História Choose Well - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Ian Somerhalder, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Damon Salvatore
Exibições 9
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores <3
VOLTEIIII e.e
Então, o cap tá curto eu sei.
Talvez semana que vem eu poste outro, não sei, vai depender muito.
Voces podem pensar que a fanfic está contraditória com a sinopse. MAS CALMA. NÃO É BEM ASSIM. Só estamos no início, mais pra frente voces vão entender tudo.
Bom, chega de enrolar e bora pro capítulo.

Boa Leitura :D

Capítulo 2 - Prisão


Acordei com uma dor de cabeça terrível, aquele cheiro era muito forte e eu estava totalmente desorientava, abri meus olhos e para mim parecia que tudo girava até voltar ao normal.

Eu estava perdida, não sabia que lugar que estava, mas aquilo parecia um quarto, havia uma cama, um criado mudo e só. Era escuro, frio e para ajudar eu estava com medo. Aquilo parecia uma cela. Levantei-me da cama e tentei abrir a porta, sem sucesso resolvi olhar entre as barras de ferro e a única coisa que consegui ver foi escuridão e uma fresta de luz que vinha de uma suposta escada. Encostei-me na porta e escorreguei pelo chão empoeirado. Levei em conta que aqueles vultos eram culpa dele.

Como eu sairia dali? Tentando arrombar? Sem chance. Gritar por ajuda? Ultima coisa a tentar. Abrir tentando achar a fechadura pelas grades? Talvez eu consiga, mas o que eu utilizaria como corda ou algo do gênero?

Eu estava sem nada, para ter noção estava só com minha blusa de escola e minha calça alem das roupas intimas. Enfim, vasculhei a cama e o criado mudo a fim de encontrar algo que parecesse com uma corda. Não achei nada, mas poderia usar minha blusa da escola, ninguém ia notar mesmo. Rasguei a mesma em algumas tiras e fazendo algo parecido com uma trança ou corda. Passei entre as barras e tentei achar aquilo que provavelmente abria a cela, achando e enganchando eu puxei e abriu, ficando feliz pelo meu triunfo tentei não fazer barulho e funcionou, andei de ponta de pé para as escadas até chegar a um corredor e depois a uma sala grande onde eu vi uma pessoa, um homem, vestia uma blusa preta e uma calça jeans seu cabelo era também preto estava tomando algo em frente a uma lareira, me escondi atrás da parede e olhei novamente para ele, havia sumido. Corri até a grande porta de madeira que provavelmente seria a entrada quando eu iria puxá-la aquela mesma voz grossa e rouca me assustou me deixando paralisada por um momento.

- Você poderia ter sido um pouquinho mais esperta, é muito clichê tentar sair pela porta da frente – Disse em um tom irônico.

Antes mesmo de eu pensar em me virar ele já havia me colocado em suas costas e estava me levando para a cela onde eu estava.

- Me solta! – Gritei batendo em suas costas.

- Pode tentar o que quiser, não vai conseguir.

Continuei tentando até que me dei por derrotada e o deixei me levar.

Ao chegar à cela estava muito escuro, mais escuro que antes, quase não conseguia enxergar um palmo na minha frente. Ele me colocou no chão em frente à cama e ficou me encarando, eu o sentia fazendo isso, mas estava olhava o chão, me senti envergonhada eu estava somente de sutiã em sua frente, ele colocou a mão em meu rosto me forçando a olhá-lo, seus olhos tão azuis quanto o céu que me fizeram perder a linha do pensamento.

- P-Por que eu estou aqui? – Perguntei inocentemente num fio de voz hipnotizada por aqueles olhos e isso o fez voltar ao normal.

- Não te interessa – Seus olhos se tornaram gélidos, saiu e fechou a sela, pude ouvir o barulho de tranca.

Ok, mais uma vez sozinha – Pensei.

Por que ele tinha que ser tão egoísta e grosso comigo sendo que eu não fiz nada a ele, eu o conheço?

Sentei na cama e fiquei pensando até que deitei e dormi. No meio da noite acordei por barulho de vozes perto da cela.

- Por que você está guardando uma garota na cela? – Alguém de uma voz diferente perguntou.

- E isso te interessa? Eu acho que não

- Você não é dono dela Damon - Então ele se chama Damon...

- E quem é você para falar se ela é ou não? Há dois dias você nem sabia que eu tava aqui e ainda quer mandar... Essa é boa.

- Ela não pode ficar aqui – Ignorou o que Damon falou e então ouvi um barulho na porta logo depois um baque surdo.

- Rele nela, você perde o seu coração e eu adoraria ver você morrer– Disse num tom ameaçador.

- Tá, tudo bem, eu não tento nada, mas considere a ideia de que se te pegarem escondendo ela aqui você vai ser preso– O outro homem diz ofegante.

- Considere a ideia de que se isso acontecesse eu mataria todos que estivessem envolvidos - Disse cinicamente.

Eu não sabia o que estava acontecendo, não movi nem um músculo enquanto ouvia aquela discussão. O que são eles? Ele falou literalmente na hora de tirar o coração? Por que ele quer que eu fique aqui? O que ele quer comigo? Ele vai me matar? Mas que poha, eu estou de mãos atadas sem chance de escape!

Pelo resto daquela noite não consegui dormir.

 

|Uma semana depois|

 

Aquelas perguntas ainda rondam minha cabeça. No momento estou deitada na “minha” cama.

Passou-se uma semana e nenhuma chance, nada, todos esses dias trancada aqui. No dia seguinte da “briga” eu recebi uma blusa social e um cobertor para não passar frio, não poderiam dar meu moletom não? Seria mais fácil. Eu penso, não seria mais fácil ele me deixar sair e voltar para casa? O que ele quer com tudo isso? Eu realmente não entendo. Não sei que horas são, se é dia ou noite, eu realmente estou perdida. Comida? Pizza no geral. Desde aquele dia não vejo, não escuto a voz daquele outro homem. Está tudo na mesma. Parece que a vida não gosta de mim, como se ela não quisesse que minha vida fosse normal ou feliz...

Pergunto-me se alguém lá fora ainda se preocupa comigo, ou resolveu me procurar de alguma forma, mas acho que nunca me encontrarão e se me encontrarem... Pelo jeito se eu for esperar dos outros vou acabar morrendo, preciso fazer com as minhas mãos, preciso arrumar um jeito de fugir nem que eu morra tentando, só espero que a sorte esteja do meu lado nesse dia.


Notas Finais


Hey, tudo bem?
Digam se vocês gostaram ou não, se tá bom, se querem com mais palavras, aceito sugestões e criticas construtivas.
Desculpe os erros ou estar um pouco WTF.
Espero que tenham gostado.
Um tchau da alienígena para todos vocês :)


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