História Chronicles of a killer and murdered - Forgiveness ties! - Capítulo 19


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Categorias Akuma no Riddle
Personagens Ataru Mizorogi, Chitaru Namatame, Haru Ichinose, Haruki Sagae, Hitsugi Kirigaya, Isuke Inukai, Kaiba, Kouko Kaminaga, Mahiru "Shinya" Banba, Meichi Yuri, Nio Hashiri, Otoya Takechi, Personagens Originais, Shiena Kenmochi, Sumireko Hanabusa, Suzu Shutou, Tokaku Azuma
Tags Akuma No Riddle, Azuma, Haru, Ichinose, Mata-não-mata, Tokaku
Exibições 23
Palavras 1.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, hey!
19º capítulo na área, pessoal! XD

E pra não variar, espero que aproveitem-no!

Capítulo 19 - XIX. Declarada a festa do chá!


Fanfic / Fanfiction Chronicles of a killer and murdered - Forgiveness ties! - Capítulo 19 - XIX. Declarada a festa do chá!

• P. O. V. Azuma Tokaku [ON] •

Suspiro pesarosamente. Dou meia volta. Mesmo que Ichinose estivesse mergulhada em suas dúvidas e, possivelmente, não tornaria nossa conversa muito agradável, tenho certeza que me ouviria, pelo que a conheço.

– Ichinose, eu – Abro o restante da porta. Seu gato corre até ela, por instinto. Acho que ele não gosta nem um pouco de mim, e fico até satisfeita em saber que ambos temos o mesmo sentimento pelo outro.

Ao menos, estava comendo o almoço que deixei à disposição. Seus olhos rosados fixam-se nos meus. Certamente, me indagavam o “porquê” de algo que nem eu mesma sei como posso lhe dizer. Antes que voltasse atrás, firmo minha expressão e caminho até ela.

– Precisamos conversar. – Digo, tentando não soar como um “friso” para ela.

Não diz nada, a princípio. Apenas me encara, deixando de comer, inclusive.

– E quando digo conversar, isso envolve duas pessoas falando. – Sento-me ao seu lado.

– ... A Haru só quer saber se – Desvia o olhar, com uma breve pausa. – pode confiar de que está segura ao seu lado, Tokaku-san.

– Mas – Calo-me, antes de mandar uma resposta indevida ou atravessada. De argumentos para provar que isso é verídico, eu tenho o fato de estarmos vivendo juntas, o que seria ideal e muito fácil para assassiná-la, caso fosse minha decisão. – Eu já tomei minha decisão.

Arregala os olhos, como se expressasse estar esperando minha próxima fala.

– Não irei te matar, Haru. – A encaro, firme. – É minha promessa. Assim como prometi que você se formaria na Myoujou.

Realmente, eu prometi isso. Ela se formou? Sim. Com uns imprevistos no meio do caminho, mas que eu a protegi das 12 demais assassinas, isso está mais que estampado tanto na mente dela quanto na minha.

– Jura juradinho? – Emite um sorriso gracioso, e exclamaria bem infantil, mas achei melhor não acabar com seu bom humor. Levanta seu mindinho para mim.

A encaro, me questionando se isso era realmente necessário.

– Ah, é só colocar o seu dedinho aqui também, Tokaku-san! – Ri de leve.

– Não basta minha promessa? – Cruzo os braços.

– Haru acredita em você, é só que – Coça a cabeça. – Estava meio confusa, e por algum motivo, aquele e-mail que li fez com que eu imaginasse muitas coisas.

– E você não vai sossegar enquanto eu não colocar meu dedinho junto do seu, é isso? – Me refiro ao seu mindinho, o qual ainda esperava pela união do meu.

– Isso! – Sorri.

Bem, é tolice mesmo. Faço o gesto sem hesitar. O que vale é saber que ela não está mais com essa crise de dúvidas e incertezas.

– Ah, mas para garantir sua palavra, eu quero que você faça mais uma coisinha! – Diz, toda serelepe.

– Diga.

