História Chefe Cretino! - (Imagine Cebola) - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Cebola, Mônica
Tags Cebola, Chefe, Imagine, Você
Exibições 163
Palavras 1.985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiih gente... Pessima noticia... Hj é o ultimo capitulo que irei postar da fic, pq smplesmente minha minha mãe decidiu viajar Amanhã... Na verdade eu vou me Mudar e vai demorar 3 meses pra eles conseguirem instalar a internet na minha casa nova.... Então Sorry T.T
Aproveitem o cap e Ate Março T.T

Capítulo 30 - Ela Sabe Me Provocar...



POV Cebola
 

   O que ela queria dizer com aquilo? Mas então eu entendo. Prove. Nós não conseguimos conversar com palavras, pois as palavras apenas levavam a mais problemas. Mas isso? Isso é o que nós éramos, e se ela me desse uma chance para consertar as coisas, eu com certeza faria.
 

  Eu a odiei tanto naquele momento. Odiei saber que ela estava certa e que eu estava errado, e odiei ela estar me forçando a tomar uma decisão. Mas, acima de tudo, odiei o quanto eu a queria. Diminuia a distancia entre nós, pousando minha mão na parte de trás de seu pescoço. Eu a puxei para mais perto, olhando-a nos olhos enquanto nossas bocas se aproximavam. Havia um desafio implicito ali. Nenhum de nós iria recuar ou admitir que isso - seja lá o que isso fosse - estava fora do nosso controle. Ou talvez tivéssemos acabado de admitir.
   

 No momento em que nossos labios se tocaram, uma eletricidade familiar percorreu meu crpo. Minhas mãos  mergulharam fundo em seus cabelos, forçando sua cabeça para trás para que ela recebesse tudo que eu  tinha para dar. Isto seria para ela, ma eu com certeza iria tomar controle. Pressionando meu corpo no seu, grunhi ao sentir a maneira como cada curva dela se encaixa em mim. Eu queria acabar com essa necessidade, ficar satisfeito e seguir em frente, mas cada vez que a sentia, ela parecia melhor do que melhor do que eu lembrava. Eu me ajoelhei, agarrei seus quadris e a puxei para mais perto, enquanto movia os lábios por sua calça. Levantei a regata e beijei cada centimetro da pele nua sentindo seus músculos flexionarem enquanto eu explorava. Olhei para seu rosto, agarrando com os dedos a cintura da calça. Seus olhos estavam fechados e ela mordia os lábios. Senti meu pau endurecer em antecipação ao que eu pretendia fazer.
 

   Abaixei sua calça até as coxas, sentindo ea se arrepiar com toque dos meus dedos. Suas mãos me agarraram pelos cabelos e puxando forte, provocando um grunhido em minha garganta enquanto eu a olhava de volta. Percorr a borda do cetim delicado de sua calcinha até chegar na fina alça em seu quadris.
 

 -Essa é quase bonita demais para rasgar - eu disse,agarrando cada alça com uma das mãos. -Quase- com um rápido puxão, o tecido se rasgou facilmente, permitindo que eu arrancasse a calcinha rosa e a guardasse no bolso. Uma sensação de urgencia tomou conta de mim e eu rapidamente libertei uma de suas pernas, colocando-a sobre meu ombro e beijando a pele macia no interior das coxas.
 

-Oh,merda- ela disse suspirando, passando as mãos em meus cabelos. -Oh,merda,por favor.
   

Quando eu primeiro raspei a ponta do nariz e depois lambi lentamente seu clitóris, ela puxou meus cabelos e moveu os quadris contra minha boca. Palavras ininteligíveis sairam de seus labios em uma voz rouca. Observá-la se perder daquela maneira me fez entender que ela estava tão indefesa contra isso quanto eu. Ela estava com raiva de mim, tão brava que parte dela provavelmente queria enganchar a perna no meu pescoço e me estrangular, mas pelo menos estava me deixando lhe dar algo que era, de muitas maneiras, muito mais intimo do que uma simples transa. 
   

Eu estava de joelhos, mas era ela quem estava vulnerável e desprotegida. Estava tambem quente e molhada, e seu sabor era tão doce quanto sua beleza.
 

 -Eu poderia te comer inteira -sussurrei, e me afastei apenas o suficiente  para observar sua expressão. Beijando sua cintura, murmurei:- Isso seria muito melhor se eu pudesse deitar você em algum lugar. Uma mesa de sala de conferência, por exemplo.

   Ela puxou meus cabelos novamente, apertando meu rosto contra sua pele enquanto sorria.

