História Chords of My Life - Capítulo 30


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Categorias Ed Sheeran, John Mayer, Justin Bieber, One Direction, Sam Smith, Shawn Mendes, Taylor Swift
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Swift
Exibições 70
Palavras 1.661
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Rio !


Sing - Ed Sheeran

 

 

Os dias no Rio eram corridos, eu tinha tantos compromissos que nem ao menos tinha tempo de respirar!

Eu finalmente tinha um quarto só pra mim, Stu e Ed tinham alugado um pequeno hotel bem luxuoso para que a equipe fizesse uma festa de réveillon. Estávamos em frente a praia, a vista era deslumbrante e prendia minha visão toda manhã, era, sem dúvidas, uma das cidades mais lindas que eu já tinha conhecido.

Jasper estava deitado na minha cama mexendo no celular enquanto eu procurava alguma roupa pra festa. Era noite do dia 31 de dezembro e o barulho no andar de baixo já havia começado. Olhei no relógio, 22 horas.

Havia chamado para festa poucas pessoas que eu conhecia que eram do Rio: Adriana, Celly, Carol e Renam, com o acréscimo de Marina e Emily, não moravam lá mas haviam vindo para ver o show e ficado para a festa. Provavelmente já estavam lá embaixo...

Dois dias depois voltaríamos para Londres. Provavelmente de ressaca e carrancudos.

Peguei uma camisa branca de botões dourados, um short jeans e uma sapatilha. Iria pra essa festa parecendo menina.

Caminhei em direção ao banheiro.

– Na-na-ni-na-não, mocinha. – Jasper falou antes que eu entrasse pela foto.

– O que? Quer me ver nua?

– Não. Quero te dar meu presente de Natal. – ele tirou uma sacola de de baixo do lençol e me entregou. – E você vai usar isso hoje.

– Não se for cafona. – enrolei a toalha para poder usar as duas mãos e abrir a sacola, então virei-a em cima da cama. – Sério, Jasper?

E lá estava uma lingerie vermelha.

– Claro! Vamos ver se te trás sorte pro ano novo, sabe? Você nunca esteve com alguém tanto quanto esteve com o Murray...

– Jasper, eu não vou transar com ele.

– Ah, vamos! Por que não?

– Ainda é muito cedo e... Nem namoramos. – mordi o lábio.

– Mas use.

– Jasp...

– Usa! O que tem demais? Toda mulher se sente poderosíssima usando isso. – suspirei e dei de ombros.

– Mulheres e você.

Voltei pro banheiro e realmente me senti mais bonita com aquilo, o que era engraçado. Coloquei a blusa e me certifiquei que não ficaria aparecendo, passei uma leve maquiagem e prendi o cabelo em um coque.

Realmente, eu até estava parecendo uma menina.

Deixei o banheiro, Jasper penteava os cabelos.

– Vamos descer, huh? – se virou pra mim e franziu o cenho. Me olhou de cima a baixo algumas vezes. – Quem é você?

– Muito engraçada você, loira.

Pegamos o elevador em direção ao andar de baixo, o hall estava cheio de membros da equipe, todos bebiam e riam, descontraídos. Eu era uma das únicas que estava vestida de branco, levando em conta o fato de isso não ser uma tradição no país deles.

Avistei Marina sentada em um sofá, tomava uma bebida azul que provavelmente tinha álcool, usava um cropped branco que deixava sua barriga de fora.

– Assim eu não aguento. – exclamei sentando-me ao seu lado. – Vou acabar a noite contigo e não com o Murray.

– Não exagera! – ela sorriu de lado. – Então, algum cara bonito da produção que queira me apresentar? Quero beijar alguém na virada.

– Aí, safadinha! – cutuquei as costelas da morena. – Não se preocupe que metade das pessoas está querendo te pegar e a outra metade ainda não te viu. – me levantei e ofereci a mão para Marina, ela a segurou enquanto guardava o celular no bolso e então se levantou. – Vamos pra praia! Lá está mais animado.

– Como queira, madame. – deixei meus sapatos no hall e fui com minha amiga para o lado de fora, acenava e sorria para todos os amigos que havia conquistado naquela turnê mais os brasileiros que eu havia convidado.

Logo já cantávamos no karaokê que haviam instalado lá, eu rebolava de modo atrapalhado junto com Kevin, o álcool já me alterava.

– Annê! – Murray tocou em meu ombro, me virei pra ele com um sorriso. – Está linda.

– Parecendo mulher, né? – Murray riu enquanto negava com a cabeça, como se desaprovasse.

– Já está prestes a dar meia noite, Stu vai soltar alguns fogos.

– Legal. – fui em direção ao mar, ficando de frente a ele. – Celly, Dri! – exclamei ao ver as duas sentadas na areia da praia, Adriana segurava os sapatos na mão. Elas pareciam rir de um funcionário da parte contratual da equipe, ele havia trabalhado com Jessyca, dançava de uma maneira engraçada.

– Essa é a melhor festa de Ano Novo que já fui. – Celly declarou. – Bem melhor que meu irmão correndo e minha avó dormindo.

– Realmente. – Driana riu, como se concordasse. – Obrigada, Annie.

– Só não te agradeço porque não é mais que sua obrigação já que te aguentei quando você era desconhecida. – Celly falou com uma expressão séria, então rimos juntas.

