Hist√≥ria Vicious cycle - Um amor para Derek Hale ūüćÉ - Cap√≠tulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Chris Argent, Cora Hale, Danny Mahealani, Derek Hale, Isaac Lahey, Kate Argent, Kira Yukimura, Lydia Martin, Malia Tate, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Stiles Stilinski
Tags Drama, Romance
Exibi√ß√Ķes 68
Palavras 3.128
Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
G√™neros: Colegial, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Amores não resolvidos, são como fantasmas


P.O.V Derek

- Scott, você tem certeza disso?- Pergunto pela terceira vez.

- Tenho cara, era ele.

- Mas deram ele como morto. Nós vimos o corpo.- Digo elevando a voz.

Sabia que Scott não tinha culpa de nada, era apenas o mensageiro, mas o que ele estava dizendo tinha um significado maior.

- Eu sei disso. E também vimos mordidas em seu corpo. Eu sei que é difícil acreditar, mas é a verdade.

Solto um rosnado e esmurro a primeira coisa que vejo.
O jipe de Stiles.

- Meu carro.- Ele choraminga, mas se cala quando eu o olho, ele recua e levanta as duas mãos.

Encosto a cabeça no vidro do jipe.
A situação não poderia ficar mais fodida.

- Derek, nós temos que fazer alguma coisa.- Scott diz.

- E você acha que eu não sei?- Grito e respiro fundo tentando me acalmar.- Agora mais do que nunca precisamos encontrar ela, antes que ela forme uma alcatéia.

Uma alfa.
Kate havia virado uma alfa.
O pensamento girava em minha mente, mas sem que eu conseguisse acreditar.

- Você acha que ela o transformou de propósito?- Stiles pergunta.- Porque o corpo estava bem acabado.

- Não importa. Se foi ou não. Ela é uma maquina mortífera de qualquer maneira. E com uma alcatéia ficará mais forte, mais rápida e mais selvagem.- Digo entredentes.

- Mas como vamos encontra-lá cara? Eu quase fui pego por um dos caçadores dos Argent enquanto perseguia o Ryan.- Diz Scott tocando seu ombro direito, onde a flecha estava alojada a poucos minutos.- E parecia que a intenção dele era fazer com que eu fosse pego. Controlado demais para alguém que acabou de se transformar.- Continua.

- Kate deve ter encontrado ele, deve ter ensinado ele a si controlar. O que significa que ela sabe se controlar e que o atacou porque quis. Mas com qual propósito o faria daquela maneira?- Pergunto mais pra mim mesmo do que para os dois garotos a minha frente.- Ela está planejando alguma coisa, tá na cara que sim. E ela quer tirar você da jogada se mandou seu beta atrair você.

Mas o quê?
O que Kate queria?
Alfa.
Uma alfa.
Suspiro exasperado.

- Vocês deviam ir pra casa.- Digo por fim.

Minha vontade era de sair procurando Kate por cada buraco da cidade, mas sabia, mesmo que não gostasse, que estava em desvantagem.
Não iriamos conseguir nada aquela noite.
Scott parecia entender isso também.

- Amanhã vamos continuar as buscas.- Diz.

Balanço a cabeça.

- Tem muitos caçadores por aí e eles não estão de brincadeiras. Sair atrás dela sem um plano é exatamente o que ela quer. Vamos ser cautelosos. Pensar antes de agir. Kate tem um propósito. Uma hora outra ela dará as caras.

Esperar era tudo que eu menos queria.
Scott assente e entra no jipe junto com Stiles.
Observo os dois irem embora e só então entro no carro.

