História Chronicles of A Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Elsa, Emma Swan, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mérida, Neal Cassidy (Baelfire), Paige (Grace), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Amigas, Colégio, Emma Swan, Friendship, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Lesbian, Lesbicas, Loveislove, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Romance, Swan Queen, Swan Queen Ouat, Swanqueen, Swen
Exibições 59
Palavras 2.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey!!
Demorei um pouquinho e peço desculpas.
O Título do cap de hj é da música "Can you feel the love tonight?", de Sir Elton John, se quiserem colocar ou não a música enquanto leem, fica à critério de vossas senhorias!! u.u
Boa leitura >.

Capítulo 3 - Can you feel the love tonight?


 

Killian estava organizando as últimas peças de roupa no armário de seu quarto. Não que precisasse fazê-lo, mas gostava de saber onde estavam seus pertences, por isso não permitia que mexessem em seu dormitório. Ouviu batidas na porta e, interrompendo o trabalho, foi atendê-la.

“Desculpe, maninho, mas tem alguém procurando por você na portaria…” – disse uma mulher de longos cabelos negros, com um sorriso no rosto.

“Obrigado, Elisa…” – sorriu levemente, vendo-a afastar-se em seguida, para terminar de comandar a decoração do apartamento. – “Mas não me lembro de ter passado esse endereço a ninguém…” – murmurou, saindo do quarto e indo até o interfone fixado na parede. – “Pois não?” – atendeu, vendo a jovem figura do porteiro levar um susto, pela tela de cristal líquido. Balançou negativamente a cabeça com um sorriso.

“Tem uma moça procurando pelo senhor…” – disse o homem enquanto alguém resmungava próximo dali, parecendo estar contrariado.

“E de quem se trata?” – Killian perguntou pacientemente. O síndico o avisara de que o porteiro do turno vespertino iniciaria o trabalho aquela semana.

“Como?… Ahn,… só um segundo, senhor!” – disse confuso, fazendo o inglês divertir-se com a situação. – “A Srta. Swan o está procurando, Sr. Jones…” – falou após alguns segundos, completamente sem graça.

“Certo!” – Killian disse, suspirando. – “Diga a Srta. Swan que já estou descendo…” – desligou o aparelho, com um sorriso no rosto. Pelo visto, Emma ainda perdia a paciência com muita facilidade.


 

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Após alguns minutos, Killian apareceu no saguão do edifício. Sorriu divertido ao ver que a Swan estava conversando com o porteiro. Parecia estar dando-lhe dicas sobre como proceder, a cena era um tanto quanto cômica, levando-se em conta quem era a loira.

“Boa tarde, Emma!” – cumprimentou-a irônico, fazendo-a com que o encarasse.

“Boa tarde, Killian!…” – respondeu, com um sorriso. – “Eu vim ver se você não gostaria de dar uma volta e conhecer a cidade…” – disse apontando para a rua atrás de si.

“É uma boa ideia…” – disse um pouco cansado. Passara a tarde, trancado dentro do apartamento. – “Mas, como foi que descobriste onde…” – Emma o interrompeu com uma risada.

“Imaginei que meus pais soubesse de sua vinda para cá!” – sorriu de lado.

“E, pelo visto, acertaste…” – o rapaz riu, ajeitando os cabelos castanhos que caíam um pouco sobre sua face.

“Não era difícil imaginar isso, já que nossos pais se dão tão bem…” – deu de ombros, caminhando para a saída do saguão. Olhou para trás e acenou para o rapaz sentado no guichê. atrás da mesa. – “Boa sorte, Sr. Parker!” – disse alegremente.

“Obrigado, Srta. Swan!… E obrigado pelas instruções…” – acenou de volta com um sorriso.

“Eu nunca imaginaria algo assim vindo de ti, minha amiga!” – Killian falou divertido.

“Também custo a acreditar que sou realmente eu, em certas ocasiões…” – a loira respondeu fazendo graça. Caminharam em silêncio por duas quadras até alcançarem a entrada do parque da cidade.

“Eu me surpreendi por ainda estares aqui em Storybrooke, Emma…” – Killian comentou, fazendo Emma suspirar. – “Quando nos encontramos, antes de vir aos EUA, lembro-me de teres dito que passarias apenas um ano por aqui…” – lançou um olhar de estranhamento a amiga.

