História Cinco coisas que não deveríamos fazer em plena Madrugada - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Colegial, Escolar, Gray, Graylu, Lucy, Madrugada, Romance
Exibições 127
Palavras 1.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É... oi gente.
Eu sei, sou uma pessoa horrível, e não vou dar desculpas, e podem me acusar o quanto quiserem, eu mereço. A fanfic estava dando tão certo... não sei porque parei, sério, mas eu não estava tendo nenhuma ideia, e essa falta de ideia virou falta de interesse, e enfim... o resto vocês sabem. O capítulo também ficou pequeno e escroto, então nem compensar eu posso. Só peço que reconsiderem, porque JURO que nunca mais vou ficar tanto tempo sem postar. Não é justo com vocês, leitores (se ainda existirem), que sempre me incentivaram nos comentários, e riram dos momentos da Lucy e do Gray juntos. Peço mil desculpas, do fundo do meu coração.
A fanfic está com quase 80 favoritos, 80 FUCK FAVORITOS, E EU AGRADEÇO MUITO GENTE, APESAR DE NÃO MERECER, SÉRIO! VOCÊS SÃO INCRÍVEIS <3
Então gente, o capítulo ficou minúsculo, e tipo, vai levar um bom tempo para eu conseguir colocar aquele humor que tinha nos outros capítulos, então sinto muito.
Enfim... Boa leitura!

Capítulo 7 - 06 - Quarta Tarefa - Parte II


Fanfic / Fanfiction Cinco coisas que não deveríamos fazer em plena Madrugada - Capítulo 7 - 06 - Quarta Tarefa - Parte II

No final, não se trata de popularidade ou até mesmo de conseguir um cara perfeito. É sobre compreender que não importa o rótulo que te puserem, só você pode se definir.

 – The D.U.F.F.

✘✘✘

No final, o policial nos deixou ir, porém, disse que isso jamais deveria acontecer novamente. “Oh sim, saudades do meu tempo de adolescente...”, foi mais ou menos o que ele disse.

Lucy sorriu para ele, nervosa, dizendo que agora mesmo íamos para casa e que sim, se acontecesse alguma coisa, nós tínhamos camisinha. E eu? Eu não sabia se me desesperava ou ria.

– Calado. – ela disse sorrindo forçadamente enquanto o homem ia embora em sua viatura.

– Quer dizer que temos camisinha? – eu disse, em seguida rindo. Ela me deu um soco no ombro, e eu ri mais ainda.

Lucy virou para o banco de trás, pegando sua blusa.

– Não olhe. – ela disse, e então eu me virei para o outro lado, olhando para a rua deserta pelo vidro. Ouvi o som de um click, e soube que ela havia retirado seu sutiã. Senti meu rosto ficar um pouco vermelho, e logo comecei a imaginar coisas. – Ai, por que mulheres tem que usar sutiã?

– Sei lá. – foi a única coisa que consegui dizer.

Ouvi novamente o barulhinho, e então o som delicado da loira passando sua blusa por seu corpo, deslizando por suas curvas.

– Pode olhar. – ela disse. Quando me virei, ela já estava vestindo sua jaqueta.

– Não sei como você é mais bonita, assim ou sem roupa. – falei, e só então percebi o que havia falado.

– Perdão. – ela disse. Não entendi. – Por ter beijado você... e subido encima de você e do seu... – ela parou de falar. Aí entendi.

– Relaxa, tudo bem. – foi tudo o que consegui falar.

– Bom... é... temos tarefas a cumprir! – ela gritou, com certeza tentando cortar o clima estranho.

– Como assim? Você ainda quer ir lá?! – perguntei. – Quase fomos presos!

– Gray, caro Gray... eu disse que temos tarefas a cumprir! – ela gritou, levantando um pouco do banco e batendo a cabeça no teto do carro. Eu ri.

– Você tem certeza? – perguntei, e ela sorriu travessa.

– Absoluta.

✘✘✘

Pelo que entendi, Lucy queria escalpelar Minerva.

– Vai ser só um pouquinho de cabelo... – ela disse colocando o Veet (depilador de pernas) dentro da mochila, e em seguida pegando o taco de beisebol. – Só pro caso de emergência. – em seguida, pegou a lata de tinta spray. – Nossa, acho que vou ser desenhista.

– Seja. – eu disse, em seguida saindo do carro. – Não deixe a sociedade rotular você.

– Isso, não vou deixar a sociedade me rotular.

– Exatamente.

– Isso.

– Tá.

– Ok.

– Beleza.

– Olha, eu vou dar um tapa em você. – ela riu, e eu ri.

Nós rimos.

– Vamos. – ela concordou.

Saímos do carro, em seguida saímos engatinhando, passando por seis casas, até chegarmos à uma casa bastante bonita com detalhes azuis.

– Não, pelos fundos. – Lucy sussurrou.

 Nós pulamos a cerca da casa vizinha, em seguida nos arrastamos até o quintal da casa, e pulamos para o lado da casa de Minerva; havia uma janela na parte de trás, e com suas habilidades de arrombadora, a loira a abriu em dois minutos.

– Merda, essa daqui é bastante segura, porém, eu sou mais foda. – ela disse se vangloriando.

Ela entrou primeiro, e em seguida eu. Estávamos na cozinha.

– Espera. – ela disse, e eu parei. – Tô com fome.

