História Chronicles of a Sound: Transcending beyond the notes! - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Sound! Euphonium
Personagens Asuka Tanaka, Haruka Ogasawara, Hazuki Katou, Kaori Nakaseko, Kumiko Oumae, Natsuki Nakagawa, Personagens Originais, Reina Kousaka, Riko Nagase, Sapphire Kawashima, Shuichi Tsukamoto, Takuya Gotou
Tags Escolar, Eufônio, Euphonium, Hibike, Kousaka, Kumiko, Lesbianismoeverywhere, Musical, Oumae, Reina, Romance, Sound, Trompete
Visualizações 20
Palavras 2.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA, pessoal XD

Finalmente, vos trago mais um capítulo dessa história cheia de lenga-lenga e-e

E como sempre,
Espero que curtam HAUSDHAUSDHAUSH

Capítulo 9 - IX. O desequilíbrio da Kitauji!


Fanfic / Fanfiction Chronicles of a Sound: Transcending beyond the notes! - Capítulo 9 - IX. O desequilíbrio da Kitauji!

 [ ...]

Assim que as palavras de Taki invadem o consciente de cada um, um coro de vozes certamente pasmo com a decisão do superior é transmitido aos quatro cantos da sala.

— Como assim ele vai desistir?!

Obviamente que cochichos além da conta eram transmitidos de um a outro, sem qualquer preocupação em serem pronunciados de forma sorrateira, já que o recinto se tornara um alvoroço de espanto.

— Não era para ele ser o nosso instrutor até o fim do ano?

— Eu não imaginava que isso ia acabar assim. — Diz Midori, com um semblante honestamente decepcionado com a situação, abraçada a seu majestoso contrabaixo.

— Eu sabia que ele não ia aguentar a gente.

— Desistir, Taki-sensei?! — A presidente do clube manifesta-se novamente, tornando o silêncio absoluto do ambiente em seguida. — O senhor tem ideia de quantos aqui acreditam no senhor e estão se consolidando na banda graças à sua ajuda?

— Eu acho que ela tem razão. — Mizore se levanta, com a mão ao alto para ser concedida sua vez de falar. — Você me deu muitos conselhos sobre como poupar o fôlego com o vazão¹ do oboé, Taki-sensei!

— O senhor me deu macetes de como usar o maxilar para tocar melhor, sensei! — Diz outra ao fundo, pertencente ao grupo dos saxofones.

— Eu aprendi a tocar tuba graças a você, Taki-sensei!! — Hazuki intervém com uma indescritível força na voz.

— Eu não mencionei que estou indo embora. — Sorri o professor. — Aliás, se vocês se mantivessem unidos dessa forma no mesmo momento em que decidíssemos o que seria melhor para a banda, não haveria qualquer motivo para estarmos perdendo tempo de ensaios para discutirmos isso.

Um mar de quietação ataca os estudantes novamente. Alguns até remetiam certa expressão culposa, outros ainda podiam não dar o braço a torcer.

— O que eu quero dizer é: mantenhamos a classe unida para mostrarmos ótimos resultados no final, assim como marcamos nossa presença nas regionais de maneira sensacional. — Continua Noboru.

— E o que devemos fazer então, sensei? — Shuuichi levanta a mão.

— Hoje foi um dia perdido em questão dos ensaios. — Aperta suas mãos lentamente. — Então, gostaria que vocês adquirissem algo que está faltando plenamente nesta banda: disciplina.

— Disciplina? — Indaga Natsuki.

— Como assim, Taki-sensei? — Em seguida, Riko.

— Vejam só — Em uma breve pausa, o homem sorri. — Quem é o vice-presidente do clube?

Quietude. Ninguém se manifesta depois de perceber que, dentre tantos dias corridos, não fora eleito um vice-presidente para resolução de muitos problemas da turma.

— Já definiram os horários para ensaios das seções separadamente?

