História Cidade das Flores - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, Min Hyuk
Tags Drama, Hyunghyuk, Hyungwon, Minhyuk, Morte, Sadfic
Exibições 11
Palavras 2.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Void. Você não está nem conseguindo atualizar suas fanfics atuais, então porque vc está postando mais?"
~~ Não faço ideia. :')
Poooooorém, se eu não postasse essa fic que está há tempos parada no meu computador agr, eu provavelmente nunca mais iria postar ahushuasas

Então aqui vai :v Só alguns avisos antes de começarmos.
- A citação na sinopse é de autoria de: -A Escritora de Bar ; eu simplesmente achei a frase mais perfeita do mundo e me veio um monte de sentimentos que eu tive até que parar pra não chorar aqui. (principalmente pq eu associei muita esta frase a XiuHan, APENAS o meu otp ultimate da vida.)
- A história é inspirada em um manga chamado Hana no miyako de, de Takarai Rihito. Entretanto, não é preciso lê-lo ou saber da história pra entender essa, até pq eu pretendo mudar algumas coisas. Mas, se vcs não se importarem com spoilers ou se quiserem ler depois que a fanfic terminer, eu super recomendo. Um dos melhores (e piores) mangas da minha life, quase entrei em depressão quando acabei aushuasa.

Bom, é isso. Espero que gostem ^^

Capítulo 1 - Você fez flores


O paraíso não parecia ser um lugar tão bíblico assim.

Julgá-lo deste modo dava a impressão de que era algo impossível de se alcançar na vida terrena e isso soava um pouco desmotivador. Humanos não foram feitos para se contentar quando lhe dizem que não podem fazer algo, eles foram feitos para mostrar a quem duvidou que eles podem chegar aonde quiserem. Até mesmo no paraíso.

Não era justo que algo tão precioso ficasse apenas na imaginação. Os ateus também mereciam um descanso eterno, ainda que este eterno durasse só até suas mortes. Eles mereciam um campo verde, com cheiro de liberdade, e árvores altas, que ameaçavam repartir o céu.

Talvez por este motivo algumas pessoas se empenhassem tanto em mostrar que um pedaço mundano de terra poderia ser o paraíso encarnado. O jardim do qual Adão e Eva abriram mão para viver na doçura de seus pecados, o mundo etéreo ao qual ninguém poderia chegar antes de passar pelo julgamento de seus erros em vida.

Talvez por este motivo aquele lugar existia.

O lugar mais belo que o menino já vira, fazendo seus olhos inocentes e ingênuos de uma criança imatura brilharem só de imaginar o que tinha do outro lado daquela imensidão hipnotizante.

Entretanto, como se o destino quisesse apenas brincar com os sentimentos do garoto, aquele lugar era proibido. Não por placas ou por guardas –ainda que a lei dissesse mesmo que era terreno privado -, mas por uma força ainda maior. A sua mãe.

-Não chegue perto daquele jardim, Minhyuk. Isso é uma ordem. Eu sei que é bonito e sei que você gosta de flores, mas em hipótese alguma você pode chegar perto daquele lugar.

Os olhos do menino ameaçaram lacrimejar ao ouvir aquelas palavras, seus lábios delicados se franziram em um bico inconformado, pois não estava acostumado a ter seus desejos negados. Era mimado e mesmo em sua tenra idade tinha consciência disso, por isto não conseguia entender o motivo de sua mãe estar recusando uma vontade sua.

-M-Mas, ma-mãe.... Eu só queria olhar, s-só um pouquinho, eu prometo... –Disse entre forçados soluços com a voz mais manhosa e convincente que conseguira convocar.

A mulher de meia idade, mas que ainda possuía uma vitalidade juvenil impressionante, suspirou com as táticas já conhecidas de seu filho. Ela agachou ao seu lado e colocou uma mão reconfortante em seu pequenino ombro, enquanto tentava explicar com uma voz mais cordial.

