História Cidades de Papel - A história continua - Capítulo 30


Escrita por: ~

Visualizações 98
Palavras 2.874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIEEEEE GENTE NÃO MORRI! hahahah Foram alguns meses sem atualizar mas graças a Deus voltei e trouxe mais um capítulo para vocês!
Boa leitura e obrigada por não ter desistido da minha fanfic♥

Capítulo 30 - De volta a Orlando


Andei muito pensativo no decorrer dos dias, eu ia ser pai, quase fui expulso e não conseguia parar de pensar no quanto tinha saído caro o preço que meu irmão pagou para que eu pudesse continuar na Duke, o que me atormentava demais todos os dias, e que eu não desistiria de encontrar um jeito de não deixar aquilo impune, apesar que eu poderia ser expulso, no entanto eu sabia que uma hora ou outra a justiça seria feita. Além que, eu via Margo quase todos os dias quando saia da aula ou então saindo com Carson, ou no refeitório enfim... Mal trocávamos palavras, às vezes ela me lançava só um sorriso – incrivelmente lindo por sinal – e eu sentia algo estremecer dentro de mim como se ainda fosse aquela época em que eu vivia o meu épico amor platônico por aquela garota. Porém, eu tinha Lana, uma pessoa maravilhosa, mas na verdade eu ainda estava com ela por conta do nosso filho, e mesmo que eu a estimasse muito, eu estaria mentindo se eu dissesse que me sentia realmente feliz ao seu lado, sem escolha era ali que eu tinha que estar. Carson e Steven tinham conversado, não que as coisas entre eles tinham sido acertadas totalmente, no entanto, Carson estava dando uma segunda chance e meio que tinham começado do zero, nada era como antes mais, mas eu ainda via neles algo tão verdadeiro quanto o que eu ainda sentia pela aquela menina de olhos azuis que ainda perturbava-me loucamente, em que um dia foi minha namorada. Steven me contou sobre Willa, já sabíamos que tínhamos que ficar de olho nela, que até então estava tudo sobre controle. Tinha conversado com Steven sobre nosso pai, no entanto, ainda não tínhamos tido a oportunidade de sair de Duhan para Orlando, para conversar com aquele que Steven esperou tanto tempo para conhecer. E claro, eu tinha visto Jason poucas vezes, mas tinha visto. Ele parecia pacífico, sereno... Contudo, eu sabia que cedo ou tarde ainda iríamos ser atormentados por ele novamente, ainda não tinha acabado eu sabia de alguma forma, e mesmo que eu dissesse para mim mesmo que ele já tinha nos causado medo demais, e aquilo não ia mais acontecer, lá no fundo eu ainda sentia, não medo por se só, mas uma sensação que não estávamos seguros, nem eu, nem as pessoas ao meu redor. E eu queria estar errado quanto a isso, no entanto, acordei com alguém ligando naquela tarde de sexta-feira. Eu estava estudando e provavelmente adormeci sob meus livros no sofá. Era Carson. Atendi ligeiramente e a voz um pouco rouca da minha praticamente cunhada na ligação soando algo preocupado e falando com cautela me causou um frio na espinha, sabia que algo estava errado.

            —Quentin?

            — Oi! Carson?

— Sim! Q, a Margo... — ela suspirou — A irmã dela foi sequestrada pelo Jase. E ela vai para Orlando daqui a pouco.

— Que? Caramba! Eu... Estou indo ao dormitório de vocês agora mesmo. — fiquei meio em choque sem saber o que fazer, só queria correr até Margo e poder ajudar, era tudo que eu podia fazer.

Ela não respondeu, a ligação caiu sei lá, mas a única coisa que fiz foi correr até lá.

 Bati na porta e Margo abriu. Deparei-me com seus olhos intensamente brilhantes, tão avassaladores, mas tão... Preocupados, tensos, desesperados... Envolveram-me de uma forma tão intensa que meu corpo abraçou o dela desesperadamente tentando acolhê-la, abriga-la, seja lá como se deve se chamar aquele ato naquele momento. Nem eu nem ela falamos nada, só nos abraçamos. Senti seu coração acalmar levemente e seu corpo se aliviar de alguma forma, como se o meu corpo, e a minha presença fosse tudo que ela precisava naquele momento. Depois de segundos ela me olhou, enquanto eu tentava entender o que estava acontecendo.

— Q... — ela suspirou.

— Mar... O que aconteceu?

— Ruthie... A Ruthie... Ela foi sequestrada pelo Jase — seus olhos tão preocupados e um pouco marejados.

— Aquele estúpido! Vai ficar tudo bem...

— Não, não vai, Q... Eu preciso ir! — ela me encarou — A Carson te ligou né? Caramba! Não quero envolver você nisso tá?

