História Chronicles of a different journey - A new world to dream! - Capítulo 58


Escrita por: ~ e ~Clary1404

Postado
Categorias Pokémon
Personagens Ash Ketchum, Black, Blue, Bonnie, Brock, Clemont, Dawn Hikari, Delia Ketchum, Drew, Gary Carvalho, Giovanni, Gold, Grace (mãe de Serena), James, Jessie, Leaf (Green), Lyra, Max, May, Meowth, Misty, Nate, Norman, Paul, Personagens Originais, Professor Carvalho, Professor Elm, Red, Rosa, Serena, Shauna, Silver, Ursula, White, Yellow
Tags Advanceshipping, Amourshipping, Mula De Pallet, Non Sense, Pokémon, Romance
Exibições 77
Palavras 4.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fala, pessoal! Aqui quem fala, como sempre, é o Pether!
E depois de TAMANHA DEMORA, vos trago mais um capítulo! xD

Bom, e indiferente dos demais, espero que gostem!

NOTA: Certamente, haverá recados e avisos nas notas finais, portanto, peço que os leiam e, qualquer dúvida, me perguntem alguma coisa.

Capítulo 58 - Última noite em Goldenrod! Adeus ao horizonte!


Fanfic / Fanfiction Chronicles of a different journey - A new world to dream! - Capítulo 58 - Última noite em Goldenrod! Adeus ao horizonte!

No capítulo anterior, após uma enxurrada de confusões, Serena consegue salvar sua Braixen – agora, uma Delphox – das garras da Equipe Rocket. Porém, uma série de eventos faz com que seu estado de vida fique em severo risco. Mais tarde, ao invés de tudo estar perdido, é surpreendida quando seus sentimentos correspondem aos de Ash, tornando-se assim, namorados. O que acontecerá a partir de agora? Como levarão uma nova vida de mais que amigos? Vamos ver tudo isso é muito mais, neste capítulo!

• P. O. V. Ash [ON] •

Eu não tinha certeza se agira da maneira correta, mas depois do “sim” de Serena, da forma a qual o pronunciou e como sua expressão correspondeu-se ao meu pedido, uma sensação de realização me preencheu interiormente.

Não podemos dizer que começamos um namoro como, por exemplo, em uma cena de algum filme. Acho que dadas às circunstâncias, agimos de maneira precipitada, ou talvez não, já que não houve negações.

Serena depositara sua cabeça em meu peito, onde se aconchegada de minutos para cá. Não tinha muito o que falar, e eu também não, mas está bom do jeito que permanecemos. Posso sentir-me mais tranquilo sabendo que sua preocupação pela Delphox não está emergindo desesperadamente de si.

– Ash? – Logo, ela me tira dos pensamentos, chamando meu nome bem baixinho.

– Hm? – A aperto levemente em seu braço, como resposta.

– Tudo bem para você mesmo? Quer dizer, não quero que – Faz uma pausa, aproveitando-a para se levantar de cima de mim.

– Serena. – Fixo-me nos olhos dela. Apesar de estarem transbordando de felicidade, remetiam certa dúvida de algo. E eu bem sei sobre o que se trata. – Não posso me amarrar às lembranças do passado para sempre. – Sorrio.

Não estou querendo dizer que passei uma borracha no meu antigo relacionamento, o que tive com May, querendo ou não, ficou no passado. Não guardo rancor ou mágoa por isso, afinal, foi uma experiência de vida ao lado dela.

– Eu também não te magoaria, por isso que te pedi em namoro com total certeza. – Levanto-me e encaro o céu estrelado. – Mas, eu não sou um exemplo de pessoa. Você vai notar meus defeitos a partir daqui, acostume-se, ok? – Rio de leve.

– Ah, Ash. – Ri também. Pelo que percebi, demonstrou mais alívio com minhas palavras, as quais podiam ser melhores, mas né?

• P. O. V. Serena [ON] •

Antes que eu possa dizer algo, noto que a porta do Centro Pokémon se abre.

– Ah, vocês ainda estão aí! – Sorri gentilmente, como de costume. – Seus amigos estão lhes esperando na sala principal e –

Ela faz uma breve pausa, especialmente para focar seu olhar em mim.

– Pode me acompanhar um minuto, Serena?

Engulo seco. Certamente, se tratava de minha Delphox. Olho para Ash por um instante e ele corresponde, sugerindo que a acompanhasse, com seu leve sorriso.

– Tudo bem. – Afirmo, sem muita firmeza na voz.

P. O. V. Ash [ON]

Sendo assim, espero as duas entrarem e, antes que me dê por conta, Pikachu se manifesta com um bocejo.

– Dormindo no gramado, amigão? – O encaro, com ar de riso.

– Chaaaaa! – Sua expressão ainda guardava sono, mas concede um meio sorriso.

– Melhor entrarmos também. – O pego no colo. – Caramba, o que você andou comendo hein?

– Pika-chuuu. – Faz expressão emburrada.

– Tudo bem, sem falarmos de peso. – Rio e a porta se abre para nós.

Antes mesmo de poder dar dois passos, noto uma enxurrada de pessoas vir para cima de mim. Olhares maliciosos, acusatórios, expressões estranhas e – espera um minuto aí, por que eles vieram até aqui?

– Ah, eu sabia que só poderiam estar de namoro aqui embaixo! – Shauna exaspera, como se estivéssemos fazendo algo de impróprio.