► Toranomon Hills, 49º andar, sala 6 | 18:49

• P. O. V. Kuzunoha Arashi [ON] •

De acordo com meus cálculos, daqui a poucos minutos, meu destemido e intrépido entregador de pizza chegará até aqui para tratarmos de últimos e importantes detalhes.

– Deixe-me ver, enquanto isso – Certifico-me das duas pastas sobre minha mesa. Ambas de extrema importância. Sem elas, dificilmente avançaríamos para a próxima etapa do plano. – Uhum, certo...

Ah, o leve frescor que uma dose de champanhe me traz é insubstituível. Admiro a taça enquanto tamborilo os dedos sobre uma das pastas em questão. Está tudo indo como planejamos, sem tirar um pingo do “i”.

Logo, a campainha é ressonada. Como o assunto é extremamente particular, eu mesmo me encarrego de atender a porta, algo não muito condizente à minha pessoa, mas a situação exige que seja feito.

– Nakamura-san, que prazer em vê-lo novamente. – Sorrio e concedo espaço para que entre.

– Nunca pensei que diria isso, mas até que estava animado em ver você também, coroa! – Diz, antiquado e desengonçado como sempre. Bom, o que conta é o seu espírito valente e sua personalidade agressiva, algo que devemos tomar vantagem sobre nossas necessidades.

– Queira se sentar. – Gesticulo para uma das cadeiras à disposição. – Aceita um champanhe?

– Não, valeu. – Senta-se. – Então, você conseguiu tudo o que me disse por e-mail mesmo?

– Exatamente, Yato-san. – Sento-me também, apoio meus cotovelos sobre a mesa e o encaro. – Nesta mesa, estão todas as informações que necessitamos de Azuma Tokaku e Ichinose Haru, desde seus nascimentos até os dias atuais, sem faltar uma única vírgula.

– E onde diabos você conseguiu arrumar isso?! – Pergunta, levemente surpreso.

– Bem, digamos que – Cruzo as pernas. – Tenho meus contatos.

– Uh, sim, claro. – Estende as mãos sobre a mesa. – E agora, o que vamos fazer?

Admiro sua animação em dar continuidade em nosso negócio o mais rápido possível. Abro uma das pastas e corro meus olhos.

– Para início de conversa, irei providenciar alguns agentes para que entrem em serviço de espionagem no bairro daquelas duas.

– E eu? – Indaga, afobado.

– Você será o líder dessa missão, o que você disser, será uma ordem para todos eles. – Sorrio.

– Pode deixar que eu vou trazer a cabeça das duas em uma bandeja para você, velho! – Cerra o punho, aparentemente animado.

– Ei, ei, calma, calma! – Rio. – Não iremos atacar, muito menos cometer atrocidades.

– Ahn, não?

– Não. – Fecho a pasta. – Ouça-me bem: amanhã, a partir das 7 da manhã, quero que vocês estejam no perímetro próximo à Academia Myoujou, e relatem-me tudo que acontecer a partir da Ichinose Haru e da Azuma Tokaku, entendeu?

– Ah, saquei! – Estala os dedos. – Primeiro, nós vamos sondá-las para depois darmos o bote?

– Podemos dizer que sim. – Sorrio. – Mas, em hipótese alguma, deixem ser identificados ou cometam algum ataque, estamos entendidos?

– Certo, você é quem manda, chefia!

– Não se preocupe, nós estaremos nos comunicando através de rádios transmissores durante sua missão, pois há alguns detalhes que devo tratar ao vivo com você.

– Ah, tudo bem, então. – Roda sua cadeira. – Cara, eu tenho que comprar uma cadeira dessas!

– Apenas trabalhemos conforme planejado e você poderá comprar quantas cadeiras como essa desejar, meu caro. – O encaro, com um sorriso esperançoso, e acima de tudo, carregado de ansiedade, tão grande quanto a dele, em executarmos essa nova etapa o mais rápido possível.

