História Ciano-electric - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Gorillaz
Personagens 2-D, Del Tha Ghost Rapper, Murdoc Niccals, Noodle, Russel Hobbs
Tags Amor, Drama, Gorillaz, Hannibal, Musica, Noodle, Romance, Stuart
Exibições 79
Palavras 2.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Já voltei!!!!!! Tomara que gostem do capítulo, amores... Eu gostei <3
Boa leitura procês s2

Capítulo 16 - XVI. Ciano-electric


Fanfic / Fanfiction Ciano-electric - Capítulo 16 - XVI. Ciano-electric

[Stuart's POV]

Olhei para o relógio, já eram quase sete e meia da noite quando eu finalmente saía daquela porra daquela loja. Hoje teve muito movimento, por alguma razão louca. E com a fama da banda, eu só podia trabalhar nos fundos da loja, no estoque, porque se ficasse no balcão ou como vendedor, provavelmente atrapalharia a dinâmica das vendas. O que era uma merda, já que o que eu mais gostava de fazer era mostrar e tocar os instrumentos, para que o cliente escolhesse o que ele mais gostasse.

Não que eu estivesse com pressa para chegar em casa, já que aquele imbecil estaria secando a minha japonesa a cada passo que ela desse. Sério, faltava pouco para não fincar um dos meus punhos na cara dele.

Saí pelos fundos e subi na bicicleta, sentindo a usual brisa londrina. Em poucos minutos já estava em casa, não era tão longe.

Comi qualquer coisa na cozinha, tomei um banho quente e demorado, e subi para o meu quarto de imediato. A última coisa que eu queria era ver Hannibal, depois de um dia longo de trabalho. Acendi o abajur em cima do criado mudo, e me joguei na cama, de barriga para cima, com os braços apoiando minha cabeça.

Meus olhos começaram a se fechar com o cansaço, e, quando estava a ponto de dormir, ouvi a porta do quarto ranger um pouco e depois se fechar novamente. Com certa dificuldade, apoiei meu corpo com os cotovelos e esfreguei um dos olhos para que pudesse ver com mais clareza.

– Noodle? O que está fazendo aqui? – consegui dizer ainda com a voz meio arrastada – Achei que já estivesse dormindo.

E ela não respondeu, apenas continuou a me encarar misteriosamente, com as costas imprensadas contra a parede. Apenas um lado do seu rosto era totalmente visível, já que o abajur estava ao seu lado direito. A japonesa, então, desfez o coque de seu cabelo, trazendo os fios para trás com as mãos, ainda me encarando de um jeito suspeito, quase que malicioso. Seu olhar vinha de cima, possuía um ar de superioridade, de mistério.

– Japa? – perguntei mais uma vez, tentando obter respostas. Sem nenhum sucesso.

– Shhhhhh – ela sussurou.

Suas mãos percorreram lentamente a gola de seu robe só parando quando chegaram ao primeiro dos botões. Então, Noodle começou a abri-los, um por um, até que tirasse delicadamente toda a peça de seda clara de seu corpo, deixando-a cair no chão. Engoli em seco. A japonesa, agora, trajava somente uma camisola de tecido quase que transparente, deixando àmostra uma de suas aréolas (a que estava iluminada pela pouca luz que o cômodo fornecia) e uma parte de sua calcinha por detrás do pano. Me vi hipnotizado por ela, como nunca antes. A moça, então, veio caminhando lentamente até a beira da minha cama, ainda me olhando como se nada fosse mais importante do que aquele momento. E eu não pude fazer outra coisa a não ser correponder, já que eu sentia da mesma maneira.