Mais calmaria. À medida que as responsabilidades eram impostas a si mesmos, menos seriam os argumentos plausíveis que justificariam a falta de organização de cada um.

— Com que frequência os instrumentos estão sendo higienizados?

Depois do remanso completo da classe, o instrutor deixa seu pódio.

— Detesto dizer isso, mas vocês decaíram muito do ano passado para cá. Não basta serem ótimos musicistas e dominarem os instrumentos como ninguém jamais viu.

Dentre as mentes com um extremo peso na consciência, talvez a mais destacada entre elas seria a da atual representante do clube — ou presidente — Yuuko Yoshiwaka. A loira trompetista não media esforços para demandar de uma expressão péssima, cabendo aquilo que não fora feito em sua posição abarrotada de responsabilidades e deveres.

— E o que o senhor sugere? — Manifesta-se, ainda que demonstrasse receio na voz. Se sentir errada no cumprimento de suas obrigações era deveras desagradável, e seu interior entendia isso.

— Vocês ainda têm tempo de se organizarem. — Sorri. — Pensem no quanto tempo ainda restou para refletir, expor e aplicar aquilo que lhes falta.

Nada seria mais plausível do que aceitar duramente as palavras do instrutor, as quais carregavam uma dolorosa realidade. Sem mais intervenções ou falta de respeito, Yuuko desfaz sua expressão amarrada e retorna a seu assento lentamente.

— Obrigado por me escutarem. — Por fim, Taki ostenta um gentil sorriso e deixa seu posto.

Assim que deixa o recinto, as conversas paralelas tomam seus lugares novamente, intensas e embaralhadas de forma confusa e não nítida para quem fosse prestar atenção. Nota-se claramente a decepção no rosto de muitos, bem como um sentimento inconfundível de culpa ou até mesmo frustração pela maré de sermões atingir o destroçado castelo de areia da banda.

— Bom, ainda podemos nos recolocar no lugar, como o sensei disse. — Diz Hazuki, trazendo seu instrumento de sopro ao seu colo, demonstrando um bocado de dificuldade. — O dia de hoje pode nos servir de castigo para pensarmos nisso, colocando essa situação num lado positivo. — Sorri forçado.

— Gostaria de saber se todos pensarão como você. — Diz Gotou, observando a algazarra geral da sala.

Difícil era separar a quantidade de falas simultâneas e focar a atenção em apenas um. Entretanto, no senso comum, discussões provenientes de estresse e raiva momentânea eram notáveis por gestos e olhares acusatórios. Do outro lado, um motim de palavras formara-se para cima da presidente do clube, a qual não conteve-se em aceitar as críticas de boca fechada.

— Não se tornou um problema de um ou outro e, sim, algo coletivo. — Suspira Midori, abaixando o olhar com total falta de discernimento em suas pupilas.

Mesmo com todo o falatório rebaixado às brigas e confrontos, o pequeno grupo de amigos presencia a calmaria de Reina em, juntamente com seu trompete, deixar o ambiente.

— Ué, a Kousaka-san vai para casa? — Indaga Shuuichi, um pouco incrédulo com sua tranquila saída.

— Não sei, mas que alguém em especial notou isso, com certeza. — Rika aponta, com o olhar, discretamente à outra direção.

Direção esta que é compreendida sorrateiramente pelos demais, os quais notam o olhar de Kumiko direcionado à mesma porta que a trompetista saíra. Evidente que, através do castanho de suas irises, estampava-se uma mistura de incômodo e ira por algum motivo não aparente.

— Ela está assim desde que chegou, e ainda não tive a chance de descobrir o que tá pegando. — Diz Hazuki, trazendo seu olhar aos demais.

— Devem estar se desentendendo mais uma vez. — Rebate Shuuichi. — E a Kousaka-san fez bem em sair daqui, essa confusão já está dando dor de cabeça!

