História Choose Psychopathy - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Bibaswag, Justin Bieber, Psicopata, Tortura
Exibições 68
Palavras 1.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nem vou dizer que demorou, pq né...

Capítulo 4 - Danger — Part.2


Uma semana depois.

Emma e eu já tínhamos feito todas as atividades de casa, não sei o que estava acontecendo, mas ultimamente meus pais estavam sendo bons demais, até me deixaram ir no acampamento de férias da faculdade. Seria num sítio no meio do mato, já estávamos com as malas prontas, era só esperar as 22h30m pm e ir no ônibus.

— Estás a levar um casaco? — Emma perguntou pela milésima vez se não estava esquecendo de nada.

— Está tudo pronto! — confirmei, apesar de que meu casaco mais grosso estava no quarto, pegaria depois.

— Levem lanches, repelentes, escovas, não esqueçam de nada pelo amor de Deus — minha mãe falou.

— Certo! — falei.

— Jen, não tô confiando nisso não — meu pai falou, mais uma vez naquele dia para minha mãe.

— Relaxa, Elliott! Nossa filha já não é mais uma criança, sabe se cuidar.

Assenti sorrindo, era literalmente dizendo, a primeira vez que viajava ou saia do bairro sem meus pais. Era de se estar feliz.

22:24 PM

— Tchau minha filha, tomem cuidado — Jen falou.

— Kelsey, leva isto — meu pai me parou, pondo um vidro bem conhecido dentro da minha bolsa.

Bufei. Mas enfim, saí sorrindo feito idiota atrás de Emma.

Depois de dobrar a esquina, ela me parou.

— Hum, spray de pimenta? — ela disse e começou a rir — O teu pai é bem piradinho, hein?

— Em questão de meninos, a bagunça está feita — falei.

Meu pai era a pessoa mais calma que eu conhecia, era até mais calmo que minha mãe, mas se falasse em meninos e eu no mesmo lugar, ele dava a louca.

— Lá vem — ouvi Emma dizer, olhei para rua e o ônibus já estava perto, quase parando a nossa frente.

Horas depois.

Havíamos acabado de chegar no local de acampamento, vamos dizer que era apenas para os alunos, tinha mais ou menos três ou quatro professores, nada demais. Era realmente um lugar grande e bem escondido.

— Montem suas barracas, já está tarde para perambular — o inspetor disse.

Já se passava das 02:57 quando havíamos terminado de montar a barraca, poderia ser algo fácil, mas para quem nunca fez isso não era.

— Eu não aguento mais, nem vou tomar banho, boa noite — Emma falou.

Não sabia como ela conseguia dormir sem tomar banho, era algo difícil pra mim.

Sai da barraca e procurei os banheiros que ficavam um pouco distante e era escuro, fiquei alguns minutos olhando, tentando criar coragem de ir lá no escuro.

— Quer que eu vá? — ouvi uma voz conhecida.

Olhei para trás e era aquele garoto, Danger.

— Não! Eu posso ir — sorri de leve e fui em frente, mas acabei por me assustar com um galho quebrando, que eu mesma tinha pisado.

Ouvi a risada baixa de Danger, e então ele foi na frente e abriu a porta do banheiro, conferindo o estado.

— Não tem nada aqui, pode entrar — ele falou.

Assenti em agradecimento e então entrei no banheiro. Me despi e antes de ligar a ducha vi que estava um silêncio que estava me matando de medo.

— Danger? — o chamei baixo.

— Hum — ele disse também baixo.

— Você...  Pode me esperar? — pedi envergonhada, esperava que ele dissesse que sim, era assustador aquele escuro.

— Tudo bem — ele respondeu.

Aproveitei o bom tempo para tirar a roupa e tomar banho. Me sentia desconfortável com Danger, ele era uma pessoa muito estranha, e também não queria dar o braço a torcer e ser a primeira a puxar assunto, era tão fácil fazer isso, mas com aquele garoto não era bem assim, parecia que tinha algo dizendo, "mantenha distância"  nele. Bizarro.

— Obrigado por esperar — falei ao sair do banho.

Mas ele não estava ali, olhei ao redor e Danger estava sentado em frente à sua barraca. Ri levemente por ter falado sozinha.

Voltei para a barraca, antes de entrar ouvi Danger dizer algo como: Por nada.

Me aprontei no colchão camping, e esperei pelo sono até dormir sem perceber.

Pela manhã, quando acordei Emma já havia levantado, curti preguiça por um bom tempo, até não conseguir mais e decidir levantar. Como não era do tipo que conhecia todos, fui atrás de Emma, ela estava em um lugar que eu nunca imaginária que ela pudesse estar, mas ao olhar pra pessoa ao lado entendi o motivo dela estar ali.

— Disse que não gostava da beira — falei ao vê-la na beira de um pequeno riacho, ao lado de Danger.

— Estou começando a gostar — Emma disse, e então aproveitou que Danger não estava olhando para fazer uma careta indicando que queria que eu saísse e os deixassem a sós.

Fiz sinal de rendição e então fui atrás de algo para comer.

A brisa por ali estava ótima, não fazia calor e nem estava tão frio. A única coisa ruim era que minha melhor e única amiga havia me trocado por um garoto.

Depois de muito tempo Emma saiu de perto de Danger para comer, e enfim eu tive tempo para conversar. Rimos de bastante coisa até Danger aparecer e se intrometer. Era bem o estilo dele fazer isso.