Agora, com a sua silhueta mais próxima da luz, pude enxergar os detalhes de seu corpo. Seus seios delicados eram de uma beleza quase que intocável, seus mamilos rosados se mostravam eriçados. Sua cintura, muito fina, ficava ainda mais delineada com a fita da camisola. Possuía algumas poucas sardas pelo corpo, me deixando com uma imensa vontade de beijar cada uma delas. Noodle apoiou as duas mãos em cima da cama, juntando um pouco os seios, e já pude sentir umas pontadas em meu membro. Engatinhou devagar, até ficar sobre mim. Não consegui desviar meus olhos nenhum momento sequer. Ela era tão chamativa, tão deliciosa, tão hipnotizante. Me encurralando, pôs um braço de cada lado do meu corpo, juntamente com suas pernas. Meu corpo se enrijeceu ao senti-la sarrar de leve em mim, e arfei pesarosamente, com dificuldade em me manter são. Tudo que eu queria era me livrar daqueles panos que me impediam de senti-la por completo, seu corpo quente grudado ao meu. Levei uma das minhas mãos ao seu rosto, que me observava de cima, tirando uma mecha de cabelo do meu campo de visão. Depois, acariciei sua bochecha com o dedão e pude vê-la sorrir pacificamente.

Ela levou, então, minha mão até seus lábios, colocando meu indicador e meu dedo médio em sua boca. Sugou-os devagar, enquanto me olhava maliciosamente. Passou delicadamente a língua por eles, fazendo-me soltar o ar com certa dificuldade. Quando parou de investir, voltou a atenção para minha boca. Pressionou a língua em meu lábio inferior, sorrindo com audácia.

– E se o Hannibal nos ver aqui? – sussurrei entre dentes, tentando manter um tom firme.

– Ele foi embora hoje a tarde – ela respondeu com uma voz deliciosa – e mesmo se não tivesse ido... Eu estou pouco me fudendo pra ele agora – seu sorriso se intensificou, me fazendo correspondê-lo. Era realmente maravilhoso escutar aquilo.

Levei minhas mãos até seus quadris e os apertei com vontade, fazendo-a soltar uma risadinha. Com urgência, ela selou nossas bocas. Sua língua era quente e habilidosa, acariciando a minha com voracidade, volta e meia dando pausas, para podermos respirar. Sorrimos várias vezes durante aquele beijo descarado, já que ambos esperaram muito tempo para concretizá-lo. As bocas se moviam da mesma forma, com mais ou menos intensidade, dependendo do momento. Minhas mãos exploravam sua nuca, puxavam de leve seus cabelos, amassavam sua roupa, apertavam suas coxas e bunda, acariciavam sua cintura... Eu tentava de mil jeitos memorizar cada parte de seu corpo, dando prazer a ela.

Depois de um tempo, ela começou a rebolar em cima do meu membro, me fazendo gemer rouco. Noodle sabia que estava me enlouquecendo, me fazendo sofrer. A japonesa se divertia com aquilo. Ela colou sua testa a minha, estreitando o olhar enquanto sorria de forma safada. Ela acelerava e diminuia o ritmo, só para aumentar meu sofrimento. Eu distribuía beijos por seu colo e pescoço, de forma improvisada e sedenta, enquanto enrolada seus fios de cabelo em meus dedos e os puxava para trás. Ela chupava meu lóbulo, me excitando de uma maneira inexplicável.

– Hoje eu me toquei enquanto pensava em você – ela sussurrou deliciosamente, enquanto lambia minha orelha.

– Ah é, é? – disse sentindo minhas pernas fracas, sorrindo de prazer. Imaginei a cena de vários jeitos, e fui a loucura.

Segui até seu pescoço novamente, chupando-o com vontade, até que ouvi um gemido dela, me incentivando ainda mais a continuar, enquanto puxava meus cabelos. Parei de sugá-la, depositando um beijo demorado na vermelhidão.

– Isso aqui é pra todo mundo ver que você é minha – sussurrei em seu ouvido e apertei sua nádega com força, enquanto ela ainda sarrava em meu membro. Ela soltou outro gemido delicioso, só que mais alto desta vez. Me senti inteiramente feliz, mas ainda não estava satisfeito. Era a minha vez de fazâ-la sofrer.

Com um movimento rápido, e sem parar de beijá-la, me coloquei por cima dela. Depositei um beijo em cada um de seus seios, e segui até a barra de sua camisola, retirando-a rapidamente e a jogando em qualquer canto do quarto. Logo depois, retirei sua calcinha, também jogando-a pelo chão do cômodo. Parei por um momento para observá-la, pela primeira vez, sem nenhum tecido atrapalhando minha visão. Seus seios pequenos e arredondados eram tão chamativos... Seus mamilos estavam rígidos, e sua pele da barriga e braços estava arrepiada. Queria me deliciar em seu corpo, explorar cada pedacinho dele. Ela era tão linda. A mais linda que já tinha visto. Percebi que ela corou por um momento. Desviando o rosto do meu, ela encarou o abajur e mordicou a ponta de seu indicador.