Ela se afastou de mim e pegou algumas bolsas no quarto.

            — Margo, ei!

            — Eu vou a Orlando, preciso resolver tudo de uma vez. –  ela ignorou-me.

Segurei seu braço para que ela se voltasse para mim de novo. Ela olhou-me.

            — Ei, você não vai sozinha... E sim, já avisou a polícia algo assim?

            — Q, por favor, você tem a Lana, ela precisa de você, tá maluco? Não sei nem quanto tempo eu vou passar lá. Isso é problema que eu mesma vou resolver. Já liguei sim, apesar de que, aquele maldito disse que não avisasse.

            — Margo, isso também é problema meu, isso é culpa minha. E não vou deixar você só com aquele cara. Não vou mesmo!

            — Q... Por favor... — ela fez força para que eu soltasse seu braço — Você sabe perfeitamente que sei me virar sozinha muito bem.

            — Margo, eu queria ir com você, mas não vou poder o Q irá é melhor, você não pode ir sozinha. — Carson tentou convencer Margo. Que eu a conhecia bem e sabia o quanto ela era teimosa, não ia ceder fácil.

            — Eu não posso colocar você em perigo não mais. — suas mãos tocaram meu rosto levemente, sua voz suave... — E além que você tem a Lana, Quentin Jacobsen!

            — Sim, tenho, porém é você que precisa de mim agora.

— Você é teimoso hein?! — seus lábios se contorceram em um quase sorriso e aquele brilho lindo em seus olhos estava ali. Era uma certa alegria por eu estar ali, será? E algo como “tudo bem você me convenceu!”.

— Não mais que você! —um sorriso meio que surgiu em meus lábios também.

Mandei uma mensagem para minha namorada explicando tudo, organizamos as coisas rapidamente, pois afinal não podíamos perder mais tempo. Pegamos o primeiro voo para Orlando.

            — Eu nem acredito que você veio comigo... Mais uma vez eu te metendo em confusão. — ela falou olhando pela janela do avião depois de um tempo ali.

            — Eu precisava vim, somos parceiros nisso. — sorri.

Ela tentou sorrir, mas seu pensamento estava em Ruthie – eu sabia – o meu também. Esteja bem Ruthie, esteja bem!  Ah, Jase, não vai ficar assim!

             — Vai ficar tudo bem... Ele não vai escapar dessa vez, e ela vai ficar bem. — peguei sua mão que estava fria. Ela olhou para nossas mãos e depois me olhou nos olhos.

            — Ele não podia mexer com ela, não podia. Tem a mim, por que ela, por quê? Sabe lá Deus o que está acontecendo com ela neste momento. — ela tava tão tensa e inquieta que doeu minha alma. Mas como eu a conhecia, ela tentava a todo o momento disfarçar o desespero.

            — Ele falou para onde a levou?

            — Em um galpão, sei lá, ele é um psicopata, não sei o que ele fará com ela e o que ele quer em troca.

            — Provavelmente ele vai querer você...     

            — Seja o que for eu vou dá um jeito, só quero que minha irmã fique bem e bem longe daquele estúpido.

            — Seja o que for eu vou está com você. E vou fazer de tudo pela Ruthie.

            — Por mim? — seus olhos me olharam como se buscasse algo nos meus. — Tudo isso por mim, Q?

            — Por você e por ela, afinal ela era minha vizinha e foi minha cunhada por uns meses, adquiri um certo carinho por ela também.

            — E você gostava dessa época?

            — Sim... — meio que fiquei sem fala diante dessa pergunta — Foram os melhores meses da minha vida.

Algo brilhou intensamente, ardentemente em seu olhar e senti como se ela fosse me beijar e eu realmente esperei e ansiava por isso demais. Então algo tirou-nos do transe nos concertando. Um silêncio nos invadiu e pouco tempo depois chegamos. Margo recebeu um telefonema de Jase indicando onde estava Ruthie. E fomos até lá.

            — O que ele quer? — perguntei.

            — O pior que não sei. Droga! Droga!— ela passou a mão entre os cabelos tentando aliviar a tensão. — É bem ali o lugar indicado. E ele quer que eu vá só. Não tem jeito você vai ter que ficar aqui, é pelo bem da Ruthie.

            — Droga! Você não vai...

            — Quentin Jacobsen poupe-me né! Precisa ser assim, entenda!

            — Você vai ficar bem mesmo? — perguntei preocupado.

            — Vai sim, a polícia já deve está vindo, vai dá tudo certo e se não der...

            — Ei! — segurei seu rosto entre as mãos... — Eu preciso que fique bem, você e Ruthie, fiquem bem!

