História Choices - Capítulo 34


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Palavras 1.950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Honesty is not part of the game


Fanfic / Fanfiction Choices - Capítulo 34 - Honesty is not part of the game

11.04.2015

Atlanta, Geórgia


P.O.V Justin Bieber

Antes de ir a boate, eu havia passado em casa. Maria, minha empregada estava na cozinha, preparando mais uma de suas gostosuras, que eu infelizmente teria que recusar dessa vez. Subi correndo para o andar de cima sem deixar ela me ver, porque provavelmente ela não me deixaria sair antes de provar pelo menos um mísero pedaço.

Meu quarto estava arrumado conforme Maria havia deixado, eu não vinha muito pra cá, na maioria das vezes era só pra dormir mesmo. Como eu sofri aquele pequeno acidente, — lê-se grande  — eu estava suspenso da escola por alguns dias, até a recuperação completa. Eu sentia alguma dor ás vezes, não posso negar, mas eu tô louco pra terminar esse caso da Kaya e do Parker e entregar essa porra toda em um relatório pro FBI. Louco mais ainda pra imprensa gravar a porra desse vagabundo do Parker sendo levado pra cadeia. Quero que todo mundo saiba o tipo de pessoas que o governador está metido.

Caminhei até o lado esquerdo da minha cama e me abaixei, ficando da mesma altura do pequeno armário. Peguei uma chave quase de tamanho médio que sempre deixava em minha carteira e abri a última gaveta, revelando um calibre 38. Depois do que aconteceu comigo, o meu segundo maior medo é não andar de arma. Eu preciso pelo menos manter a minha segurança para poder começar a manter a segurança de Kaya.

Levantei-me rápido e sai do carro correndo, já com a arma em minha cintura. Desci a escada em dois segundos, mas tentando ao máximo manter meus passos leves, não queria que a dona Maria me escutasse. Assim que saí da enorme casa que eu morava com Pattie  — minha mãe  — e Maria, fui até a garagem, que ficava um pouco distante da casa, mas ainda assim no mesmo território. Abri o portão da mesma, revelando minha grande coleção de carros, que iam de Lamborghini Veneno á Evoque. Peguei a chave de uma Ferrari 458 e apertei o botão, logo a enxerguei. 

Andei rápido até ela e sorri, entrando na mesma. Meti meu pé no acelerador e logo estava correndo pelas ruas da cidade de Atlanta. 

Ao chegar em frente a boate pude notar uma movimentação um pouco maior, estava além do normal. Não era nem 14hrs da tarde e a movimentação na boate já estava grande, e pude notar isso ao perceber que haviam alguns carros estacionados no meio da rua, sendo assim, o subsolo, onde se encontrava o estacionamento, estava cheio. 

Parei o carro na primeira vaga no encostamento que vi ali e entreguei ao valet, já entrando na boate. Eu era um dos vips ali, então não precisava me identificar ou nada do tipo, todos já conhecem Justin Bieber. 

Na primeira vez que eu fui na casa da Kaya, vi algumas fotografias de algumas mulheres, eu demorei um pouco pra notar que conhecia alguma delas, mas acabei percebendo. Athena era delas. 

Quando criaram essa tal boate, Athena foi a primeira a vir pra cá, ela mostrou desempenho, então era como se fosse a garota vip da casa. E como todos os vips podem escolher a sua garota, eu escolhi a mais experiente, Athena.

— Bieber  — sussurrou ela no pé do meu ouvido, enquanto entregava uma taça de gim em minha mão esquerda  — Senti sua falta  — disse baixo, segurando em minha mão direita e passando pelo seu corpo que já estava quase desnu. Suas roupas eram curtas e provocantes. Ela usava uma saia que cobria apenas suas partes intimas, mas dava uma bela visão de sua parte traseira. Seus seios, que antes já eram volumosos sem roupa, ousaram aumentar um pouco mais e chamar atenção pelo seu decote em forma de sutiã. Seus peitos estavam quase voando no meu rosto. Passei a língua entre os lábios ao notar aquilo  — Por que demorou tanto?

— Athena, suba  — mandei autoritário, a garota assentiu e passou na minha frente, rebolando como uma vadia. 