-Aquele lugar não é nosso, meu filho. Esse jardim pertence à família Chae. Eles são pessoas muito poderosas e ricas por aqui, então não posso nem imaginar o que fariam com você se te pegassem invadindo a propriedade deles. Nós não somos pessoas tão importantes como eles, não temos o direito de cobiçar as coisas que eles têm, então, por favor, fique longe daquele lugar. –Ela deu uma pausa e completou com uma voz mais autoritária. –Não me faça precisar repetir isso novamente, mocinho.

Ainda assim, o menino não se conformava, mas já não tinha mais palavras que pudessem mudar a mente de sua mãe. Sem querer admitir, ele sabia que ela estava certa. Sempre que ela lhe lembrava da condição social ao qual estavam subjugados, o menino, ainda tão novo, não tinha argumentos.

Minhyuk era tão pequeno, pouco mais de sete anos de idade, mas já sabia das dificuldades a sua volta. Sabia do quanto seus pais trabalhavam para colocar comida na mesa, sendo que nem sempre tinham sucesso. Sabia reconhecer o modo como os outros os olhavam na rua, como as criaturas imundas que pensavam que eles eram.

Contudo, mesmo com as diferenças que desde sempre foram jogadas em sua cara, o menino ainda era feliz. Era uma criança, sabia sorrir, correr e chorar. Sabia admirar as flores e desenvolver uma paixão transcendental pela natureza. Sabia que, um dia, ele poderia ter o mundo em suas pequeninas mãos, por isso ele não se importava em continuar tentando.

Sua felicidade era ainda mais amplificada quando ele tinha contato com o verde. Rolar na grama, subir em árvores, colher flores –pelo menos até o dia em que descobriu que isso as matava. Deste dia em diante preferiu plantar flores ao invés de arrancá-las.

Com seu amor tão grande por essas simples coisas, achava inadmissível que não pudesse ter acesso ao único lugar que conseguia acelerar seu coração tão violentamente, mesmo sem nunca o ter explorado.

Não se dava para ver muita coisa do lado de fora, as plantas enormes tapavam a visão de boa parte do conteúdo do lugar. As grades dos portões em volta da enorme região pareciam bem sérios quanto a proteção da propriedade e também não ajudavam a decifrar o que existia por trás de si. Entretanto, pelas folhagens extensas e grossas, o menino ainda conseguia ter um vislumbre do que o aguardava lá dentro e isso só o deixava com ainda mais vontade.

As flores que decoravam o local para os admiradores não pareciam se comparar à flora que existia mais adentro, no coração do jardim proibido. Apenas o vestígio de incontáveis cores já fazia brotar um sorriso na boca do pequeno Minhyuk.

O menino, como qualquer outra pessoa, tinha defeitos. Seu primeiro defeito era ser humano. Seu segundo defeito era ser curioso o suficiente para se tornar desobediente. E, assim, Minhyuk, ainda com seus sete anos de idade, cometera seu primeiro pecado.

Ele entrou no paraíso.

Ignorando a voz de sua mãe ecoando pela sua cabeça, o pequeno se convenceu de que era só por alguns instantes e que ninguém notaria sua presença ali. Realmente, a propriedade onde estava localizada a mansão da família Chae era enorme, só o jardim, que era famoso na cidade por sua ostentação, ocupava metade daquele lugar. Era impossível uma criatura pequena como ele ser capturado em meio a toda aquela imensidão, ainda mais embrenhado em um lugar tão remoto quanto aquele vasto jardim.

Com isso em mente, o menino achou uma brecha ao ver um pedaço do portão quebrado. Era uma parte enferrujada que não apresentava riscos de atrair assaltantes, pois seu tamanho era o suficiente apenas para um cachorro de porte médio passar –ou uma criança de sete anos.

Suas expectativas não foram decepcionadas. Quando ele se embrenhou no verde e passou pela folhagem mais extensa que atrapalhava sua vista, o garoto sentiu como se o ar tivesse sido subitamente arrancado de seus pulmões.