No caminho para o loft não paro de pensar sobre a situação.
Tinha que bolar um plano.
Mas para isso, teria que saber quais as intenções de Kate.
Aperto o volante com força.
Eu queria ter uma vida normal ou pelo menos uma folga.
Minha vida inteira se resume em sair de armadilhas só para cair em outra.
Paro o carro no estacionamento e saio.
Pego meu celular, penso em ligar para Maia.
Não achava justo o jeito como a tinha deixado, queria conversar mais com ela, não queria que achasse que eu estava me aproveitando.
Fecho os olhos e lembro do jeito que ficamos.
Eu cheguei muito perto de perder o controle ali, sua pele macia, seu cheiro, seu corpo, me levavam até meu limite, se Scott não tivesse me ligado, eu a teria ali mesmo. Parando pra pensar agora, foi melhor mesmo que ele tenha ligado.
Eu não queria que as coisas fossem assim, apesar de desejá-la desde a primeira vez em que a vi.
Maia não era como as outras, ela merecia mais.
Entro no loft e imediatamente sinto que algo está diferente.

- Saudades?

Sorrio e olho para escada, onde Cora está sentada.

- Nem um pouco.- Respondo andando em sua direção.

Ela desce a escada e pula em meus braços, a abraço forte.

- Tô vendo. Nem um pouco mesmo.- Diz ela rindo.- Derek, você vai me sufocar desse jeito.

- Você supera.- Brinco, mas a solto mesmo assim.

Cora me analisa da cabeça aos pés e eu faço o mesmo com ela.
Estava mais crescida.
Mais mulher.
E apesar de um traço de tristeza em seu olhar, estava linda.

- Tem algo diferente em você.- Ela diz.

- Deixei a barba crescer?- Pergunto arqueando a sobrancelha.

- Não, não é nada na aparência.- Responde franzindo a sobrancelha.

Dou de ombros e vou até a cozinha.

- Cadê o Isaac?- Pergunto tentando desviar o assunto.
Não gostava que me analisassem.

- Ficou mais uns dias na França, pediu um tempo pra ele.- Responde fazendo um bico, seu tom era melancólico.

Então esse era o motivo do olhar tristonho.
Depois da morte de Alisson, Isaac e Cora se aproximaram e firmaram um relacionamento.
Eu era contra no inicio, mas no fundo sabia que Isaac era um garoto legal, Cora estaria bem com ele. Se não fosse é claro, o luto pela perda de seu primeiro amor.

- Você está bem?- Pergunto enquanto abro uma cerveja.

Ela balança a cabeça.

- Estou, eu sempre soube onde estava me mentendo.- Responde desviando os olhos. Eu nem precisava ouvir seu coração para saber que estava mentindo.- Mas e como vão as coisas por aqui? Finalmente desistiu de procurar pela Kate?- Pergunta se sentando no sofá

Dou uma risada e vou até o sofá, sentando ao lado dela.

- Preciso atualizar você.- Digo e dou um gole na cerveja antes de contar tudo a ela.
Tirando a parte em que eu estava envolvido com uma Argent.
De novo.

Quando terminei de contar Cora já havia tomado duas cervejas.
O que me incomodou um pouco.
Nós não somos o que pode-se dizer irmãos mais que unidos, mas ela era a única que me restara, e eu tinha o instinto de proteção que todo irmão tem.

- A parte boa é que você sabe que ela está perto. A parte ruim é que você não faz ideia do que ela quer. Precisamos dá um jeito nisso.- Diz dando um longo gole na bebida.

Não conseguindo mais me controlar puxo a cerveja de sua mão.
Ela rir.

- Estava me perguntando até onde você iria aguentar.

Reviro os olhos.

- Então, vai me contar como está sendo namorar a filha do Argent?

A encaro inexpressivo.
Mesmo estando assustado por ela saber.

- Ah, qual é maninho. Vai me dizer que você simplesmente apareceu na casa dos Argent para proteger o Scott quando viu Kate? O alfa Scott?- Pergunta com tom de zombação.

- Scott não é invencível Cora. Um alfa não faz dele imune a armas.- Digo.

- Você a levou até o riacho! Eu era nova na época, mas Peter me contou que era um dos lugares onde você levava Paige. Acha mesmo que eu vou acreditar que era só pra obter informações? Pode está tentando se enganar, mas a mim, você não engana não.

Desvio o olhar.

Paige.
Ainda doía lembrar.
Ainda doía ouvir seu nome.

Cora parece se tocar disso.