– Cara, vocês estão indo bem mais rápidos do que a Misty e eu, hein? – Gary ri de leve, até levar um tapa da própria. – Ai, o que foi?!

– Só para constar que a agilidade do nosso relacionamento não vem por sua conta. – Diz Misty.

– Mas, o que vieram fazer aqui? – Indago. Olho de relance para Serena e para a enfermeira Joy, ambas desaparecendo no corredor mais ao fundo. Será que foi algo grave?

– Bem, ALGUMAS pessoas estavam inquietas e se mordendo de curiosidade para saber o que vocês andavam aprontando, então – Blue senta no sofá, cruza as pernas e sorri. – Aqui estamos.

– Na verdade, eu só vim por não me contentar com o fato de ficar olhando para as paredes do quarto. – Clemont ajeita seus óculos.

– Eu também. – Shõta dá de ombros. – E você, Max?

Pela primeira vez, ou não, vejo Max entretido em seu celular. É raro ver o pequeno não prestar atenção em algo que o dizem.

– Falando com a namoradinha? – Brock chega bem perto dele e sussurra de uma forma arrepiante. Me contenho para não rir.

– AAAAAH! – Por pouco, não deixa o celular se espatifar no chão. – Quer me matar de susto, me fala de uma vez!

– É que não o vemos tão entretido em algo dessa maneira desde a última vez que escutamos um “causo” do contador de histórias ali. – Gary aponta para Brock.

– “Causo”? – Diz Red, confuso. – Você lá veio do interior? Esse sotaque caipirês não pode ser seu.

– Ora, se “ocê” tá incomodado com o meu sotaque, “intonce” devo lhe “dizê” para se “retirá” daqui, meu “sinhô”. – Coloca um ramo de, espera, onde ele arrumou esse ramo de palha?!

– Ah, gente. – Rio. – Serena e eu estávamos apenas nos entendendo, melhor agora?

– Poderia definir o “nos entendendo”. – Dawn sorri com malícia.

Pelo visto, ninguém vai me deixar em paz. Shauna me atacaria com unhas e dentes para revelar alguma coisa, por mais que fosse um mínimo detalhe. Pelo menos, vejo que a parte masculina desse grupo não demonstra interesse sobre o caso, e ainda bem.

– Aliás, para onde a Serena foi? – Indaga Clemont, olhando para a direção na qual fora há instantes atrás.

– Ah, acredito que tenha a ver com a Delphox. – Respondo. – A enfermeira Joy a chamou, e parece ser algo sério.

– E você, hein? – Brock resmunga, olhando para Max. – O que faz ou com quem faz nesse celular para estar tão vidrado assim?

– “Com quem faz”? Tá achando que ele é um pervertido como você, que salva coleções de fotos de enfermeiras e policiais na galeria de fotos? – Pergunta Shauna, o encarando com certa malícia.

– Ér. – Ele olha para o balcão por um instante, certamente para se certificar de que a própria enfermeira não estava ali. Se olhasse para mim, não hesitaria em rir na cara dele.

– Ah, eu estou trocando umas palavras com a minha irmã. – Diz Max.

Por instinto, quase que avanço um passo em direção dele, aposto que pediria o celular por um minuto. Me contenho e coloco as mãos nos bolsos.

– O que ela manda de bom? – Pergunta Dawn.

– Foi humilhada no primeiro concurso que participou? – Em seguida, Paul. Logo, recebe olhares repreensivos. – Calma, eu só estou brincando!

– Ela está me contando que haverá um baile de boas-vindas em seu colégio amanhã, e que vai participar. – Continua Max.

– Baile de boas-vindas? – Misty introduz a palavra. – E que colégio, hein?

– Não podemos dizer que ela não está tendo uma vida bem melh- Antes que termine, Shauna se interrompe, especificamente olhando para mim. – Ai! Desculpa! Não foi proposital, sério!

– Ah, não faz mal. – Dou um meio sorriso.

Na verdade, não fazia mal mesmo, mas também não posso afirmar que fazia bem. Mesmo que, por alguma razão, não fôssemos mais namorados, a companhia de May como amiga também era muito agradável para mim, e aposto que muitos desse grupo sentem falta dela.

– Se ela mandar foto de algum vestido, por favor, diga para ela entrar em contato comigo! – Sorri Dawn. – A propósito, diga que mandei um beijo!

– E fala para ela que eu mandei um oi pro senhor Norman! – Diz Shõta.

– Ué, você conhece o pai dela? – Brock se surpreende.

– Eu ia perguntar isso agora. – Diz Max, com os olhos arregalados.

– Quem que não conhece quem nesse grupo? – Gary ri com gosto, até direcionar o olhar para Paul. – Ah, prazer. Meu nome é Gary, e o seu?

É impressionante como ele diz em uma naturalidade imensa, não consigo distinguir quando está brincando e quando está sério.

– Gente, isso aqui não é sala de espera do consultório do dentista, podemos subir? – Pergunta Blue.

– Eu o conheci quando viajei por Hoenn, a propósito – Retira um objeto do bolso de sua camisa. Claro que eu reconheço aquela pequena caixa. – Quando batalhei com ele, consegui provar de que sou digno de possuir a insígnia do ginásio de Petalburg! – A exibe, com muito orgulho, por sinal.