— Pessoal! Pessoal! — Logo, por mera coincidência à impaciência do trompetista, a presidente se manifesta com autoridade e alto volume na voz. — Acalmem-se, por favor!

Gradativamente, o “auê” se dissipa conforme a atenção é voltada à loira no mesmo lugar do professor.

— Certo. — Respira fundo.

Mesmo com a certeza de que merecia o cargo de presidente do clube de música do Colégio Kitauji, Yuuko Yoshiwaka nunca se perguntara se realmente tinha qualificações e, o mais importante de tudo, responsabilidade para arcar com nobre título. Se nunca o fez, a hora de tomar uma atitude finalmente chegara.

— Conforme o Taki-sensei disse, é notável enxergar o quanto precisamos reerguer o clube de música! — Torna a palavra, objetiva e sem desnivelar o tom. — Eu, assim como vocês, ainda tenho muito a aprender para ser uma presidente que pode atender às exigências de cada membro e fazer o melhor para que o nosso clube seja o maior exemplo possível!

— Ela falou bonito agora, hein?

Diante de seu discurso, podia ouvir alguns sussurros. Difícil não era identificar de onde partiam e como os ouvintes reagiam com a segurança e determinação expostas em sua voz. Tal atitude a faz levantar seu semblante, mesmo que minimamente.

— Mas, eu não posso fazer isso sozinha. É preciso que todos colaborem para que, juntos, possamos garantir o melhor lugar para nossa banda e, assim, ganharmos nosso reconhecimento nacional! — Cerra os punhos. — Eu também gostaria de anunciar que a vaga de vice-presidente será preenchida nesse momento!

Soada a palavra “vice-presidente”, olhares arregalados e lábios calados tomam o auditório improvisado diante de Yuuko. Aparentemente, nenhuma cabeça presente gostaria de, no momento, aceitar um cargo tão honorável e, antigamente, ocupado por uma figura marcante na banda.

— Ninguém gostaria de concorrer ao cargo? — Pergunta, incrédula.

Silêncio. De acordo com o movimento do barco, ninguém ousaria em remá-lo, de qualquer maneira que fosse. Mesmo que tais palavras os incentivavam a trazer mais dedicatória à música, ainda havia uma ponta receosa de dúvida a ser apagada.

— Não seria melhor você escolher alguém para representar ao seu lado, Yoshiwaka-senpai? — Uma caloura levanta a mão, seguida da pergunta.

— Não quero forçar ninguém a nada. Muitos preferem continuar na banda sem a responsabilidade de um cargo como esse. — Responde, com o olhar focado à dona da questão.

— Acho que poderia dar um tempo para todos pensarem. — Diz um veterano na seção da percussão.

— Podíamos organizar uma urna, sabe? — Intervém uma saxofonista. — Os interessados podem colocar seus nomes em um papelzinho e faríamos eleições para nomear um vice.

— É, pode ser. — Retoma a presidente. — A urna ficará aqui mesmo, nessa sala, e os interessados podem colocar seus nomes até o primeiro período de amanhã, tudo bem?

Sem mais, recebe um coro positivo de vozes.

[ ...]

Lá estava Kumiko, ilustrando o corpo de seu eufônio em um corredor distante da sala de música — provavelmente um dos mais esquecidos do colégio. O fazia lenta e pesarosamente. Sua expressão denunciava a má vontade em que trabalhava.

Sabia que não evitaria olhares curiosos e, no pior dos casos, alguém logo a perguntaria se está tudo bem. Contudo, foi o melhor lugar que encontrara até então.

Ainda não tinha uma fixa certeza do porque estava agindo de uma maneira tão hostil e mal-humorada. Só tinha convicção de que Reina era o motivo de seu descompasso emocional e racional.

— “Taki-sensei”, “Taki-sensei”. — Murmura, forjando uma voz diferente da sua. — Ah, me poupe.

— Kumiko-chan? — Não tardou para que sua premonição resultasse na aparição de Hazuki e Midori. O chamado partiu da última.