Ela sabia exatamente para onde eu havia a mandado ir, para minha suíte. Alguns quartos daqui apenas seus donos podem entrar, e eu tenho o meu. 

Algumas músicas sensuais tocavam na casa enquanto garotas dançavam pole dance. Caras totalmente mais velhos que elas elogiavam-as, e alguns até ousavam colocar notas de dólares em seus seios quase nus. Ri com aquela cena, e bebi o gim que ainda estava por inteiro em minha taça, tudo de uma vez só. Um garçom passou ao meu lado e eu coloquei a taça em cima da bandeja que ele carregava. Sorri agradecendo e comecei a subir as escadas que ficava bem ao lado do bar. Logo eu já estava na área vip. 

Paredes vermelhas com textura de veludo e fotos provocadoras estampadas. Algumas garotas nuas e outras totalmente vestidas, se Parker é o dono daqui, posso dizer que sua boate é bem clichê. 

Enxerguei uma porta que tinha a cor escura, algo parecido com preto. Muito acima da maçaneta havia um nome escrito á ouro, Justin Bieber. 

Abri a porta do quarto e Athena estava sentada com as pernas cruzadas e uma garrafa de vodka em sua mão esquerda, já na direita, ela usou sei dedo indicativo me chamando. Sorri de lado e fechei a porta atrás de mim, fechando-a. 

— Senti sua falta, Bieber.

— É? 

— Sim.

— Isso é bom. Preciso de um favor seu — disse ríspido, sentando numa poltrona — Vem cá, Athena — chamei-a, e a garota sentou em meu colo — Se divertiu muito esses dias? — perguntei, colocando a mão em sua perna, subindo e descendo lentamente e aproveitando pra brincar com sua cinta liga.

— Não como eu deveria. Você sabe que eu sou exclusiva sua, fiquei apenas dançando esses dias.

— Ah, você dançou? — perguntei, bravo. Não pensei duas vezes e dei um tapa forte em sua perna, fazendo-a gritar alto e logo soltar uma risadinha — Não quero você dançando pra esses velhos babacas, você ouviu, sua vadia? — perguntei, colocando o dedo perto de seu rosto.

— Sim, Bieber. Me desculpe... 

— Rebola pra mim, Ka... Quer dizer, Athena, levanta. 

— Do quê ia me chamar? — perguntou confusa, ainda sentada em meu colo.

— Nada, porra. Levanta logo que hoje eu não tô com paciência — falei alto, tomando a garrafa de sua mão e colocando na boca, bebendo um longo gole. 

Olhei pra frio pra Athena e ela me olhou com aquele olhar de piedade, ela já sabia o que viria à seguir. 

Coloquei a garrafa numa comoda que tinha logo ao lado da poltrona, e peguei Athena com força pelo braço, logo jogando-a na cama.

 Calma, Bieber. Eu sou toda sua hoje.

— Cala a boca, porra. Eu não quero ouvir a tua voz até eu mandar, entendeu, caralho? — perguntei e ela assentiu com a cabeça. 

Fui ao armário e peguei algumas algemas e cordas. Eu simplesmente adorava brincar com esse tipo de coisa e ultimamente eu só conseguia imaginar coisas assim com Kaya. Eu tô louco pra jogar ela na cama e abusar daquele corpo gostoso dela.

E só de pensar nisso eu já podia sentir uma leve ereção. 

Balancei a cabeça negativamente, excluindo todos os pensamentos inapropriados, inclusive o de ouvir a minha aula favorita gemendo. 

Porra, Kaya.

Mandei Athena colocar as mãos acima da cabeça e a prendi com as algemas na cabeçeira da cama. Ela deu um sorrisinho safado, mas mal sabia ela que a garota que eu quero foder todinha é a Kaya. 

Enquanto Athena falava algumas besteiras, eu juntei seus dois tornozelos com as mãos e prendi-os no final da cama. Agora ela estava totalmente imóvel. 

Voltei ao armário e peguei uma fita adesiva.

— Sem gritinhos hoje, Athena — falei — Sem gemidos também.

— Como assim, Bieber? 

— Eu mandei tu não falar nada, porra — gritei, subindo em cima dela e colocando a fita adesiva em sua boca, calando-a — Agora eu vou te falar numa boa, ou tu me obedece, ou tá fodida. 

