História Chefe - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amor, Chefe, Romance, Sexo
Visualizações 527
Palavras 1.289
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura 🌸

Capítulo 34 - Foi por amor


Sr. Green narrando 

Eu sai e soquei a parede do corredor. Eu tinha raiva de ver aquele garoto ainda mais ele junto com a Megan. Queria voar na cara dele mas achei melhor sair. 

Mãe: filho quero levar você e a Lúcia para uma surpresa

Green: agora não dá 

Mãe: já já passo na empresa de carro pra te pegar 

Mãe: tenta arrumar um tempo 

Eu queria muito recusar mas é a minha mãe e com todos os defeitos dela sei que apenas estava tentando me agradar. Volto pra empresa o mais rápido e posso e o seu carro já estava parado em frente ao prédio.

-Aonde estava? - ela me pergunta curiosa 

-Fui na rua resolver algumas coisas - minto 

-Amor estou curiosa para saber o que sua mãe preparou - Lúcia fala do banco de trás

-Vocês vão adorar - minha mãe sorri

Ela passa por algumas ruas e avenidas e chega ao nosso destino final. 

-Clínica da Dr. Blanca? - levanto a sobrancelha 

-Dizem que ela dá um palpite e sempre acerta no sexo - minha mãe fala animada descendo do carro - achei legal pagar uma consulta pra gente ver o bebe e ainda saber o sexo pelo palpite dela 

-Mas já? - Lúcia fala tremula 

-Eu trouxe o Green na minha gravidez e ela acertou - minha mãe se anima ainda mais - estou doida para saber o sexo do meu netinho 

-Não acho que seja uma boa ideia - Lúcia coloca a mão na porta do carro 

-O que houve? - começo a desconfiar - durante toda semana só falou na primeira ultra e agora está dando pra trás? 

-Não quero saber o sexo agora - ela tenta ficar calma 

-Pois eu quero - puxo sua mão da porta do carro 

-Temos que saber como ele tá - minha mãe sorri - não precisa ter medo. 

Lúcia da um sorriso forçado e caminha em direção a clínica comigo e com minha mãe. 

Minha mãe foi fazer a ficha da Lucia enquanto a mesma estava sentada do meu lado suando pelas mãos. 

-Por que está tão nervosa? - levanto uma sobrancelha 

-Ansiosa... - ela revira os olhos 

Esperamos mais uns 20 minutos até que somos chamados a sala da Dr. Blanco. 

-Olha a grávida do ano - a médica sorri - teve sorte Sr. Green

Tento dar um sorriso mas já estou de saco cheio de estar ali. Ela deita Lúcia na maca e começa a fazer os mesmos procedimentos que fizeram com Megan mais cedo.

Ela começa a ultra mas não escutamos o som do coração ou vemos algo na tela. 

-Meu neto tá bem? - Minha mãe fala preocupada 

-Cadê ele? - falo impaciente - cadê meu filho, doutora? 

Olho para Lúcia e está mais branca do que nunca mas não esboça nenhuma reação de raiva ou surpresa. 

Ela mexe mais um pouco na barriga da Lúcia mas nada aparece na tela. Tudo bem que ainda está no começo mas segundo Lúcia já está com quase dois meses.

-Não tem bebe - a doutora fala mexendo em algumas coisas da máquina 

-Como assim? - falo nervoso - ela está grávida não está? 

-Não... - a médica fala ainda mexendo na barriga da Lúcia 

-Lúcia - minha mãe começa - o que está havendo? Só pode ser um erro dessa máquina, doutora. 

-Podemos fazer um exame para comprovar a gravidez - Dr. Blanco fala desligando a máquina 

-Eu... - Lúcia começa a gaguejar - foi por amor, Ethan. - ele fala começando a chorar 

Minha mãe e a médica se entreolham e saem falando em coro "vou deixar vocês a sós". 

-Por amor é o caralho - falo puto - você só pensa em você 

-Eu pensei em nós - ela tenta sorrir entre as lágrimas - achei que assim pudesse me amar 

-Você ainda não entendeu? Eu nunca vou te amar - falo segurando seu braço - como acho que ia levar por 9 meses isso?