O modo como as árvores se estendiam infinitamente e deixavam apenas feixes de sol tocarem o chão, reinando sobre toda a natureza aos seus pés. As flores, de cores tão únicas e de aparências tão distintas que não poderiam ser outra coisa senão cativantes. A grama fofa sob seus pés, exalando um cheiro natural terroso que o lembrava apenas de momentos felizes e liberdade. Parecia que até os animais naquele lugar eram mais vivos. Os pássaros se permitiam cantar com mais confiança, as borboletas voavam mais desinibidas, exibindo cores que rivalizavam as das próprias raras flores.

Aquele lugar não podia não ser o paraíso.

Aos olhos de Minhyuk, ele poderia ficar lá para sempre. Viver lá, apenas do canto da fauna e da alegria das cores a sua volta, alimentando-se das pequenas frutas nos arbustos ou das maiores pendendo das árvores, bebendo água dos orvalhos conservados pelo verde.

Talvez por esta razão ele tivesse se distraído tanto naquele lugar. Talvez por esta razão o tempo tivesse passado com mais rapidez do que o necessário e, quando o garoto se dera conta, o sol já estava se pondo no horizonte.

Era uma visão deslumbrante, certamente. O modo como as nuances rosas e alaranjadas do céu lançavam um brilho ainda mais etéreo na perfeição daquele lugar, mas Minhyuk, por mais que quisesse, não teve muito tempo para admirar, porque ele se deu conta de algo.

Ele estava perdido.

As árvores a sua volta –imponentes e frondosas –pareciam todas iguais. Os arbustos e flores foram todos tão distrativos que o menino apenas fora se embrenhando sem rumo por aquele lugar, sem saber aonde estava indo. Agora, ele se arrependia de tal ação.

Logo o sol iria se pôr e seus pais notariam a sua falta. Pior do que isso, o medo que sua mãe colocara em sua mente tomava conta de si e o garoto estava apavorado que fosse pego naquele lugar. Não podia imaginar o que fariam com ele caso descobrissem seu crime, mas os finais não pareciam bons.

Sem outra alternativa e tentando aproveitar enquanto o sol ainda iluminava seu caminho, Minhyuk decidiu que era melhor tentar chegar a algum lugar do que ficar ali parado. O céu ainda estava bem claro, só com alguns indícios da chegada da noite, então ele teria tempo para buscar seu caminho de volta.

-O que está fazendo aqui?

Minhyuk gelou ao ouvir a voz atrás de si.

Ele havia sido pego e agora todos os seus medos iriam se tornar realidade, tudo porque fora curioso demais para escutar os avisos de sua mãe. Virando-se lentamente, o pequeno temia seu destino. Porém, de todos os cenários que passaram pela sua cabeça, a visão que encontrara certamente não era uma delas.

Ele viu um outro menino atrás de si, da sua idade aparentemente, ainda que fosse um pouco mais alto. O garoto era mais magro que si e sua postura e expressões não deixavam transparecer seus pensamentos, fazendo o pequeno se questionar se ele estava bravo ou não.

-Ah...  Quantos anos você tem...? –Começou o menor, incerto por não saber a quem estava se dirigindo.

-Sete. E você?

O garoto alto respondeu prontamente, sua voz ainda não indicando nada. Não indicava surpresa, felicidade, indignação ou algo do tipo, o que só aumentava mais o desconforto de Minhyuk.

-Eu também tenho sete. Então...  Você está invadindo o jardim também...?

Minhyuk perguntou hesitante, na esperança de que o desconhecido pudesse estar na mesma situação que a sua. Talvez ambos fossem meninos bisbilhoteiros e rebeldes que só queriam achar o caminho de volta para casa.

-O que? Não, do que você está falando? Eu moro aqui. Este é o jardim da minha casa.

Os olhos de Minhyuk se arregalaram ao ouvir aquelas palavras e seu desespero aumentou subitamente. O garoto misterioso a sua frente era um Chae, uma das pessoas importantes que moravam no lugar que ele estava invadindo. Uma das pessoas que poderiam puni-lo pelo seu crime.