            — Vamos vim, mas senão... — seus olhos encontraram os meus de uma forma tão única, tão intensa como se navegasse em minhas íris. Senti minha pulsação acelerar e a dela também. E então me beijou. Finalmente me beijou. Ela levemente abriu os lábios e antes que nossas línguas se tocassem, Margo fechou a boca e novamente pressionou nossos lábios com um desespero e uma ternura misturados, de forma tão profunda que meu coração doeu. Senti sua alma tocando a minha, conectando-se através das nossas bocas. E quando ela tirou seus lábios dos meus senti um vazio corroendo meu coração e todo meu ser — Caso eu não tenha uma segunda chance para fazer isso. — Margo virou-se e foi em direção ao lugar marcado, enquanto eu ficava ali viajando em sentimentos que ainda estavam vivos mais do que nunca dentro de mim.

Fiquei esperando, mas não sabia se eu realmente devia fazer o que ela tinha pedido. Então fui até lá discretamente. Pude ver Ruthie de longe e Margo com Jase. Meu sangue ferveu e pude ver a polícia vindo de longe. Eu não fazia ideia o que podia acontecer naquele momento. A polícia chegou e a irmã de Margo correu até mim abraçando-me.

            — Deixa ela em paz Jason! — gritei — Eu estou aqui!

            — Não é você que eu quero Quentin!

            — Mas faça o que quiser comigo, deixe-as em paz!

            — Não Q! — podia ouvir a voz baixa e abafada dela enquanto ele apontava aquela maldita arma para ela. — Jason, sou eu que você quer né, então!? Vá embora Quentin! Vá embora!

            — Eu falei que não chamassem a polícia! — ele gritou furioso, e atirou em minha direção, mas afastei-me correndo para trás da parede na entrada.

A polícia aproximou-se tentando negociar. Contudo ele não queria conversa, ele só queria Margo. Provavelmente estava sob efeito de alguma droga, estava muito mais fora de si que o normal. Eu precisava fazer alguma coisa. E arrisquei tudo. A polícia gritou para que não fosse, mas fui andando até Jase com as mãos levantadas.

            — Não rapaz , não! — gritou um dos policiais.

            — Eu vou negociar com ele, não se preocupem!

 Por um momento pensei que Jason fosse atirar, mas continuei a me aproximar. Os olhos de Margo pediam para que não, mas continuei. No entanto, fomos alarmados por um tiro que fez Jason cair, porém, antes ele atirou, senti meu braço pender para o lado com o impacto, cai no chão também. O sangue escorreu até minha mão.  A arma de Jason caiu de sua mão. Margo aproveitou e lhe deu um chute, pude ver Killian – sim, era Killian que tinha atirado em Jason – correndo para trás de umas caixas ali enquanto a polícia atirava na direção dele, mas ele correu. Alguns policiais provavelmente correram em direção dele, mas meus pensamentos estavam focados em Margo bem ali que tentava pegar a arma desesperadamente. Ele estava ferido e correu antes que ela apontasse a arma para ele. A polícia não conseguiu alcançar e ele passou por algum lugar ali que não sabíamos. Margo gritou e correu em minha direção, tudo isso em um piscar de olhos. Logo depois estava no hospital.

            Quando acordei já tinham tirado a bala do meu braço e me avisaram que estava tudo bem. Margo estava bem ali ao meu lado. Meus pais estavam lá fora.

            – Seu teimoso! – apesar da expressão sua voz era calma, cheia de ternura. Como se tivesse aliviada de alguma forma. – Como está se sentindo?

Tentei movimentar meu corpo, mas tudo doeu; meu braço estava enfaixado e ainda doía levemente.

            – Acho que bem... E você? Jason te fez algo? E Ruthie? E o Killian e Jase encontraram? 

            – Calma, você não pode se agitar – sua expressão aliviou e sentou-se a meu lado – Eu estou aqui e... Bem. Não me aconteceu nada, e Ruthie também não. Killian foi pego e Jase fugiu.

            – Que bom que estão bem. O Jase devia ter sido pego! – tentei fazer movimento, mas tudo doeu. – E o Killian...

            – Ele ajudou Jason com a explosão, mas agora... Virou-se contra. Talvez não só a gente o tivesse como inimigo. – ela ficou um pouco séria – Não foi nada legal o que você fez hoje viu? Você podia ter morrido! Só sobreviveu porque ele errou o alvo! – seus olhos faiscaram. – Se alguém tomasse um tiro ontem deveria ser eu. A polícia precisa encontrar aquele bandido.

            – Eu não pensei direito, eu só queria... E ele está machucado, não deve ser difícil encontra-lo.

            – Quentin... Você... Não, eu fiquei... Aterrorizada, desesperada quando te vi ali caído todo sujo de sangue... – ela suspirou pesadamente e me olhou fixamente – Eu não poderia... Eu não sei o que eu faria se Jase tivesse tirado sua vida. Acho que enlouqueceria.

