História Chords of My Life - Capítulo 27


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Categorias Ed Sheeran, John Mayer, Justin Bieber, One Direction, Sam Smith, Shawn Mendes, Taylor Swift
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Swift
Exibições 73
Palavras 1.121
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Buenos Aires !


Adiós - Ricky Martin

 

 

Depois de shows em Bogotá e Lima e Santiago, estávamos no quarto país da América Latina. Argentina! Buenos Aires, para ser mais precisa.

Stuart havia descoberto sobre nossa fugida em Orlando e tinha ficado possesso de raiva, mas Ed deu um jeito nele. Aparentemente, assumiu a culpa, o que me deixou culpada.

– Acho que 6 pessoas já fizeram piada sobre o 7x1 até agora. – falei dentro do banheiro, Murray riu do lado de fora. – Minha gente, o Brasil é penta, vocês são uns bostas no futebol, nem o Messi presta quando joga na seleção. – revirei os olhos enquanto amarrava a parte superior do biquíni. – Piadas à parte, adoro argentinos. Tenho uma amiga Argentina que fez intercâmbio lá na minha cidade, Flor era o nome dela. – sai de dentro de banheiro enquanto colocava a blusa. – Estou pronta. Vamos?

– Tem certeza que quer ir pra piscina?

– Absoluta. Está calor! Deu vontade, sei lá. – dei de ombros. – Até o Ed vai, ele é mais Albino que você. Vamos!

– Tá... – suspira. – O que eu não faço por você?

– Você quer me ver de biquíni que eu sei.

– Talvez. – o puxei para o elevador.

– Sinto muito, vai ficar decepcionado. – alertei antes de entrarmos no elevador.

– Duvido muito.

– Ah, amanhã vamos pro Brasil! – falei como se estivesse aliviada. Mas aquilo era desesperador ao mesmo tempo, não queria que aquela tour acabasse me nenhuma hipótese. – Nossa, eu vou ver minha cachorra! Acho que vou levá-la pra casa.

– De tanta gente pra sentir saudade, você sente da cachorra? – ele perguntou rindo.

– Claro! Eu não gosto de humanos. – dei de ombros novamente antes de sair do elevador. – Ed! – fui quase correndo até aonde ele estava e o empurrei na piscina, ele surpreendentemente caiu, o que me fez rir histericamente.

– Ah, eu vou acabar com você! – ele saiu da piscina e veio correndo atrás de mim.

Iríamos no mínimo causar um acidente correndo daquele jeito pelo deck da piscina, mas ele logo me abraçou.

– Ah, seu miserável! – esbravejei. – A camisa vai ficar transparente.

– Você não vai precisar dela agora. – e pulou na piscina junto comigo.

– Eu te odeio, Edward Sheeran!

– Eu também te amo, An. – ele riu antes de me arrastar para o fundo.

Nadamos por muito tempo, eu me recusei a tirar a blusa e o short quando Linda chegou exibindo seu físico de modelo. Em algum ponto, Murray, Trevor, Jasp e Will estavam em uma partida de vôlei aquático, Linda estava aproveitando o sol argentino, eu e Ed estávamos na beira da piscina, eu dentro d'Água, ele fora. Estava magro, o que era engraçado. Esperava ver dobrinhas.

Adiós do Ricky Martin preenchia o silêncio junto com xingamento dos meninos um pro outro.

– ¡Adiós! Te tengo que decir adiós
– cantarolei. – Me estoy volviendo loco, loco, loco, loco, loco por tu amor. – toquei no nariz do Ed, ele riu.

– O que isso quer dizer?

– Você não é muito bom com línguas, é?

– Ah, vamos, An, espanhol e português são iguais.

– Não são não. – ri.

– Você pronunciou direitinho.

– Só porque eu mexo o bumbum ouvindo essa música. – dessa vez Ed riu. – Tá, tá bom! Português e espanhol são parecidos. Ele basicamente está despedindo da amada porque está ficando louco de tanto que a ama. Não faz sentido, acho.

