História Chuva - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama
Visualizações 19
Palavras 1.649
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Suspense, Yaoi
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Opa! Vortei! heheh!
Achei ruim deixar vocês sem nada esse tempo todo, então tirei a tarde de hoje para fazer uma história para vocês!
É bem bad! Mas dá uma ideia legal para vocês!
Tenho mais projetos, então AGUARDEM!!

Bjs Cherrys! (E boa leitura :3)

OBSERVAÇÃO!
Essa história é FICTÍCIAAA! Eu criei! Mas isso acontece de verdade! Mas é história NÃO É REAL! É isso!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Chuva - Capítulo 1 - Capítulo Único

“Cai a chuva em noite fria,

Inunda o mundo lágrimas ao vento,

Apaga a chama da minha alegria,

Alaga o rio do meu sofrimento.”

 

(Marco Antonio Alvarenga)

-x-

Sou uma jovem, de apenas dezessete anos. Tive uma mãe viciada em drogas, e um pai alcoólatra. Os dois morreram cedo por terem seguido este caminho errado. Perdi meus pais nova demais, e tive que passar um ano de minha vida me virando na rua para sobreviver, uma criança de apenas sete anos de idade, carregando latinhas para sobreviver. Até uma certa tarde ensolarada, eu passeava cansada pela calçada, com os pés descalço e machucados, roupas rasgadas e sujas e o rosto cansado e coberto de sujeira. Sonolenta, não havia visto a pessoa a minha frente, com medo do que podia acontecer, pedi um milhão de desculpas para a pessoa, me afastando aos poucos com medo de levar um surra...Mas eu fui surpreendida por um afago nos meus cabelos mal-tratados. No mesmo instante que houve tal ato, arregalei os olhos e meus olhos lacrimejaram...Minha mãe fazia isso comigo antes de dormir.

Flashback*

Estava eu e minha mãezinha no parquinho. Ela estava tirando fotinhas de mim brincando com os amiguinhos, eles são tão legais comigo, brincam de pique-pega, de comidinha, gosto muito deles. Mamãe estava sorrindo para mim, estava feliz, uma vez me disse que adorava ver meus dentinhos, diz que eles são a coisa mais linda que já viu na vida, por isso ama tanto quando me ver sorrir.

Mamãe me carregava no colo até nossa casinha, ela era pequenina como a casinha da vovó da chapeuzinho vermelho, gosto dela por ser bonita e cheirosa, vou morar aqui quando eu crescer. Abracei o pescoço da minha mamãe e sorri, fechando os olhinhos...Mamãe tem cheirinho de terra molhada. Eu amo esse cheirinho, ele me deixa calma, e sempre quando chove, mamãe faz chocolate quente pra mim, é muito gostoso.

-Filhinha...Mamãe vai ficar aqui até você dormir, ta bom?-Depois de ter tomado um banhozinho e colocado meu pijaminha de ursinho, mamãe me colocou na caminha quentinha e ficou comigo até dormir, mas o que eu gostava muita...Quando ela mexia nos meus cabelos, fazendo um carinho gostoso que só ela sabe fazer.

Flashback Off*

Depois de ter essa pequena lembrança de minha mãe antes de se entregar as drogas, não havia percebido que a pessoa que havia esbarrado estava me abraçando. Arregalei os olhos e tentei me soltar...Só que desisti depois de ouvir certas palavras.

-Não precisa ter medo...Vou cuidar de você...-Escutei a voz do individuo. Ela me proporcionava conforto. A pessoa me pegou no colo, sem se importar com a minha pessoa suja e com o cheiro nada agradável, e começou a caminhar comigo nos braços. Eu era pequena, estava sozinha, queria alguém para cuidar de mim outra vez...Então deixei aquela pessoa me levar para onde quisesse. Como as crianças nunca pensam no que fazem, o que eu menos esperava...Era ser levada para um lugar inadequado para a minha idade.

 

A tal pessoa, que pude ver que era um homem, me colocou no chão, pegou na minha mão e entrou em um lugar com umas luzes brilhantes por fora e com uma música muito alta lá dentro. Como eu já era um pouquinho esperta naquela época, comecei a estranhar o fato daquele lugar ser no meio de um lugar deserto, bem afastado da cidade. Quando coloquei o pé dentro daquele lugar, meus olhinhos chegaram a pular da casinha. As cenas de crianças usando roupas nada decentes, pedaços de pano miúdos, caras velhos alisando o corpo delas, num canto tinha um homem forçando a pobre garotinha a transar com ele...Ela berrava tanto que até hoje me lembro dos seus gritos. Meu coração disparou. Como toda criança iludida, como eu, pensa como se o mundo fosse feito só de pessoas lindas e boazinhas, mas eu comecei a saber como o mundo realmente é, desde o dia que fui levada naquele lugar.