– Ei – a chamei, virando delicadamente seu rosto para o meu com uma das mãos – Não se acanhe. Não tem porquê – sorri, sinceramente – Você é a mais linda.

Ainda com vergonha, ela levou uma das mãos ao rosto, rindo baixinho. Dei um selinho nela, logo depois formando uma trilha de beijos demorados pelo seu corpo macio e quente. Cada vez que minha língua tocava em uma parte de sua pele, sentia seu corpo se contorcer um pouco embaixo de mim, me levando a um estado irracional de excitação. Fui da barriga até seus pés lentamente, sugando seu dedão por um breve momento. Depois, retornei a sua coxa, sentindo suas unhas encravadas em meus cabelos. Alternei os beijos entre uma perna e outra, ainda não a beijando onde ela desejava. Enquanto a beijava, mantinha meus olhos conectados aos dela, que de vez em quando se retorciam de prazer.

– Anda, você sabe que eu quero – ela disse com a respiração entrecortada, meio rouca, e senti mais uma pontada em meu membro – Esse joguinho tá me matando, Stu.

– Seu desejo é uma ordem – sorri abertamente, logo levando minha boca aos grandes lábios, ora passando minha língua por eles, ora os chupando. Seus gemidos se intensificavam cada vez mais. Com meus dedos, afastei os lábios do clitóris, e a masturbei bem devagar, curtindo cada resposta que ela me dava.

– Porra – a ouvi dizer baixinho, enquanto segurava o lençol com uma das mãos – Mais rápido, por favor.

Comecei a investir mais e mais com os dedos, logo depois, escorregando dois deles para a sua cavidade, sentindo suas paredes apertadas, enquanto a olhava sem nunca se cansar de suas feições maravilhosas e das diferentes expressões que fazia. Seus gemidos e palavras desconexas eram como choques para mim, me impulsionavam a satisfazê-la cada vez mais. Com uma das mãos, puxei sua perna para mim, trazendo-a mais para perto. Com a outra, apertei um de seus seios, sem nunca parar de encará-la. Voltei meus lábios para seu clitóris, brincando com a minha língua pelo local, rindo por dentro do seu sofrimento. Ela rebolava, enquanto eu sugava seu pequeno botãozinho. Cada vez mais rápido, investi, até que ela relaxasse por completo, ainda se contorcendo de prazer.

Escalei a cama novamente e beijei seus lábios de forma mais delicada desta vez, mas ainda apaixonada. Ficamos um tempo brincando com nossas línguas, até que Noodle apertou minha ereção por cima da boxer, e não pude deixar de emitir um som rouco. Sem partir o beijo, ela brincava com o elástico da peça, dando a entender que queria retirá-la.

– Você por baixo de novo – ela sorriu maliciosamente, enquanto empurrava meu peito, fazendo-me cair em seu lado.

A japonesa continuava a me beijar e a acariciar meu membro. Ela sugava meu lábio e sorria quase sempre. Partindo o beijo, ela me olhou de uma forma provocativa. Depois de um breve momento, ela tirou a peça, mordendo sua boca. Eu já estava totalmente ereto, antes mesmo dela me tocar propriamente. Ela era muito gostosa. Impossível manter uma certa classe.