– Não, vai se ferrar! – eu falei baixo. – Você quer é que nós sejamos presos!

– É rapidinho. – ela disse abrindo a geladeira devagar. – Ai meu Deus, bolo de cenoura! – ela pegou a fatia toda que estava lá, dividindo na metade. – Pega, não é todo dia que se vê algo assim.

Eu peguei, e enquanto andávamos, eu comia. Estava delicioso. Merda, tava gostoso mesmo!

– Gray. – Lucy disse.

– Oi? – falei enquanto engolia o último pedaço de bolo.

– Preciso da sua ajuda.

– Como assim?

– Eu confesso para você que não vim aqui fazer aquilo na Minerva.

– Como assim?

– Eu não vou escalpelar a Minerva. Na verdade, vou, mas não é o principal.

– Então o que viemos fazer aqui?

– Viemos escalpelar o pai dela.

– O que está dizendo? – perguntei surpreso.

– Acho que nunca vou esquecer-me de um dia. Nós já fomos amigas, nós brincávamos juntas, aqui na casa dela, na minha casa, na escola... enfim, éramos inseparáveis. Você sabe que Minerva é boa em tudo que faz, principalmente na escola, é uma excelente aluna. Acho que foi no oitavo ano, quando ela ficou de recuperação em matemática, e o pai dela veio na escola, e descobriu que ela não havia comparecido metade das aulas para andar com algumas pessoas, como Sting, e seu primo, Rogue. Ele foi embora segurando a mão dela, e não sei por que, mas eu fui atrás. Os segui até um beco, onde ele bateu nela; bateu muito, muito mesmo, e essa imagem ficou na minha cabeça. Ela depois de um tempo parou de falar comigo, até com Sting, e virou essa megera que conhecemos.

Eu ouvi tudo, quieto.

– Lucy, você não pode mudar o que aconteceu, mas também não pode implantar seu senso de justiça a força nos outros.

– Eu sei que é errado, mas... me ajude, por favor.

– Não, eu ajudo, mas... sei lá, vamos fazer isso.

– Eu só fico com raiva dela por ter abandonado todos que a consideravam como amiga, mas eu entendo seus motivos. O pai é um demônio. Mas temos que saber diferenciar e filtrar o que as pessoas fazem com a gente, não podemos descontar nos outros algo que uma pessoa fez.

No final, Lucy decidiu apenas se vingar do pai de Minerva. Eu concordei.

Quando entramos no quarto do velho, as cobertas estavam perfeitamente ao redor de seu corpo, e ele estava coberto até o pescoço. Senhor, ele roncava muito, muito alto. Até mais alto que Sting. É sério, parecia a buzina de um navio.

Lucy pisava bem devagar, assim como eu. Eu tenho certeza que se ele acordasse eu me cagava de medo na hora, porque ele realmente aparenta ser muito assustador, e é, pelo que já ouvi só hoje.

A loira tirou da mochila o Veet, algo como um papel, que eu já ouvi que mulheres usavam para se depilar, e por último, o spray de chantilly, o mesmo que ela usou em Sting.

– Você não presta. – eu sussurrei, e ela riu.

– Bom, eu nunca neguei. – ela apenas formou as palavras com a boca, porém eu consegui assimilar.

Lucy pegou o creme depilatório , espalhou nas mãos, e então, deslizou por todo o grande cabelo do pai de Minerva, tocando de maneira suave para ele não acordar; além disso, passou também pelo bigode ridículo e escroto dele, e em seguida, eu peguei o papel-de-nome-desconhecido e fui colocando.

No momento em que coloquei no bigode, ele abriu os olhos, me dando um soco na cara.

– O que é isso, seu merdinha?! – ele gritou. Eu estava caído no chão, olhando para ele, atordoado. – Isso é um assalto? E o que é esse troço na minha cara? Isso é gozo? Eu vou te matar!

Então, eu ouvi a pancada, e ele caiu duro na cama. Lucy estava do outro lado da cama, com o taco de beisebol, suspirando pesado. Ela me olhou, e caiu na gargalhada.

– O que ele acha que você fez? Que você o estuprou? – ela gritou, e eu estava ali, caído, sem saber o que fazer, e ela rindo.

Foi quando eu olhei para a porta, e Minerva estava ali, olhando para nós dois.


Notas Finais


Eu sei que eu podia ter terminado o tarefa bem aqui, mas no próximo capítulo já vai ser o final da quarta tarefa e também a quinta e última tarefa, e estou pensando em fazer um extra. Ou seja, MAIS DOIS CAPÍTULOS PRO FIM!
O próximo capítulo espero que vocês gostem, e realmente vou me esforçar! E vai sair beeem rápido, na medida do possível!

Nessa parte, vou divulgar outras fanfics minhas:
Para as pessoas que gostam de Nalu e MMORRPG (no caso, a temática de Sword Art Online): https://spiritfanfics.com/historia/iniciar-conexao-3704515

One-shots (todas Nalu):
https://spiritfanfics.com/historia/reciprocidade-6695752
https://spiritfanfics.com/historia/one-last-time-3712285
https://spiritfanfics.com/historia/detalhes-5891410

Esse é um dos meus primeiros contatos com a escrita aqui no site, porém, é Graylu:
https://spiritfanfics.com/historia/aprisionados-2835505

Gente, me desculpem novamente a demora, e postarei o mais rápido possível, juro.

Até o próximo capítulo!
~Bluardo <3


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