- Sinto muito, eu não quis...- Sussurra.

Levanto e vou até a escada.

- Está tarde. Vai pra cama Cora.- Digo antes de subir.

Entro no quarto, tiro os sapatos e a camisa e me jogo na cama.
Eu ainda sentia o cheiro de Maia em mim, mas de repente isso deixa de ser algo bom.

Esse tempo todo eu vinha pensando em como a família dela e ela mesma poderiam ser uma ameaça a mim.
Agora me pego pensando em como eu sou uma ameaça pra ela.

Fecho os olhos para dormir, tentando me livrar de fantasmas que a muito tempo me assombram.

Sem sucesso.

P.O.V Maia

- Maia, acorde.

Ouço a voz de minha mãe meio distante e ignoro.

- Pelo amor de Deus Maia. Levanta dessa cama.- Ela diz mais alto enquanto me sacode.

- Hoje é sábado, não tem aula.- Digo virando para o outro lado.

A cama movimenta quando ela se levanta e quando tenho esperança de que ela vai permitir que eu durma, as cortinas se abrem e claridade invade o quarto, fazendo meus olhos arderem e eu me esconder embaixo do lençol.

- Eu sei que dia é hoje, mas nós precisamos conversar, por favor, vista uma calça e desça.- Diz autoritária e sai do quarto.

Assim que ela sai, eu sento com o coração a mil.
Eles sabiam.
Sabiam que eu havia saído com o Derek.
Mas como sabiam?
Me viram?
O quanto sabiam?

Respiro fundo e pulo da cama.
Meio desajeitada (quase caindo) coloco o short do pijama e saio porta a fora.

Paro na último degrau da escada.
O que eu digo?
Pensa. Pensa. Pensa.

- Ei gatinha.- Meu pai diz saindo da cozinha.

Alerta vermelho!

Ele só me chamava de gatinha quando queria me tranquilizar.
Por favor. Nada de mudanças.
Imploro silenciosamente.

- Estava indo chamar você de novo.- Continua sorrindo de leve.- Vem.- Diz me oferecendo a mão.

Aceito e caminho hesitante com ele até a cozinha.
Minha mãe está encostada no balcão com uma expressão aflita.
Ela sorrir como se tivesse com dor ao me ver.
Um nó se forma em meu estômago.
Isso não seria bom.

- Lembra que eu disse que tinha duas surpresas para você?- Meu pai diz e se posiciona ao lado minha mãe.

Faço que sim.

- Então...

Os dois se entreolham.

- Meu Deus. Será que dá pra alguém falar de uma vez?

Meu pai abre a boca pra falar mas olha para além de mim e fecha novamente.

- Bom saber que algumas coisas nunca mudam.- Uma voz que a muito tempo não escuto diz atrás de mim.

Meu corpo vira pedra.
Ele passa por mim e entra em meu campo de visão.

Seus cabelos estavam compridos e mais escuros do que eu me lembrava.
Estava mais forte.
Mais homem. Não parecia um garoto de dezoito anos.
E apesar de tantas mudanças, os olhos eram os mesmos.
Heterocromia é considerada um tipo de mutação bizarra por muitos.
Mas eu sempre achei fascinante aqueles olhos.
Um castanho claro e um azul.

- Oi Maia.- Jeremy diz dando seu tradicional sorriso de lado.- Faz tempo não?

Minha mente vira um borrão e tudo em que consigo pensar é em como amores não resolvidos sempre voltam para assombrar.

                              -/ /-

As informações trocadas depois disso foram recebidas de forma vaga.
Coisas como "estava na casa de parentes", "fiz o supletivo e terminei o colegial", etc...
Eu não conseguia assimilar nada além do menino sentado à minha frente.
Era surreal demais.

Mas quando a frase "Vai morar conosco novamente" é dita pelo meu pai, eu volto a mim.

- C-como?- Pergunto.

Meu pai respira fundo.

- Jeremy vai morar com a gente de novo Maia.- Comeca com cautela.