— Ah, oi. — Responde, sem qualquer animação na voz.

— Por que está aí sozinha? — Indaga Hazuki.

— Estava conversando com meu eufônio. — Ainda que não estivesse para papo, sua ironia presente não se faz oculta.

— Kumiko-chan, nos diga! — Kawashima se aproxima da Oumae e fixa seu olhar na própria. — O que aconteceu com você?

— Quem sabe a gente não pode compartilhar algo para ajudar? — Hazuki tenta a convencer com um sugestivo sorriso.

— Não é nada que vocês precisem se importar. — Diz a eufonista, encarando seu instrumento sem muita ênfase.

— Somos amigas, Kumiko! — Hazuki demonstra autoridade na voz. — É claro que, se você fica com essa cara de tacho, nos importaremos com você!

— A Hazuki-chan está certa! — Diz Midori. — Você estava bem até ontem, Kumiko-chan!

— Sim, eu estava! — Foca seu olhar intoxicado de raiva acumulada nas duas. — Acontece que a Reina me tira do sério, tá legal?! Foi só isso que aconteceu!

— Mas— Katou é interrompida.

— Não precisam se preocupar com isso, tá?! — Eleva a voz gradativamente, causando certo espanto plausível nas demais. — Isso vai passar, eu sei. — Em contrapartida, diminui o tom consideravelmente.

— Se foi algo que a Reina-chan fez, nós — Não obtendo sua chance, a contrabaixista também é interrompida.

— Reina! Reina! Reina!! — Kumiko leva as mãos à altura da cabeça, a ponto de ter um colapso nervoso. — Eu não quero ouvir o nome dela, vocês não entenderam ainda?! Que saco!

Sendo assim, retira-se com seu eufônio sob o braço, da forma mais desajeitada possível. Para sua concepção, no momento, pouco se importava com o tratamento que concedia ao instrumento, era apenas um monte de metal.

Antes que Midori teime em sua insistência de procurar o melhor para a amiga e segui-la, Hazuki a impede, segurando-a em seu ombro. Transpassa um gesto negativo com o rosto, o qual a baixinha entende com relutância em permanecer de braços cruzados.

[ ...]

Entre as vidraças do colégio Kitauji, o contraste alaranjado produzido em seus reflexos, bem como nas paredes dos recintos, denunciava o fim de mais um dia exaustivo e diferenciado para, especialmente, o clube de música.

Na sala de ensaio, agora silenciosa e agradável, Yuuko era a única pessoa que compartilhava tal calmaria aconchegante do recinto. Antes fosse proveito. Organizava alguns papéis com um semblante sério e preocupado.

Ao seu lado, a urna na qual decidiram impor até o amanhecer do próximo dia. Com a ajuda de alguns membros, elaboraram um pequeno cartaz sobre a mesma, expondo o cargo de vice-presidente para ser discutido e eleito conforme as regras preenchidas no papel.

Menos uma tarefa para cumprir, pensamento que perambulava a cabeça da loira.

O que a Haruka-senpai faria em um momento como esse? Indaga a si mesma, soando distante e confusa.

Por mais que Haruka Ogasawara não fosse tão destacada em sua posição perante à antiga vice-presidente, conseguia lidar com o riscado e atendia perfeitamente às suas obrigações diárias como presidente.

Acho que dá tempo de fazer uma visita à ela. Encara além da janela, observando o despedir do Sol.

Falando sozinha? Logo, estremece ao notar a presença de outra voz.

No virar de seu rosto, percebe que tratava-se de Reina.

Kousaka-san? Algum problema? Estranha a presença, visto que era comum vê-la partir acompanhada de Kumiko para casa.

Não. Responde, indiferente. Apenas vim me candidatar à vice-presidência.

O fato da morena inserir o papelzinho com seu nome caligrafado na urna surpreendera Yuuko de uma maneira indescritível. Não era de se esperar outra reação, visto que não havia recebido um voto sequer para estampar uma face mais animadora.