“E é verdade. Esse era o plano que eu tinha...” – sorriu ternamente. – “Mas acabei mudando de ideia… Ficando por aqui eu não preciso me preocupar com as tradições da família, as ordens dos superiores, os negócios…” – Ela falava cada vez mais baixo mostrando que não se sentia bem ao entrar no assunto.

“Com a fama que cerca tua família…” – Killian completou, vendo Emma assentir com a cabeça. – “Eu percebi que ninguém sabe quem você realmente é por aqui…” – falou parando de caminhar e encarando a loira.

“Sim. E prefiro que as coisas continuem assim…” – suspirou, deixando o amigo ligeiramente confuso.

“Mas por que dessa atitude defensiva?” – perguntou encarando-a.

“Desde que vim para Storybrooke Killian, sei que as pessoas que me cercam não fazem isso por causa de meu sobrenome…” – suspirou. – “Elas permanecem ao meu lado porque realmente se importam com a Emma Swan, e não com a futura herdeira da minha família…”.

“Não acha que já tiveste tempo o suficiente para saber quem está ao teu lado pelos motivos certos?” – ergueu uma sobrancelha, inquisitivo. - “Além disso, você pode magoar teus amigos mantendo segredo disso…” - viu Emma respirar profundamente de forma pensativa. – “Principalmente a Regina…” – comentou, fazendo-a balançar positivamente a cabeça.

“Sabia que você perceberia logo que a Regina é minha melhor amiga desde sempre…” – a loira comentou com um sorrisinho e viu o inglês encará-la espantado.

“Tua… Melhor… Amiga?” – perguntou, pausadamente. – “Na realidade, pensei que o relacionamento de vocês duas estivesse ‘um pouquinho’ acima disso…” – ironizou, desapontado.

“Não entendo, o que quer dizer com isso Jones…?” – falou, olhando para o amigo com incredulidade. Killian riu.

“É que foi a primeira vez que te vi sorrir de forma tão aberta, então tive uma impressão um pouco equivocada…” – virou-se para a loira e viu que ela olhava fixamente para um ponto à frente. Desviou o olhar observando o que chamara a sua atenção.

Parada em frente a um edifício, em uma saída lateral do parque, estava uma garota com cabelos levemente ruivos e ondulados usando o uniforme do colégio, que, curiosamente, parecia acentuar as curvas de seu corpo. Era alta e esbelta e os olhos de um singular azul. Estava encostada em um carro, conversando com um rapaz que parecia ter seus vinte anos, provavelmente universitário.

“Você a conhece?” – perguntou, olhando novamente para Emma, que pareceu acordar de um transe ao ouvir sua voz.

Ela balançou a cabeça positivamente, abaixando-a em seguida e continuou a andar. Killian a seguiu, não sem antes lançar mais um olhar para aquela garota que prendera tanto a atenção da amiga loira. Talvez estivesse começando a entender a situação, agora.

Permaneceram calados e Emma sentia-se desconfortável com a quietude repentina do amigo.

“O nome dela é Zelena…” – ela disse quebrando o silêncio. – “Estuda na nossa sala, mas não compareceu hoje…” – tentava esclarecer as prováveis dúvidas que o inglês teria. Ficaram calados por mais alguns segundos. – “Mas, então, Killian…” – abriu um sorriso. – “Em qual empresa vocês estão de olho dessa vez?” – questionou mudando de assunto.

“De olho?…” – ergueu uma sobrancelha, encarando a amiga de forma divertida. – “Da forma que falas, fazes parecer que somos monstros que acabam com toda e qualquer empresa, para apenas anexá-la ao nosso grandioso império…” – encarava-a seriamente, mas seu tom de voz era de deboche. – “É essa a visão que tens de minha família, Srta. Swan?” —riu fazendo pouco-caso da resposta que seria obtida.

“Não tente me enrolar, Sr. Jones…” – Emma cruzou os braços, rindo também. – “Eu sei perfeitamente como funciona o mundo dos negócios!” – declarou, com ar de entendida.

“Mas como sabes que minha vinda para cá tem relação com os negócios?” – questionou, curiosamente.

“Eu supus que fosse por isso…” – riu debochada.

“Então estava blefando e eu acabei por cair…” – balançou negativamente a cabeça.

“Sim, mas não tente desconversar!…” – tinha um tom de ameaça na voz, que fez Killian rir.