Eu a olhei admirando cada detalhe de seu rosto bem ali na minha frente. Não tinha imagem mais linda e ainda aquelas palavras que fizeram meu coração desesperadamente acelerar... Eu só queria abraça-la, coisa que eu não podia fazer deitado ali naquela cama de hospital. Quando recebi alta fui para casa, a casa onde vivi tanto tempo e morria de saudades. Olhei para meu pai e pensei logo em Steven, o filho que ele nunca quis assumir. Na hora certa conversaríamos sobre isso. Eu, ele e Steven. Aquilo também era um assunto delicado para minha mãe apesar na época eu acreditava que eles eram noivos. Margo veio me visitar e era praticamente minha enfermeira.

            – Ei, vai para onde? – Margo perguntou quando levantei da cama.

            – Vou ao banheiro.

            – Cuidado!

            – Pode deixar!

Fui e, porém quando voltei, ela já ia embora, mas eu a queria ali eu precisava dela ali.

            – Já vai? — perguntei a olhando já se aproximando da porta.

            – Já. Por quê?

            – Nada. Só que... Queria que ficasse.

            – Mas já está tarde, preciso ir. – algo nos seus olhos me dizia que ela também queria ficar.

Aproximei-me e pressionei nossos lábios. Não queria mais descolar nossas bocas, nunca mais.

            – Eu precisava sentir seus lábios nos meus outra vez – falei enquanto nossas testas tocaram-se.

            – Eu também precisava, mas... Q...

            – Não pense em nada... Nós precisamos disso. Eu preciso de você.

Senti sua respiração ficar ofegante, seu corpo aproximou-se mais, o seu cheiro invadindo meu olfato... Nossos rostos se tocaram e então nossas bocas, em um beijo quente cheio de saudade, avassalador, contudo também cheio de carinho, ternura, leveza... Senti tudo voltar ao lugar na minha vida. O gosto da boca dela era o sabor que eu não poderia esquecer nunca, totalmente insubstituível. Margo tirou minha camisa, enquanto eu passava meus lábios por seu pescoço, e depois tirei sua camisa. A puxei para cama, deitando por cima dela. Minhas mãos passaram por seu corpo sedento de tê-la nua colada a mim outra vez. Tirei seu sutiã enquanto os lábios dela passavam por meu pescoço e desciam por meu peito. Acariciei seus seios, os chupei e os mordi delicadamente. Ela tirou minha calça e tirou a dela, depois finalmente nossas roupas íntimas. Passei a mão por todo seu corpo redescobrindo cada detalhe que eu lembrava bem e que estava morrendo de saudade. Ela gemeu quando cheguei a sua intimidade. Passei minha língua por todo seu corpo e fui até . Depois beijei sua boca. Ela contorceu-se e passou para cima de mim fazendo o mesmo. Ela gemou meu nome pedindo que a penetrasse, então passei pra cima dela de novo e beijei sua boca. Já não aguentava mais então levemente entrei dentro dela. Depois mais fundo e mais forte... Não só nossos corpos, mas nossas almas também se conectaram como nunca fizemos antes. Era como se fosse a nossa primeira vez. Nossas bocas se encontraram e um sorriso surgiu em seus lábios, nos meus também, enquanto escapavam uns gemidos.

            – Eu te amo, Margo. E isso nunca mudou e nem vai mudar.

            – Eu amo você para sempre, não esqueça.

Cai em êxtase ao seu lado, nossas respirações ofegantes, nossos batimentos assustadoramente acelerados. Virei-me para ela, e seus lábios encontram os meus novamente. Acariciei seu rosto, a olhei, tirando seu cabelo da testa e a beijando. Seus olhos se abriram e apenas ficou olhando-me. Ela não sorriu, mas vi seus olhos fazer o trabalho de sua boca. A abracei forte, e sua cabeça encontrou meu peito.

            – Eu não poderia encontrar um lugar melhor para dormir. Nunca poderia, é impossível. – ela beijou meu rosto enquanto acariciava meu peito.

            – E eu não poderia estar mais feliz que estou agora. Isso também é impossível.

E ali ela dormiu, enquanto eu acariciava seu braço.

No outro dia, ela não mais ali como sempre, mas eu não poderia evitar a cara de bobo que sem dúvida estava estampado na minha cara. Quando a encontrei não deu tempo para falar nada ela já me deu a notícia que Jason havia morrido, pois a bala tinha perfurado um dos órgãos e Killian também, Willa tinha o executado por conta de Jason. 


Notas Finais


Só espero que tenham gostado, e não esqueçam de comentar♥
Espero ter recompensado de alguma forma vocês com algumas ceninhas :-)
Amo vocês e obrigada pela paciência de esperar esse novo capítulo porque ainda tem muita história pra contar♥ Beijos!


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