História Chords of My Life - Capítulo 26


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Categorias Ed Sheeran, John Mayer, Justin Bieber, One Direction, Sam Smith, Shawn Mendes, Taylor Swift
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Swift
Exibições 78
Palavras 1.050
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Mexico City !


Without Me - Eminem

 

 

Eu fazia uma performance de Without Me no meio dos meus amigos, a música tocava em uma estação de radio, Will havia inclusive aumentado o rádio e ria do jeito que eu imitava Eminem e do meu jeito de mexer as mãos como um rapper.

– Agora é a vez do Ed. – Linda aplaudiu rindo e apontando pro ruivo.

– O Ed não pode cantar Eminem. – falei como se estivesse ofendida. – Ele não é um rapper, ele é um cantor com um flow. – Ed revirou os olhos enquanto as pessoas que tinham pego a referencia riam. – Se for assim, venha aqui balançar o bumbum pra mim, Sheeran.

– Só se você balançar o bumbum pra mim também.

– Olha, não é só porque eu nasci no Brasil que tenho que ficar mostrando minha bunda por aí.

– Uma bela bunda. – Will comentou, eu ergui uma sobrancelha pra ele. – Que foi? Eu já te vi de calcinha várias vezes, não é como se eu nunca fosse reparar.

– Que história é essa, William? – Jasper perguntou se fingindo de emburrado.

– Dividimos quarto com ela, Jasp! – Will falou agoniado.

– Tacos, fajitas, nachos, burritos... – Murray entrou no camarim carregando várias sacolas. – E um pouco de tequila só pra dar sorte.

– ¡Viva México! – berrei.

– ¡Viva! – todos responderam com a mesma animação, Murray deixou um selinho em meus lábios e pude sentir o leve gosto de tequila.

Cada um se serviu com um pequeno shot, em pouco tempo seria o show, não podíamos exagerar, dividimos as comidas e cada um pegou um pouco das delicias mexicanas, eu recusei a maior parte, estava enjoada e odiava pimenta.

– Murray, você tem que tirar uma foto nossa enquanto ainda tenho comida. – falei já o dando a polaroid.

– Nossa, por que logo eu? Por que não o Trevor?

– Hey, eu quero sair na foto! – Trevor reclamou.

– Porque nós somos os artistas. – dei de ombros. – Anda logo!

– O que que eu não faço por você? – Cummings suspirou derrotado. Todos fizeram uma pose engraçada. Eu saí carregada por Jasper e Ed. Fui ver a foto e sorri com o resultado. – Essa eu vou imprimir pra cada um de vocês. – falei olhando pra todos. – Vocês são como uma família pra mim aqui na tour, e mesmo fora dela.

– Awn, até parece que tem coração!

– Sério! Jasp, você me atura desde que eu era uma mongoloide que não sabia se virar só praticamente, Linda, você também. – pigarreei. – Will, você sempre foi o mais doce, tipo uma criança, eu tenho vontade de te por num potinho e te proteger de todo o mal do mundo. – apertei a bochecha dele, que riu. – Mas fico puta quando você e Jasper resolvem transar de madrugada quando eu estou no quarto.

– Annie!

– Trevor! Eu não te conhecia direito antes da viagem, não posso dizer que te conheço direito agora ainda, mas você faz minha amiga feliz, e é isso que importa. – Trevor sorriu e abraçou Linda naquela hora. – Além de ser ótimo com a mão, não é, Linda?

– O que você está sugerindo, McFly?

– Ele é um ótimo baterista, ué! – me fiz de inocente, então me virei pra Murray. – Você não saiu na foto, mas esta incluído. Você é um cara legal e que me suporta, o que já te garante muitos pontos. – ele riu. – Mas você não tenta me mudar, e isso é meio... Raro. – mordi o lábio antes de virar pro Ed. – Não vou nem falar sobre você! É como um irmão pra mim, sabe disso? – sorri pra Ed. – Mas não como o Jasp e o Will que são meus irmãos mais novos, você toma conta de mim de um jeito que ninguém mais faz. Além de pagar meu salário, é claro.

– Chega logo ao ponto, mocréia! Não temos o dia todo. – Jasper gritou interrompendo meu discurso.

– O ponto é, lá no fundo do espaço que deveria estar ocupado por um coração, eu amo vocês! E olha que eu não tô bêbada, tá?

– Tá pra menstruar, só pode! – Linda foi a primeira que veio me abraçar, e então aquilo virou um abraço grupal que foi desfeito depois que Jasper gritou que ia rolar suruba.

– Mais algo a acrescentar, versão sentimentalista que eu nunca achei que ia ver na minha vida da Annie? – Jasper perguntou antes de sentar-se no sofá.

– Queria perguntar se vocês querem ir pra Aracaju passar o Natal comigo.

– Abra... Aura... O que? – Trevor perguntou confuso.

– Aracaju. – ri. – A pequena capital do menor estado do Brasil, Sergipe. Foi lá que eu nasci, a maior parte da minha família mora lá. – expliquei. – Eu pensei em chamá-los, sabe... A casa da minha avó é bem grande e tem três quartos sobrando, além do mais tem o apartamento da minha mãe e alguém poderia dormir comigo lá também, a comemoração de Natal seria na casa da minha bisa...

– Nossa, seus bisavós ainda estão vivos?

– Minha mãe é nova. – dei de ombros. – Enfim... É pertinho de Salvador, 5 horas de carro, 30 minutos de avião...

– Annie, é uma oferta adorável, mas eu não me sentiria muito bem. – confessou Linda, eu assenti.

– Sua mãe já me ama mesmo. – Jasper deu de ombros. – Eu vou.

– Se ele vai, eu também vou. – declarou Will. Me virei pra Ed.

– Acha que você poderia ir?

– Eu tenho que falar com o Stu e tentar convencê-lo de que é uma boa ideia, mas tentarei ao máximo.

– Promete? – ergui uma sobrancelha pra ele. Eu queria muito que Ed fosse, nosso tempo juntos estava prestes a terminar, eu sabia que depois daquela turnê tudo seria diferente e nos veríamos muito pouco. Ambos temos carreiras a seguir, e, de acordo com o Peter, eu viajaria muito daqui pra frente, o público americano havia me adorado, e se eu virasse hit nos Estados Unidos... Logo viraria no mundo todo.

– Como eu posso negar esses olhinhos lindos? – ele apertou minha bochecha, como eu havia feito com Will. Soltei um sonoro palavrão.

– E quanto a você, Murray?

– Conhecer sua família? Não acha que está meio cedo? – ele brincou.

– Ah, é porque você pode ir vê-los a qualquer instante. – ironizei. – Não estamos namorando, estamos? Não tem que ter medo da minha mãe.

– Eu teria medo do seu pai, não?

– Acredite, minha mãe. Eu nem falo com meu pai mais. – dei de ombros, Murray franziu o cenho como se estranhasse.

– Eu vou, Anniz.

– Muito bem.



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