-O-O q-quê?! E-Eu não sei, quer d-dizer, eu só estava... –Minhyuk começou gaguejando, pois o medo não ajudava na saída de sua voz e seu desespero só aumentava ao não saber como agir.

Enfim, o pequeno suspirou fundo e parou com as tentativas patéticas de tentar se explicar. O que ele estava fazendo não tinha desculpa, ele se embrenhou naquele verde sabendo que era errado. Agora, ele tinha apenas que se resignar às consequências de seus atos.

-Você vai contar para a minha mamãe? –Minhyuk perguntou com uma voz quase sussurrada, já sem esperanças enquanto encarava o chão devido a vergonha pelo seu delito.

-Não. Por que eu faria isso?

A resposta rápida e óbvia do menino pegou o menor de surpresa, que não soube reagir frente aquela informação. Talvez pelo medo que sua mãe botara em sua cabeça, Minhyuk tivesse esperando um destino cruel, reservado apenas aos criminosos como ele.

Minhyuk levantou a cabeça para olhar o menino a sua frente, tentando decifrá-lo, mas, como imaginava, era impossível. O rosto do maior não demonstrava nada, ele não parecia estar bravo por encontrar um intruso em seu jardim.

-M-Mas eu invadi sua casa, isso é-

Minhyuk se interrompeu quando se dera conta do que estava prestes a falar. Se o dono da casa não via problemas com sua presença ali, Minhyuk não veria por ele. Era melhor ele apenas aceitar a bondade do universo enquanto ela durava.

-Quer saber? Esqueça, não era nada. Meu nome é Lee Minhyuk! Eu tenho sete anos–Disse enquanto levantava cinco dedos de uma mão e duas de outra, completamente o número sete. –E eu gosto muito de flores. E árvores. E arbustinhos também.

O silêncio entre os meninos durou por alguns segundos após a apresentação energética do pequeno.

-Por que você gosta de mato? –Perguntou o mais alto, em uma voz menos apática, portando um pingo de curiosidade.

As palavras do maior indignaram Minhyuk, que emitiu uma alta exclamação de surpresa ao ouvir aquela –em sua perspectiva –enorme ofensa. Com uma mão ao peito e uma expressão horrorizada, o menino não poderia estar mais insultado com o comentário do mais alto.

-Como você ouse chamar tudo isso de mato?! Isso não é “mato”! –Minhyuk gritava, fazendo aspas com as mãos para fortalecer seu argumento. –Sem tudo isso aqui em volta a gente não ia nem existir, não ia nem ter como respirar! Não ia ter fruta, oxigênio e nem todas as outras coisas boas que esse “mato” traz! A gente não ia correr na grama fofinha nem deitar nela, já pensou nisso?! Não ia ter mais flores para colocar no cabelo ou árvores para gente subir, então não trate tudo isso como se não fosse nada!

Minhyuk terminou seu discurso ofegante, com faíscas no olhar enquanto focava no menino a sua frente para ver qual seria sua reação depois de toda a exaltação do menor. O pequeno não podia deixar passar, não quando tentavam futilizar tudo aquilo que ele mais amava, o motivo pelo qual ele estava preso naquele lugar para começar.

O desconhecido não respondera prontamente, nem se intimidara com a explosão do menor. Pelo contrário, ele achara aquilo tudo... cativante. A paixão que exalava dos poros daquela criatura tão pequena e tão determinada, o fervor com o qual defendia aquilo que o fazia feliz. Todo aquele amor impresso no intruso de seu jardim...

Ele também queria sentir aquilo.

Longos segundos se passaram em silêncio entre eles, tempo suficiente para que Minhyuk se acalmasse e o clima perdurante se tornasse desconfortável. O pequeno apenas esperava algum tipo de reação do garoto a sua frente, que permanecia impassível, como se o menor não tivesse acabado de fazer um escândalo.

-Tudo bem, então.