Nunca imaginaria Emma fazendo brincadeiras a esse respeito. Quando se conheceram na Inglaterra, por causa dos negócios entre as famílias de ambos, mesmo tendo apenas 10 anos, ela já possuía uma visão bem madura e crítica de como encarar os negócios, mas isso parecia ter mudado com o afastamento dela e dos assuntos relacionados à família.

“Não vim para cá com o intuito de adquirir uma pequena empresa…” – explicou calmamente, passando a falar de forma séria. Emma arregalou os olhos e abriu um sorriso. – “Estamos nos tornando acionistas de uma empresa de extrema importância para a economia americana no mercado…” – disse com certo orgulho.

“Corporações Granny's!” – a loira abriu um imenso sorriso. – “A Rubi comentou que tinha uma reunião com os novos sócios da avó hoje, então você…” – olhou para o rapaz de cabelos negros que balançava negativamente a cabeça.

“Não irei a esse jantar…” – declarou, deixando Emma surpresa. – “Meu pai não acha sábio que eu me apresente nesse momento. A Sra. Lucas pode questionar nossa seriedade com relação aos negócios por causa de minha idade e, apesar de permanecer aqui justamente por causa dos negócios, também vim a América para disputar uma vaga na Universidade…” – sorriu. – “Sabe o quanto meu pai tem orgulho de suas origens…” – viu a amiga balançar positivamente a cabeça. – “Ele gostaria que eu, pelo menos, fizesse o nível superior em Nova Iorque…” – suspirou.

“Então não foi apenas a negócios que você veio para cá, afinal…” – Emma comentou, suspirando. – “Há algum lugar em especial aonde você queira ir?” – perguntou.

“Como eu posso saber? Não conheço Storybrooke.” – declarou, fazendo-a rir. – “Você me tiraste de casa para mostrar a cidade, mas até agora só andamos a esmo…” – reclamou.

“Então acho que podemos…” – interrompeu a fala ao ouvir o som de um telefone tocando. Killian retirou o celular do bolso e olhou na tela.

“É Elisa… só um instante querida…” – disse afastando-se enquanto falava com a irmã. Desligou e respirou profundamente. – “Seja lá o que estavas planejando, vai ter que ficar para outro dia, minha amiga…” – disse pesarosamente.

“Não sabia que a Elisa estava com você…” – comentou, parando em frente ao amigo.

“Ela está apenas ajeitando a decoração do apartamento…” – suspirou. – “Disse que, se não fizesse isso, o apartamento teria apenas um piano, um sofá e um microsystem, além das mobílias do quarto, e minha coleção de miniaturas de navios e que isso seria um grande desperdício de espaço…” – comentou, enquanto a loira ria, lembrando-se da espalhafatosa irmã de Killian.

“Você sabe voltar para casa sozinho, não é?” – perguntou, fazendo Jones encará-la como quem duvida dos próprios ouvidos. Seus olhos se estreitaram e ele fitou a loira com uma expressão de descrença.

“O que estás querendo insinuar?…” – questionou, rindo com ironia enquanto a moça à sua frente gargalhava, ficando quase sem ar.

“Estou apenas me... Assegurando de que você não… vai se perder no… no caminho de volta…” – respirava profundamente, recuperando o fôlego. – “Afinal, estivemos andando a toa…”.

“Ao acaso, sim, mas em linha reta…” – retrucou, sem conseguir conter uma risada divertida.

“Então, até amanhã na escola!” – abraçou o amigo, despedindo-se.

“Até amanhã, loira!” – acenou, balançando a cabeça ainda rindo, acompanhando ela se distanciando com os olhos, antes de dar meia volta para retornar ao apartamento.


 

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Regina estava pensando em Emma com o caderno de exercícios de matemática aberto a sua frente. Gostaria que ela estivesse ali naquele momento, quem sabe conseguiria entender melhor o que era pedido.

“Eu devia ter prestado mais atenção ao que a Belle estava falando…” – suspirou deitando a cabeça sobre o caderno enquanto encarava a foto dela e de Emma que ficava sobre a mesa de cabeceira. Sorriu levemente e se levantou, indo até a cama para pegá-la.