– Na verdade, acho que faz sim. – Ed deu de ombros. – Como eu disse, com o coração não se discute.

– Ed Sheeran, o poeta. – segurei-me na escada da piscina. – Eu estou nervosa. – falei-o baixinho.

– Por que?

– Amanhã eu vou rever minha família e amigos, mas... Eu era uma pessoa bem diferente quando deixei Aracaju, sabe?

– Hm... Primeiramente: você tem que me ensinar a pronunciar isso. – revirei os olhos com o meu sorriso feio já aparecendo. – Seguidamente, não tem que se preocupar. Eles te amam, tenha certeza disso.

– Eu tenho. – suspirei. – Mas acho que minha avó vai ter um ataque do coração ao ver que fiz mais tatuagens.

– Ah, eu escondi as minhas da minha avó por anos.

– Da última vez que ela foi em Londres ela falou que esperava não ver mais nenhuma quando me visse novamente.

– Quantas você fez desde então.

– Não sei? Umas 8? 10?

– Eu te entendo, acredite.

– Gibis humanos se entendem. – ele sorriu assentindo por um tempo, mas então ele se dissipou. Franzi o cenho.

– E o... – pigarreou. – O Murray. Você e o Murray. Estão bem? Ele... É bom contigo?

– Ah, ele... É um cavalheiro. – disse por fim.

– Ah...

– Ele me trata bem. – sorri de maneira boba olhando o moreno que jogava. – E me atura.

– Não sei porque você acha isso tão maluco.

– Eu sou insuportável. – expliquei como se estivesse dizendo para uma criança que 2 mais 2 equivaliam 4. – Literalmente, ninguém me aguenta, eu sou muito... Inconstante? Não sei explicar. Enfim... Eu gosto do Murray.

– Que bom... Você merece alguém legal como ele.

– Obrigada. – sorri de lado. – Não estaria com ele se não fosse por você.

Ed suspirou e assentiu.

– Não precisa agradecer, de verdade. – pendi a cabeça pro lado esquerdo e fiquei o olhando.

– E você com a Cherry? Como vai? – ele deu um sorriso que pareceu forçado. – Sabe, com a história de AnniEd e tudo...

– Estamos bem. Depois de algumas brigas ela decidiu não esquentar mais com isso.

– Desculpa...

– Não tem problema, você é minha amiga, como a Tay. Não trataria vocês duas diferente só porque a Cherry quer assim. – Ed deu de ombros, eu suspirei quase aliviada. Ele olhava para o meu colar de pingente de guitarra, seu olhar parava nele às vezes.

– Meu tio me deu quando eu fiz 15 anos. – o expliquei. – Não tiro ele quase nunca. É especial pra mim.

– Parece ser, nunca a vi sem.

– Então olha muito pra os meus peitos, Edward? – ele riu, negando. – Nem me contou como foi a visita à Tay.

– Foi bem... – ele demorou por um tempo, como se caçasse a palavra. – Esclarecedor...

– Huh?

– Ela quer te conhecer. – completou. – Vai pra Londres em pouco tempo pra uns shows, sabe? – assenti.

– Ela tem certeza que quer me conhecer?

– Ela se sentiu ofendida por eu não ter te levado, mas... Precisava conversar com ela.

– Bom, não é como se eu fosse de suma importância.

– Você é. É minha amiga. – Ed deu de ombros.

– Mesmo assim... É estranho. Taylor Swift quer me conhecer! – falei como se fosse óbvio é desesperador, o que fez Ed rir.

– Tá, tá bom. Você tem que começar a se acostumar com isso, sabia? Shawn mesmo, me disse que está doido pra fazer uma parceria contigo.

– Shawn Mendes?

– O próprio.

– Ele tweetou na hashtag AnniEd, pode por favor bater na cara dele antes que eu bata?

– De onde você tira essas coisas? – ele riu novamente.

– Uma famosa cantora filosofa brasileira. Talvez um dia eu te apresente a ela pra vocês gravarem algo juntos.



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