-Achei que em algum momento me engravidaria de verdade... - ela abaixa a cabeça 

-Por isso aquela palhaçada de lingerie e os caralhos? - falo puxando seu rosto para olhar para mim 

-Sim... - ela limpa uma lágrima - mas não foi por mal, eu te amo 

-Você me fez de idiota - falo com ódio - me afastou de quem eu gosto só pelo seu egoísmo. 

-Ethan... - ela fala segurando meu braço 

-Não me chama assim sua vagabunda do caralho - grito - eu nunca mais quero te ver na minha vida, se você aparecer na minha frente de novo não sei o que faço contigo 

-Eu te amo... - ela insiste 

-Eu tenho pena de você - saio batendo a porta 

-Filho? - minha mãe levanta da cadeira da recepção e me segue - o que houve? 

-Aquela piranha mentiu - falo indo em direção ao carro

-Não esperava isso... - minha mãe quase sussurra 

-Imagina eu - falo sentando no carro 

Ela me deixa na empresa e eu rapidamente vou a sala da Megan. 

Green: ainda está no hospital? 

Megan: os médicos não me liberaram 

Meu coração palpita, só de imaginar que pode acontecer alguma coisa com ela ou com meu filho (de verdade) um aperto no coração me vem. Não penso duas vezes em ir direto para lá. 

-Como você está? - falo entrando no quarto do hospital

-Bem... - ela coloca o celular na mesinha do lado da cama - tentei levantar mas cai, o médico disse que ainda tô muito fraca pra qualquer coisa e disse que vou passar a noite aqui 

-Você tá bem? - me aproximo e pego sua mão - precisa de alguma coisa? Só me falar 

-Tá tudo bem - ela dá um sorriso confortante

São quase 6h da tarde e chega o café da tarde da Megan. Ela come tudo como se não visse comida a uns dias. 

-Vai com calma - sorrio - assim passa mal

-Tudo bem - ela revira os olhos mas sorri - é que está muito bom

-Vou tomar um café - falo saindo pela porta - quer alguma coisa?

Megan narrando 

Após a aparição do psicopata do Ed eu queria ir ao banheiro e falhei miseravelmente já que cai. Não sei, parece que senti uma fraqueza nas pernas, mas pelo menos consegui chamar uma enfermeira que passava no corredor e ela me ajudou. 

Não demorou muito pra Green chegar, ele parecia nervoso mas não quis perguntar, vou deixar ele se acalmar pra falar. 

No que se refere ao Ed: ele está louco. Uma vez, ele estocou algumas vezes antes que colocar a camisinha e acha que eu tô grávida mas quando eu falo "algumas vezes" eu falo duas ou três no máximo. Eu conversei com uma enfermeira sobre isso e ela me disse que é mais fácil dois aviões baterem no céu do que eu estar grávida do Ed. 

-Vai pra casa? - pergunto quando Green entra no meu quarto 

-Se incomoda de eu ficar essa noite contigo? - ele senta no sofá vermelho 

-Acho que Lúcia não gostaria - falo sincera - vocês estão sérios ela não ia gostar que ficasse com outra no hospital. Esqueceu que ela também está grávida? 

-Mas você também espera um filho meu - ele sorri meio forçado - ela deve tá bem, você eu quero garantir que está.

-Tudo bem - sorrio 

Ficamos conversando e rindo bastante. Contei pra ele a história do Ed e o que a enfermeira disse, ele riu e ficou com um pouco de ciúmes mas nada que mudasse ele completamente. Ele coloca uma cadeira do lado da minha maca pra assistir um filme comigo e eu rapidamente durmo já que ele está mexendo no meu cabelo.


Notas Finais


Lúcia filha da mãe, meu Deus! Pelo menos agora ela foi desconberta haha.
E uma leitora quase acertou o que eles iam fazer para descobrir, parabéns haha 🌸❤️
Eu percebi que tem novos leitores e quero que todos sejam bem-vindos e quero interagir nos comentários com a opinião de vocês em 🌸❤️


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