– Parece que temos um treinador que já andou por diversas bandas por aqui, hã? – Comenta Red, sentando-se ao lado de sua companheira.

– Oras, e quem você pensa que é para deduzir tanto assim? – Gary o provoca. – Parece que temos um “Xerox Homes” aqui, não é mesmo?

Tá legal, essa foi para finalizar nossa noite. Rimos, e rimos para valer!

► Transcendência de Palkia: em um pequeno escritório no Centro Pokémon.

• P. O. V. Serena [ON] •

Antes de nos dirigirmos diretamente ao quarto no qual Delphox estava alojada, a enfermeira teve de anotar uma série de detalhes em um prontuário, e confesso que todo esse suspense para poder vê-la está me deixando angustiada e nervosa.

– Prontinho. – Ela sorri, encaixando a caneta na dobra de sua prancheta.

– Ah, e quanto à Delphox? – Sorrio forçado, em resposta.

– Estamos indo para lá agora mesmo. – Se levanta e me concede gesto para sairmos.

Não houve perguntas até aqui. Preferi não perguntar nada sobre seu estado com antecedência, acho que é melhor ver com meus próprios olhos e, no pior dos casos, aguentar o que pode vir.

Assim, adentramos à escuridão dos corredores novamente. Não que me intrigue o fato de ser escuro, mas é de se ter certo arrepio nessas áreas, ainda mais quando se trata de um Centro Pokémon. Afinal, por que os corredores são tão sombrios e misteriosos enquanto a sala principal dispõe de tanta luz e de tanta gentileza da enfermeira Joy?

Sem mais, ela abre uma porta. Sinto o feixe de luz penetrar em minha visão, e aos poucos, enxergo Delphox deitada em uma maca. Está acordada. Meu coração deixa o passo descompassado e retorna aos batimentos normais. Uma expressão de alívio me convém.

Assim que entro, a porta é encostada e Joy se direciona à um armário. Eu não ficaria ali parada, claramente. Me aproximo lentamente de minha amiga, com certo receio de que ainda estivéssemos com certos laços cortados.

– Delphox? – A chamo, da maneira mais sútil possível.

– Phox? – Assim que olha para mim, seus olhos demonstram exuberante brilho. Com certeza, os meus, após ver sua reação, se encontram do mesmo jeito.

– AH! Delphox! – A abraço, com cautela, não sabia em quais áreas ainda sentia dores, mas provavelmente não receberá alta esta noite. – Me desculpa, por tudo!

Ao menos, posso descarregar minhas lágrimas estando junta de minha primeira companheira, a qual reconhece e corresponde ao meu gesto. Sentir a maciez de seus pelos nunca foi tão aconchegante como hoje.

Assim que me desvencilho, noto o quão diferente está. E devo dizer, por mais que não desejasse essa evolução forçada, sua aparência se tornou muito mais bonita.

Com aquela Pokébola escura destruída, a pelagem – antes negra e acinzentada – de seus belos foi substituída por sua cor original, alternando-se entre o vermelho-carmim, alaranjado e cor de areia. Seus pelos também demonstravam estar mais brilhantes.

– Infelizmente, não é possível que restauremos um Pokémon à uma evolução anterior, especialmente no seu caso, pelo que me relatou. – Diz a enfermeira, ao se aproximar da maca.

– Tudo bem. – Sorrio. – O que importa é que ela está bem. – Seco algumas de minhas lágrimas.

– Para a sua felicidade, ela poderá receber alta hoje. – Sorri.

– Ai, sério?! – Minha expressão converte-se em um espanto, mas um espanto dos bons, tão bom quanto essa notícia.

– Sim. – Ri de leve. – Porém, – Faz uma pausa.

A felicidade se esvai dentre instantes. Quando uma frase é acompanhada de “mas” ou “porém”, podemos saber que coisa boa não virá.

– Bem, eu imaginava que não seria tão bom quanto desejava. – Não sorrio, apenas dou uma superficial levantada nos lábios.

Assim, ela me traz uma caixa retangular.

– O problema é que – A abre.

Obviamente que reconheceria o tal objeto. O graveto sempre presente com Braixen, que não deixou de ser pela atual Delphox. Partido em vários pedaços.

– Não podemos recuperá-lo, e acredito que isso venha a ser importante para sua Delphox.

Realmente, Delphox demonstra chateação e tristeza pelo fato, pude ver em sua expressão. Ao menos, posso dizer que fiquei aliviada por não se tratar de um problema de saúde ou algo do gênero.

– Não se preocupe, Delphox. – Olho a ela. – Amanhã cedinho, iremos procurar um galho idêntico a esse, caso queira. – Sorrio.

– Phox? – Posso notar uma chama de esperança subindo em seus olhos, no sentido figurado, é claro. – Phox! Phox! – Sorri.

– Acho que não será problema, enfermeira Joy. – Fecho a caixa e a entrego. – Não deixaria a Delphox partir sem seu “instrumento de guerra”. – Rio de leve.

– Ah, tudo bem. – Ri também. – Pensei que seria problema caso não fosse restaurado.

Realmente, achei que seria um problema e tanto pelas palavras dela e o clima de tensão que joga no ar.

– Ela pode ir para o quarto comigo? – Volto à enfermeira.

– Ah, claro, claro. – Guarda a caixa. – Só terei de fazer uns rápidos exames de pressão arterial e pulsação cardíaca para últimas checagens. – Sorri.

