História Chrono - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Chrono
Exibições 3
Palavras 792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Magia
Avisos: Bissexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pra flávinha ler u.u

Capítulo 1 - Chrono Bullet


Fanfic / Fanfiction Chrono - Capítulo 1 - Chrono Bullet

Chrono                             
                                             – Capitulo Um –

[D.C 2016]

   – Droga, estou atrasado – dizia Chrono a si  mesmo enquanto subia correndo a longa colina que o levava em direção a sua escola.  –  por que sempre sou assim com todo mundo?
Chrono  abre a mochila que esta carregando.
– Miau – disse o gatinho que estava dentro da mochila.
– Ahh, não importa. Eu não podia simplesmente deixar esse gatinho sozinho naquele lugar...
                      –––––––––1 hora atrás––––––––––––––

– Ha ha ha, olha so o que encontramos aqui pessoal  – disse um garoto –  um filhotinho de merda pra gente se divertir.
– Miau – protestou o gatinho que estava em uma caixa de papelão velha.
– Calado gato estúpido – disse o garoto chutando a caixa – hehe, isso é engraçado, não é pessoal?
   Seus colegas permaneceram em silencio, o que foi uma má idéia  pois o garoto lançou-lhes um olhar  assustador que um de seus colegas quase caiu para trás.(ooo)Talvez seja porque o garoto era mais alto que todos eles, ou porque ficaram com medo de apanhar.Ou os dois. De qualquer forma, o mais magro do grupo, sem graça, começou a dar uma risada meio abafada e seus colegas seguiram o exemplo o que pareceu deixar o gordinho um pouco satisfeito.
O gordinho volto-se para o gatinho.
–   Parece que te abandonaram aqui  – disse, pegando o gatinho pelo rabo – podemos te dar um pouco de diversão, que tal?
– Miau – berrou o gatinho, se debatendo para se libertar.
– O que? – disse o gordinho –  Não entendi o que você disse .Ah, é mesmo,  não falo a língua de ratos sujos.
   O gordinho riu e olhou para os seus colegas, que sem pensar duas vezes, começaram a rir também.
– Ei, vocês – disse o gordinho para o seus colegas – queimem esse lixo de casa mal-feita. Comeremos gato assado hoje.
Ninguém se moveu.
– Vocês não me ouviram? – perguntou o gordinho fechando a cara – Andem logo, destruam esse lixo.
O garoto mais baixo do grupo deu um passo para trás.
– Billy, você não acha que esta passando um pouco dos limites?
Billy olhou-o furioso.
– Você esta me questionando?!
O garoto se encolheu arrependido do que disse.
– Não cara, me desculpe, eu disse sem pensar... eu... eu... me desculpe!
Billy se aproximou do garoto que tinha se ajoelhado perante ele.
– Abaixe a cabeça.
O garoto obedeceu.
– EU sei quando estou passando dos limites – disse Billy, pisando na cabeça menino – e eu nunca passo dos limites. Agora vá, e queime aquela droga de lixo!
   O garoto levantou em um salto, pegando um isqueiro que guardava em seu bolso e foi em direção a caixa de papelão. Ele olhou para seus colegas que desviavam o olhar.
Billy se aproximou chutando a bunda do menino.
– O que esta esperando? Queime logo.
    O garoto não teve escolha. Acendeu o isqueiro e começou a queimar o papelão que em poucos minutos já estava todo em chamas.
    Billy se divertia dando risada enquanto a casinha de papelão ardia em chamas na sua frente. O gatinho se debatia tentando se libertar, mas Billy  segurava com mais força a sua calda.
Billy se aproximou do fogo.
– Hoje acabarei com o seu sofrim... – ele é interrompido por uma pedra que surgiu de repente acertando sua mão em cheio fazendo-o soltar o gatinho que segurava. A pedra bateu com tanta força que a mão de Billy começou a sangrar na mesma hora, mas o que assustou seus colegas não fora isso.
    A expressão de calma e ódio no rosto de Billy  fez com que todos os seus colegas tremessem de medo. Billy por um momento analisou cada um deles com um olhar profundo que quase fez com que o mais magro do grupo começasse a chorar.
Billy deu um sorriso malicioso.
– Apareça  – ordenou Billy.
Seus colegas não entenderam o que ele quis dizer com aquilo.Talvez o sangue que escorria pela sua mão tenha o feito ficar doido fazendo com que começasse a conversar sozinho. Seja como for, ninguém respondeu.
Billy abriu os braços como se quisesse abraçar o vento.
– O que foi? Esta com me... – foi interrompido novamente por uma pedra, mas dessa vez não o acertou, seus reflexos foram mais rápidos  fazendo-o segurar a pedra que ia lhe acertar por trás. Billy apertou a pedra com tanta força que quando ele abriu a mão a única coisa que restava era poeira.
Billy riu.
– Você acha que o funcionara o mesmo truque duas vezes?
– Talvez. Não custa tentar – disse um garoto que estava do lado de uma arvore próximo a eles.
– Então era ai que vocês estava escondido.
– Eu não estava escondido, estive aqui o tempo todo.
Billy deu um passo para trás.
“Impossível. Eu não percebi a presença dele logo ali?” pensou Billy.
– Agora indo direto ao assunto – disse o garoto, com uma expressão de raiva no rosto – o que pensam que estão fazendo seus imbecis!?

 



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