Mas com o tempo percebi que estava pondo defeito onde não tinha, Danger era uma ótima pessoa, sabia conversar e a hora certa de tudo, o mais impressionante que achei é que ele curtia maioria das coisas que eu gostava, desde desenhos até estilo musical, ele era um cara perfeito como Emma dizia. Era óbvio que ela estava na cola dele.

— Alunos, recebemos um aviso de que houve um problema na escola, não poderemos esperar até o amanhã, nos desculpem — a professora que havia vindo disse para todos.

— Como assim?

— Não sabem nem organizar um acampamento direito.

— Pior viagem, nunca mais venho.

Alguns alunos reclamavam enquanto outros apenas observavam para não perder ponto, era algo revoltante.

— Era pra ser um ótimo final de semana — Danger disse.

— Realmente! Acabou virando o pior, só viemos por cansaço — falei.

— Que bom que já está se aproximando do meu futuro namorado — Emma disse no meu ouvido, enquanto felizmente ria.

Ri da sua reação, ela estava elétrica demais, só espero que não seja ela a pedir ele em namoro.

A viagem de volta foi bem mais animada, agora era um quarteto, Emma, Eu, Perrie, o amigo de Nathan que apresentou Danger, e Danger. Conversávamos alegremente sobre coisas aleatórias, quem nos visse pensaria claramente que éramos um grupo de casais, Perrie estava mesmo colado em mim.

Estava indo tudo bem, até o ônibus parar do nada. Nos levantamos para ver qual o problema, até o inspetor dizer que o ônibus quebrou, então tivemos de descer e continuar o caminho a pé, não era tão longe de nossas casas.

Fomos conversando o caminho inteiro, até chegar na casa do Perrie, depois a casa de Emma, que era bem próxima ao Perrie.

— Tchau Emm — a abracei — Até amanhã!

— Amanhã é domingo — Danger disse.

— É mesmo! Esqueci.

— Tchau amorzinho — Emma disse me dando um beijo na bochecha. — Tchau Danger, cuida da minha filha — Emma disse rindo.

— Pode deixar, vamos bebê! — Danger disse rindo.

O sorriso dele era lindo.

— Então, qual a sua turma? Nunca havia te visto na faculdade — falei.

— É porque entrei atrasado, SB2.

— Hum, Sala B, 2. A sala do Nathan — falei, e nem prestei atenção que havia tocado no nome dele — Falar em Nathan, ele deu um chá de sumiço, nunca mais o vi, e nem a Emma foi atrás.

— Verdade, Nathan está sumido, não é bem a praia dele fazer isso.

Concordei, e então seguimos o caminho em silêncio.

— Não quer ir na minha casa? — Danger perguntou depois de algum tempo.

— Ah, não. Obrigado, vou direto pra casa. — falei — Mas...onde estamos?

Perguntei ao perceber que estava em uma parte que não conhecia de Montreal. Era bem mais escura que a rua da minha casa. Mais na frente tinha um caminho único de areia, um portão com luzes amarelas e então várias casas de um lado e do outro.

— Onde estamos, Danger? — perguntei observando aquele lugar, era assustador, e estava começando a fazer frio.

— Vá em frente — ele falou com a sua voz mais calma que ele poderia ter.

O obedeci e fui pelo caminho único, atravessei o portão e continuei pelo caminho. Percebi que por onde passávamos as pessoas iam fechando as portas, elas não aparentavam ser felizes, todas tinhas os seus olhares assustados e tristes. Cheguei até a perceber uma criança chorando e sua mãe a calando com a mão, a mais velha aparentemente bem assustada.

— O que houve por aqui? O que eles tem? — perguntei.

Era intrigante ficar apenas observando.

— Não pergunte, apenas vá em frente! — Danger disse me empurrando.

Todo o caminho ele não havia em hipótese alguma me tocado, e agora ele aparece me empurrando. Danger estava começando a mostrar outro ser que eu não conhecia.

Ele passou a me empurrar até uma casa de madeira escura, mais precisamente de cor preta. A casa não era tão nova como também não era tão velha, mais era perceptível que quem morava ali não cuidava.

— Você mora aqui? — perguntei por curiosidade.

— Cala a boca! — ele disse sendo rude.

Em apenas um toque ele abriu a porta, a fazendo abrir com força, me deixando ver tudo o que tinha ali, forcei para não gritar, mas minhas pernas não ficaram paradas, comecei a correr, mas nem deu tempo de respirar direito e Danger já havia me jogado dentro da casa repleta de sangue, minha blusa branca estava encharcada de sangue.

— O que é isso? — perguntei baixo enquanto olhava a minha roupa.

— Sabe por que eles me chamam de Danger? — ele perguntou rindo, e me olhando diabolicamente — Porque eu sou o perigo!

Assim que ele disse, apontou a um canto e ascendeu a luz, me deixando ver vários corpos mutuados, um em cima do outro.

Me levantei trêmula e me aproximei lentamente dos corpos. Não fedia, talvez não fazia muito tempo que estavam ali, olhei cada um, e só então percebi quem era a pessoa do primeiro corpo, o que estava no topo de todos.

Era Nathan.

— O que você fez? — gritei assustada.

— O mesmo que vou fazer com você! — Danger riu, me jogando em cima dos corpos mortos.

“O inimigo mais terrível é aquele que já foi nosso amigo, pois conhece as nossas fraquezas.”



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