► Transcendência de Palkia: De volta ao quarto.

• P. O. V. Max [ON] •

– Finalmente resolvemos deixar de cuidar da vida dos outros e voltamos para cá. – Blue se deita com prazer em sua cama. Bem, eu vou ficar neutro nessa questão pois não fiz história para querer descer até a sala principal.

– Podíamos ter instalado uma escuta em um dos dois, sempre saberíamos onde estão. – Diz Clemont.

– De que lado você está, afinal? – Pergunta Gary, o estranhando. – Eu, hein? Virou amiga das fofoqueiras de plantão, agora? – Ri.

– Apenas dei um palpite, jamais faria isso para um fim tão inútil. – Responde o mesmo.

– Mas agora que sei que você pode fazer isso, nem morto que deixará essa ideia de lado! – Diz Shauna.

– Ah, pessoal. – Ash senta em sua cama, e logo Pikachu desce até o chão. – Vocês estão colocando ponto sobre ponto em cima de um conto. Não precisa de tudo isso, né?

– Oi? Como é? Ponto sobre ponto? – Brock pergunta, confuso.

– É, como aquele ditado. – Diz Red. – Quem conta um conto, aumenta um ponto.

– São ditados da Carochinha? – Indaga Dawn, mais confusa que Brock.

– E a Carochinha contava ditados? – Resolvo perguntar, incrédulo.

– Eu não sei quem é essa tal de Carochinha, mas podem me passar as redes sociais dela? – Pergunta Gary.

– Por que o interesse se sua namorada está ao seu lado? – Pergunta Shõta, o estranhando.

– Vamos esquecer isso, tá legal? – Diz Brock. – Como será que está a Serena?

– Estou preocupada com essa situação. – Dawn une suas mãos e as coloca entre seus joelhos. – Espero que não repita a situação de – Evita de completar, acho que todos, ao menos os quais estavam presentes, entenderam a brutal referência.

– Ah, ele me parece bem. – Diz Ash, olhando ao próprio não mencionado. Realmente, Pikachu, até agora, leva uma vida normal e não houve nenhum transtorno ou algo do tipo.

– Falando nisso, vocês viram que aconteceu um novo tremor de escala 5 nas proximidades da costa marítima oeste, à alguns quilômetros de Goldenrod? – Pergunto.

– Olha, mais objetiva que essa notícia, acho que não há. – Diz Red.

– Ouvi falar nos noticiários. – Responde Paul. – Algumas equipes de investigação conseguiram retratar imagens de um vulto, e creem ser um Pokémon que está causando isso.

– Nossa, um Pokémon com tanto poder assim? – Indaga Blue. – Eu é que não queria me aproximar dessa coisa.

– É, de encrenca que já tivemos, só tinha que ser com um ser de outro mundo. – Ri Ash.

– Não poderia definir melhor, hein? – Rio também.

– Ah, mas é de causar certa preocupação, né? E se isso continuar e, no pior dos casos, aumentar a intensidade? – Pergunta Brock.

– Arceus que me livre! – Exclama Gary. – Qualquer coisa, zarpamos para Kanto o mais rápido possível!

– Como se lá fosse o centro de proteção contra quaisquer ameaças da natureza. – Misty revira os olhos.

– E se isso estiver se alastrando por todos os continentes? – Indaga Clemont.

– Ai, gente! Vamos parar de falar dessas coisas, credo! – Reclama Blue. A certo ponto, também acho melhor mudarmos o assunto, de tragédia, já bastam os últimos acontecimentos.

– A propósito, e a May? – Shauna olha para mim. – Disse que estava falando com ela, não é?

– Aham. – Encaro a tela de meu celular. – Mas, misteriosamente, ela desapareceu faz um tempinho.

E talvez eu sei o porquê. Não que fosse “esconder” isso de minha irmã, mas apenas contei o fato de Ash e Serena estarem juntos no quesito “novidade” mesmo, quando alguém te pergunta “o que me conta de novo”, agi por instinto da própria questão.

Não sei se isso a abalou, mas pelo que a conheço, me arrependo de ter dito.

– Deve estar fazendo os preparativos de seu vestido para o baile com 12 horas de antecedência. – Diz Misty. – Relaxa, isso é normal, vindo dela.

– Como se não a conhecêssemos. – Diz Brock, fazendo alguns rirem.

Logo, a porta é aberta. Até que esse fato nos assusta levemente, pois existe algo chamado “bata antes de entrar”. Por obra do destino ou sabe-se Arceus o que, eram Serena e Delphox.

– Ela está bem! – Diz, de uma maneira eufórica, com um sorriso notável no rosto.

– IP, IP, UHA! – Grita Gary. Logo, nós o encaramos. – Ué, o que foi? Isso exige uma comemoração!

– Ele tem razão! – Brock se levanta em uma fração de segundos. – Vamos comprar algumas porcarias no shopping e vamos esquecer do resto do mundo!

– Opa! – Shauna se levanta em seguida. – Falou em shopping, tô dentro!

– Mas – Antes que Ash diga algo, acaba por rir. – Espera um minuto, onde está o galho dela?

Quietude. Acho que alguns nem sabiam sobre o que se tratava, mas quem conhece Braixen, sabe que carrega consigo um inseparável galho, e realmente este não estava presente.