Fora ideia de Rubi tirá-la no último festival de aniversário da cidade. Estavam abraçadas, de rosto colado: a loira ao lado dela, com o queixo apoiado em seu ombro direito, a mão esquerda sobre a sua cintura, enquanto a da morena segurava a máquina para a foto. Formavam uma dupla e tanto: ela usando uma calça jeans junto com botas pretas que ela achava super atraentes na loira, camisa cinza e jaqueta marrom-claro, enquanto Regina trajava um sobretudo longo, cinza em tom grafite, com as mangas compridas e uma echarpe com estampa de oncinhas. As luzes, criavam um cenário quase mágico ao fundo. Regina, algumas vezes, ainda sentia a respiração da loira roçando suavemente sobre seu rosto quando olhava aquele retrato.

O telefone sem fio tocou no quarto, assustando-a. Sentou-se na cama, atendendo-o.

“Alô…” – disse.

“Oii Gina! Espero não incomodar!” – Rubi falou com a voz suave.

“Claro que não, Rubi!” – sorriu ao ouvir a voz da amiga. – “Aconteceu alguma coisa?” – perguntou.

“Sim!… Você não imagina com quem eu acabei de jantar, Regina!” – estava bastante animada.

“Uhm,… com os novos sócios da sua avó?” – arriscou, lembrando do que a amiga falara mais cedo.

“Sim, mas você nunca vai adivinhar quem eles são…” – disse fazendo suspense.

“E quem são?” – quis saber, estranhando a novidade de toda aquela situação.

“Os pais do Killian Jones!” – falou muito feliz.

“Aquele rapaz que veio da Inglaterra e está estudando na nossa sala? Amigo da Emma?” – perguntou apenas para confirmar.

“Sim! O Killian!” – Rubi repetiu o nome devagar. – “Foi uma pena que ele não pôde participar do jantar conosco, porque fiquei muito curiosa para ouvi-lo tocar piano… o Sr. e a Sra. Jones estavam falando que ele toca magistralmente… Você não acha isso impressionante?” – falava de forma exultante, deixando a amiga confusa no outro lado da linha.

“Acho que sim…” – Regina falou baixinho, sem compreender o que era tão admirável.

“Sabe, você ficaria impressionada com o porte dos pais dele, não é à toa que seja tão gentil e educado…” – suspirou levemente. - “Eu o achei muito simpático!” —afirmou, fazendo Regina abrir um sorriso.

“Tudo bem, Rubi, mas ainda não entendi o motivo de você estar tão… feliz!… Ele nem sequer esteve presente no jantar, não é mesmo?” – Regina perguntou, fazendo-a ficar em silêncio durante alguns instantes.

“É... bem,… e-eu…” – fez uma breve pausa, respirando profundamente. Regina tinha certeza de que Rubi havia ficado envergonhada, lamentava não estar lá para vê-la. – “Eu também não sei muito bem o porquê, mas me senti aérea a noite toda e meu coração disparava cada vez que os pais dele falavam de alguma coisa que tínhamos em comum...” – revelou, falando de forma acanhada.

“Não acho que haja nada com que se preocupar...” – Regina afirmou de forma franca. – “Você simpatizou com ele e ficou animada por descobrir algumas afinidades...”.

“Acho que tem razão...” – Rubi concordou, satisfeita com a explicação totalmente plausível.

“O que é completamente normal, porque, além de educado, gentil, impressionante e simpático, ele também é muito bonito, não acha?” – perguntou divertida, ouvindo a morena voltar a ficar nervosa.

“Regina! Não tá ajudando...” – exclamou, espantada e envergonhada.

“Ué? Você não achou?” – questionou, dissimulando desentendimento.

“E-eu achei que ele... ele é bastante a-atraente, sim…” – falou ficando em silêncio durante alguns instantes. – “Ahm,… eu tenho que desligar agora! Até amanhã, Gina!” – disse apressadamente.

“Está bem, então! Até amanhã!” – a jovem de olhos castanhos sorriu, desligando o telefone. Fixou o olhar na fotografia sobre a cômoda de forma pensativa. Nunca ouvira Rubi falar tão entusiasticamente a respeito de nenhum rapaz antes. Muito menos tendo conhecido-o no mesmo dia. Sempre dizia que não se deve confiar na primeira impressão, pois ela pode estar errada.

“Eu só espero que, se for o que estou pensando, você não termine como eu…” – murmurou. 'Sendo apenas, a melhor amiga…’, completou mentalmente, deitando-se na cama.


 

...


Notas Finais


Oia a outra amiguinha apaixonada '-'... O q vcs acham?


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