História Chimerical - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias G-Friend, Super Junior
Personagens Henry Lau, Yerin
Tags G-friend, Henry, Super Junior, Yerin
Exibições 9
Palavras 1.012
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


não julguem a fic, e tenham paciência, nada é o que parece. Odeio os clichês de fanfics heteros, e resolvi criar essa, minha primeira fic hetero, para criar algo diferente do que se vê. Deem uma chance <3
PS: prestem muita atenção nos detalhes

Capítulo 1 - Capítulo 1


Era o grande dia, Yerin mal havia dormido, tamanha ansiedade que lhe consumia. Seria a primeira vez que ficaria longe dos pais, em 20 anos de vida.
Estava na hora, e o nervosismo começava a lhe afetar, trazendo consigo a vontade de chorar e o sentimento de solidão, antecipadamente.

Uma nova cultura, novos ares, seus pais exclamavam, tentando anima-la, ao ver seu estado – não era como se fossem uma cultura completamente nova, para a garota, mas seus pais estavam completamente familiarizados com o “estilo americano” de viver, estando na Coréia seria completamente diferente, e por mais que soubesse como portar-se, ainda sentia como se não fosse o bastante.

Suspirou, dedicando um último olhar aos pais, e acenando contida, antes de seguir sozinha, para a ala de embarque.

Se ao menos houvesse uma amiga, indo consigo, não seria tão solitária a viagem de 19 horas e 45 minutos, de Los Angeles, até seu destino. Metade do tempo passara entre assistir filmes e dormir, e a outra metade fora ocupada em pensar o que havia feito de sua vida, indo para tão longe, e tomar o choque de realidade sobre finalmente estar indo para a Coréia, fazer o que tanto sonhou. E junto a realidade, veio a ideia de quem sabe, poder conhecer seu ídolo.
Quem sabe? Quais as chances de isso acontecer? Poderia estar caminhando pela rua, e de repente, lá estaria ele, com uma aura brilhante, fazendo seus olhos lacrimejarem, e seu corpo petrificar em meio à multidão. Ou quem sabe, estar no parque, em um dia lindo de verão, e quando olhasse para o lado, lá estaria, Henry Lau, ou qualquer membro do Super Junior que fosse, já seria o bastante para fazer seu dia, mas não esconderia sua predileção pelo garoto canadense fofinho, e dentuço.

Mesmo que nada acontecesse, e não os encontrasse por ai, como meros mortais, ainda poderia ir a eventos, e vê-los, ou talvez apenas devesse descansar e esperar seu voo chegar ao destino, para só então criar ideias mirabolantes. Sua mente sempre tão ativa e criativa, que mal conseguia controlar.

Adormeceu, acordando apenas quando pode ouvir o aviso de que estariam prestes a aterrissar.

 

Os dias passavam lentamente, e não foram nada do que imaginara que seria. Não houve passeios, nada de conhecer o país, ou pelo menos a cidade, e nada de todos os alunos interessados em fazer amizade com “a estrangeira”. Não fora isso que planejara. O único passeio que fizera, fora nos prédios da faculdade em que estudaria, para conhecer onde ficariam cada uma de suas aulas, locais importantes para sua sobrevivência, durante a estadia. Lanchonete, refeitório, biblioteca, sala de estudos, seu dormitório, assim como todos os outros cantos existentes na instituição.
Amigos? Poderia considerar amigos, os alunos que eram obrigados a serem “babás” dos estrangeiros? Se a resposta fosse sim, sim, possuía amigos, mas caso a resposta fosse não... Yerin continuava a mesma menina solitária que chegara a Seoul, sem nenhum amigo, ou família, consigo.
Possuía colegas de quarto, claro, mas sentia-se uma intrusa, entre elas, que pareciam já ter uma relação de amizade, estabelecida, e sem lugar para ela.

Já mais acostumada com os horários, regras, dia-a-dia e costumes, começava a arriscar-se sair, explorar e conhecer aquela cidade que tanto sonhara pôr os pés um dia.
Os olhinhos curiosos da menina gravavam tudo em sua mente, e em sua câmera, denunciando que não era uma cidadã coreana, a quem passasse por ela. Era como se até o ar possuísse algo magico, para si. Sentia-se em um filme, em um dorama, em um MV, em um pouco de tudo, ao mesmo tempo. Tudo tão novo, tudo tão lindo, tudo tão encantador, pelo menos até que a realidade lhe atingisse, mostrando-lhe a realidade da vida ali.

Caminhou pelas ruas, sem rumo, analisando, criando possíveis roteiros para passeios em outros dias da semana, mantendo a atenção em gravar que caminho havia tomado, afinal, não queria ser a idiota que se perdeu no centro de Seoul. Se já não possuía amigos, com isso poderia perder todas as esperanças de vir a ter algum.

Olhou em seu relógio, ainda estava muito cedo e não gostaria de ficar em seu dormitório, sem fazer nada, apenas olhando para a parede. Talvez ir a um parque, fosse mais produtivo. Lembrava de ter visto no “mapa” entregue a si, logo que chegara, que ali perto havia um, bastava lembrar onde exatamente. Deveria ter saído com ele em mãos? Deveria, mas seria vergonhoso sair por ai com um mapa, em mãos, a achariam estranha, mais do que já deveriam estar.

Quando finalmente encontrou o parque, sentou-se a sombra de uma árvore, observando as famílias, que brincavam, conversavam, donos que brincavam com seus animais e se divertiam. Isso a fez lembrar-se mais uma vez de sua família, e do quanto estava sentindo sua falta. Até seus irmãos lhe faziam falta naquele momento de fragilidade, e eles nunca foram suas pessoas favoritas no mundo.

Tudo o que queria, tudo o que desejava, naquele momento, ali naquele parque, em baixo daquela árvore, naquela tarde quente de verão, era ter um amigo, apenas um, não importava quem fosse, apenas desejava não estar mais sozinha naquele país novo para si.

Sua mente estava uma bagunça, um turbilhão de emoções lhe atingia. Estava feliz por realizar seu desejo, por fazer sua primeira viagem sozinha, por estar morando sozinha, fazendo intercambio, sendo independente, e adulta, mas seu outro lado, apenas queria colo, um abraço materno, e ser mimada por seus pais. Estava confusa. Havia dias em que estava confiante em suas escolhas, sabia que havia feito o certo, e outros em que já acordava sentindo o arrependimento por sua decisão. Havia também os dias em que acordava bem, e tornavam-se péssimos, como aquele, e os que começavam péssimos, e tornavam-se ótimos ao longo do dia.

Estava confusa, prestes a chorar, quando ouviu uma voz familiar lhe chamar, fazendo seu coração falhar, como se começasse a bater em câmera lenta.

- Hey, por que está chorando? – um garoto extremamente bonito, e alto, era o dono da voz.

- Henry?


Notas Finais


O que acharam?


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