– Ah, infelizmente ele não teve a mesma sorte que ela. – Diz Serena, com uma expressão que não remete tristeza pela perca do mesmo, e quem ficaria triste por perder um galho? Com exceção do Pokémon, claro. – Amanhã providenciaremos outro, não é, Delphox? – A acaricia.

– Del-phooox!

– Nossa, não imaginava que uma Delphox era tão grande assim. – A examino de pés à cabeça. – Realmente, é um Pokémon muito bonito, ao menos eu achei.

– Phox! Phox! – Sorri.

– Então, e essa comemoração? Rola ou não rola? – Pergunta Red, rindo.

– Acho que seria mais conveniente se saíssemos um pouco desse Centro Pokémon. – Diz Shõta. – A gente ficou aqui tem umas 3 horas, isso se não for para mais.

– Concordo com o tampinha. – Diz Paul.

– Ei! – Rebate Shõta. – Tampinha, mas pelo menos não tenho essa cara de buldogue sofrido e rabugento. – Cruza os braços e mostra a língua.

– Hunf, patético. – Fecha os olhos e sopra uma parte de seu cabelo do rosto. Caímos na risada.

► Transcendência de Dialga: Aproximadamente 2 horas depois.

• P. O. V. Serena [ON] •

Depois de tanto negar, os demais resolveram sair para se divertirem sem mim, inclusive Ash, o qual hesitou muito em ficar nesse marasmo no quarto ou cair na farra com os outros. Eu não o prenderia aqui, de forma alguma, apenas não quis ir porque estava podre de cansaço, e realmente precisava ficar deitada.

Como queria que Delphox descansasse, a deixei fora da Pokébola por essa noite. Não passaram 10 minutos depois da saída de todos para que ela adormecesse, sobre um grande e felpudo tapete.

– Ah. – Suspiro, acho que quis remeter a mim mesma: finalmente, está tudo bem. Pudera, né? Depois de uma confusão e reviravolta de novela das 9, finalmente temos algo chamado paz.

Nesses momentos de companhia apenas com os pensamentos, queria saber, realmente, quais eram as intenções da Equipe Rocket com essa artimanha.

Me desclassificar do Try Pokaron? Não acho que eles chegariam a fazer tudo isso por tão pouco, não que me desmereça ou algo do gênero, mas não seria da índole deles.

Certamente que o alvo era a Delphox, talvez descobriram que se trata de um Pokémon poderoso, ou dificilmente encontrado, não sei.

Logo, meus pensamentos são interrompidos. As orelhas de Delphox se mexem freneticamente, como se pressentisse algo por perto. Subitamente, se levanta.

– O que foi, Delphox? – Pergunto, um tanto assustada.

Não responde, apenas rosna para sabe-se Deus quem seja. Tal como fosse, não deixava de encarar a janela. Poderia ser um Pokémon da noite, quem sabe? Um irritante de um Golbat perdido no meio das luzes da cidade. Não, ela não ficaria tão agitada assim.

– Phox! Phox! – Grita, em pose de ataque.

Agarro-me ao meu travesseiro, por instinto, medo, sei lá o que. Só sei que, de repente, acontecer algo assim, não pode remeter em boa coisa.

Dentre instantes, vejo um pequeno vulto na parte inferior da janela. Só podia se tratar de algo que está subindo pela parede. Mas, espera! Como é que ninguém, ao lado de fora, notou essa presença? É um Pokémon invisível para os demais? Não, não pense em bobagens, Serena!

Logo, outra parte do vulto sobe. São duas mãos, para ser mais específica. Delphox não para de grunhir, à medida que o vulto se aproxima, seu instinto de raposa aumenta.

A cortina se esvoaça, a tal coisa indefinida provavelmente entrou. Não sei. Cobri meu rosto com o travesseiro e gritei como se não houvesse amanhã.

– Calma! Calma! Eu vim em paz! – Eu sabia! Só podiam ser extraterrestres e-

– Espera, o que? – Digo a mim mesma. Essa voz. Essa voz não pertence a nenhum ET. ET? Larga de viajar na batatinha, Serena!

Delphox se aproxima de mim, sem baixar a guarda. Seus dentes continuam à amostra, e sua expressão mantém de poucos amigos.

– Você?! – Olho para o tal indivíduo. James, da Equipe Rocket? – O que você quer de mim?! Aposto que os outros estão subindo também, não é?!

– Não, eu juro por minha mamãe que estou limpo! – Levanta uma mão em defesa, e a outra se mantém atrás de si.

– Ah, é? – O encaro. – E quanto à outra?! – Refiro-me à mão direita.

– Bem, eu – Faz uma breve pausa, acompanhada de um fraco sorriso. – Vim pedir desculpas, em nome da Equipe Rocket.

Assim, a levanta até nossa direção. Antes que nos armássemos com o que tínhamos em mão, tanto eu quanto Delphox, ficamos pasmas. Em sua mão, um galho, com um laço da mesma cor que o “R” em seus uniformes, e por incrível que pareça, sua silhueta estava em forma da própria letra.

– Ma-mas, como você – Digo, ou melhor, tento dizer, diante de tanta incredulidade.

– É, não é que um galho seja o suficiente para o que fizemos, mas saiba que isso foi ordem de superiores. – Coça a cabeça. – Então, aceite, vamos! – Sorri.

– E quem garante que esse galho não tem mais uma de suas “surpresas”? – Cruzo os braços.