Meis pais sabiam do relacionamento que eu e Jeremy tínhamos na época.
Eles fingiam que não sabiam e nós fingiamos que sabíamos esconder tudo.

- Eu preciso de ajuda com os negócios da família e como ele seguiu o caminho do pai, achei conveniente ter ele perto.- Continua.- E vocês já foram bastante próximos. Ter ele perto pode te ajudar com a mudança de ambiente. Um amigo de verdade, em quem possa realmente confiar.

Arqueio a sobrancelha.
Havia um certo veneno nas suas últimas palavras.
E a conversa que ouvi dos dois sobre quem eu estava andando me vem à cabeça.

- Eu sei muito bem lidar com mudanças. Fiz isso a minha vida toda.-Digo entredentes.

- A maior parte com ele por perto.

- Não nas partes em que mais precisei.- Digo e todos na cozinha parecem parar de respirar.

O maxilar de Jeremy se contrai. Meu pai desvia o olhar para longe de mim e minha mãe me encara com semblante triste.

Levanto.
A situação já estava ridícula demais.

- Olha, é bom ver você de novo Jeremy.- Digo mas paro e penso.- Na verdade, não, não é. Mas de qualquer forma, seja bem-vindo aos negócios da família e à casa. Mas eu não preciso de nenhum amigo ou confidente, que isso fique bem claro.- Digo firme e saio da cozinha.

Os três continuam conversando, mas eu bloqueio os sons e subo as escadas depressa, entro no quarto e tranco a porta.

Minha reação talvez tenha sido radical demais.
E desnecessária.
Mas que outra reação eu podia ter?
Eu não tinha conhecimento da raiva que sentia até aquele momento.
Eu estava lá.
Sempre estive lá pra ele. 
Quando seu pai morreu, eu fiz de tudo para vê-lo bem.
Fiquei ao seu lado, dei apoio.
E tudo o que ele fazia era me bloquear, mentir, gritar comigo.
Eu cansei e em vez de lutar por mim ele se foi.
Não ligou. Não mandou mensagem. Não deu notícias.
Nem quando eu perdi a única pessoa que me entendia de verdade.

E depois de todo esse tempo ele aparece na porta, sorrindo como se tudo tivesse bem.

Balanço a cabeca e me livro dos pensamentos.

Pela primeira vez em muito tempo, eu sinto que o chão sob meus pés é feito de concreto e eu não ia deixar que a vinda dele estrague as coisas.

Encaro o relógio.
7:39.
Bom, é sábado, e eu fui dormir umas duas da manhã.
Fecho as cortinas e me jogo na cama novamente.

Depois de me virar algumas vezes, a agitação some aos poucos e eu consigo dormir novamente.

P.O.V Derek

- Esse garoto que ela transformou, vocês acham que ela escolheu ele por acaso ou tinha algum motivo especifico?- Cora pergunta.

Estávamos todos reunidos no loft.
Scott, Stiles, Cora, Lydia, Malia, Kira e eu.

- O garoto tinha acabado de interar 14 anos, por que ela escolheria ele?- Lydia responde.

- Os mais novos são mais resistentes, mais fortes e mais aptos para sobreviveram à mordida.- Cora rebate.

- Meu pai disse que Ryan tinha um histórico depressivo. Sua mãe foi assassinada quando ele tinha oito anos.- Stiles diz.

- Talvez ela esteja fazendo como você Derek. Escolhendo pessoas que querem uma mudança na vida.- Scott diz me olhando.

- Kate não me parece o tipo de pessoa que se importa com isso.- Digo balançando a cabeça.

- Isso não importa. Ela transformou ele, ponto. Precisamos descobrir onde ela está.- Malia diz.

- Acho que já tivemos experiências suficientes para saber que esses detalhes são tudo.- Lydia fala e lança um olhar de lado para Malia, que faz o mesmo.

Stiles parece está bastante desconfortável entre as duas.

- Concordo com a Lydia, detalhes são importantes, mas Malia está certa também. O fato é que se Kate quer uma alcatéia precisa pelo menos de três.- Digo.