Bem devargar, ela molhou os dedos com a própria saliva e acariciou de leve minha glande, e eu arfei, descompensado. Suas mãos subiam e desciam, me provocando arrepios e sensações indescritíveis. Noodle alternava a velocidade com que me masturbava, vendo minha aflição crescer e achando graça, como sempre, do meu sofrimento. Franzi o cenho, tentando não enlouquecer vendo-a nua em minha frente, enquanto me tocava. Logo, ela levou seus lábios ao meu membro, depositando um beijo no topo. Passava sua língua habilidosa até a base, e retornava a glande. Depois, ela o colocou dentro de sua boca, subindo e descendo, e eu não podia conter alguns gemidos. Porra, que mulher era aquela! Com a ajuda das mãos, ela continuava a me masturbar e a me chupar, enquanto eu perdia o resto da minha sanidade. Quando ela terminou, eu a puxei pelo braços e a trouxe para mim. Encostei-me na cabeceira da cama e Noodle se sentou em meu colo. Seguimos por mais um tempo nesse jogo de tortura provocante e vontade já não mais contida em controlar o sexo, o ritmo, o tesão e o sentimento até percebermos que é burrice achar que a essa altura, ainda tínhamos qualquer controle sobre nossos corpos. Sem avisar, a penetrei, fazendo-a soltar um gemido alto, enquanto abraçava meu pescoço. Comecei a dar investidas, enquanto nos beijávamos ardentemente. Já não sabia onde colocar minhas mãos, a cada vez que eu sentia suas paredes úmidas e apertadas, me sentia mais perdido e louco. Até nos beijar pareceu difícil naquele momento. Ela começou a cavalgar sobre mim, jogando a cabeça para trás e se apoiando com as duas mãos em minhas coxas.

Apertei sua cintura com força e suguei seus seios vorazmente, sem me preocupar, por um momento, se estava sendo bruto. A queria perto de mim, cada vez mais, até que nossos corpos se fundissem em um só. Suas unhas agora arranhavam minhas costas, enquanto a velocidade ia aumentando.

– Isso, me fode gostoso, ahh – ela conseguiu dizer entre várias palavras desconexas que os dois proferiam. Repousei minhas mãos em seu rosto, colando nossas testas. Já podia sentir uma fina camada de suor entre nossos corpos. Quando estava finalmente chegando ao ápice, apertei suas nádegas.

– Eu vou gozar – disse com a respiração falha, enquanto ela saía do meu colo. Com as mãos, ela agilizou o processo, fazendo jorrar o líquido branco. Depois, ela se aninhou novamente ao meu peito, beijando-me com vontade, enquanto acariciava meu maxilar.

Quando conseguimos, por fim, retormar o ritmo normal das nossas respirações, Noodle encostou a cabeça em meu peito, enquanto eu acariciava suas costas. Aquele momento foi, no mínimo, mágico. Tive certeza, pela primeira vez na vida, que ali era o meu lugar.

– Isso foi muito bom – ela disse risonha, ainda com a cabeça em meu peito – Precisamos repetir mais vezes.

– Estou de acordo – sorri para mim mesmo.

– Que bom – ela riu baixinho, passando os dedinhos pelo meu braço.

Ficamos um bom tempo naquela posição, abraçados, sentindo a respiração e os batimentos cardíacos um do outro. Depois de um longo tempo, nos deitamos na cama, debaixo dos lençóis. Sua respiração leve batia em meu rosto e eu não pude deixar de beijar a ponta de seu nariz, fazendo-a enrugar de leve a pele, fazendo uma carinha infantil, porém linda. A abracei pela cintura, enquanto trocávamos olhares apaixonados.

– Eu acho que te amo – eu disse com rouquidão, finalmente, fazendo-a olhar para mim com os olhos verdes escuros brilhantes e cheios de vida – Eu não acho. Eu tenho certeza que te amo.

Noodle sorriu de uma forma que nunca tinha presenciado antes. Sorriu verdadeiramente, fazendo com que meu coração se derretesse. Era como se fossemos só nós dois ali. Nada mais importava.

– Eu também te amo. E eu também tenho certeza – vi seus olhos se encherem d'água, até que uma lágrima escapuliu, fazendo-a fechar os outros. Beijei o local em sua bochecha, onde a pequena gota escorria, secando-a. Ríamos e chorávamos feito crianças. Sim, eu sou um cara bem sentimental. Ainda mais se tratando dela.

Ainda mais se tratando da minha japonesa.

Adomercemos ali, juntos, como da outra vez. Só que agora, eu já não me sentia sozinho... Ela me amava. Amava. Era um alívio gostoso saber disso.


Notas Finais


FINALMENTE NÉ HAHAHAH DEPOIS DE 16 CAPÍTULOS, ROLOU, SRAS E SRES!!!
Espero que tenham gostadooooo! Obrigada pelo apoio de sempre <3
Reação de vcs após o tão esperado hot kkkkkk:
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