– Eu garanto. – Caminha até nós. Me coloco de joelhos sobre a cama e bloqueio sua chegada até Delphox.

Aparentemente, não via problema nenhum em um graveto. Mas, a partir do momento que se trata de um membro da Equipe Rocket, precaução nunca é demais.

– Saibam que eu nunca fui de acordo com esse plano, mas sabem como é a Jessie, não é mesmo? – Oferece o galho mais uma vez. – Aceitem.

– Por que está nos ajudando? – Indago, séria.

A princípio, não diz nada. Deixa o galho sobre minha cama e caminha lentamente até a janela.

– Você perderia seu Pokémon para aquela Bola Escura, e eu entendo perfeitamente como é a dor de perder um Pokémon muito querido. – Ostenta de um triste sorriso. – Não queria prever essa cena novamente.

Não sei porque, mas passo a encará-lo sem chão. Sinto que lágrimas se formam em meu rosto. Delphox tenta me consolar, mas nego com agradecimento.

– E-então, você –

– Eu também nunca fui completamente a favor de perseguir tanto o Pikachu de seu amigo, mas, um empregado apenas recebe ordens, não é mesmo?

Não respondo. Estou sem palavras. Apenas conseguia derramar mais e mais lágrimas.

– Bom, acho que é melhor eu partir. Nunca se sabe quando seus amigos voltarão e eu decolo mais uma vez. – Ri de leve e apoia-se na janela.

– Espera! – Finalmente minha voz sai.

• P. O. V. Narrador [ON] •

– O que fo- Antes que James possa se virar em direção da garota, é surpreendido por um forte abraço.

– CORTA! CORTA! CORTA, PELAMORDEDEUS! – Grita Pether, do megafone.

– Ai, meu Deus. O que foi agora? – Pergunta, um da equipe da produção.

– Em que mundo estamos vivendo, afinal? – Vira o roteiro de ponta a ponta. – Isso aqui está errado! Mocinha abraçando bandido?!

– Estamos apenas seguindo o que está no script.

– E quem foi o abençoado que escreveu o roteiro dessa vez?! – Olha aos lados, enfurecido.

– Você. – Diz, o cinegrafista.

– Isso, caluniem seu próprio diretor, que belos exemplos de funcionários vocês são, hein?! – Indaga, ajeitando seus óculos no rosto. – De qualquer forma, vamos acabar com isso de uma vez por todas! GRAVANDO! TOMADA 09!

Talvez, aos olhos de muitos, um inútil e dispensável abraço. Porém, um gesto de agradecimento após uma atitude tão simples e, ao mesmo tempo, tão inimaginável que, após se desvencilharem do mesmo, James a encara, com olhos arregalados.

– Obrigada. – Sorri, a jovem. – Mesmo. Muito obrigada.

– Phox. Phox. – Apesar do terrível acontecimento envolvendo a si mesma, Delphox aceita o galho e o cumprimenta como forma de agradecer.

– Tome cuidado, garotinha. Eu ainda faço parte da Equipe Rocket, ok? – Ri com malicia.

– Sim, eu sei. – Volta para sua cama. – Mas, eu também sei que, embaixo desse “R” estampado, há um coração em você.

– Bom – Antes de falar mais algo, retoma seu trajeto. – Nos vemos por aí, fique alerta! – Gruda as mãos no parapeito da janela, a fim de fazer o caminho de volta.

• P. O. V. Serena [ON] •

– Quem diria, hein? – Seco minhas últimas lágrimas. – Gostou do novo graveto, Delphox? – Sorrio.

– Del-phoox! Phox! – Certamente que ficou muito feliz com o presente, por mais que o remetente não tenha sido um dos melhores.

– Aí, ele disse para ela assim “Nossa, mas quando vocês estão naquele ‘tchaca tchaca’ no quarto, tudo bem. Mas se eu resolvo miar com a gata no telhado, NOOOOSSA!” – Pelo visto, os demais estavam chegando, ouço a voz de Gary se aproximar pelo corredor, seguida de risos.

– Devo dizer que esse gato aí já tem alto conhecimento dos níveis de relacionamentos de seus mestres, hein? – Max abre a porta.

– Falou e disse! – Diz Ash. – Ah, oi, Serena! – Sorri. – Devia ter ido com a gente, foi um barato!

– É, mas para não dizer que somos péssimos amigos, te trouxemos um lanchinho para você não dormir pensando na fome da bezerra, ok? – Shauna pisca para mim.

– Ah, tudo bem. Obrigada. – Sorrio de volta.

– E como sempre, tivemos um perdedor nato no fliperama, mais uma vez. – Diz Shõta, rindo.

– Cara, você é uma vergonha, sem mais. – Logo, Max ultrapassa a porta.

– Eu já falei que foi um problema de direção. – Murmura Clemont, aparentemente o derrotado da história.

– Aquele sorvete estava bom, não estava, amor? – Blue chega entre falas e selinhos ao lado de seu namorado.

– Bom mesmo estava a sua companhia, o sorvete foi o de menos. – Responde o próprio.

– Nunca mais me chame para jogar boliche. – Diz Paul, emburrado.

– Mas foi uma graça! – Dawn estava até vermelha, provavelmente de tanto rir. – Você jogando aquelas bolas, ai MEU DEUS! – Volta a rir.