– Esperem um pouco, eu tenho que falar com uma pessoa. – me levantei e corri em direção ao ruivo que não estava longe de onde estávamos. Olhava para o horizonte com o cenho franzido, parecia concentrado em uma conversa séria. Então desligou e guardou, com uma expressão de raiva. – Sheeran, sorria! É ano novo! – incrivelmente, ele realmente sorriu quando eu falei isso.

– E vai ser a mesma coisa que foi esse.

– Se for eu ficarei bem satisfeita. Mais do que isso. Esse foi o melhor ano da minha vida. – sorri de lado, Ed chegou mais perto.

– É. Foi um bom ano. – declarou por fim. – Nossa, vou fazer 28! Estou velho!

– Velho coroco. – cutuquei suas costelas. Nessa hora, fogos explodiram no céu. – Feliz ano novo. – declarei em português no seu ouvido para que fosse ouvida.

– Flix anu novu. – toquei em seu nariz com o indicador.

– Super brasileiro, só falta mais uma coisa! – segurei em sua mão e o puxei em direção ao mar. – Você tem que pular 7 ondas.

– Por que?

– Não faço a mínima ideia, mas dá sorte! Tem que pular sete ondas e fazer um pedido para o ano. Em Aracaju minha mãe deve estar jogando flores no mar, inclusive.

– E por que? – Ed riu, como se fosse algo bobo de se fazer.

– Para a divindade do mar, Yemanjá.

– Achei que o Brasil fosse católico.

– É laico, na verdade, mastemos algumas religiões locais, e quieto! Temos que pular as sete ondas!

– Se você diz... – Ed riu e eu segurei sua mão.

Pulamos as 7 ondas juntos.

Então o abracei.

Sing começou a tocar, fui puxada por Ed para o meio das pessoas, ele cantava junto enquanto dançava de um jeito próprio, eu balançava o corpo no ritmo.

Um drinque, três drinques. Já estava rindo.

Seis drinques, vários drinques. Eu dançava explicitamente e sem parar ao lado de Carol, uma amiga brasileira. Renam, também brasileiro, filmou e mandou no grupo em que estávamos.

Mas tudo era meio confuso, quando eu pensava que não, já estava com outra bebida na mão.

Até que comecei a irritar todos ao meu redor, aparentemente.

Jasper me puxou até o elevador.

– Você é um saco quando esta bêbada, sabia?

– Eu também te amo, Jasp! – o abracei forte e o enchi de beijos pela face. Ele exclamou alto, como se estivesse com nojo.

– Aí, credo, festa dos bêbados! – falou sobre Ed que vinha em nossa direção seguido por Stuart.

– Se ele continuar aqui vai acabar tendo que ser carregado. – Stu falou como se isso fosse lamentável. "Ah, Stu, está tão legal aqui em baixo!", pensei.

– Digo o mesmo dessa louca aí! – Jasper colocou no meu andar e no de Edward com o cartão, respectivamente. "Por que estão resmungando tanto? É ano novo! A música está alta e todos estão se divertindo!". – Não estou no réveillon do Rio pra servir de babá não, boa noite pra vocês.

– Ah, Jaspy!

– Nada de "Ah, Jaspy" pra mim! Durma bastante. – a porta se fechou. Virei-me pra Edward e automaticamente os dois estavam rindo como retardados.

Aquilo era tão engraçado!

Do que eu estava rindo mesmo?

Por que estou rindo? Ed não parece engraçado... Na verdade ele está realmente bonito com aquela blusa preta.

Por que estou tocando seu peito?

Annie, não olha pra ele!

Por que ele também parou de rir?

O elevador parou.

– É minha saída. – declarei, mas não me movi.

Ed sim.

Sua boca se juntou à minha em um beijo quente e desesperado, sua mão puxava meu cabelo e apertava minha cintura conta ele e as minhas seguravam seu pescoço.

Finalmente!

O beijo ia se intensificando enquanto Sheeran me fazia ir pra trás e encostar na parede de metal do pequeno elevador, seu toque desceu para minhas coxas e me encostou no corrimão do local, seus beijos mudaram para o meu pescoço, puxei os fios ruivos.

Cada toque de Ed proporcionava uma reação estranha em meu corpo, era como se ele estivesse ateando fogo em um local e o redor queimava logo em seguida.

Sheeran abriu os primeiros botões da blusa com dificuldade, então, grunhiu irritado puxou o resto pra fora a força. Eu já desabotoava sua calça e a puxava pra baixo, ansiava por mais contato entre nossos corpos

– Vermelho. – Sheeran declarou, como se estivesse feliz com aquilo.

– Chegamos. – avisei quando o elevador parou, o ruivo pôs a mão em minhas costas e me puxou com cuidado para fora do elevador, enquanto iniciava outro beijo. Já estávamos no quarto.

Ed tropeçou na calça e caiu. Os dois acabaram rindo um pouco, mas eu deitei-me em cima dele e voltei com o beijo, o chão era de carpete e eu agradeci por isso quando ele me passou pra baixo. Já tentava livra-lo da blusa e quando o fiz, me deparei com seu peito tatuado.

Parei por um segundo para encara-lo, passei os dedos por lá antes de voltar com o beijo, senti Ed abrir a parte de trás do meu sutiã.

– Aonde? – ele perguntou antes de descer os beijos novamente, minhas unhas arranhavam sua nuca e minhas pernas já se entrelaçavam com as dele.

– Banheira.

Lembro-me bem o quão incômodo foi o começo, mas tudo ficou melhor com o tempo.

Lembro-me de que quando caí no sono, o sol já estava claro e a cidade barulhenta.



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