Se passaram oito semanas naquele lugar, o mesmo moço que me levou até lá, era o mesmo que me forçava a ir dançar para aqueles velhos para encher seu bolso de grana. Eu me sentia suja, todos os dias quando aquilo acabava eu corria para o banheiro, e quase rasgava a minha pele de tanto esfregar a mesma com a esponja. Nunca fui a mesma desde do dia que pisei naquele lugar, todos que “trabalham” ali me odeiam, achavam que eu era a favorita do dono na boate, só porque eu morava com ele...Mal sabiam que eu era apenas um petisco para ele quando sentia vontade de penetrar alguma coisa. Todas as noites, depois que voltávamos da boate, ele me forçava para ir transar com ele, já cheguei a lhe dar um tapa no rosto, só que não foi boa idéia...Por ter feito tal ato, ganhei uma semana no cargo de prostituta. No meu primeiro dia, eu estava uma pilha de nervos, os caras quase me comiam só com o olhar, em nenhum momento veio algum cara relar em mim...Mas quando veio, eu não sabia o que fazer. O individuo passava a mão em mim, cochichando coisa obscenas no meu ouvido. Eu não mexia um músculo, paralisei mais ainda quando quase ameaçou colocar a mão no meu seio...Mas um certo cara não deixou. Um jovem garoto, que parecia ter seus dezessete anos, me defendeu. Quando eu percebi estava uma briga danada dentro daquela boate, aproveitei a oportunidade e fugi. Corri por aquela cidade deserta como nunca fiz antes, meus pés estavam se ferindo aos poucos, pôs nem pensei em colocar um calçado antes de sair correndo. Até de repente um caco de vidro entrar no meu pé, aquilo foi o fim do mundo para mim. Sentei no chão do beco onde parei, berrando de dor. O caco de vidro era grande e acabou atravessando meu pé. Estava desesperada, queria voltar a correr antes que o canalha me encontra-se ali. Me encolhi ali no canto e fiquei, esperando uma ajuda divina.

Então escutei uma voz...

-Você está bem?-Ouvi aquela voz bem pertinho de mim. Tomei coragem de levantar a cabeça e olhar quem é o meu “herói”. Seu rosto era angelical, estava suado, provavelmente por ter brigado na boate ou por ter corrido até aqui. Estava com um feição bem preocupada.

-E-Eu não consigo andar...-Tentei avisar com a voz trêmula de tanto chorar. Mexi meu pé com todo cuidado do mundo, gemendo um pouco de dor. Observei ele, ficou desesperado de repente. Me pegou no colo, e andou depressa até um carro enfrente o beco em que eu estava. Me colocou com cuidado no banco de trás, e foi dirigir. Enquanto ele dirigia, eu pensava com meus botõeszinhos de criança ingênua: Será que ele é meu herói?.

Depois de ter sido dopada para cuidarem do meu pé, eu acordei depois de algumas horas. Sentia meu corpo leve, abri meus olhos bem lentamente, curiosa para saber onde estava. Pude perceber que estava em um hospital. Olhei para baixo e tomei um leve susto surpresa...O cara que havia me salvado estava lá, debruçado na minha cama, enquanto dormia. Fiquei um tempão o observando, decorando cada detalhe de seu rosto. Seria meio clichê dizer que me apaixonei só de observar seu rosto por segundos...Mas não passa de pura verdade.

                                              -x-

Depois da minha saída do hospital, eu fui levada para casa do Israel, esse é o nome do garoto que me salvou. Sua família me acolheu muito bem, fui cuidada como uma criança deveria ser cuidada. Me deram um banho digno, roupas novas, e um quarto cheio de brinquedos. Eu era uma criança que não ficava triste pelos cantos por qualquer coisa, antes desses acontecidos. Desde aí foi bem difícil me fazer sorrir e me sentir a vontade, Israel me explicou por que chegou lá na boate de repente, disse que um amigo seu havia lhe chamado ir em um lugar, mas não sabia que era um boate onde prostituiam crianças menores de idade. Já que seu amigo lhe deu o endereço resolveu ir ver que lugar era esse, quando descobriu realmente qual lugar era esse, tomou horror do, agora ex, amigo, e quando me viu sendo abusada por um velhote, foi me defender, e ainda me disse para eu não me preocupar com as outras crianças que estavam lá porque o meso havia chamado a polícia no mesmo instante que pôs os pés naquele lugar. Fiquei sabendo pela notícia na televisão, que o canalha que me sequestrou foi preso...E até hoje não saiu, tomará que morra naquela cadeia. Bom, aquela minha paixonite evoluiu até meus onze anos, mas depois que minha maturidade veio á tona, percebi que essa paixonite era bobagem, que não passava de uma paixão entre “irmãos”.

Voltando para o presente. Agora tenho uma vida completamente diferente de quando era mais nova. Depois de ter passado por um milhão de psicólogos, consegui segui minha vida como uma criança normal, voltei a estudar e socializar com o mundo. Por eu ter tido essa infância difícil, eu era uma criança diferente das outras, ninguém sabia, e até hoje não sabe da minha história, só uma amiga minha, a Marion. Ela foi minha primeira e única até hoje na escola, estamos fazendo o último ano juntas esse ano e futuramente pretendemos morar juntas, quero ajudar ela a pagar as despesas da casa, ela me ajudou tanto, está na hora de retribuir. Ela é carinhosa comigo, e me compreende melhor que ninguém.

Estou escrevendo este depoimento apenas para deixar algumas coisas claras aqui, eu apenas dei sorte por ter recebido um anojo na minha vida, mas tem pessoas que sofrem, e se não receberem ajuda, podem passar por dificuldade precárias a vida inteira. Então se ver alguém na rua, com dificuldades, e puder ajudar de alguma forma...Apenas vá lá e ajude!. Desta forma poderá está salvando uma vida.

 

“O mundo precisa de gente que se preocupe com o próximo”.

 


Notas Finais


Muito Bad né?
Desculpa, é que deixei meu sorvete cair no chão hoje mais cedo e to meio chatiada kkk!
Espero que tenha servido para alguma coisa!
BEIJOOS!


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