– Isso, provoca os vizinhos com essa risada de descarga, vai! – Diz Brock, rindo também.

– Calma aí, não são nem onze da noite. – Diz Max, sentando-se em sua cama. – Ah, cara! Hoje foi um dia e tanto, hein?

– Tem gente que o diga. – Ash acaricia minha cabeça ao passar por mim e me dá um leve sorriso de relance.

– Ué? – Clemont olha para mim, um tanto surpreso.

– O que? – Sorrio. O motivo, certamente que sei.

– De onde veio esse galho e – Ajeita seus óculos. – Por que está com esse laço?!

– NOSSA, É VERDADE! – Diz Gary, impressionado. – Foi uma oferenda dos deuses, é? Eu sabia que você optou em ficar aqui por alguma razão!

– Agora, você me deixou curiosa, hein? – Diz Shauna. – De onde veio esse galho, amiga?

– Eu poderia dizer que ele veio do céu, mas – Dou de mãos antes de completar. – É uma longa história.

– Nós temos muito tempo ainda, sabia? – Pergunta Brock, me entregando uma sacola. – Aqui, o seu lanche. Aproveita e nos conte enquanto come.

O jeito é contar o que muitos vão ficar incrédulos, não é? Vamos ver no que pode resultar!

Não sei porque, mas não consigo parar de pensar nas atitudes de James.

Ao menos para mim, ele agiu de forma que estava tentando apaziguar a situação, mesmo sendo um bandido. Pela segunda vez que acontece comigo, não acho que deva ser coincidência. James, com certeza, teve um passado difícil e isso é remetido em seu presente como membro da Equipe Rocket.

Se ele soubesse o quão útil poderia ser com essas pequenas atitudes, pode muito mais do que essa tal de Equipe Rocket.

E assim, encerra-se nosso capítulo de hoje. Embora algumas pessoas ajam com estímulo de provocar o mal, guardam uma parte – em seus corações – de bondade, nem que seja um mísero resquício. Às vezes, não é preciso ser bom para fazer o mal, e não é preciso ser mal para fazer o bem. Nossas atitudes, muitas vezes, são tomadas pelo reflexo do que fomos, fizemos ou vivemos no passado.

E a jornada continua...

 


Notas Finais


Bom, é isso aí, galerinha!
Espero que tenham curtido, né? xD

[Sobre a história]

Olha o capítulo filler da história atacando novamente. Acho que isso serviria para já estarmos em Ecruteak, não é mesmo?
Pera... HAUSHAUSHAUSHAU

ENFIM, FALA AÍ, MEU POVO! DEMORAMOS, MAS CÁ ESTAMOS! MORREMOS? QUEM SABE, NÉ? XD
Ninguém garante que esse capítulo esteja mesmo sendo postado, isso pode ser até uma ilusão de muitas cabeças que por aqui vagam e-e

Mas, com certeza isso será explicado um pouco mais abaixo, porque aqui, como disse ali em cima, é o campo pra falarmos um pouquinho da história, né? :P

É, não tenho muito a dizer... Foi o tradicional capítulo que serve para a inserção de um próximo que venha a ser mais focado na continuação da história e tal HAUSHAUSHAUSHAU

Tanto que não teve nem momento para inserir musiquinhas e/ou notas, olha que eu tentei mas as cenas estavam tão paradas que, né? Nem deu e-e

# Avisos Importantes #

01. Primeiramente, a equipe (de duas pessoas) da Chronicles, ou seja, nós, Pether e Clary (eu acho que ela diria isso, né? HAUSHAUSHAUSHAU) pedimos desculpas pelo tremendo inconveniente e a tamanha demora para a postagem de um novo capítulo. Dessa vez, não tivemos um atraso de 2 semanas, e sim, de aproximadamente um mês. Talvez o motivo não seja claro, visto que até o primeiro fim de semana de novembro acontecera o ENEM, e o Especial de Halloween prometido não foi entregue pelo fato da Clary estar se preparando para o mesmo.

Eu também andei com algumas tarefas da vida aí, afinal, infelizmente agora sou um "adulto", na verdade, prefiro dizer que tenho 18 anos mesmo, e algumas coisas hão de ser feitas para continuar vivendo como um cidadão da lei, não é mesmo?

02. O Especial de Halloween NÃO será postado. As informações contidas nos capítulos anteriores a respeito do mesmo serão removidas.

03. Como será dito na Preview do próximo capítulo logo abaixo, NO MOMENTO, não há dia ou periodização certos para a postagem de um novo capítulo. Certamente que esse cronograma desordenado continuará rolando até meados de dezembro, mas é certo de que retornará ao normal. Agradeço pela paciência e conto com a colaboração de todos. Vale lembrar também que um capítulo pode ser postado a qualquer momento, em nota de momentos livres dos autores para a escrita.

04. Após o cronograma voltar a ser ajustado conforme era, os capítulos serão postados com mais frequência para compensar o tempo perdido, e, POSSIVELMENTE, não possuirão notas finais com quadros extras, a fim de agilizarmos o processo até que a Fanfic volte a um nível gradual no cronograma proposto em documento.

# RESULTADO DAS VOTAÇÕES #

→ NOTA: Votação 02 DESCONSIDERADA. Motivo: Especial de Halloween não realizado.

Vocês votaram e nós atendemos! E agora, vos trago os resultados das duas votações, por mais que uma tenha sido invalidada pelo sistema:

#1. SERENA: OLD OU NEW CHARACTER?