  -Para mim está bom demais. Não se atrava a parar.

      Eu quase admiti em voz alta que não conseguiria, e estava começando a abominar o pensamento de apenas tentar, mas logo eu me perdi em sua pele novamente. Eu queria memomrizar cada palavrão e súplica que escapava de sua boca e queria saber que eu era a causa. Gemi contra suas coxas, fazendo-a gritar enquanto torcia o corpo para chegar ainda mais perto. 

   Deslizei dois dedos dentro dela e puxei seus quadris  com a outra mão, incentivando- a se  mover no memso ritmo. Ela começou a circular os quadris, devagar a principio, pressionando contra minha boca, e depois mais rapido. Pude sentir sua tensão: as pernas, a barriga, as mãos.

   -Tão perto...- ela arfou,os movimentos começando a falhar, quebrando o ritmo e tornando- se selvagens, e isso tambem  me faz sentir descontrolado. Eu queria morder e chupar, enterrar os dedos fundo e consumi-la completamente. Fiquei preocupado por talvez estar sendo duro demais, mas sua respiração se transformou em suspiros curtos e depois em repetidas súplicas. Torci meu pulso, enterrando ainda mais fundo.

   Ela gritou novamente e suas pernas tremeram quando o climax tomava conta de seu corpo. Acariciando sua cintura, eu lentament aabixei sua perna e fiquei prestando atenção em seu pé, só para o caso de ela decidir que queria me chutar. Corri um dedo sobre meus lábios e observei e observei seus olhos retomando o foco. Ela me afastou e rapidamente ajeitou as roupas, me olhando ajoelhado à sua frente. A realidade ressurgiu com o som das pessoas almoçando do outro lado da porta, misturando à nossa respiração pesada.

  -Você não está perdoado -ela disse. Então pegou sua bolsa , destrancou a porta e saiu do banheiro sem dizer mais nenhuma palavra.

    Levantei devagar e observei a porta se fechando atrás dela, tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Eu deveria estar furioso. Mas senti o canto da minha boca se levantar num sorriso, e quase ri ante o absurdo da situação. 

   A maldita srta.______ conseguira novamente. Ela estava me derrotando no meu proprio jogo. Minha noite foi um inferno. 

(...)
 

   Eu mal dormi ou comi, e sofri com uma ereção praticamente constante desde que sairá daquele restaurante. Em meu caminho para o trabalho, eu ja sabia o que teria de aguentar. Ela faria tudo o que pudesse para me torturar e punir por ter mentido -mas acontee que... eu até queria que ela fizesse isso. Fui surpreendido com sua mesa vazia quando cheguei. Estranho, pensei, ela quase nunca se atrasava.
 

  Entrei em minha sala e comecei a arrumar as coisas para o dia. Quize minutos depois, eu estava distraído com um telefonema quando ouvi a porta da frente bater. Bom, com certeza ela não iria me desapontar: eu podia ouvir as gavetas sendo fechadas com raiva e sabia que o resto do dia seria interessante. Ás dez e quinze, fui interrompido pelo telefone. 
 

  -Sr.Cebola- sua voz calma preencheu minha sala e, apesar de obvia irritação, soltei um sorriso ao apertar o botão para responder.
 

 -Sim,srta.___? -respondi, ouvindo a presunção refletida no meu tom de voz.
 

   -Precisamos estar na sala de conferência em quinze minutos. Você vai precisar sair ao meio-dia para sua reunião com o presidente da Kelly Industries. O Stuart estará esperando na garagem.
 

 -Você não vai me acompanhar? -imaginei se ela estaria evitando ficar sozinha comigo. E não sabia como me sentiria se isso acontecesse.
 

 -Não,senhor. Apenas pessoal da diretoria - ouvi o farfalhar de papeis enquanto continuava a falar. -Além disso, eu tenho de cuidar dos preparativos para San Diego.
 

 -Vou sair num minuto - deixei meu dedo deslizar do botão, fiquei de pé e ajeiti a gavata e o terno. 
 

   Quando sai da minha sala, meus olhos imediatamente pousaram nela.  Qualquer duvida que eu ainda tivesse sobre ela querer me torturar desapareceu. Ela estava inclinada sobre a mesa usando um vestido de seda azul que exibia perfeitamente suas longas pernas. O cabelo estava preso para cima e, quando ela se virou em minha direção, vi que estava usando óculos. Como eu poderia falar coerentemente, com ela sentada ao meu lado?
 

 -Você está  pronto, sr.Cebola?- sem esperar po uma resposta, ela juntou suas coisas e começou a andar pelo corredor. Parecia haver um balanço extra em seus quadris. A safada estava mesmo querndo me provocar.
 