► Edifício Kamassa Nomuro, apartamento 1704| 19:10

• P. O. V. Azuma Tokaku [ON] •

Eu não sei como cheguei a estar de acordo com uma proposta tão estúpida e – diria inaceitável – de Ichinose. Para “provar” que estamos em um laço de confiança, iremos organizar o seu tão esperado chá de garotas, que misteriosamente se tornou mesclado com uma festa do pijama.

Não que eu me importe, muito menos que participaria disso, mas por que ela deseja tanto que isso aconteça?

Esse apartamento não é nenhum hotel 5 estrelas que comporte 13 meninas, mas como Haru afirmou que vai organizar tudo de um jeito que seja perfeito para o que quer fazer e, assim que finalizado, ajeite tudo do jeito que estava, não tive porque negar.

Pelo menos, ficou bem mais animada após o meu “sim” quanto à essa questão. Nunca vi alguém saltitar tanto de felicidade, até parece que isso vai ser “divertido”. Não bastou nosso episódio desanimador, perdidas em uma ilha, movidas por um desafio ilógico e idiota proposto por alguém que se condiz ao adjetivo.

Logo, finaliza seu banho e deixa o banheiro. Eu, ainda incrédula com a situação, lia uma lista que ela mesma já havia feito, com os ingredientes que precisaria para o “chá”.

– Isso aqui é para um chá ou para uma festa de aniversário? – Exibo a lista à ela, sem expressão que demonstrasse minha “animação” em lê-la.

– Ah, Tokaku-san! – Ri. – Não podemos convidar visitas sem que a recebamos com algum prato doce ou algo do tipo, sabia?

– Não. – Volto a correr os olhos por essa caligrafia tão bem feita. – Não que você não tenha combinado um dia para esse negócio sem que eu estivesse sabendo, mas vamos supor que você ainda não marcou, que dia será?

– Ér – Sua cara me revela que já havia algo planejado. – Seria quinta-feira, durante à noite. Tudo bem para você?

– O que eu posso dizer a respeito? – A encaro, remetendo “Você já marcou, sua sonsa.”

– Você vai gostar, tá? – Faz pose de convencida, o que não é novidade para mim.

– A propósito – Deixo o assunto de lado. – Não se esqueça que a Myoujou telefonou para cá avisando que as aulas retornarão a partir de amanhã.

– Ah, sério?! – Sua expressão de felicidade não desgrudaria nunca mais de seu rosto, pelo visto. – Isso é ótimo!

– Não pensei que retornariam tão cedo, nem mesmo que ligassem para cada um de seus alunos. – Realmente, é estranho que a própria coordenação do colégio faça isso. Não seria mais conveniente colocar algum aviso próximo da Academia ou na internet?

– O que importa é que está tudo nos conformes e a escola está se recompondo de novo, não é? – Diz, com um sorriso esperançoso como sempre.

– Ah, sim. Se você diz.

Por incrível que pareça, tivemos o resto da noite calmo e, eu diria, normal. Para falar a verdade, Haru me encheu o saco para assistirmos a um filme, e meia hora depois, caiu no sono em frente à TV. Será que, pelo fato de ela ser arremessada da janela, teria um pesadelo que estaria caindo eternamente?

To be continued ►

 


Notas Finais


Bom, é isso aí, né? e-e

~ Reação da Haru-chan quando soube que seu inútil chá de menininhas vai ser realizado, definição em três palavras: IMAGEM DE CAPÍTULO. -q

Antes de mais nada, perdão pela exuberante demora pelo novo capítulo, apesar de batermos o recorde de mais de 2 seman- digo... HAUSHAUSHAUSHAUSHAUS

Não, mas falando sério, é que eu tive que resolver uns assuntos internos aí, e isso também inclui algumas coisas na universidade, mas agora que já vão entrar de greve mesmo, eu não tenho nada a fazer por lá q

Além disso, admito que a história começará a ficar mais interessante a partir do capítulo 20, porque 19 capítulos para mim são como um prólogo HAUEHAUEHAUHEUAHE

Mentira, eu é que escrevo mal e sou enrolado pra car*lho mesmo, MAS, vamos ver no que dá, né? xD
Até a próxima!


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