Sério mesmo?! Indaga, um tanto que incrédula.

Sim. Acho importante termos um vice-presidente para debater algumas questões ao lado da presidente. Diz, simples. Até mais, Yuuko-senpai.

A-Até. Ainda fora de si, a menina acena à outra.

Tinha motivos para se sentir estranhamente motivada a seguir as eleições. Mesmo com o passado contraditório que enfrentara ao lado de Reina, especialmente por conta das audições, a considerava uma pessoa de caráter forte e, em suma, que seria perfeito para as atuais condições da banda.

O que não mudaria o fato de considerar o solo de sua antiga senpai, Kaori Nakaseko, muito melhor do que o de Reina, obviamente.

[...]

Ao cair da noite, na residência dos Kousaka, Kumiko chegara há um considerável tempo. Ainda que não demandasse de vontade para conversar com Reina, não tinha outra oportunidade de moradia. Não contatara nenhuma de suas amigas para providenciar um lar temporário, algo que se arrependeu amargamente.

Em todo caso, forjou a melhor das expressões para dirigir à palavra com o senhor e a senhora Kousaka. Não havia porque tratá-los de maneira imprudente e desrespeitosa. Além disso, a dita cuja ainda não havia chegado.

— Onde será que ela está? Questão que rodeava o consciente da eufonista, involuntariamente, por sinal. Pensava mais na pergunta por um lado que pudesse, de alguma forma, levar à resposta ao pior sentido possível.

Não tardou muito para ouvir a porta principal se abrir.

— Cheguei. Adiante, consegue ouvir a voz de Reina.

— Bem-vinda, Reina-chan. Por que se atrasou? Estava começando a ficar preocupada. Por conseguinte, a senhora Kousaka a recebe com um típico ar de mãe.

— Estava resolvendo uns assuntos no colégio, sobre o clube de música.

— Ah sim, sim. A Kumiko-san está lá em cima. O jantar logo ficará pronto.

Droga, cogitou. Mas não podia reclamar, estava no quarto dela e, no máximo, a evitaria como não foi difícil o fazer até o presente momento.

Difícil entre aspas. Uma parte de si, embora seja a menos dominante, se sentia muito mal por ignorá-la de tal maneira. A outra parte, por sinal que desconhecia, batalhava por deixar a situação como está. Contudo, as duas partes se encontravam tremendamente confusas.

Kumiko.

De repente, percebe que Reina estava em sua frente. Com o susto, não pode deixar de arregalar os olhos. Atitude que não dura muito, levando em conta sua atual situação com a menina.

— Precisamos conversar.

Continua ♫ ♪

 


Notas Finais


¹ O "macete da vazão" no qual Mizore infere diz que a pressão imposta (quantidade de ar usada no sopro) sobre a vazão é inversamente proporcional ao tamanho do mesma. Tal macete é utilizado por tocadores de oboé para, digamos, "refinar" um som mais qualificado.

Bom, é isso aí!
Espero que tenham curtido xD

E PRA AVISAR QUE, NO PRÓXIMO CAPÍTULO, FINALMENTE TEREMOS ALGO DECENTE CHAMADO KUMIREI ~o autor vai dar um jeito disso ficar mais... hm... impactante HAUEHAUEHAUEHAUHE

A propósito, também peço desculpas pela demora excessiva em trazer um novo capítulo. Acho que não deu tempo de explicar em todas as Fanfics atuais, mas o motivo único é a faculdade mesmo e-e

Se ainda tiver alguém aqui, considere meu pedido de desculpas xD

Falando nisso, foi meio chato perceber que a categoria, que antes demandava de 3 Fanfics, sobrou apenas essa aqui. Espero que, um dia, o pessoal venha trazer sua imaginação para esse anime e crie histórias da hora e-e

Enfim, por hoje é só!
Até a próxima õ/


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