 No elevador lotado, nossos corpos ficaram espremidos um no outro e eu precisei sufocar um murmúrio. Podia ser minha imaginação, mas pensei ter visto a insinuação de u sorriso quando ela ''acidentalmente'' se esfregou em meu pau semiereto. Duas vezes.
   

Nas duas horas sequintes, eu vivi um inferno pessoal. Sempre que eu a olhava, ela estava fazendo algo para me deixar louco: olhares insinuantes, mordidas nos lábis, cruzar e descruzar de pernas, mechas de cabelo enroladas nos dedos. Em certo momento, ela deixou cair a caneta e casualmente pousou a mão na minha coxa quando se abaixou para pega-la debaixo da mesa.
   

Na reunião do almoço que se seguiu, fiquei ao mesmo tempo aliviado por escapar de seu tormento e desesperado para voltar. Assenti e falei no momentos apropriados, mas eu estava muito longe dali. É claro que emu pai percebeu cada segundo do meu pessimo e quieto humor. Na viagem de volta para o escritorio, ele começou a falar.

-Você e a ____ vão ficar juntos em San Diego por três dias, sem as paredes do escritorio, e não vai ter ninguem para interferir. Eu espero que você a trate com o maximo respeito. E, antes que você fique todo defensivo -ele acrescentou, levantando a mão como se sentisse minha resposta iminete -,eu ja conversei com a ____ sobre isso.
 

 Meus olhos se arregalaram e dispararam na direção de seu rosto. Ele tinha conversado com a srta.____ sobre a minha conduta profissional?!
   

-Sim,estou ciente de que a culpa não é só sua -ele disse, enquanto entravamos no elevador vazio. -Ela me assegurou que revida sempre à altura. Por que acha que eu sugeri você como mentor dela no programa de estagio? Na minha mente, não havia nenhuma dúvida de que ela conseguiria lidar com você. 
   

Henry estava de pé em silêncio ao meu lado, com um sorriso de satisfação escancarado em seu rosto. Maldito. Franzi a testa ligeiramente quando percei uma coisa: ela tinha me defendido. A srta.____ poderia facilmente me fazer soar como um tirano, mas em vez disso ela aceitou um pouco da culpa.
 

 -Pai, eu admito que minha relação com ela não é convencional -comecei a falar, rezando para ninguém entender o real significado daquela afirmação. -Mas, eu  te asseguro, isso não interfere de maneira nenhuma em nossa habilidade de conduzir os negocios. Não há nada para se preocupar.
   

-Ótimo! -disse ele quando chegamos em meu andar. Entramos no escritório e encontramos a srta.___ ao telefone, falando num tom quase inaudivel.
   

-Bom,preciso desligar, papai. Tenho que cuidar de umas coisas e eu te respondo assim que puder. Você precisa dormir um pouco, certo? -ela disse suavemente. Após uma breve pausa, ela riu, mas então passou mais um momento sem dizer nada. Eu e os dois homens ao meu lado não nos atrevemos a dizer qualquer coisa.- Eu tembem te amo,papai.
 

 Meu estômago se embrulhou cm aquleas palavras e com a maneira como a voz dela falhou ao pronunciar aquela frase. Quando se virou na cadeira, ela teve um sbresalto ao nos encontrar de pé à porta. começou então a rapidamente juntar os papeis em sua mesa.

  -Como foi a reunião?
 

 -Foi tudo bem ,como sempre -meu pai disse. -Você e a Magali realmente fazem um otimo trabalho cuidando de tudo. Não sei o que meus filhos fariam sem vocês duas.
 

 A sombrancelha dela se ergueu levemente e eu pude ver o quanto se controlou para não mostrar a satifação que sentia em ouvir aquilo. Mas então seu rosto se transformou em uma expressão enigmática, e percebi que o tempo todo eu estava sorrindo maliciosamnete para ela, esperando ver um pouco de sua ousadia costumeira. 
   

Vesti a melhor carranca que eu tinha e entrei na minha sala. Foi só quando fechei a porta que percebi que, desde que voltamos e a ouvimos no telefone, eu não tinha visto  ela sorrir nenhuma vez.


Notas Finais


Sorry Gente Até Março... Quem quiser me procurar no Whatsapp fica a vontade: https://chat.whatsapp.com/3kXDDnQhxVE77Plwq8Brw1

Leiam minha fanfic Nova eu lhes imploro: https://spiritfanfics.com/historia/evil-girls-6804949

Bjos ❤❤❤


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