A resposta seca do mais alto deixou Minhyuk sem palavras. E o pior era que não sabia se tinha o direito de ficar irritado com tal conduta, pois o outro não deixava transparecer se estava caçoando do pequeno ou falando sério. Ainda assim, era uma atitude estranha o suficiente para deixar o menor estupefato.

O silêncio se instalou novamente e o desconforto apenas crescia entre os dois, deixando Minhyuk cada vez mais inquieto. Finalmente, quando não aguentava mais aquela situação, lembrou-se do problema emergencial que tinha em mãos.

-B-Bom, enfim... eu preciso voltar para casa, mas eu acabei me perdendo aqui no meio...  Tem como você me mostrar a saída? –O menino começou, acanhado.

-Você conseguiu se perder em um jardim? –A pergunta causou mais vergonha ainda no pequeno. Realmente, pondo daquele modo, parecia ser algo tão tolo. Que tipo de pessoa se perderia em um jardim? O pequeno estava pronto para começar a se explicar, ou melhor, tentar, quando fora interrompido pelo estranho que continuou sua fala. –Siga por aquele caminho, sem fazer nenhum desvio, e você vai chegar aos portões.

O maior apontou em uma direção que não parecia nem confiável e nem duvidosa aos olhos do pequeno. Mesmo que não pudesse afirmar se a informação do desconhecido era segura, ainda era sua única opção e a melhor chance que tinha de sair daquele lugar a tempo.

Minhyuk agradeceu com um doce sorriso –que prendera a atenção do maior mais do que deveria –e começou a seguir o caminho indicado, mas fora parado pela voz do outro que ressoou pelo local.

-Você... pode voltar amanhã?

A pergunta surpreendera Minhyuk.

Ele era um invasor, alguém que nem deveria estar naquele lugar primeiramente. Seu erro fatal ainda fora descoberto por ninguém menos que um membro da família Chae, a pessoa que mais deveria ficar ofendida com o delito do menor. Ainda assim, aquele menino peculiar parecia ignorar tudo isto e perguntava se ele voltaria àquele lugar.

Era sem dúvida uma pergunta interessante...  Ele voltaria?

Era óbvio que ele queria voltar, apenas a memória do verde daquelas plantas fazia seu coração ansiar por tal retorno, mas isso seria certo?

Talvez não fosse certo voltar novamente, uma vez que ele já tinha saciado sua curiosidade, mas quem havia feito tal pergunta era um próprio Chae. Se ele voltasse uma segunda vez, seria com a permissão do dono daquele paraíso, então ele não estaria pecando, certo?

Era tudo o que ele mais queria, poder voltar àquele lugar livre de culpa, e o maior à sua frente estava lhe oferecendo tal oportunidade. Minhyuk não poderia negar nem que quisesse, era tentador demais para se rejeitar.

Com um sorriso enorme e incontido em seu rosto, Minhyuk não poderia estar mais feliz ao proferir aquelas palavras.

-Sim! Amanhã eu estou de volta!

Já estava pronto para seguir seu caminho apontado, com o coração explodindo de alegria pelo acontecido, quando se lembrou de um detalhe que o fez interromper seus passos e se virar para o maior, que ainda continuava parado no mesmo lugar.

-Esqueci de me perguntar, mas... qual é o seu nome?

Pela primeira vez naquela conversa, ao ouvir aquela pergunta proferida em voz tão delicada e empolgada, o desconhecido mudou sua expressão facial. Ele abriu um pequeno sorriso, tão sincero que –ainda que não demonstrassem –surpreendera a ambos.

-Hyungwon. Meu nome é Hyungwon.


Notas Finais


Aviso: Como eu informei, esta história estava parada nos meus arquivos, então a chance de eu demorar pra caramba pra atualizar os capitulos (que são poucos, dont worry) são muito grandes :v (mianhae)
Beijos, beijos, até mais <3

PS: POOOOOOR FAVOR! Eu não tive tempo de editar direito e ainda estava muito cansada, então se vc encontrar algum errinho que seja no capitulo, não hesite em me avisar, pfvr. Eu ficaria mais do que muito imensamente agradecida <3


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