- Então, isso quer dizer que ainda faltam duas pessoas?- Kira fala pela primeira vez.

Balanço a cabeça.

- Mas quem?- Ela pergunta.- Não temos como saber?

- Não sem um padrão.- Stiles diz.

Todos se calam.

- Vocês estão esquecendo uma coisa.- Lydia diz depois de alguns instantes fazendo todos nós olharmos para ela.- Ela foi vista pela primeira vez na casa dos Argent. Saindo do quarto de Maia.

Continuamos olhando para ela.
Eu estava bem ciente desse fato.
Odiava sentir que Maia corria perigo.
Era algo em que pensava o tempo.
Especialmente na noite anterior, ao notar que existem mais perigos do que a tia.

- Bom.- Lydia continua.- Eu estava com Maia ontem à noite, e em um certo momento eu senti alguma coisa.

Ela faz uma pausa, morde o lábio e balança a cabeça.

- Eu não entendi muito bem, mas havia raiva ali. Eu segui meu instinto e ele me levou até um cordão embaixo do travesseiro dela.- Ela olha para mim e depois para Scott.- Era o cordão da Allison.

Alguns encaram a Lydia com confusão.
Mas eu sabia o que significava.
Scott também.

- Não.- Scott diz.- Era o cordão da Kate.

- Vocês acham que ela ta envolvida com a Kate?- Stiles pergunta.

- Não.- Respondo de imediato.- Eu saberia.

Scott me encara e eu sustento seu olhar.
Sabia que ele estava perguntando se eu tinha certeza disso.

- Mas temos que ter certeza.- Malia diz.
- Por acaso estou hesitando?- Digo aumentando um pouco o tom.

Cora segura minha mão.
Minhas emoções estavam descontroladas.
Tinha medo de procurar saber o porque.

- Eu concordo com Derek, Maia é inocente, não é essa minha preocupação.- Lydia diz.

- Você tá preocupada porque Kate fez a cabeça da Alisson, acha que ela vai fazer o mesmo com a Maia.- Scott continua.

- Bem, tudo começou com o colar não foi?- Lydia diz.

- E como sabe que os Argent não deram pra ela? É uma jóia de família não é?- Stiles pergunta.

- Uma jóia que estava no pescoço de Kate quando a encontraram.- Eu digo.

- O colar era uma evidência, era o que culpava Kate, então, deveria ter sido confiscado pela polícia.- Stiles diz pensativo.- Vou falar com meu pai. Vamos olhar o arquivo dela.

- E se não estiver lá?- Kira pergunta.

- Significa que parte do plano de Kate é fazer a cabeça da Maia. Lembram como Alisson ficou? Ela se voltou até contra o Scott. Se ela não sabe de nada sobre esse mundo e descobrir pela Kate, vai saber apenas a versão dela.- Lydia responde.

- O que faz dela uma arma, certo?- Malia pergunta.

- Mas por que perder tempo com isso? Por que fazer a cabeça de uma caçadora quando pode criar uma alcatéia?- Stiles pergunta.

Eu respiro fundo.
A conversa tava começando a me irritar demais.
Eu sei que deveria dá atenção a tudo.
Mas só conseguia pensar em como o meu mundo estava puxando Maia.
Eu não queria que ela perdesse sua inocência.

Lembro de quando estávamos no riacho, seu sorriso ao sentir as gotas de água tocarem seu rosto.
A perfeição na simplicidade.
Eu não podia deixar que ela perdesse sua vida.

- Não importa o porque, ou pra quê.- Digo.- Se isso estivermos certos, se existe uma pequena possibilidade de Maia fazer parte do plano de Kate, vamos tomar providência.

- Como o quê?- Scott pergunta.

Ele gostava dela.
Sabia que ela era inocente.
E eu sabia que ele me apoiaria.

- Vamos ficar perto, mais perto. Vamos fazer de tudo para que Kate não chegue perto dela.- Aperto o maxilar.- E se as coisas saírem do controle, contaremos toda a verdade a ela. Traremos ela para o nosso lado.

"Para o nosso mundo", acrescento mentalmente.



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