Peguei a arma que estava em minha cintura e mostrei pra ela. Athena começou a lagrimar e sua respiração ficou descompensada, ela balançava a cabeça negativamente e seus olhos podiam me mostrar seu medo. 

— Eu não vou te machucar, apenas me obedeça — falei calmamente e ela assentiu. Eu sentia dó em tratá-la assim, mas ela não ia dizer pelo bem — Eu sei que você não está aqui porque quer e eu posso te ajudar com isso — respirei, colocando a arma em seu lado na cama — Eu vou tirar a fita e você vai me responder calmamente, se gritar, tu morre, entendeu? — ela assentiu com a cabeça e eu tirei a fita de sua boca. 

— O quê você quer? — perguntou com a voz falha, Athena estava prestes a chorar. 

— Diz pra mim — falei, pegando um gravador que tinha em meu bolso e o liguei — Diz pra mim quem é seu cafetão. 

— Não... — ela balançou a cabeça negativamente rápido. Athena estava com medo e isso era óbvio.

— Se não me dizer quem é, não vou poder te ajudar — sorri e peguei a arma, colocando perto de sua cintura — Entendeu?

— Sim, sim, Bieber.

— Diz quem é seu cafetão.

— É o... É o...

— Diz quem é o dono daqui, Athena. 

— É o Parker.

— Parker o quê?

— Parker McNeil.

— Ele as obriga a ficar aqui?

— Sim, sim.

— Me diga mais sobre isso ou não poderei ajudá-la, Athena — disse calmo, mas com o semblante bravo, encostei mais ainda minha arma perto dela e a pude sentir tremer.

— Ele faz tráfico de garotas com a maioria que está aqui.

— Como assim?

— Algumas garotas vem pra cá em busca de emprego, mas pensam que podem voltar atrás. Assim que entram no esquema, não podem mais sair, ou Parker manda torturar a família e matar a garota lentamente.

— Isso já aconteceu com muitas garotas?

— Sim, algumas.

— E como sabe disso tudo? 

— Eu... Eu escutei Parker dizendo uma vez.

Velho babaca, não sabe nem cuidar dos próprios negócios.

— Por que está aqui, Athena?

— Meu pai estava endividado e me vendeu para Parker, eu já tentei fugir mas...

— Mas o quê?

— Mas eu tenho uma filha e ele ameaçou a matar na minha frente.

— Onde está a menina? 

— Com minha mãe, na Bulgária.

— Então você é búlgara?

— Sim — ela disse e eu desliguei o gravador, colocando em meu bolso.

— Tá explicado o corpo gostoso que tem.

— Pra quê você perguntou essas coisas?

— Olha, Athena. Eu vou ser sincero com você, quero mesmo te tirar daqui pra tu poder tome conta da sua criança. Eu posso mandar homens tomar conta de vocês, e irão poder ter uma vida normal, mas pra isso eu preciso que você não conte a ninguém sobre o quê aconteceu aqui. Tudo bem?

— Você promete?

— Sim, Athena — sorri, já calmo, depositei um beijo meio sem jeito em sua bochecha — Sendo normal, você até que é uma garota legal — falei, levantando de cima dela — Eu vou fazer o máximo pra te tirar daqui, mas se tu caguetar, eu vou ter que tomar medidas que não quero. Você entendeu? — perguntei, olhando pra ela enquanto a soltava. Logo guardei minha arma, colocando-a no lugar anterior.

— Sim, Bieber. Eu... Eu prometo não contar a ninguém.

— Boa garota — sorri — Preciso ir agora — respondi, jogando uma nota de cem dólares em sua mão.

Quando eu já estava saindo do quarto, pude ouvir a voz de Athena me chamar.

— Bieber? — ela chamou, olhando-me com medo. 

— Sim?

— Não era só ter dito que precisa de ajuda? 

— Athena — olhei para garota, segurando o riso — Honestidade não faz parte do jogo. 


Notas Finais


Pra quem está gostando de ler Choices, recomendo Twitter, também de minha autoria. A história é o máximo e eu mesma me apaixonei!

Twitter: https://spiritfanfics.com/historia/twitter-9589524

Um beijo, xuxus.


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