora ele vai ficar desconfiado sobre qualquer coisa já que no envelope vinha "Clínica de coleta e diagnósticos ARMY".

Coloco o envelope na minha mesa e meu coração acelera. Eu quero abrir mas um dos possíveis resultados é ser mãe do filho do Green e isso não é uma boa opção no momento.

-Ok Megan - falo sozinha - você consegue 

Sinto meu estômago embrulhar mais do que já estava e minha mãos tremerem. Pego o envelope e com todo medo do mundo abro. 

"Megan Foster, positivo". 

Sinto minha visão ficar turva e minhas mãos suarem frio. Deixo as lágrimas tomarem conta do meu rosto enquanto eu me questionava o que seria daqui pra frente comigo e com meu filho. 

Vários questionamentos sobre críticas e o que eu faria tomam conta de mim. Sei que em algum momento vou ter que voltar para a roça já que sozinha após ter o filho não terei como me sustentar e cuidar da criança ao mesmo tempo. O Sr. Green em algum momento terá que saber mas acho que ainda não é a hora, primeiro vou decidir o que fazer da vida depois eu comunico a ele minha decisão.

Tento me acalmar porque agora já estava feito, chorar não adianta nada. Lavo meu rosto e fico no período da tarde totalmente aérea no meu serviço. 

Bem, o Sr. Green pediu para eu ir na sua sala às 4h para resolver alguns assuntos pendentes dessa semana. 

-Sente-se - ele ordena 

-O que quer? - falo impaciente 

-Estamos fazendo quantos serviços? - ele começa a falar 

-Atualmente 9 obras em outros continentes 20 aqui em NY e patrocinando outras 7. - falo lembrando dos dados que atualizei mais cedo 

Eu achava que ele tinha me chamado para comentar da nossa situação mas não, é pra falar dessa merda dessa empresa. Eu sei que é meu emprego e eu não estou sendo profissional mas deem um desconto pois descobri que serei mãe. 

... 

Chego em casa um pouco mais cedo que o normal e só deito na minha cama para chorar. Meu filho não vai ter pai, eu não vou ter ele pra me apoiar, minha família está a quilômetros de distância e ter o bebê na roça é a pior coisa (não tem muita assistência). Vejo no facebook uma foto de Lúcia segurando a barriga que ainda não tem, eu antes sentia pena dela mas agora ela que vai ter pena de mim por estar grávida do homem que está com ela e que claramente vai cagar pra mim. 

Pego no sono e só acordo no dia seguinte pior do que eu já estava. Não aguento mais vomitar toda manhã e sentir nojo de qualquer comida. 

Tomo um banho e coloco um vestido solto com uma sapatilha, faço um coque e vou sem maquiagem mesmo. 

No carro coloco música alta para me tirar dos pensamentos reais, vou me focando em não vomitar mas quando chego na empresa não teve jeito, vomitei, vomitei, chorei e me arrependo de tudo que fiz nesse tempo. 

Lavo minha boca e percebo que Sr. Green está na porta me olhando. 

-Bom dia - tento sorrir 

-Você está grávida? - ele fala frio 

-O que você acha? - reviro os olhos 

Ele me puxa pelo braço e encosta na parede fora do banheiro 

-Está ou não? - fala impaciente 

-Estou - demonstro medo - deixa eu sair - imploro ja que ele me fechou com os braços 

-Eu sou o pai? - ele levanta uma sobrancelha 

-Claro que é caralho - quase grito - "vai sem camisinha" - imito sua voz 

-Como vou saber que é meu? - ele fala apertando meu braço 

-Me solta eu não tô bem - o enjoo começa a voltar 

Ele me solta e entro no banheiro com toda rapidez do mundo para jogar pra fora. Ele assiste tudo sem esboçar nenhuma expressão ou sentimento. Lavo novamente minha boca e volto a falar com ele. 

-O filho é seu - falo secando meu rosto pois lavei ele também - mas não precisa assumir -tento me manter firme - não quero um pai de merda pro meu filho 

-Quando ia me contar? - ele fala sério

-Estava esperando o momento certo - uso de mesma seriedade 

-De qualquer forma mais pra frente vejo o que faço com o bebê - ele fala saindo

-Meu filho não é um objeto - falo segurando seu braço - não magoe ele igual me magoou, vou criá-lo o mais longe possível de você, seu monstro 

A essa altura do campeonato eu já estava chorando pra caralho mas Green estava lá frio sem expressar nada. 

-Faça o que quiser - ele solta seu braço de mim e sai batendo a porta 

Como feito nos últimos dias eu estou chorando abraçada com o vaso, eu nunca passei tão mal quando nesse dia. Parecia que estavam nocauteando meu estômago quando as palavras dele vinham na minha cabeça. Fiquei com raiva dele por ser um merda, raiva de mim por gostar dele e raiva de tudo que estava acontecendo. 

Estou praticamente a manhã toda trancada nessa merda desse banheiro chorando no canto da parede. Eu tô com medo do que vai acontecer, tô com medo do futuro e da minha vida. 

Quando da por volta de meio dia eu não tiro almoço apenas fico na minha sala resolvendo todos os problemas da manhã de sábado e hoje vou sair mais tarde já que tem muita coisa pra fazer.


Notas Finais


Vou tentar postar outro hoje já que ontem cheguei muito tarde e não consegui, perdão meus amores 🌸❤️


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