Votos computados: 10 votos
Votos nulos: 00 votos
Não votaram: 05 votos
Opção [@SerenaOld]: 02 votos
Opção [@SerenaNew]: 08 votos

#2. ESPECIAL DE HALLOWEEN: QUEM VAI? (INVALIDADA)

Votos computados: 10 votos
Votos nulos: 00 votos
Não votaram: 05 votos
Opção [@01]: 03 votos
Opção [@02]: 07 votos

É isso aí! Os resultados das votações em questão, de acordo com suas apresentações que afetarão o cronograma da história e/ ou personagem entrarão em vigor a qualquer momento!

→ EM NOTA DO AUTOR:

É, eu esperava que a Serena nova fosse ganhar mesmo '-' HAUSHAUSHAUSHAUSH
Ó, #magoadocomtodomundo, #pareideescreverfanfic, #vouvoltarproLOL
Tá, parei. Não vamos perder a cabeça... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Jogadores de LOL, não se ofendam, por favor. e-e

Mas, que lavada essa votação 1 levou hein? Puta merda, 8x2? Tão querendo fazer um Brasil vS Alemanha aqui, é? Só falar que a gente cai no FIGHT! HAUSHAUSHAUSHAUSH

A outra também não ficou para trás, não. 7x3? Para ver como os leitores não gostam dos seus diretores queridos, depois falam assim "NOSSA, MAS CADÊ O CAPÍTULO?"

É brincadeira, ok? HAUSHAUSHAUSHAUSH'
Independente de suas escolhas, eu as respeito muito e, querendo ou não, cada um tem seu gosto e opinião, MAS VOCÊS VÃO QUEIMAR NO INFERNO COMO LAGARTIXAS CARBONIZADAS! KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Parei, parei, parei! XD

Enfim, agora é só ver no que dá, como a Sereninha velha vai se tornar a nova Sereninha?
Hmm... Não sei de nada, hein? e-e

# Extras & Outros #

Confira alguns de nossos quadros (novos e antigos) para um maior entretenimento nas notas finais de cada capítulo. Vale lembrar que são TOTALMENTE OPCIONAIS.

• INTERROMPEMOS NOSSA PROGRAMAÇÃO! ###

Interrompemos nossa programação para citar que essa Fanfic ainda não está morta. E atenção emissoras, para o toque de 5 coisas que possam remeter a demora de um novo capítulo na história.

#05. Provavelmente, o autor esconde uma personalidade heroica e combate o crime e as forças do mal enquanto todos dormem;

#04. Provavelmente, o autor teve preguiça de atualizar 3 histórias e simplesmente “ligou o dane-se”;

#03. Provavelmente, o Spirit não autorizou que uma história tão fantástica fosse atualizada mais de uma vez por mês (?);

#02. Provavelmente, as notas finais remeterão o que realmente aconteceu em razão disso;

#01. O autor morreu e, na verdade, quem está digitando isso é outra pessoa se passando pela autoria de Pether2108. Reflitam.

• Capítulo 59: PREVIEW! ###

~ Na manhã seguinte ~

Por volta de 9 da manhã, encontramos nossos heróis em um reforçado café da manhã, afinal, mais um dia iniciara em Goldenrod, e quem sabe, novas aventuras não estão por vir?

– Então, o que temos para hoje? – Pergunta Gary.

– Eu estive pensando seriamente em partirmos para a próxima cidade. – Diz Brock, atento ao seu guia de viagens.

– QUE?! – Exclama Shauna. – E deixaremos esse paraíso chamado centro de shoppings e boutiques?!

– Vocês já passaram por mais de 40 lojas, não está bom o suficiente? – Red exaspera com a mão passando pelo rosto.

– Que tal Ecruteak? – Sugere Max?

– Oi? – Indagam a maioria.

– Sim, Ecruteak. – Retira seu Pokénav de sabe-se Deus onde. – Uma cidade mais ao norte, lar de lendas e histórias, além de possuir um ginásio local.

– Opa, já temos um destino! – Diz Ash, cheio de vigor.

~ Mais tarde, na rota 35 ~

– Eu não imaginava que a rota 35 abrigava tantos treinadores. – Diz Serena, pasma enquanto observava a tal região.

– Você quis dizer “não imaginava que meu namoradinho desejaria batalhar com tantos treinadores ao invés de ficar comigo”? – Provoca Shauna.

– Eh, mas hoje você está atacada, hein? – Diz Dawn. – Que bicho te mordeu?

– Uh, acho que alguém está prestes a levar uma surra ali. – Diz Brock, apontando a outro canto, referindo-se a uma batalha na qual Max participava.

– Parece que todos resolveram batalhar. – Diz Blue, admirando Red um pouco ao longe. – Faço das palavras da Shauna que seriam da Serena as minhas. – Ri.

# Não perca, estreia em: DD, MM, AAAA (Tempo não definido. Por favor, tente novamente mais tarde)!

• VOCÊ SABIA, COISA NENHUMA! ###

• Planos para capturar a atual Delphox de Serena já foram “introduzidos” no capítulo especial de aniversário da Clary, onde os membros da Equipe Rocket remetem que deveriam ir atrás da “Fennekin da pirralha”. Como sempre, está tudo no roteiro.

Enfim, é isso aí!
Até a próxima! XD


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